Somos Colônia de Banqueiros. É o Fim do Brasil!

As Maquinações do  Sistema da Dívida

Argumento textual: Piterson Hageland
Vídeo por: Fabinho Santos

O engendramento de “falsas crises” começaram a prejudicar na formação do superávit primário do Brasil. Aspas por se tratarem de recessões propositais, visando depreciar o inestimável valor das riquezas nacionais em benefício exclusivo da polarização feita pelo sistema financeiro internacional. Isso acaba diminuindo e dificultando as arrecadações, bloqueando o investimento nos setores de base e, finalmente, não permitindo que as variações substanciais das políticas macroeconômicas, como a monetária, cambial e fiscal, desenvolvam estabilidade suficiente para dar cabo ao espólio da dívida mobiliária brasileira. Esse problema também é causado pela ausência de uma auditoria no orçamento público e pela existência de governantes cínicos e omissos, que colocam o Estado à disposição das elites financeiras enquanto lançam o povo nas mais variadas formas de miséria. A dívida pública não é securitizada, mas sim os direitos sociais, pois seus recursos são direcionados ao pagamento de juros da dívida.

Os principais políticos da atualidade não possuem capacidade intelectual e muito menos ânimo moral e o estoicismo necessário para realizar tamanho levantamento dos dispêndios nacionais. Não passam de farsantes, com discursos inúteis e vulgares, repletos de demagogia e sem qualquer compromisso com a nação. A hipocrisia desses cretinos está no fato deles serem coordenados pela mesma máfia financeira que nos prejudica, e por isso não se voltam contra essa podridão. Nesse cenário de recessão cada vez mais projetada, os bancos estão lucrando de maneira assombrosa em cima do Brasil. Esses lucros abissais são consequências da especulação sórdida e abominável que sempre esteve presente no território brasileiro. Essas negociatas têm suas aplicações fixadas nos títulos da dívida: os famosos títulos públicos federais.

O que ocorre sobre tudo isso é o seguinte: O Tesouro Nacional, instituição subordinada ao Ministério da Fazenda (ao menos em teoria) e responsável por gerenciar os títulos públicos, emite tais documentos planejando arrecadar verbas que cubram as dívidas contraídas pelo país. Nesse caso, a referência é relativa aos juros da dívida. Os especuladores, por sua vez, compram os papéis fiduciários e injetam nessas ações quantias inacreditáveis de dinheiro, configurando uma espécie de agiotagem padronizada. Assim sendo, o Tesouro precisa restituir o montante corrigido pela rentabilidade automática da taxa SELIC acerca dessas escrituras, e esta taxa é um dos fatores preponderantes na atual estrutura de exploração vigente no Brasil, já que a mesma faz uso da capitalização de juros sobre juros — mesmo isso sendo proibido pela “Lei de Usura” que se encontra ativa — para trazer lucros repulsivos aos corporativistas, prejudicando toda a nação com a montagem de débitos sucessivos que são elaborados e praticados por estes mesmos agentes concentradores. Em resumo, a República Federativa do Brasil está mais para um cassino clandestino do que qualquer outro enigma. Os índices gerais dessa taxa SELIC são estipulados mensalmente pelo COPOM e usam os títulos federais como estiva. Já o COPOM é formado por um conselho de diretores do Banco Central, que deveriam conduzir a política monetária em favor do povo brasileiro, mas fazem exatamente o contrário. Contudo, não há surpresa nisso; a maior parte dos dirigentes da economia local são lacaios do setor financeiro, tal como já foi dito a respeito dos políticos. Aliás, a grande maioria desses dirigentes também são políticos há décadas, e já deixaram bem claro que não sabem fazer nada além de promover fisiologismo e politicagem. É extremamente importante destacar que os principais gestores dos títulos e da liquidez dos mesmos são conhecidos como dealers. O termo em português significa revendedores ou negociantes , e recebem tal denominação por conta das múltiplas transações efetuadas com a chancela dos Três Poderes ao mesmo tempo que a participação de qualquer um destes é preterida.

Os dealers também são os responsáveis pela cartelização dos mercados, dado que a taxa de juros efetiva — porém instável — é definida por eles. É possível afirmar que o COPOM sanciona apenas a taxa de especulação para os dealers, enquanto que os dealers impõem a taxa de juros sobre os impostos, forçando a desvalorização dos títulos públicos para que o governo justifique o aumento dos tributos. Em síntese, a população termina por arcar com uma dívida programada pelos banqueiros para que os próprios banqueiros possam acumular e conservar cada vez mais poder.

É um crime incontestavelmente dissoluto contra a nação!

Todos os itens que compõem a dívida do Brasil e possuem relações com a SELIC representam quase 24% da dívida soberana. São os títulos públicos, convênios subscritos, notas promissórias, termos de fiança, avais, contratos ou alguma outra forma de moeda fiduciária. Levando em conta a porcentagem já mencionada a respeito dos encargos do país, essas operações compromissadas significam quase 1 trilhão de reais nas despesas. Desse modo, é perfeitamente possível imaginar o peso insensato das taxas de juros sobre a sociedade brasileira. Mas existe um problema maior acima disso: as malditas organizações atlantistas, como o GATT, FMI, Banco Mundial, etc., e seus acordos unilaterais, dentre os quais temos o Consenso de Washington e o Diálogo Interamericano. Tais entidades formam uma aleivosia descomunal, haja vista que constituem uma gama de pretextos para que os países hegemônicos continuem roubando as riquezas das nações carentes, transformando as regiões subdesenvolvidos em áreas cada vez mais pobres e dependentes de tudo! As facções do sistema financeiro sabem que existem pouquíssimas pessoas capazes de entender plenamente sobre esse assunto, e que muitas sequer ouviram falar nisso tudo. Com isso, os lesas-pátrias tiram vantagens ainda maiores da situação e passam a forjar soluções mirabolantes para eliminar os problemas. Mirabolantes e paliativas, pois defendem conceitos que acabam gerando ainda mais transtornos ao longo do tempo para a sociedade, tal como a questão das privatizações que nada resolveram e permanecem sendo custeadas com os impostos do contribuinte em razão dos diversos perdões fiscais que recebem, aumentando imediatamente a carga tributária.

Os corporativistas arquitetam tudo minuciosamente para desviar os nossos recursos, fazendo o uso de think tanks para formar e dominar grupos como o Movimento Brasil Livre, ou patrocinam páginas da internet fantasiadas de jornais independentes com alta credibilidade, como o Folha Política. Por efeito da propaganda excessiva, a maioria do povo, de uma forma ou de outra, acaba concordando com esses fantoches. O povo brasileiro nunca foi devidamente informado sobre as dívidas que o país amortiza com as verbas públicas. Em geral, todos acreditam que se existem débitos é porque recursos foram solicitados anteriormente. No entanto, as auditorias realizadas na Grécia, Noruega, Irlanda e Equador demonstram que esse princípio não é válido quando a população não usufrui desse empréstimo.

Como já foi dito, tais expensas aumentam sob condições arbitrárias e clandestinas, ocasionando uma série de dívidas instantâneas que se sobrepõem às precedentes e amplificam drasticamente o saldo do déficit nacional. É uma extorsão que desencadeia um efeito em cascata profundamente devastador, submetendo os países penhorados aos piores esquemas de ajuste fiscal e contrarreformas em suas esferas primárias. A conversão de dívidas privadas em públicas também ocorre com alta frequência, perpetuando os encargos e ratificando a influência máxima do sistema financeiro transnacional diante da sociedade.

Essa magnetização que nos onera de um modo inverso, exaurindo todos os bens ao invés de aportá-los e que não subvenciona as necessidades coletivas, constitui o eixo principal do sistema da dívida. É um artifício que opera em sintonia com os campos financeiros de todos os continentes, garantindo assim a intervenção dos bancos e corporações estrangeiras nos pilares da economia, política, justiça, educação e comunicação de centenas de países, provocando a aparição de inúmeros dispositivos que viabilizam e intensificam essa ditadura da “financeirização” mundial.

A especulação imperialista não pode continuar sendo tolerada por aqui, caso contrário iremos assistir a falência do pouco que nos restou. Esses juros não se comparam com nada nas atividades econômicas presentes por todo o planeta. É impossível retomar as pautas de produção e desenvolvimento industrial e agrário dessa maneira que estamos vivendo. Ou melhor, sobrevivendo, pois é muito fácil encontrar quem trabalha hoje para custear o que comeu na semana passada! Um exemplo correspondente a toda essa desgraça está contido na PEC 241 / PEC 55. A intenção dessas propostas é congelar (mais ainda) os investimentos gerais em políticas públicas, justificando tudo isso com as crises recentes que implicam na falta de dinheiro. Todavia, as PECs não citam que a verdade sobre a ausência de capital é devida às amortizações de juros da dívida pública, que nos tirou 400 bilhões de reais no ano passado apenas com as despesas do ágio. Segundo o próprio Governo Federal, a estimativa é que a dívida brasileira ultrapasse 80% do PIB real do país em 2020. Ligando uma informação à outra, fica evidente que a espoliação é a principal culpada pelas mais diversas crises.

Por fim, é indispensável que todos conheçam quais são as dívidas que os governantes dizem estar pagando com o dinheiro do povo, e a auditoria é a ferramenta que nos permite acessar, entender e registrar este processo. Devido a influência do poder financeiro sobre a maioria dos parlamentares, executivos e até magistrados, será uma tarefa de responsabilidade social da população levar essa ideia adiante, reunindo provas, análises, legislações e exemplos viáveis que possam anular a cobrança de encargos ilegais e imorais. É um direito que temos com relação ao princípio de transparência, acesso à informação e participação democrática; agora nos cabe exercê-lo. O objetivo é motivar a união dos mais variados grupos societários para que a investigação sobre os gastos públicos seja a mais rigorosa possível, encorajando e esclarecendo a população acerca dos fatos que constituem a realidade financeira.

Também é fundamental ressaltar o desenvolvimento de uma nova matriz econômica nacional, onde a igualdade, a ordem, a verdade, o progresso e a fraternidade sejam as qualidades predominantes. É necessária uma atuação sólida, técnica e coalescente, que resulte em uma mudança efetiva. Não podemos mais observar com indolência a pulverização do Estado brasileiro para satisfazer as volições caóticas dos oligopólios transnacionais, violando os mais básicos dos nossos direitos. É preciso banir daqui esse sistema corrupto, torpe e malevolente com a máxima urgência!

Notas do Autor:

A CORRUPÇÃO é TEATRO para disfarçar a verdadeira SANGRIA!

Bancos e suas táticas para endividar nossa nação

Sonegação atinge marca de R$ 500 bilhões em 2017

OS NÚMEROS DA DÍVIDA
Brasil perde cerca de R$ 200 bilhões por ano com corrupção, diz MPF

Brasil deixou de arrecadar R$ 354,7 bi com isenções de impostos em 2017

O FIO DA MEADA XII “PETROBRAS – PLANO ROTHSCHILD”

ROTHSCHILD E A ESPECULAÇÃO SOBRE A PETROBRÁS

O Maior patrimônio brasileiro em perigo

OCC – ALERTA BRASIL Organização que tem como objetivo, educar, prevenir, fiscalizar e informar. Atualmente a corrupção no país é endêmica, e somente as ações da sociedade para combater esse mal

Entrevista Doutor Enéas Programa do Jô – Completo

Maria Lucia Fatorelli: Banqueiros capturaram o Estado brasileiro

“A dívida pública é um mega esquema de corrupção institucionalizado”

MARIA LÚCIA FATTORELLI: POR QUE OS JUROS SÃO TÃO ELEVADOS NO BRASIL?

Fusão Illuminati- Rockefeller e Rothschild anunciam aliança estratégica

Lucros distribuídos aos sócios são isentos de impostos. O modelo tributário brasileiro beneficia os ricos
Enéas – Discurso Nacionalista contra a Privatização

Entrevista Dr. Enéas – Programa Questão de Ordem – 1994 – Completo

Enéas Fala da Ligação de Lula, FHC Com George Soros, Elite Globalista – Eleições 2002

Especial PRONA – Dr. Enéas – Parte 1/8
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Um Grande Projeto Nacional 1994 – Enéas Carneiro

Um Grande Projeto Nacional 1998 – Enéas Carneiro
LIVRO/CARTILHA – Enéas Carneiro – O Brasil em Perigo

GUSTAVO BARROSO – Brasil Colônia de Banqueiros

GUSTAVO BARROSO – Judaísmo, Maçonaria e Comunismo

Artigos de Adriano benayon

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90 Artigos: http://www.diarioliberdade.org/component/comprofiler/userprofile/adriano.html

Livros de Adriano Benayon que recomendo:

1- Globalização versus desenvolvimento: o jogo das empresas transnacionais – ETNs e a periferização por meio dos “Investimentos” diretos estrangeiros – IDEs

2- Industrialisierung in Brasilien: zur Politik der Importsubstitution

Blog Bautista Vidal:

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Blog 2- http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/06/morre-o-nacionalista-bautista-vidal.html
Blog 3- http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/10/entrevista-de-bautista-vidal/
Blog 4- https://midiacrucis.wordpress.com/2013/06/02/alacantara-maior-todas-sabotagens-bautistavidal/

Livros do Bautista Vidal (Ele tem 12, mas os mais destacados são estes):

1- De Estado Servil à Nação Soberana – Civilização Solitária dos Trópicos
2- Soberania e Dignidade, Raízes da Sobrevivência
3- O Esfacelamento da Nação
4- A Reconquista do Brasil.
5- Brasil civilização suicida.

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