O papa Francisco defendeu o “casamento” gay? Entenda melhor

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Em mais um esforço hercúleo contra as manifestações de religiosidade tradicional, a grande mídia global se articula mais uma vez em função de seu empreendimento sistemático de cooptação e subversão da insígnia pública do papa Francisco. Neste dia vinte e um de novembro, inúmeros veículos de (des)informação replicaram uma nota segundo o qual o pontífice teria se declarado favorável a união cívil homossexual no curso de um documentário dirigido pelo cineasta russo Evgeny Afineevsky, de origem judaica.

Acirrando conflitos internos da Igreja Católica e valendo-se da mentira para promover sua agenda liberal-progressista, os noticiários convenientemente suprimiram trechos das declarações do santo padre, pervertendo-as o significado. Em momento algum foi feita qualquer apologia a legalizações que estabelecessem uma união civil ou a composição de famílias homossexuais. Segue o trecho na íntegra do posicionamento do papa quanto a união civil homossexual: 

“Os homossexuais têm o direito de estar em família, são filhos de Deus. Não se pode expulsar uma pessoa de sua família ou tornar a vida impossível para ela. O que temos de fazer é uma lei de conveniência civil, para serem protegidos legalmente.”

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O papa em momento algum defendeu que homossexuais tenham o direito de constituir uma família, como noticiado pela mídia, mas de integrar uma família, sem serem expulsos de casa em função de sua sexualidade. Ademais, não se pode confundir homossexualidade com prática homossexual: a homossexualidade não é uma essência congênita da composição individual, nem tampouco como identidade social, mas um impulso que pode ou não ser correspondido. Assim, nem tampouco pode-se afirmar que o papa propôs qualquer conciliação entre a prática homossexuais e o convívio familiar.

 

Convém retomar, também, que o papa Francisco já se queixou pela “inundação da moda homossexual” na Igreja e pediu discrição dos sacerdotes portadores destas inclinações. Igualmente, durante o período em que exerceu a função de arcebispo de Buenos Aires, Bergoglio foi o fator determinante na obstaculização de legislações que assegurariam a possibilidade de adoção de crianças por duplas homossexuais na Argentina. 


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Eduardo Salvatti
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