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Como caíste desde o céu, ó Lúcifer, filho da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do Norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo. (Isaías 14:12-15).

E veio a mim a palavra do Senhor segunda vez, dizendo: Que é que vês? E eu disse: Vejo uma panela a ferver, cuja face está para o lado do Norte. E disse-me o Senhor: Do Norte se descobrirá o mal sobre todos os habitantes da terra. (Jeremias 1:13,14).

O Nordicismo não nasceu com o colonialismo europeu ou com o surgimento do ideário nazista no período entreguerras, mas é uma tendência que vem da Antiguidade clássica, que está intimamente relacionada à arte e ao modelo humano ao qual se deve aspirar, e visa responder à questão de qual é a fonte da tradição indo-europeia e qual é a raça humana que lançou as principais bases da Europa desde os tempos pré-históricos.

No entanto, o florescimento nordicista mais próximo no tempo é aquele que ocorreu sob o III Reich. A fim de compreender as ideias que fundamentam o nordicismo nazista, o que este texto se limitará a fazer é fornecer uma seleção de fragmentos escritos de:

– Adolf Hitler.

– a doutrina SS.

– ideólogos nazistas (como Alfred Rosenberg).

– estudiosos que, sem serem nazistas, são considerados precursores de vanguarda de uma mentalidade que culminou no nazismo (como Nietzsche). H. S. Chamberlain foi omitido, uma vez que ele designa como “teutônico” o que finalmente veio a ser chamado de “nórdico”.

– outros que nada têm a ver com o nazismo (acabaram até por se opor a este), mas que tratam da questão da raça nórdica (como Madison Grant).

– incluo também imagens de personagens nazistas, bem como, a título de exemplo, propaganda e obras de arte da Alemanha nazista, nas quais o tipo nórdico é representado como referência, ideal e objetivo a ser perseguido.

– Por fim, esclarece-se que o autor do texto não partilha todas as opiniões expressas nas citações apresentadas. Por exemplo, eu não acredito que os nórdicos criaram todas as civilizações do mundo. Além disso, considero que o conceito de “raça nórdica” dos nazistas era ainda uma ideia bastante rudimentar e obsoleta (sobre isso, ler o artigo da nova classificação racial), embora com uma clara coerência antropológica e cultural. A única intenção deste texto é mostrar o nordicismo nazista como era pregado por seus defensores e mostrar que a Alemanha nacional-socialista cultivava um tipo humano específico com o objetivo de adquirir influência sobre a evolução da espécie humana.

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• ARTHUR SCHOPENHAUER (1788-1860), filósofo que influenciou, entre outros, Nietzsche e Hitler, que durante a Primeira Guerra Mundial sempre carregava consigo o livro “O mundo como vontade e representação”.

“A mais alta civilização e cultura, além dos antigos hindus e egípcios, se encontra exclusivamente entre as raças brancas; e mesmo entre povos escuros, a casta ou raça dominante é de uma cor mais clara do que o resto e, portanto, evidentemente imigrou, por exemplo, os brâmanes, os incas e os soberanos das ilhas do mar do sul. Tudo isso porque a necessidade é a mãe da invenção, pois aquelas tribos que logo migraram para o Norte, e que aos poucos se tornaram brancas lá, tiveram que desenvolver todos os seus poderes intelectuais e inventar e aperfeiçoar todas as artes em suas lutas contra a necessidade, o desejo e a miséria, que em suas muitas formas foram provocadas pelo clima. Isso eles tiveram que fazer para compensar a parcimônia da Natureza, e de tudo isso veio sua alta civilização.” (“Parerga e Paralipomena”, 1851).

A raça nórdica não é uma abstração; ela existe, em vários graus de pureza, na herança genética da raça branca.

• ARTHUR DE GOBINEAU (1816-1882), historiador e filósofo. Seu trabalho inovador e monumental “Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas” é bem conhecido, mas poucos sabem que, além disso, Gobineau era “nordicista” no sentido de que associava os arianos originais com o tipo humano “nórdico”.

“A cor dos arianos era branco e avermelhado: assim eram os gregos e persas mais antigos, bem como os hindus primitivos. Entre as cores do cabelo, o loiro predominava, e a predileção que os helenos tinham por essa cor não pode ser esquecida: eles não conceberam suas divindades mais nobres de outra forma.” (“Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas”, 1853 e 1855).

“Naquela época muito remota, a força iniciadora e civilizadora não residia no sul: ela emanava do Norte. Ela veio da Trácia com Orfeu, com Museu, com Lino. Os guerreiros gregos eram de grande estatura, brancos, loiros. Seus olhos fitavam o céu com arrogância, e essa memória dominou de tal forma o pensamento das gerações seguintes que, quando o politeísmo negro invadiu, com o crescente influxo de imigrantes semitas, todas as regiões e todas as consciências, e substituiu por seus santuários os simples lugares de oração com a qual os ancestrais uma vez se satisfizeram, a mais alta expressão de beleza, de poder majestoso, não era outra para os olímpicos senão a reprodução do tipo ariano: olhos azuis, cabelos loiros, pele clara, estatura elevada, esbelto.” [Ibidem]

• F. W. NIETZSCHE (1844-1900), filósofo alemão que dispensa apresentações. Algumas de suas frases referentes às raças são interessantes, das quais as menos divulgadas são justamente as que se referem ao tipo nórdico.

“[Os nobres] se denominam, por exemplo, “os verazes”; primeiramente a nobreza grega (…) A palavra cunhada para este fim, ἐσθλός [“bom”, “nobre”], significa, segundo sua raiz, alguém que é, que tem realidade, que é real, verdadeiro; depois, numa mudança subjetiva, significa o verdadeiro enquanto veraz: nesta fase da transformação conceitual ela se torna lema e distintivo da nobreza, e assume inteiramente o sentido de “nobre”, para diferenciação perante o homem comum mentiroso (…) O latim malus (ao qual relaciono μέλας [negro]) poderia caracterizar o homem comum como homem de pele escura, sobretudo como de cabelos negros (hic niger est, hunc tu, romane, caveto  —  ”esse é negro, ó romano, cuidado!”), como habitante pré-ariano do território da Itália, que através da cor se distinguia claramente da raça loura, ariana, dos conquistadores tornados senhores; ao menos o gaélico me oferece um caso correspondente  —  fin (por exemplo, no nome de Fionn Mac Cumhaill [fionn = “louro”, “justo”]), o termo distintivo da nobreza, por fim do homem bom, nobre, puro, originalmente o homem louro, em contraposição aos nativos de pele escura e cabelos negros. [Eu compraria esse fenômeno com o da palavra inglesa fair, que significava “claro”, “loiro” e que acabou significando “justo”, “honesto”]. Os celtas, diga-se de passagem, eram sem dúvida uma raça loura; comete-se um erro, associando aquelas faixas de uma população de cabelos escuros essencialmente, que se fazem visíveis nos mais cuidadosos mapas etnográficos da Alemanha, a alguma origem ou mistura sanguínea céltica, como ainda faz Rudolf Virchow: nesses lugares aparece a população pré-ariana da Alemanha. (O mesmo é válido praticamente para toda a Europa: no essencial, a raça submetida terminou por reaver a preponderância, na cor, na forma curta do crânio, talvez até mesmo nos instintos sociais e intelectuais: quem nos garante que a moderna democracia, o ainda mais moderno anarquismo, e sobretudo essa inclinação pela “commune”, pela mais primitiva forma social, que é hoje comum a todos os socialistas da Europa, não signifique principalmente um gigantesco atavismo  —  e que a raça de conquistadores e senhores, a dos arianos, não esteja sucumbindo também fisiologicamente? (…) Mesmo o nosso alemão Gut [bom]: não significaria “o divino” [den Göttlichen], o homem “de linhagem divina” [göttlichen Geschlechts]? E não seria idêntico ao nome do povo (originalmente da nobreza), os godos [Goten]? Os motivos para esta suposição não cabem aqui. (“Genealogia da moral”, primeira dissertação, 5).

“Na raiz de todas as raças nobres é difícil não reconhecer o animal de rapina, a magnífica besta loura que vagueia ávida de espólios e vitórias; de quando em quando este cerne oculto necessita desafogo, o animal tem que sair fora, tem que voltar à selva  — nobreza romana, árabe, germânica, japonesa, heróis homéricos, vikings escandinavos: nesta necessidade todos se assemelham. Foram as raças nobres que deixaram na sua esteira a noção de “bárbaro”, em toda parte aonde foram; mesmo em sua cultura mais elevada se revela consciência e até mesmo orgulho disso (como quando Péricles diz a seus atenienses, naquela famosa oração fúnebre, que “em toda terra e em todo mar a nossa audácia abriu caminho, erguendo para si monumentos imperecíveis no bem e no mal”). Esta “audácia” das raças nobres, a maneira louca, absurda, repentina como se manifesta, o elemento incalculável, improvável, de suas empresas  —  Péricles destaca elogiosamente a ῥαθυμία [despreocupação] dos atenienses  — , sua indiferença e seu desprezo por segurança, corpo, vida, bem-estar, sua terrível jovialidade e intensidade do prazer no destruir, nas volúpias da vitória e da crueldade  —  para aqueles que sofriam com isso, tudo se juntava na imagem do “bárbaro”, do “inimigo mau”, como o “godo”, o “vândalo”. A profunda, gélida desconfiança que o alemão desperta quando alcança o poder, agora novamente —  é uma ressonância daquele horror inextinguível com que durante séculos a Europa contemplou a fúria da besta loura germânica (embora mal exista uma relação conceitual, menos ainda sanguínea, entre os antigos germanos e nós, alemães). (…) Os portadores dos instintos depressores e sedentos de desforra, os descendentes de toda escravatura europeia e não-europeia, de toda população pré-ariana especialmente —  eles representam o retrocesso da humanidade! Esses “instrumentos da cultura” são uma vergonha para o homem, e na verdade uma acusação, um argumento contrário à “cultura”! Pode-se ter completa razão, ao guardar temor e se manter em guarda contra a besta loura que há no fundo de toda raça nobre: mas quem não preferiria mil vezes temer, podendo ao mesmo tempo admirar, a não temer, mas não mais poder se livrar da visão asquerosa dos malogrados, atrofiados, amargurados, envenenados? E não é este o nosso destino? O que constitui hoje nossa aversão ao “homem”? —  pois nós sofremos do homem, não há dúvida.  —  Não o temor; mas sim que não tenhamos mais o que temer no homem; que o verme “homem” ocupe o primeiro plano e se multiplique; que o “homem manso”, o incuravelmente medíocre e insosso, já tenha aprendido a se perceber como apogeu e meta — que tenha mesmo um certo direito a assim sentir, na medida em que se perceba à distância do sem-número de malogrados, doentios, exaustos, consumidos, de que hoje a Europa começa a feder, portanto como algo ao menos relativamente logrado, ao menos capaz de vida, ao menos afirmador de vida…” (“Genealogia da moral”, primeira dissertação, 11).

“Utilizei a palavra “Estado”: está claro a que me refiro  —  algum bando de bestas louras, uma raça de conquistadores e senhores, que, organizada guerreiramente e com força para organizar, sem hesitação lança suas garras terríveis sobre uma população talvez imensamente superior em número, mas ainda informe e nômade.” (“Genealogia da moral”, segunda dissertação, 17).

• MADISON GRANT (1865-1937), conhecido eugenista e nordicista.

“Os nórdicos são, em todo o mundo, uma raça de soldados, marinheiros, aventureiros e exploradores, mas acima de tudo de governantes, organizadores e aristocratas em forte contraste com o caráter essencialmente camponês dos alpinos. Honra, cavalaria e capacidade de sobreviver nas piores circunstâncias são traços característicos dos nórdicos. Feudalismo, distinções de classe e orgulho racial entre os europeus são amplamente atribuídos ao Norte.” (“The passing of the great race” [A Passagem da Grande Raça], 1916).

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“A primeira [das raças europeias] é a subespécie nórdica ou báltica. Esta raça tem o crânio longo, é muito alta, tem pele branca, cabelos loiros ou castanhos, e olhos claros. Os nórdicos habitam os países ao redor do Mar do Norte e do Báltico, e incluem não apenas os grandes grupos escandinavos e teutônicos, mas também outros povos antigos que aparecem pela primeira vez no sul da Europa e na Ásia como representantes da língua e da cultura ariana.” [Ibidem].

“O chamado ramo ruivo da raça nórdica possui características específicas além dos cabelos vermelhos, como a cor esverdeada nos olhos, uma pele de textura particular que tende a ser mais clara ou ter sardas, e certas características temperamentais peculiares. Essa foi provavelmente uma variedade intimamente relacionada aos loiros, e aparece pela primeira vez na história associada a eles.” [Ibidem].

Diante dessas posições relativamente fundamentadas, temos, em vez disso, um nordicista radical:

• KARL WEINLÄNDER (1870-1946), publicado em 1933 pela Nationalsozialistische Lehrerbund.

Todas as raças (alpina, dinárica, mediterrânea, báltico-oriental) são simplesmente os bastardos do cruzamento não natural do homem nórdico com as raças inferiores. (…) Essa inferioridade natural das raças não nórdicas é atestada pelo fato de que a íris do olho, o cabelo e, em piores casos, até a pele, estão pigmentados. O cabelo não-pigmentado age como um condutor para ondas de pensamento invisíveis.

Outro nordicista fundamentalista:

• HANS RUDOLF, “Nationalsozialismus und rasse” (1931):

A raça nórdica, a raça de nossos ancestrais germânicos, é a única portadora de toda a cultura criativa na velha e na nova Europa e em seus arredores.

• HERMANN GAUCH (1899-1978), teórico racial nazista. Ele se enquadra nos nordicistas mais extremistas. Suas teorias foram consideradas radicais até mesmo na Alemanha nazista, a ponto de um de seus livros ter sido censurado pelas autoridades do Reich por chamar os italianos de “metade-macacos”.

O homem nórdico é (…) o criador de toda cultura e civilização. Somente a salvação e preservação do homem nórdico salvará e preservará a cultura e civilização. O sucesso duradouro, é claro, só pode ser alcançado por meio da unificação de toda a humanidade nórdica dos países germânicos e de uma série de outras áreas fortemente nórdicas. (“Neue Grundlagen der Rassenforschung”, 1933).

• HANS F. K. GÜNTHER (1891-1968), famoso nordicista e eugenista e base da teoria racial do III Reich. Günther era amigo de Walther Darré e membro do NSDAP desde 1932. Em 1935, Günther foi declarado “orgulho do NSDAP” e, em 1940, o próprio Hitler concedeu-lhe a Goethe-Medaille.

“Deve ser claramente declarado que — dentro da nação alemã — o sangue nórdico deve ser considerado “desejável”, e o sangue não-nórdico “menos desejável”. É o critério estendido das leis de imigração em vigor na América do Norte, para as quais, recordo, o sangue nórdico representa o desejável. Tal critério, derivado da observação de importantes circunstâncias gerais, não é dirigido contra indivíduos não-nórdicos, mas apenas quer proteger o sangue nórdico desejado contra o perigo de extinção, e aumentar este sangue desejável tanto quanto possível. O ensino da genética que nos diz: “O valor de um homem como sujeito difere do seu valor como procriador”, deve inspirar cada uma das nossas considerações. Houve e há indivíduos com herança biológica de baixa qualidade, que souberam dar ao povo alemão altos valores espirituais.” (“Rassenkunde des Deutschen Volkes”, 1922).

“Do ponto de vista racial, existe apenas uma igualdade de nascimento: aquela baseada na pureza de sangue nórdico. Racialmente, o nobre mestiço não é igual a uma camponesa nórdica.” (“Der Nordische Gedanke unter den Deutschen”, 1927).

“O declínio do mundo helênico deve ser atribuídos ao resultado destrutivo de um milênio de guerras e conflitos devastadores e, por outro lado, à transformação política e espiritual que prejudicou particularmente a linhagem dos indo-germânicos predominantemente nórdicos, que descendiam da Europa central, particularmente da Germânia central; a des-nordificação é a principal causa deste declínio.” (“Rassengeschichte des hellenischen und des römischen Volkes”, 1929).

“Voltando às origens dos povos de herança indo-europeia, chegamos a uma aristocracia política e espiritual de raça predominantemente nórdica. (…) Esses nórdicos-indo-europeus originais se autodenominavam “arianos”. Arya na Índia, Paquistão, Afeganistão e Pérsia. Podemos ver isso no Rigueveda, na inscrição na tumba do imperador Dario, nos nomes germânicos e nos nobres. Da mesma forma, eles se descreveram com características nórdicas.” (sine nomine)

• ADOLF HITLER (1889-1945), sem necessidade de introdução.

“(…) é uma injustiça apresentar os germânicos da era pré-cristã como homens “incultos”, isto é, bárbaros, quando nunca foram, pois, devido à inclemência de seu solo nórdico, eles foram forçados a viver em condições que dificultaram o desenvolvimento de suas energias criativas.

Se o mundo clássico não existisse, se os germânicos tivessem chegado às regiões do sul da Europa, mais propícias à vida, e se, além disso, tivessem tido os primeiros meios técnicos auxiliares, utilizando os povos submetidos, a capacidade criativa, neles latente, poderia ter alcançado um florescimento brilhante, como é o caso dos helenos, por exemplo.

Mas a força criativa inata da cultura que o germânico possuía não pode ser resumida apenas à sua origem do Norte. Levado para o sul, nem o lapão nem o esquimó conseguiram desenvolver uma alta cultura. Foi precisamente o ariano que a Providência dotou com a bela faculdade de criar e organizar.” (“Minha luta”, 1924).

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“Por mais danosa que tenha sido a falta de fusão dos diferentes elementos raciais [europeus], que impediu a formação de uma unidade nacional, é incontestável que, por outro lado, isso conseguiu assegurar que ao menos uma parte do povo, o de melhor sangue, fosse preservado em sua pureza, evitando assim a ruína da raça nórdica.

Certamente, uma fusão completa dos elementos raciais [europeus] daria lugar a uma unidade mais perfeita, mas, como se verifica em todas as cruzes, a capacidade criativa seria menor do que a dos elementos originais.

É uma bênção que, graças a esta promiscuidade incompleta, ainda tenhamos em nosso organismo nacional alemão grandes reservas do elemento nórdico-germânico, de sangue puro, que podemos considerar como o tesouro mais valioso de nosso futuro.” (Ibidem).

“(…) A Natureza não quer uma associação do mais fraco com o mais forte, muito menos a fusão de uma raça superior com uma inferior. Isso se traduziria em um golpe quase fatal dirigido contra todo o seu trabalho de refinamento, executado talvez por centenas de milênios.

A história humana também oferece inúmeros exemplos dessa regra, pois mostra com espantosa clareza que qualquer mistura de sangue ariano com o de povos submetidos resultou na ruína da raça conquistadora. A América do Norte, cuja população é composta em sua maior parte por elementos germânicos, mesclados apenas em uma escala mínima com outros povos, representa um mundo étnico e civilizacional diferente dos povos da América do centro e do sul, onde emigrantes, principalmente de origem latina, se misturam em grande escala com elementos indígenas. Este único exemplo mostra claramente o efeito produzido pela mistura de raças. O elemento germânico da América do Norte, que preservou racialmente sua pureza, tornou-se o senhor do continente americano e manterá essa posição enquanto não cair na ignomínia de misturar seu sangue.” (Ibidem).

“Dez gerações de alemães sem disciplina e educação militares, abandonados às influências doentias decorrentes da falta de unidade inerente em seu sangue, e nosso país terá perdido os últimos vestígios de existência independente neste planeta. O espírito germânico daria sua contribuição à civilização exclusivamente sob a bandeira de nações estrangeiras e sua origem se perderia no esquecimento. Ele se tornaria ‘adobe da civilização’, até que o último resquício de sangue ariano-nórdico se decompor ou desaparecer de nós.” (Ibidem).

“Não vou descansar até que consiga reconstituir um núcleo de sangue nórdico onde a população possa ser regenerada. (…) Se na época das migrações o nosso povo recebeu uma herança de dons muito diversos, estes só adquiriram todo o seu valor devido à existência de um núcleo racial nórdico. Assim, adquirimos o sentido da poesia, a tendência à nostalgia que se manifesta na música. Mas é graças às peculiaridades inerentes à nossa raça e que foram preservadas intactas na Baixa Saxônia, que as contribuições externas foram harmonizadas, já que possuímos uma faculdade que abrange todas as outras: o sentido imperial, o poder de raciocinar e de construir friamente.” (12 de maio de 1942).

• ALFRED ROSENBERG (1893-1946), o principal teórico do nacional-socialismo.

“No passado, a Europa nórdica enviou ondas fecundas de povos que, na Índia, Pérsia, Hélade e Roma, criaram Estados e culturas. Então as raças orientais penetraram na Europa por infiltração do leste; somado a isto, a Ásia Menor enviou uma espécie humana que alcançou até a Europa dos dias atuais. (…)

Não uma “Europa Central” sem raça nem povos, como anunciado por um Friedrich Naumann (…), mas uma Europa Nórdica, é a palavra de ordem do futuro, com uma Europa Central Alemã. A Alemanha como Estado racial e nacional, como potência central do continente, como garantia do sul e do sudeste; os Estados escandinavos com a Finlândia como a segunda liga, para a garantia do nordeste, e a Grã-Bretanha como a garantia do oeste e as regiões além do mar onde isso é necessário no interesse do ser humano nórdico. Isso também requer uma base mais abrangente.” (“Der Mythus des zwanzigsten Jahrhunderts”, 1930).

• WALTHER DARRÉ (1895-1953), um dos principais ideólogos da doutrina Blut und Boden (“sangue e solo”) e promotor do programa de colonização interna alemã.

Quase todos os Impérios da história do mundo e todas as grandes culturas foram fundados e mantidos por homens de sangue nórdico. Também sabemos que esses grandes Impérios e culturas caíram em ruínas porque os homens de sangue nórdico que os mantinham não mantiveram seu sangue puro. (sine nomine)

Foi a raça germânica — a raça “nórdica” segundo a expressão em voga — que deu sangue e vida à nossa nobreza; é esta raça que ditou seus costumes… (“Neuadel aus Blut und Boden”, 1930).

“Foi demonstrado que tudo o que chamamos de alemão foi criado exclusivamente pelo homem germânico que hoje chamamos de homem de raça nórdica, e que, em cada caso, apenas os alemães foram o elemento básico da cultura alemã e da História. (…)

Podendo demonstrar a origem desta raça como localizada no noroeste da Europa, se alcançou um acordo para dar a esta espécie de homem o nome usado pelas ciências naturais de “raça nórdica”. Muitos alemães autênticos ainda se opõem internamente a designar como “nórdico” o que eles gostavam de considerar durante toda a sua vida como germânico para o que é autenticamente alemão, mas é por uma questão de clareza de exposição que essa palavra particular teve que ser criada para este pensamento recém-concebido. É impossível falar de uma “raça germânica”, pois então chegaríamos à falsa conclusão de que as culturas romana, grega, persa, etc. foram criadas pelos germânicos. Precisamos, por outro lado, de uma concepção que expresse essa raça, que era comum a todos esses povos. A designação indo-germânico foi oferecida. Baseia-se exclusivamente em um elemento linguístico. Isso é enganoso, pois os povos onde o sangue nórdico se extinguiu podem muito bem falar uma língua indo-germânica. Restava, então, introduzir uma nova concepção, que há muito havia sido estabelecida sob a forma da “raça nórdica”. A ideia nórdica é, então, o estudo do que é alemão até às suas raízes últimas, para além até do que é germânico. (…)

Para nós, alemães, só existe um objetivo possível: tentar por todos os meios que o sangue que cria o corpo de nosso povo, ou seja, o sangue nórdico, se conserve e se multiplique, pois disso depende a conservação e o desenvolvimento do germanismo. (…)

Que haja também em homens eminentes, traços não-nórdicos, só mostra que uma certa contribuição de sangue não-nórdico não é necessariamente um obstáculo à formação e desenvolvimento de uma personalidade de valor, e que tal contribuição, simples reativa, apenas enfatiza a diversidade de disposições em um ser criativo e, portanto, favorece uma força criativa cujas disposições, puramente nórdicas, talvez tivessem se limitado ao terreno próprio desta raça. Isso certamente não justificaria cuidar de raças não-nórdicas na Alemanha, muito menos recomendá-las ao povo alemão como objetivo de sua seleção. (…)

É verdade, por outro lado, que o esgotamento do sangue nórdico extingue a força criadora no corpo das pessoas. A única consequência alcançada é a seguinte: qualquer pessoa que é estimulada até certo grau por sangue não-nórdico não é necessariamente prejudicial, mas torna-se prejudicial se esse grau for excedido. (…) Portanto, o fato de vermos hoje uma forte miscigenação em nosso povo não é razão para continuarmos no mesmo caminho. É, pelo contrário, motivo para deter indiretamente a miscigenação, designando claramente um resultado a ser alcançado como objetivo da seleção de nosso povo. Nós absorvemos tanto sangue não-nórdico que mesmo se reservássemos casamento apenas para pessoas de sangue nórdico, ainda conservaríamos por milênios no corpo de nosso povo partes de sangue não-nórdico o suficiente para fornecer o alimento mais rico para a diversidade de temperamentos criativos. De resto, qualquer parcialidade no campo da seleção é sempre compensada por uma contribuição prudente de sangue desejado, mesmo que não-nórdico; por outro lado, é difícil a purificação das partes de sangue estrangeiro no protoplasma hereditário das pessoas que se tornaram não-criadoras através do cruzamento inconsciente, porque nas condições da existência humana não é possível intervir de forma radical como na pecuária.

A moralidade alemã floresceu contra o pano de fundo primitivo do sangue germânico. Ainda hoje esse pano de fundo esconde muito sangue não-nórdico. Deve-se lamentar e ver nisso, sem dúvida, em grande parte, a razão do atual declínio de nossa moral. (…)

(…) A purificação do protoplasma hereditário alemão de suas partes de sangue não-nórdicas é fácil no campo das possibilidades de seleção (…)

Para nos inspirarmos novamente na experiência da pecuária, deduziremos que o povo alemão deve ser educado para que reconheça o homem nórdico como modelo humano e, principalmente, saiba discernir seus traços em um mestiço (…)

É necessário empreender algo em nosso povo, em plena decadência. O abandono habitual ao destino de nosso precioso protoplasma hereditário sabota nossas tribos de origem: tal estado de coisas não pode ser prolongado por muito tempo. (…)

A seleção do físico externo tem a vantagem de limitar os cruzamentos; assim, o sangue verdadeiramente estranho é removido de nosso povo, cujo efeito acaba sendo incalculável na herança de sangue dos descendentes e do povo. (…)

É verdade que nessa evolução a Inglaterra teve a vantagem de em muitas regiões habitar, sobretudo, classes camponesas nórdicas “anglo-saxãs”, espécie de fonte da qual a classe alta recebia continuamente um influxo. As circunstâncias ainda são semelhantes hoje na Alemanha. Em grande medida, nosso campesinato ainda possui uma excelente “herança de sangue”. Indo ao fundo das coisas não há razão para duvidar que é possível devolver o nórdico novamente ao nosso povo, como um exemplo claro de seleção a ser feita, no sentido em que Günther o entende em “Der Nordische Gedanke unter den Deutschen” (1925). (“Neuadel aus Blut und Boden”, 1930).

• HEINRICH HIMMLER (1900-1945). Se a SS era uma instituição nordicista, era natural que seu Reichsführer também fosse.

“A raça nórdica é decisiva, não só para a Alemanha, mas para todo o mundo. Se conseguirmos estabelecer esta raça nórdica na Alemanha e arredores e induzi-los a se tornarem fazendeiros, e desta fazenda produzirmos uma raça de duzentos milhões, então o mundo nos pertencerá. Se o bolchevismo vencer, isso significará o extermínio da raça nórdica.” [1931].

“As Waffen-SS personificam os mais elevados ideais do nacional-socialismo. Eles são os sucessores dos famosos bandos de guerreiros nórdicos da Antiguidade. É a unidade de credo e da espada, do poder militar e da fé política que torna as Waffen-SS tão temidas nos campos de batalha da Europa (…) Nunca uma força militar de elite alcançou tamanha perfeição em tão pouco tempo.” [1943].

“Cada manifestação de um povo depende do indivíduo e da família. A saúde e a vitalidade de um povo, bem como a duração e a qualidade de sua cultura, dependem da existência de grupos racialmente valiosos em número suficiente. O indivíduo e o Governo têm um dever comum, que só podem cumprir juntos: manter a pureza racial dessas famílias e grupos valiosos. Adolf Hitler levou o povo alemão a entender que a raça nórdica é a raça mais criativa e valiosa do mundo. Ele determinou sua natureza, sua cultura e sua história. Portanto, cuidar do valioso sangue nórdico é sua tarefa mais importante. Cada um de nós tem seu papel. A consciência de nosso orgulho ancestral deve ser a força orientadora de nosso comportamento. Não queremos ser os últimos de uma avançada e antiga cultura milenar, mas membros de uma cadeia interminável que se estende de nossos ancestrais mais antigos aos nossos descendentes mais distantes.” [1943].

“O objetivo final desses onze anos durante os quais fui Reichsführer-SS, tem sido invariavelmente o mesmo: criar uma Ordem de bom sangue que seja capaz de servir a Alemanha; que sem falhar e sem hesitar pode ser guiada, pois mesmo as maiores perdas não podem prejudicar a vitalidade desta Ordem, a vitalidade destes homens, porque eles serão sempre sucedidos; criar uma Ordem que espalhe a ideia do sangue nórdico a ponto de atrairmos todo o sangue nórdico do mundo, arrebatando-o dos nossos adversários, absorvendo-o para que nunca mais, observando-o do ponto de vista da Grande Política, o sangue nórdico, em grandes quantidades e em escala notável, lutem contra nós.” [1946].

“Consequentemente, só o sangue perfeito, o sangue que pelo testemunho da História se revelou de verdadeiro valor na criação e fundação dos Estados, bem como na sua atividade militar, isto é, sangue nórdico, é o único que deve ser levado em consideração. Se eu tivesse a sorte de selecionar para minha organização indivíduos possuidores desse sangue, que constituíssem a maioria, inculcando-os com disciplina militar e, à vontade, doutrinando-os sobre o valor de sua ancestralidade e sua ideologia derivada, então poderíamos criar uma organização que seria a nata do nosso movimento, capaz de lidar com qualquer eventualidade.” [Citado por Jacques Delarue, 1963].

Ao centro (de sobretudo preto) está o Almirante Erich Raeder, articulador da ocupação Alemã da Noruega nos esforços de guerra no Mar do Norte durante dos eventos da Segunda Guerra Mundial. Créditos: Shutterstock

• SS. A SS foi organizada como a elite do NSDAP com o intuito de ser composta por homens de sangue nórdico e saúde de ferro. Como o tempo provou, a SS não era apenas uma fazenda de criação, mas a unidade de choque mais eficaz da Segunda Guerra Mundial.

NOTA: As citações a seguir toram tiradas dos livretos da SS que foram queimados ou proibidos na desnazificação e, portanto, são difíceis de encontrar. Daqui para a frente, todas as citações foram coletadas por Edwige Thibaut, a saber, “L’ordre SS: éthique et idéologie”, 1991.

“A esfera central da raça nórdica compreende as regiões meridionais da Escandinávia, Jutlândia, o Mar do Norte, o Mar Báltico e se estende até o coração da Alemanha.

Desde os primeiros tempos, o homem nórdico foi um fazendeiro (…) O enorme aumento populacional desta humanidade nórdica levou-a a adquirir novos territórios e a fazer fluir, em ondas sucessivas, para as terras limítrofes, no espaço europeu e em vastos territórios da Ásia. A população original estabelecida foi marcada com o selo dos costumes nórdicos, mesmo que regularmente apenas como resquício.

A afirmação de que ‘a luz vem do Oriente’, como a ciência afirmou, é falsa. Na verdade, ‘a força vem do Norte!’

As grandes civilizações criadas pelos indo-germânicos da Índia, Pérsia, Grécia e Roma testemunham irrepreensivelmente o espírito criativo nórdico. Elas também desapareceram com o declínio da classe dominante nórdica.

A evolução técnica de hoje também foi produto de homens de raça nórdica. É o caso, por exemplo, da nova Turquia, da ascensão da América do Norte ou do avanço do Extremo Oriente a um nível equivalente.

Nos locais de mistura com as raças vizinhas, a influência da raça nórdica tem se mostrado constantemente extremamente inovadora e tem levado a tendências de desenvolvimento ativo, despertando as mais altas criações culturais.

A raça nórdica está mais ou menos fortemente representada em todas as regiões do Reich, tanto no Norte como no sul, no oeste ou no leste. Muitos homens em nosso povo não podem ser exatamente assimilados a uma raça precisa. Com exceção dos representantes que parecem ser de raça pura, encontramos todas as raças em todos os povos de uma forma mais ou menos mista.

A herança nórdica predomina no povo alemão. A raça nórdica não é apenas a raça predominante, mas seu sangue está presente em quase todos os alemães. Os conceitos de ‘sangue e solo’ não formam uma noção vazia, mas constituem nosso destino. Assim, também está definido o objetivo perseguido pela seleção do povo alemão. Isso é feito permanecendo fiel à lei vital de sua raça criativa.

A participação do sangue nórdico na massa hereditária do povo alemão é de cerca de 50%. Além disso, a genealogia nos mostra que todo alemão é portador de sangue nórdico.

Assim, o povo alemão é uma comunidade racial no verdadeiro sentido do termo. A história interpretada com base em um princípio raciológico há muito mostra que a raça nórdica produz homens muito mais eminentes do que as outras raças. A raça nórdica é, acima de tudo, detentora do gênio do povo alemão. Grandes realizações em todos os campos a tornaram a raça líder da humanidade. Nenhuma outra raça humana produziu tantos líderes espirituais, chefes do exército e estadistas eminentes.

No curso de expedições intrépidas, o homem nórdico conquistou vastos territórios, fundou Estados e criou civilizações. Já por volta do ano 1000, os vikings chegaram à América. O espírito nórdico revalorizou e colonizou vastos territórios.

Uma das qualidades mais notáveis ​​da raça nórdica é o autocontrole. A raça nórdica inspirou conquistas guerreiras. Probidade e força de vontade, aliadas à autoconfiança, reforçam fortemente o sentimento de independência. Essas qualidades certamente diminuem a intuição, e o homem nórdico então corre o grande perigo de se perder. O homem nórdico tem grande predileção pelo esporte e pelo combate: adora arriscar. Assim, ele é encontrado com mais frequência do que outros homens em profissões que trazem perigo. Mas é preciso reiterar que o caráter do indivíduo é mais decisivo do que a cor do cabelo. O indivíduo pertence essencialmente a uma raça cujas virtudes ele professa pela ação.

Quando cada país da Europa é examinado em sua composição racial, verifica-se que em quase todos os Estados as mesmas raças são encontradas. Encontramos a raça nórdica fora da Alemanha, nos países escandinavos, na Inglaterra e na Holanda, bem como na Rússia, na Itália, na França, na Espanha, etc. Mas também encontramos, por exemplo, homens do tipo oriental em vários países europeus. O importante, no final das contas, é não fazer um julgamento racial geral sobre um povo. Em vez disso, trata-se de estudar os elementos predominantes de cada raça no povo em questão. E verifica-se que, em um nível puramente numérico, o Reich já lidera os outros povos no que diz respeito ao sangue nórdico.

De maneira totalmente legítima, a Alemanha pode reivindicar a liderança dos povos nórdico-germânicos.

A seleção e eliminação efetuadas no próprio território de uma determinada espécie significa que só se reproduzem a longo prazo aqueles que cresceram submetidos às condições daquela área particular. Por outro lado, aqueles que não superam essas condições, desaparecem. Um exemplo: Como o pesquisador v. Eicktedt, vamos tomar como base que a humanidade nórdica europoide de pele clara foi particularmente marcada pelo habitat uniforme e isolado da Eurásia do Norte (Sibéria) da Idade do Gelo. Podemos facilmente imaginar as consequências de uma seleção e eliminação natural naquele espaço. Somente aqueles que foram submetidos às mais duras condições de existência poderiam sobreviver e perpetuar-se pelos próximos milênios. A reprodução e a perpetuação só foram concedidas a quem se revelou finalmente superior àquele clima e àquele aspecto inóspito da terra, a quem foi, enfim, mais forte que a Natureza graças à sua inflexibilidade e dureza. Somente as qualidades que permitiram ao homem vitorioso derrotar a Natureza foram perpetuadas e consolidadas por meio da transmissão hereditária.

Graças a um agudo sentido da lei que regia a origem de sua espécie, povos como os espartanos recorreram em suas seleções aos mesmos princípios de severidade intransigente originalmente prescritos pela Natureza, mesmo depois de terem alcançado territórios mais hospitaleiros. Outros povos de raça nórdica, como nossos ancestrais germânicos, obedeciam naturalmente às leis biológicas que regiam a criação de sua espécie.

Não é apenas porque a forma do corpo do homem nórdico carrega certas dimensões em altura, largura e comprimento, ou porque é frequentemente caracterizado por cabelos loiros e olhos azuis que lhe atribuímos certa importância.

Nem é por isso que damos certo valor à nossa herança nórdica.

Certamente, as indicações fornecidas pela forma corporal do homem nórdico não deixam de constituir a própria base de nosso ideal de beleza. Sempre foi assim na história do Ocidente e para se convencer disso basta olhar para o panorama das obras de arte que foram produzidas ao longo dos séculos por todas as civilizações e “culturas” que tiveram sucesso no território europeu. À medida que voltamos no tempo, sempre encontramos em figuras escultóricas e em pinturas que evocam um ideal de beleza, as formas características da raça nórdica. Mesmo em certas civilizações orientais, nos encontramos na presença do mesmo fenômeno. Enquanto as divindades são representadas com características distintamente nórdicas, as figuras de demônios ou que representam forças inferiores ou das trevas apelam para as características de outras raças humanas. Nas Índias e até no Extremo Oriente, costumam ser encontrados Budas cujas características são distintamente nórdicas.

O fato de o corpo racial nórdico representar para nós o ideal de beleza, parece mais natural para nós. Mas tudo isso só adquire seu significado real e profundo porque nele encontramos a expressão e o símbolo da alma nórdica. Sem essa alma nórdica, o corpo nórdico não seria nada mais do que um objeto de estudo para as ciências naturais, como a forma física de qualquer outra raça humana ou animal.

Assim como o corpo nórdico se tornou precioso e agradável para nós como o perfeito suporte e expressão da alma nórdica, da mesma forma experimentamos repulsa por certos traços raciais judaicos porque são o símbolo direto e a indicação certa de uma alma que é totalmente estranha.

Os especialistas no assunto nos dizem que certa forma física racial e certa alma racial caminham necessariamente juntas e que são, afinal, apenas a expressão de uma única e mesma coisa. No entanto, por enquanto, nos parece difícil demonstrar cientificamente, ou por outros meios, a correlação dessa homogeneidade entre corpo racial e alma racial.

Acreditamos que é necessário ter muita cautela neste assunto. No estado normal das coisas, há, ao que tudo indica, homogeneidade e interpretação entre esses dois aspectos da realidade humana. E achamos muito difícil levar o dogma da diferenciação entre corpo e alma às suas extremas consequências lógicas. Os maiores representantes desta doutrina particular, por outro lado, não estão de acordo neste ponto.

A impureza racial, entretanto, se manifesta, como podemos ver todos os dias, por contradições internas entre o corpo racial e a alma racial. Existem indivíduos que, sem dúvida, possuem tais características físicas da raça nórdica e, ainda assim, não possuem a alma nórdica de forma alguma.

No entanto, o ponto essencial é considerar tal situação absolutamente anormal e até monstruosa.

E parece-nos que a transparência entre o corpo racial nórdico e a alma racial nórdica é o verdadeiro objetivo que todas as políticas e morais raciais devem estabelecer para si mesmas.

A SS é uma Ordem do tipo nórdica. Adolf Hitler fundou sua concepção de mundo na essência imutável da espécie nórdica. O povo e o Império devem ser o futuro estrutural desta natureza nórdica. Como líder dos povos germânicos, o povo alemão tem a missão predestinada de ser o primeiro a empreender a luta pelo renascimento do germanismo. A raça nórdica também é a principal fonte de herança sanguínea nórdica. O primeiro objetivo do nacional-socialismo deve ser, portanto, realizar uma política racial saudável. Isso exige uma limpeza do povo alemão de toda influência estrangeira no nível de sangue e caráter.

A SS, portanto, seleciona seus membros de acordo com o ideal da raça nórdica para formar um tipo germânico livre. Visto que, desde o início, o valor das almas dos homens não pode ser pré-julgado, a seleção é feita de acordo com o ideal físico da raça nórdica e de acordo com o tamanho. A experiência mostrou que o valor e a aptidão de um homem correspondem principalmente ao que sugere sua aparência racial.

Os critérios de seleção da SS são, consequentemente, cada vez mais severos. A política racial do Reich incita a nordicização de todo o povo. Quanto mais perto se chega desse objetivo, mais os critérios raciais da SS se tornam mais pronunciados.

A SS percebe claramente, ao perseguir esses objetivos, que deve ser mais do que apenas um ‘Männerbund’. Ela baseia suas ideias de Ordem na comunidade de clãs. Esta quer ser uma Ordem de clãs que verá os melhores homens nórdicos nascidos para servir ao Reich. Desta forma, a seleção irá julgar cada vez mais, não o indivíduo, mas o valor de um clã inteiro.

Clareza e consenso absoluto são necessários nas questões ideológicas que dizem respeito a este princípio de comunidade de clãs da raça nórdica. É a condição necessária para a vitória da SS.

É natural que os indivíduos da espécie nórdica apreciem sua própria espécie.

Como Ordem, a SS inscreveu em sua bandeira a preservação, a perpetuação da raça nórdica, e também está na linha de frente na luta pela vitória biológica. Somente a vitória dos berços confere um caráter historicamente duradouro da vitória do soldado.

O Lebensborn também garante a preservação, o crescimento do sangue puro.

Assim, a grande família humana da espécie branca é dividida em duas raças principais — arianos e semitas; e a raça ariana agrupa três sub-raças fundamentais: nórdica, alpina e mediterrânea (…) Os cientistas podem muito bem indicar que, e até mesmo nos mostrar como, no decorrer desses muitos milênios passados, alguns genes amarelos podem ter sido introduzidos e perpetuados em dotações hereditárias típicas de alpinos e nórdicos; o mesmo para genes semitas em mediterrâneos. Eles podem muito bem, com razão, nos fazer notar como, durante séculos e com um ritmo cada vez mais acelerado, as três sub-raças arianas se misturaram.”

Podemos terminar esta lista de citações com uma frase de um general SS que nunca negou o nazismo:

• LEÓN DEGRELLE (1906-1994), fundador do Rexismo, o movimento fascista da Bélgica francófona e católica.

Sempre que procuramos por civilização em qualquer lugar da Europa, encontramos o sangue do Norte. (“Europa vivirá”, 1981, CEDADE).

– CONCLUSÃO

Os nazistas tinham em mente que, no futuro, a seleção dos líderes e dos melhores talentos espirituais “arianos” deveria ser realizada sobre todo o corpo da “raça branca”, enquanto a seleção dos elementos raciais a predominar gradativamente na posteridade deveria ser feito com base nos melhores tipos de sangue “nórdico”. Para eles, o valor do indivíduo para a comunidade não era necessariamente o mesmo que seu valor genético como reprodutor. No próprio nacional-socialismo alemão, vemos uma grande variedade de grandes personagens não-nórdicos.

O ideal “nórdico” era o que o nacional-socialismo tentava promover para o futuro da Europa, já que era o que considerava o molde do super-homem, divindade potencial e germe de uma humanidade superior. Assim, na arte e propaganda nacional-socialista, o nordicismo é extremamente patente. Mesmo em documentários nacional-socialistas, sempre que as multidões alemãs são vistas, o câmera tenta fazer closes de espécimes nórdicos mais ou menos perfeitos para instilar na mente do espectador o ideal de seleção racial promovido pelo NSDAP.

Este ideal de beleza nórdica como representante do patrimônio mais precioso de um povo é comum a todos os tempos e a todas as civilizações indo-europeias. Dos indo-iranianos, iranianos, helenos, romanos, germânicos, celtas, eslavos até a Europa feudal ou renascentista, os impérios coloniais, etc., consideravam o aspecto nórdico como ideal, “autêntico”, aristocrático, puro e modelo humano a seguir, depositando nele as esperanças do futuro. Em nossos dias, geralmente sem perceber, o nascimento de uma criança loira e de olhos azuis é visto como um bom presságio de prosperidade e felicidade, pelo que simboliza, pelos nossos instintos e pela carga cultural hereditária que, inconscientemente, se enraíza em nosso cérebro desde os tempos antigos.


Fonte: Europa Soberana


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By Eduardo Velasco

Pseudônimo dado pela própria dissidência, é autor, escritor e acadêmico de língua espanhola anônimo centrado nos assuntos de história, geopolítica, cultura, política, genética e ancestralidade.

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