Expondo a agenda Líbia: Uma olhada mais de perto nos e-mails de Hillary

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Este presente artigo publicado em março de 2016 é uma Continuação do anterior “Líbia: trata-se do petróleo ou do Banco Central?”, de Ellen Borwn. Caso ainda não tenha lido, que tal começar por ele?

Os críticos há muito questionaram por que a intervenção violenta foi necessária na Líbia. Os e-mails de Hillary Clinton recentemente publicados confirmam que eram menos sobre proteger as pessoas de um ditador do que sobre dinheiro, serviços bancários, e a prevenção da soberania econômica africana.

A breve visita da então Secretária de Estado Hillary Clinton na Líbia em outubro de 2011 foi referida pela mídia como uma “volta da vitória”. “Nós viemos, nós vimos, ele morreu!” ela cantou em uma entrevista de vídeo na CBS [1] ao ouvir sobre a captura e brutal assassinato do líder líbio Muammar el-Gaddafi.

Mas a volta da vitória, escreve Scott Shane e Jo Becker no The New York Times [2], foi prematura. A Líbia foi relegada a segundo plano pelo Departamento de Estado, “conforme o país dissolveu-se no caos, levando à guerra civil que iria desestabilizar a região, alimentando a crise de refugiados na Europa e permitindo o [chamado] Estado Islâmico estabelecer um abrigo líbio que os Estados Unidos estão agora desesperadamente conter.”

A intervenção da OTAN/EUA foi alegadamente empreendida sobre bases humanitárias, após relatos de atrocidades em massa; mas as organizações de direitos humanos questionaram as alegações [3] depois de encontrarem falta de evidência [4]. Hoje, contudo, atrocidades verificáveis estão ocorrendo. Conforme Dan Kovalik escreveu no Huffington Post [5], “a situação dos direitos humanos na Líbia é um desastre, conforme ‘milhares de detidos [incluindo crianças] definham nas prisões sem revisão judicial adequada,’ e ‘sequestros e assassinatos seletivos são desenfreados’.”

Antes de 2011, a Líbia tinha alcançado independência econômica, com sua própria água, sua própria comida, seu próprio petróleo, seu próprio dinheiro, e seu próprio banco estatal. Ela havia surgido sob Gaddafi a partir de uns dos mais pobres países para um dos mais ricos países na África. Educação e tratamento médico eram gratuitos [6]; ter um lar era considerado um direito humano; e os líbios participaram em um sistema original de democracia local. O país ostentava o maior sistema de irrigação, o projeto Great Man-made River, o qual trouxe água do deserto para as cidades e áreas costeiras; e Gaddafi estava embarcando num programa para espalhar este modelo através da África.

Mas isto foi antes das forças da OTAN/EUA bombardearem o sistema de irrigação [7] e causarem o caos no país. Hoje a situação é tão terrível que o presidente Obama tem de pedir aos seus conselheiros para elaborarem opções incluindo uma nova frente militar na Líbia [8], e o Departamento de Defesa está reportadamente em prontidão com o “pleno espectro de operações militares requeridas.”

A volta da Secretária de Estado foi de fato prematura, se o que nós estamos falando é sobre o objetivo de intervenção humanitária declarado oficialmente. Mas seus e-mails recém-divulgados revelam outra agenda por trás da guerra da Líbia; e este, ao que parece, foi alcançado.

Missão Cumprida?

Hillary cumprimenta soldados ao desembarcar na capital líbia após derrubarem Gaddafi em 2011. REUTERS/Kevin Lamarque

Dos 3.000 e-mails liberados pelo servidor de e-mail privado de Hillary Clinton no final de dezembro de 2015, aproximadamente um terço foi de seu confidente próximo Sidney Blumenthal, o assessor de Clinton que ganhou notoriedade quando testemunhou contra Monica Lewinsky. Um destes e-mails [9], datado de 2 de abril, diz em parte:

O governo de Gaddafi detém 143 toneladas de outo, e similar quantidade em prata… Este ouro foi acumulado antes da rebelião atual e foi intencionado ser usado para estabelecer uma moeda pan-africana baseado no dinar dourado da Líbia. Este plano foi designado para fornecer aos países africanos francófonos uma alternativa para o franco francês (CFA).

Num “comentário da fonte,” o e-mail original não mais secreto adiciona:

De acordo com os indivíduos conhecedores esta quantidade de ouro e prata é avaliada em mais que US$ 7 bilhões. Oficiais da inteligência francesa descobriram este plano logo após o início da atual rebelião começar, e isto foi um dos fatores que influenciaram a decisão do Presidente Nicolas Sarkozy a comprometer a França a atacar a Líbia. De acordo com esses indivíduos os planos de Sarkozy são conduzidos pelas seguintes questões:

  • Um desejo de ganhar maior parcela da produção de petróleo da Líbia,
  • Aumentar a influência francesa no norte da África,
  • Melhorar sua situação política interna na França,
  • Fornecer aos militares franceses uma oportunidade de reafirmar sua posição no mundo,
  • Abordar a preocupação de seus conselheiros sobre os planos de longo prazo de Gaddafi para suplantar a França como poder dominante na África francófona.

Ausente de forma conspícua à qualquer menção de preocupações humanitárias, os objetivos são dinheiro, poder e petróleo.

ESTADOS UNIDOS – 16 DE JUNHO: O assessor de Clinton, Sidney Blumenthal, chega para ser deposto pelo Comitê da Câmara sobre Benghazi no Capitólio dos EUA na terça-feira, 16 de junho de 2015. O judeu Sidney Stone Blumenthal foi assessor dos Bill e Hillary Clinton, envolvidos na destruição do mais próspero Estado africano, a Líbia de Muammar Gaddafi. Graças à investigação do FBI, evidências nos e-mails revelados explicitaram o interesse da globalização em destruir a Líbia usando o disfarce da palavra da moda: intervenção “humanitária”. Foto: Bill Clark / CQ Roll Call.

Outras confirmações explosivas nos e-mails recentemente publicados são detalhadas pelo jornalista investigativo Robert Parry [10]. Eles incluem admissão de crimes de guerra rebeldes, de treinamento de operações especiais dentro da Líbia aproximadamente a partir do início dos protestos, e da Al Qaeda incorporada na oposição apoiada pelos EUA; os temas chave da propaganda para intervenção violenta são reconhecidamente serem meros rumores. Parry sugere que esses podem ter se originado com o próprio Blumenthal. Eles incluem a bizarra alegação que Gaddafi tinha uma “política de estupro” envolvendo passar viagra para suas tropas, uma acusação posteriormente levantada pela embaixadora dos EUA na ONU Susan Rice em uma apresentação na ONU. Parry pergunta retoricamente:

“Então você acha que seria mais fácil para a administração do governo de Obama reunir apoio por trás desta ‘mudança de regime’ explicando como o governo francês queria roubar a riqueza líbia e manter a influência neocolonial francesa sobre a África – ou iriam os americanos responder melhor aos temas de propaganda sobre Gaddafi distribuindo viagra para suas tropas de modo que eles pudessem estuprar mais mulheres enquanto seus franco-atiradores atacavam crianças inocentes? Bingo!”

Derrubando o esquema financeiro global

A tentativa ameaçada de Gaddafi para estabelecer uma moeda africana independente não foi considerada levemente pelos interesses ocidentais. Em 2011, Sarkozy supostamente chamou o líder líbio de uma ameaça à segurança financeira do mundo [11]. Como poderia este muito pequeno país de seis milhões de pessoas representar tal ameaça? Primeiro alguns antecedentes.

São os bancos, não os governos, que criam a maior parte do dinheiro nas economias ocidentais, conforme o Bank of England recentemente reconheceu. Isso vem ocorrendo por séculos, através do processo chamado de empréstimo de “reserva fracionada.” Originalmente, as reservas eram em ouro. Em 1933, o presidente Franklin Roosevelt substituiu o ouro domesticamente com reservas criadas pelo banco central, mas o ouro permaneceu como moeda de reserva internacionalmente.

Em 1944, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial foram criados em Bretton Woods, New Hampshire, para unificar globalmente este sistema financeiro criado por banco. Uma decisão do FMI disse que nenhum papel moeda poderia ter a base em ouro. Uma oferta de dinheiro criada privadamente como dívida a juros requer uma contínua fonte de devedores; e durante a seguinte metade do século, os mais desenvolvidos países iriam entrar em dívida com o FMI [12]. Os empréstimos vieram com restrições, incluindo políticas de “ajuste estrutural” envolvendo medidas de austeridade e privatização de ativos públicos.

Depois de 1944, o dólar dos EUA negociou de forma intercambiável com o ouro como moeda de reserva global. Quando os EUA não mais foram capazes de manter o dólar baseado em ouro, na década de 1970 fizeram um acordo com a OPEP para “basear” o dólar em petróleo, criando o “petrodólar”. O petróleo seria vendido somente em dólares estadunidenses, os quais iriam ser depositados em Wall Street e outros bancos internacionais.

Em 2001, insatisfeito com o valor cada vez menor que os dólares que a OPEP estava pagando por seu petróleo, o Iraque de Saddam Hussein quebrou o pacto e vendeu o dólar em euros. A mudança de regime seguiu rapidamente, acompanhada pela destruição generalizada do país.

Março de 2003: começava a Guerra do Iraque, na época governado por Saddam Hussein. Sob a alegação, nunca aceita pela ONU, de que o país possuía armas nucleares e de destruição em massa, o então presidente George W. Bush (Partido Republicano) iniciou o conflito que se estende até a ocupação de hoje. Com milhares de vidas perdidas, feridos e desabrigados, a maioria dos estadunidenses percebe que a invasão foi um erro. FOTO: AP

Na Líbia, Gaddafi também quebrou o pacto, mas ele fez mais do que vender seu petróleo em outra moeda.

Assim estes desenvolvimentos são detalhados pela blogueira Denise Rhyne:

“Durante décadas, a Líbia e outros países africanos tinha estado tentando criar um padrão ouro pan-africano. A Líbia de Gaddafi e outros chefes dos Estados africanos queriam uma independente ‘moeda forte’ pan-africana.

Sob a liderança de Gaddafi, as nações africanas tinham convocado ao menos duas vezes a unificação monetária. Os países discutiram a possibilidade de usar o dinar líbio e dirrã de prata como único dinheiro possível para comprar petróleo africano.

Até a recente invasão dos EUA/OTAN, o dinar de ouro era emitido pelo Banco Central da Líbia (CBL). O banco líbio era 100% estatal e independente. Os estrangeiros tinham que passar pelo banco central da Líbia para fazer negócios com a Líbia. O Banco Central da Líbia emitiu o dinar, usando as 143,8 toneladas de ouro.

A Líbia de Gaddafi (Presidente da União Africana de 2009) concebeu e financiou um plano para unificar a soberania dos Estados da África com uma moeda de ouro (Estados Unidos da África). Em 2004, um parlamento pan-africano (de 53 nações) estabeleceu planos para a Comunidade Econômica Africana – com uma única moeda de ouro até 2023.

As nações africanas produtoras de petróleo estavam planejando abandonar o petrodólar, e exigir pagamento de ouro por petróleo / gás.”

Mostrando o que é possível

Muammar al-Gaddafi (1942 – 2011). FOTO: Africa Exponente

Gaddafi tinha feito mais que organizar um golpe financeiro africano. Ele tinha demonstrado que independência financeira poderia ser alcançada; Seu maior projeto de infraestrutura, o Great man – made River, estava transformando regiões áridas em um celeiro para a Líbia; e os 33$ bilhões do projeto estava sendo financiado sem juros nem dívida externa, através do próprio banco estatal da Líbia.

Isso poderia explicar porque essa peça crítica de infraestrutura foi destruída em 2011. A OTAN não somente bombardeou a tubulação [13], mas finalizou o projeto bombardeando a fábrica que produz os tubos necessários para repará-la. A paralisação de um sistema de irrigação servindo até 70% da população dificilmente parece uma intervenção humanitária. Em vez disso, como o professor canadense Maximilian Forte colocou em seu livro altamente embasado Slouching Towards Sirte: Nato’s War on Libya and Africa [14]:

“O objetivo da intervenção militar dos EUA era romper um padrão emergente de independência e uma rede de colaboração dentro da África que iria facilitar o aumento da autossuficiência africana. Isto está em desacordo com as ambições geoestratégicas e político econômicas das potências extracontinentais europeias, nomeadamente os EUA.”

Mistério resolvido

Os e-mails de Hillary Clinton jogam luz em outro enigma observado pelos primeiros comentadores. Por que, dentro de semanas depois de iniciar o combate, os rebeldes montaram seu próprio banco central? Robert Wenzel escreveu [15] no The Economic Policy Journal em 2011:

“Isto sugere que nós temos um pouco mais que um bando de rebeldes correndo por aí e que há algumas influências bastantes sofisticadas. Eu nunca ouvi falar de um banco central sendo criado em questão de semanas a partir de uma revolta popular.”

Tudo era altamente suspeito, mas como Alex Newman concluiu num artigo de novembro de 2011[16]:

“Se a recuperação do banco central e o corrupto sistema monetário global estavam realmente entre as razões para a derrubada de Gadhafi… talvez nunca possa ser conhecido com certeza – ao menos não publicamente.”

Lá o assunto teria permanecido – suspeito, mas não verificado como muitas histórias de fraude ou corrupção – se não pela publicação dos e-mails de Hillary Clinton após uma investigação do FBI. Eles acrescentaram substancial peso nas suspeitas de Newman: violenta intervenção não se referia principalmente à segurança do povo. Era sobre a segurança dos bancos, dinheiro e petróleo globais [17]

Tradução de observações por Mykel Alexander

Publicado originalmente em 13/3/2016.

Fonte: Ellenbrown.com

Fonte traduzida: World Traditional Front

Notas:

(Obs. algumas notas não foram colocadas pois os endereços virtuais foram retirados)

[1] Fonte usada por Ellen Brown: “Clinton on Gaddafi: We came, we saw, he died

[2] Fonte usada por Ellen Brown: “A New Libya, With ‘Very Little Time Left’”, por Scott Shane e Jo Becker, 27/02/2016, The New York Times.

[3] Fonte usada por Ellen Brown: “Amnesty questions claim that Gaddafi ordered rape as weapon of war”, por Patrick Cockburn, 24/06/2011, Independent.

[4] Fonte usada por Ellen Brown: “The Top Ten Myths in the War Against Libya”, por Maximilian Forte, 31/08/2011, Counter Punch.

[5] Fonte usada por Ellen Brown: “Clinton Emails on Libya Expose The Lie of ‘Humanitarian Intervention’”, por Dan Kovalik, 22/01/2016 e atualização em 22/01/2017, Huffington Post.

[6] Fonte usada por Ellen Brown: “Libya: From Africa’s Wealthiest Democracy Under Gaddafi to Terrorist Haven After US Intervention”, por Garikai Chengu, 20/10/2015, Counter Punch.

[7] Fonte usada por Ellen Brown: “War Crime: NATO Deliberately Destroyed Libya’s Water Infrastructure”, por Nafeez Ahmed, 30/05/2015, Truthout.

[8] Fonte usada por Ellen Brown: “Obama Readies to Fight in Libya, Again”, por Jack Smith, 05/02/2016, Counter Punch.

[9] Fonte usada por Ellen Brown: “Clinton Email Shows that Oil and Gold Were Behind Regime Change In Libya”, por George Washington, 09/01/2016, Zero Hedge.

[10] “What Hillary Knew about Libya”, por Robert Parry, 13/01/2016, Common Dreams.

[11] Fonte usada por Ellen Brown: “Gadhafi’s Gold-money Plan Would Have Devastated Dollar”, por Alex Newman, 11/11/2011, The New American.

[12] Global Exchange: Legacy Campaigns

[13] Fonte usada por Ellen Brown:  “War Crime: NATO Deliberately Destroyed Libya’s Water Infrastructure”, por Nafeez Ahmed, 30/05/2015,Truthout.

[14] Fonte usada por Ellen Brown: “In his Ceasefire review, Dan Glazebrook examines Maximilian Forte’s withering indictment of liberal humanitarianism and its collusion in imperialist designs on Africa, as seen in NATO’s Libya campaign of 2011.”, por Dan Glazebrook, 22/04/2013, Ceasefire.

[15] Fonte usada por Ellen Brown: “Libyan rebels form central bank”, por Robert Wenzel, Economic Policy Journal.

[16] Fonte usada por Ellen Brown: “Gadhafi’s Gold-money Plan Would Have Devastated Dollar”, por Alex Newman, 11/11/2011, The New American.

[17] Nota do Tradutor:: Com Gaddafi a Líbia ocupava em 2010 a 54 ª posição no Índice de Desenvolvimento Humano. É fundamental registrar que entre um ano e outro são poucos países que mudam de posição no ranking mundial, e ainda assim isso ocorre geralmente em uma ou duas posições, mas no caso da Líbia, de 2010 para 2011 ela desceu 10 posições após a alegada intervenção humanitária, e agora ocupa a 108ª posição, descendo desde a queda de Gaddafi surreais 54 posições.

Fontes da nota 17:

http://hdr.undp.org/sites/default/files/hdr_2011_pt_complete.pdf (relatório de 2011)

http://hdr.undp.org/sites/default/files/2018_human_development_statistical_update.pdf (relatório para 2017)

http://hdr.undp.org/en/countries/profiles/LBY (consulta em 11/03/2019 – referente a setembro de 2018).

Desenvolvimento de 1990 – 2017: http://hdr.undp.org/en/data

Ellen Brown

Ellen Hodgson Brown (1945 -) é natural de Pleasanton, Califórnia, formada em direito na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, é oradora e advogada especializada emmedicina alternativa e reforma financeira.

Desde 2011, é fundadora e presidente do Public Banking Institute (PBI), um think tank apartidário dedicado à criação de bancos públicos. Ela também concorreu ao cargo de tesoureira da Califórnia na eleição primária estadual em junho de 2014.

Brown possui 11 livros escritos e publicados. A maioria sobre medicina alternativa e, no assunto financeiro, seus livros (com atenção para o último, onde ela mostra como um cartel privado tem usurpado o poder de criar dinheiro do próprio povo, e como nós, o povo podemos obtê-lo de volta) são:

"Web of Debt: The Shocking Truth about Our Money System and How We Can Break Free", ed. Third Millennium Press (2007)

"The Public Bank Solution: From Austerity to Prosperity", ed. Third Millennium Press (2013).

Seu website é http://ellenbrown.com
Ellen Brown
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One thought on “Expondo a agenda Líbia: Uma olhada mais de perto nos e-mails de Hillary”

  1. A intervenção “humanitária” na Líbia envolveu a captura de um país estável e próspero com o estado de direito e transformá-lo em um covil infernal. http://www.renegadetribune.com/?s=libya

    A invasão do Iraque roubou mais de US $ 5 trilhões em ouro e petróleo. Lembre-se que Saddam não tinha armas de destruição em massa e não se envolveu em 11 de setembro, mas a riqueza de seu país foi saqueada. Então eles foram para o Afeganistão para forçar a segurança dos campos de papoula e das minas de lítio depois que o Taleban destruiu todas as papoulas. http://www.renegadetribune.com/another-record-breaking-year-opium-production-u-s-occupied-afghanistan/ Depois disso, eles foram e mataram Gaddafi na Líbia para obter o controle de suas mais de 22 toneladas de ouro, https://germanenherz.files.wordpress.com/2018/08/goldgierparasiten.jpg os 30 trilhões mais de oleodutos que teriam reanimado a África e os diamantes, prata e outros depósitos. Em todo o mundo há guerra e genocídio por ouro, petróleo, drogas e outros recursos naturais e tudo é para os Rothschilds, o Vaticano, reis e banqueiros, mas eles afirmam que devemos bilhões às mesmas famílias que roubaram tudo saquearam todos os países!

    por John Kaminsky

    ELES FAZEM bater o mundo soam como um evento divertido.

    Este é o mundo de cabeça para baixo. Há este anúncio para a Marinha dos EUA na TV, com a rica voz ressonante do ator Keith David, que exorta os jovens a servirem em “uma força global para o bem”.

    Milhões de rostos de inocentes assassinados sempre servem como uma silenciosa rejeição dessa mentira.

    Em um quarto mobiliado longe de casa, a lembrança de estuprar e matar mulheres e crianças aterrorizadas confronta o antigo recruta e agora veterano endurecido pela batalha. . . agora reduzido a lágrimas inextinguíveis. A desculpa de “apenas seguir ordens” sempre foi o último refúgio de um soldado que sabe que é culpado.

    Muitas crianças que foram levadas a matar foram recompensadas por isso, mas nenhuma recompensa é grande o suficiente para anestesiar a sensação de horror ao pensar que você assassinou pessoas inocentes.

    Esses pensamentos voltam à noite e muitas vezes matam o destinatário deles.

    A menos que você seja um político que não pense duas vezes nessas coisas.

    Nós perdemos nosso caminho

    Quem foi que estamos tentando derrotar? O que é que estamos tentando realizar? O que fazemos quando sabemos que nosso governo cria deliberadamente os inimigos que pretende combater?

    E a questão mais dolorosa de todas: o que significa realmente um ato de heroísmo genuíno a serviço da agressão criminosa? Na verdade, isso não significa nada, exceto pelo inútil desperdício do precioso dom da vida.

    Eu me pergunto o que estava nas mentes do Seal Team 6 quando o helicóptero estava descendo pela última vez. Eu me pergunto se eles sabiam que estavam sendo eliminados porque não podiam confiar em manter a história fraudulenta contada por Barack Obama sobre como esses selos assassinaram Osama bin Laden e jogaram seu corpo no Oceano Índico.

    Esta é a recompensa que qualquer um que se junta às forças armadas americanas pode esperar de seguir ordens sem consultar suas consciências, ser assassinado por seus superiores por algum crime que eles estão tentando encobrir.

    Em todo o mundo, a América é conhecida como o principal assassino do mundo, uma força conhecida não apenas por matar sem motivo e sempre mentindo sobre o que faz, mas também matando seus próprios agentes quando eles não se encaixam mais no plano. Google Glen Doherty e Tyrone Woods para mais detalhes.

    É uma nova reviravolta na lenda do Vietnã que tivemos que destruir a vila para salvá-la. Agora que é a filosofia de operação de Jade Helm, o Ato NDAA e os militares americanos, o teorema evoluiu para “precisamos matá-los para protegê-los”.

    O jornalismo nunca atingiu o objetivo a que professa aspirar, mas nunca esteve mais longe do objetivo da objetividade editorial, porque continua sendo um escravo presunçoso dos compromissos financeiros que deve suportar para sobreviver. Este acordo com o diabo torna uma fonte não confiável na maioria das situações.

    Crimes americanos de inspiração judaica são camuflados por meios de comunicação complacentes que não ousam desafiar as mentiras que são ditas por medo de perderem seu acesso aos políticos que nos enganam. Tal é a condição demente do mundo hoje. Vampiros se alimentando de corrupção.

    Nós inventamos nossos inimigos

    Quando os Estados Unidos acabaram com os inimigos nacionais em 1989, com a queda do Muro de Berlim, começaram a inventar seus próprios terroristas, primeiro mobilizando árabes no Afeganistão para os mujaheddin, depois transformando-os em al-Qaeda para serem incrivelmente culpados por 9 / 11, e ultimamente transformando este grupo bem financiado em ISIS e os “rebeldes moderados” da Síria, que são indiretamente apoiados por Washington através dos estados do Qatar, Bahrein e Arábia Saudita.

    Todo esse tagarelice político inevitavelmente leva à Rússia, um dos dois grandes combatentes da nação branca marcados para a aniquilação pelos cérebros judeus que buscam a destruição de todas as nações, para a criação de uma prisão mundial permanente que chamarão de Paz Judaica.

    Será a abnegação final da humanidade, que em seu estado anterior costumava valorizar a consciência e a moralidade, mas que agora se transformou em uma espécie de traição pragmática em todos os relacionamentos, significando que as chances de coesão cultural em uma sociedade são muito reduzidas. A falta de amigos torna mais fácil pedir ajuda ao Big Brother.

    Gerada pelos psicopatas judeus que administram a indústria editorial, a versão do jornal é que a Rússia é sempre má e esta condição infeliz pode ser corrigida com o bombardeio.

    De alguma forma, todos os jornais do país têm a mesma opinião. Todas as notícias são distorcidas contra a Rússia, muito do jeito que foi desviada contra a Alemanha antes das duas Guerras Mundiais.

    É incrível. Mas não é mais um mistério quando você percebe que uma ou duas pessoas possuem todos os jornais. Mesmo com estações de TV. Todos eles têm a mesma opinião – bombardear a Rússia. E agora você sabe porque. Todos esses meios de comunicação dominantes são de propriedade dos mesmos criminosos brancos ricos. Bem, não exatamente branco. Judaico. Há uma grande diferença.

    E então há esses heróis que nós veneramos por sua bravura e por desperdiçar suas vidas após as mentiras que os levaram à morte. As palavras untuosas das pessoas que as enviaram para o inferno ressoam nos funerais daqueles que seguiram ordens e deram suas vidas enquanto assassinavam pessoas que nunca precisaram morrer.

    A guerra é o nosso mecanismo padrão

    Nós estupramos Gaddafi na rua https://nationalvanguard.org/wp-content/uploads/2017/03/alg-khadafy-jpg-600×342-500×285.jpg e roubamos seu óleo e ouro, e então destruímos seu milagre no sistema de água do deserto. Ele forneceu moradia gratuita e faculdades para crianças líbias, e, como o Iraque de Saddam Hussein, os benefícios que esses ditadores proporcionaram ao seu povo envergonham o pouco que os governos do Ocidente realmente fornecem para seus próprios cidadãos. https://nationalvanguard.org/wp-content/uploads/2017/03/CopSebxWYAARlUv-500×530.jpg

    Os poderosos não gostam desse tipo de notícia: que pessoas fora do controle dos bancos judeus vivem vidas de melhor qualidade do que aqueles que pagam a maior parte de seus ganhos a pessoas que não levantam um dedo. Hitler provou esse ponto antes de ser destruído pelos judeus que assolam todos os países com sua usura.

    A nova guerra que nunca ouvimos está acontecendo no Iêmen. Como a invasão da Síria pelos EUA, os sauditas estão tentando reinstalar seu fantoche, que foi deposto na última eleição. O número de mortes continua subindo, a sociedade civil iemenita foi destruída e os sauditas usam armas americanas para reavivar esse país geograficamente estratégico.

    Aprendi há muito tempo que o cerne da lucratividade da América sempre foi o armamento. Nós sempre tivemos as melhores armas, e ainda fazemos, talvez. Mas há mais de um século, a jóia da coroa da indústria americana tem sido a fabricação das ferramentas de guerra.

    Toda a economia depende da capacidade de fazer guerra. O sistema educacional é voltado para a descoberta de novas aplicações militares. A América defende ditaduras e destrói países que tentam ser livres e independentes.

    A guerra é o nosso mecanismo padrão. Os belicistas proclamam as virtudes da guerra sem consciência de que a maioria das vítimas da guerra são mães e seus filhos. Smedley Butler descreveu nosso problema básico há 80 anos. Sufocada por jornais corruptos, a mensagem nunca chegou ao público em geral, ou se o fez, foi ignorado e, eventualmente, esmagado pela busca judaica de vingança que iniciou a Segunda Guerra Mundial.

    Pessoas que pensam em todo o mundo tiveram muitas horas de sua atenção consumidas pela recente eleição presidencial dos EUA. A história mostra que o foco deles foi equivocado, porque a julgar pela história, não importa realmente quem é o presidente ou quem não é. América, a máquina continua rolando, não importa quem seja o presidente. Os presidentes que discordam dos poderosos que o possuem são eficientemente eliminados por uma porca solitária com uma história de saúde mental genuína.

    A fronteira da loucura

    Espetada pelos punhais conceituais do judaísmo, a América cruzou a linha da loucura. Já não ouvimos as palavras queridas liberdade e liberdade. Os poderes que estão inundando o mundo civilizado com os selvagens das florestas do mundo para degradar ainda mais os sistemas que funcionaram bem antes deste ataque combinado à estabilidade das nações Brancas.

    As guerras, você sabe, estas não são exibições de nossa coragem ou defesas de nossa liberdade. São ataques brutais às vítimas que recebem a opção de obedecer ou morrer.

    Os judeus, você deve se lembrar, juraram matar ou escravizar todos no mundo, um objetivo para o qual fizeram um tremendo progresso.

    Você não pode acreditar no que o governo dos EUA diz. Cento e três tratados assinados com os índios americanos. Os EUA nunca mantiveram um único. O mundo inteiro sabe disso, mas a América continua mentindo e o mundo continua a aceitar essas mentiras porque os EUA têm o músculo e o dinheiro para castrar qualquer outro país.

    Um país que tem essa reputação merece ser destruído.

    É a mentira descarada que me deixa mais. Os célebres banhos de sangue no Iraque e Afeganistão, tudo por mentiras, tudo por nada, exceto petróleo e heroína, os dois maiores cultivos comerciais do mundo. A obliteração da Síria é sobre um oleoduto que Israel quer construir. A política dos EUA é fazer com que todas as áreas de desastre dos vizinhos de Israel, pessoas que vivem em ruínas, não tenham esperança de liberdade.

    A população iludida ainda não percebeu que este é o plano judaico para o mundo inteiro.

    Nosso governo prefere matar você do que dizer a verdade. Basta perguntar a um oncologista, ou a alguém que tentou lhe dizer a verdade sobre seu governo, e foi forçado a deixar o país para salvar sua própria vida.

    Fonte https://nationalvanguard.org/2017/03/america-the-worlds-leading-killer/

    Salvem tudo que for importante, que possibilite a divulgação da verdade http://www.renegadetribune.com/leaked-documents-show-white-house-is-planning-executive-order-to-censor-the-internet/

    https://shnedergermanenfrfreiheitundvaterland.files.wordpress.com/2016/12/wp-1481994166070.jpg

    HITLER ESTAVA CERTO

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