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Documentos internos da Facebook Inc., obtidos pelo jornal americano The Washington Post indicam que a multinacional bilionária será mais “vigilante e agressiva” na detecção de postagens que suas políticas consideram como “discurso de ódio” com maior ênfase direcionado contra minorias. A iniciativa, conhecida como WoW Project, inclui a revisão de algoritmos da rede social.

Um dos principais objetivos da empresa é reverter a prática de ser race-blind (do inglês “cego à raça”), que consiste em agrupar as ofensas sem considerar a etnia que foi atacada. Em outras palavras, ofensas contra negros, muçulmanos, pessoas miscigenadas, a comunidade LGBTQ e judeus serão consideradas mais graves comparadas aos ataques contra pessoas brancas.

Ainda em fase inicial, o projeto promete deixar o sistema de moderação do Facebook mais censorial, já que deixará de tratar igualmente frases contrarias ou discordantes de homossexualidade (ismo) e sexistas como afirmações contra homens… Isso ficaria em segundo plano comparado a frases direcionada às mulheres ou transexuais. Ambas continuarão sendo tratadas como discursos de ódio, categorizado pela empresa como falas “violentas ou desumanas”. Por outro lado, as ofensas direcionadas a brancos, homens e até mesmo estadunidenses serão consideradas de “baixa sensibilidade”, e não serão mais sumariamente deletadas.

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Ativistas pelos direitos civis apoiaram à decisão. Arisha Hatch, vice-presidente da organização Color of Change, avaliou os documentos internos do Facebook, e apesar de declarar que não sabia das mudanças propostas pela rede social, disse serem bem-vindas. “Para mim, é uma confirmação do que exigimos há anos, a aplicação de um sistema que leve em consideração o poder e as dinâmicas históricas”, disse Hatch ao The Washington Post.

Ou seja,  aquilo que ela chama de “consideração o poder e as dinâmicas históricas” na verdade é uma colaboração e aval do politicamente correto globalista, comprado, apoiado, incentivado e massificado pelas megacorporações financeiras, midiáticas e de influência política. Como se o Facebook já não fosse suficientemente restrito, a plataforma pretende restringir ainda mais os limites do discurso em seu espaço. O Elite Global, dominantes do mundo pós-moderno não precisam do Estado para censurar ninguém. Basta as megacorporações que oligopolizam o mercado façam toda a censura.

Vale lembrar que o conglomerado de mídia social com sede em Menlo Park, Califórnia, é uma das empresas mais valiosas do mundo. É uma das cinco grandes empresas de tecnologia, juntamente com a Microsoft, Amazon, Apple e Google com um patrimônio de US$ 70,7 bilhões e praticamente monopoliza com Instagram e WhatsApp a parte social da rede mundial de computadores. Este leviatã com uma slogan de “minorias”, pretende tornar oficial o status de cidadão de segunda categoria para todos que não se encaixem em algum curral “minoritário”. A partir de agora, oficialmente, declarar ódio a pessoas brancas, a heterossexuais e a homens não será mais punido com o mesmo rigor do que injuriar “minorias”.


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Redação
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