Guilherme von Groll Stevens: Nacionalistas Dentro do Espectro Político – Contra Tudo e Todos

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O cartaz em alemão na imagem-título diz: Tod der Lüge: Marxismus und Hochfinanz”, que em português signfica: “Morte da mentira: Marxismo e Alta Finança”.

 

Algumas pessoas quando se deparam conosco pela internet, uns “malucos” criticando tudo e todos, falando em sionismo internacional, críticas tanto contra a esquerda quanto contra a direita, podem ficar um tanto confusos num primeiro momento, portanto neste texto quero fazer algumas considerações sobre os dois lados do espectro político atual, e pontuar o por que não nos encaixamos em nem um dos dois.

Antes de estabelecermos conclusões, devemos fazer uma rápida analise dos dois lados.
Todos devem conhecer a velha história de como surgiram as denominações “esquerda” e “direita”. O fato é que  quando ocorreu a revolução francesa,  e surgiram tais lados do espectro, ainda nem existiam os conceitos de capitalismo e socialismo, feminismo, trabalhismo, liberalismo, Marx, todas estas coisas surgiram em momentos posteriores da história. Portanto, as duas denominações da política atual, sofreram muitas mudanças em seus escopos de pautas defendidas, sendo que o que atualmente se percebe como “direita” e “esquerda”, não é jamais o que as mesmas denominavam no passado. Diante disso, faremos uma rápida analise histórica, porém tomando como centro da argumentação, o atual estado em que se encontram os lados da política.
A esquerda atual e sua evolução.

A esquerda como conhecemos atualmente, começou a surgir com as ideias de Karl Marx. Este, criou as ideias do socialismo científico e luta de classes como bem sabemos, porém o mesmo não tinha nenhuma ideia, quanto ao embate de grupos sociais perpetrado pela esquerda atual. Esta luta entre homens e mulheres, homo e heterossexuais, brancos e negros, degeneração moral, são todas coisas um pouco mais recentes. Estas questões ligadas a destruição da moral ocidental, surgiram na chamado Escola de Frankfurt.O que acontece é que com a produção de riqueza, e a elevação do padrão de vida do proletário, os trabalhadores foram perdendo o interesse na revolução pregada pela esquerda. Diante disso, os manobradores sociais, tinham a necessidade de captar um novo “nicho de mercado” para sua revolução. Perante a conjuntura da sociedade atual, procuraram por outros “oprimidos”, acabaram por fomentar e se alinhar, com feminismo, LGBT´s, descriminalização do crime, até mesmo “passeata pela cracolândia” já chegaram a fazer nessa busca por “oprimidos à serem defendidos”.

Alguns dos mais proeminentes nomes do “Instituto para Pesquisa Social” da Escola de Frankfurt. Fundada por intelectuais e de capital judeus – e assim também perpetrada -, no auditório da Universidade de Frankfurt em 22 de junho de 1924, como resultante de um encontro preliminar – na verdade um seminário denominado de simpósio sobre marxismo – ocorrido num hotel em Ilmenau, na Turíngia, numa época de inflação galopante e de tumultos políticos espalhados por grande parte da Alemanha.

Entre os absurdos pregados pelos frankfurtianos, está aquilo que dá base “a pena”, que a atual esquerda tem de bandido. Diziam os homens de tal escola neomarxista, que a mente do individuo é toda moldada pelo meio em que o mesmo vive, portanto, não seria justo responsabilizá-lo inteiramente por seus atos, pois como dizem os esquerdistas atuais, “é bandido por que não teve oportunidade”. No fim das contas, ocorre o que vemos em nossa sociedade moderna, passeatas LGBTs onde “homens” andam seminus pelas ruas, enquanto fazem danças sensuais, introduzem crucifixos nos seus anus, ou fazem como um “justiceiro social” francês, que ao invés de crucifixo, introduziu um mastro que hasteava a bandeira de seu país… Enquanto esses degenerados cometem seus atentados ao pudor, alguns idiotas vão com suas famílias, levam até crianças pequenas, para estas paradas gay financiadas com dinheiro público, que são verdadeiros prostíbulos grátis à luz do dia. Enquanto os LGBTs mostram em via pública o quanto gostam de ser o que são, as feministas também fazem sua parte, nesta marcha pela destruição dos valores.

 

Estas, saem às ruas, carecas, com axilas cabeludas, seios de fora ou peladas por completo, até defecam em foto de político, encenam a crucificação de travestis, encenam Maria abortando Jesus, fazem todo tipo de escárnio com a religião predominante no ocidente. Algumas até mesmo grávidas, percebendo que engravidar e ter família não é algo muito bem visto nesse meio, vão as ruas com suas gestações de sete ou oito meses, e escrevem coisas como, “aborto se quiser” em suas barrigas, demonstrando não ter o mínimo de humanidade para com seus descendentes, demonstrando que perderam o instinto materno, que é justamente uma das capacidades mais louváveis das mulheres na civilização. Dizem as feministas, que estão lutando para que as mulheres não sejam agredidas por seus maridos, dizem querer que as mulheres andem seguras na rua a noite. Isto é uma bobagem, todos percebem a necessidade de mais segurança pública, todos percebem que agressores devem ser severamente punidos. Eu como homem também tenho medo da andar na rua a noite, se sentir inseguro não é especificidade de feminista, todos lutam por segurança pública.

 

 

A introdução da mulher no mercado de trabalho é mérito da guerra, os homens foram para a guerra e as mulheres ocuparam seus postos nas fábricas. O voto feminino é mérito do espírito de cidadania de nosso grande Getúlio Vargas, que por sinal era amigo dos fascistas, e concedeu tal direito as mulheres, e que eu saiba, Vargas não ia as ruas seminu para lutar. Uma das maiores conquistas das mulheres, foi conseguida por um líder decente e nacionalista, demonstrando que para lutar por direitos não à necessidade de se rebaixar como um animal entregue aos instintos nas vias públicas, como faz a esquerda atual.
A direita.

Quanto a direita, nossas críticas não são tão incisivas, porém ainda assim percebemos vários problemas no rumo que estes estão tomando na atualidade.

 

Os direitistas volta e meia citam os EUA, ou o Estado de Israel como exemplos, como aqueles que “devemos seguir e nos aliar”. Na verdade, os EUA no decorrer de sua história, subjugou soberanias nacionais no oriente médio, como Síria, Iraque, Irã, entre outras e de outras lugares, juntamente a isso financiam Israel em larga escala, e este fruto do sionismo internacional por sua vez, cria tensões nesta mesma região do mundo e alastra suas fronteiras de forma ilegítima por sobre as terras palestinas.

Além desta “síndrome de vira lata” que a direita parece ter perante as potencias do mundo, também tem se voltado para ideias econômicas que nós como nacionalistas não compactuamos. Estão cada vez mais liberais, as vezes se voltam até mesmo ao liberalismo moral, que até então deveria ser uma pauta da esquerda, acabando assim com a única pilastra louvável que sustentava a direita, se derrubarem o resto de “conservadorismo”, a direita será de forma total um lixo!

Deixo-vos com uma reflexão de cunho nacionalista:
“Em caso de guerra, 
direitistas e esquerdistas lutaram unidos no front, 
pois a grandeza da Pátria vem antes das fragmentações políticas.”

 

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Textos de Guliherme von Groll Stevens

 

 

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