A elite global quer normalizar a pedofilia!

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Quem quer que, há apenas três décadas, profetizasse que o movimento LGBT ganharia a atual proeminência na grande mídia, na educação e na indústria do entretenimento; que a discussão acerca da legalização do aborto tomaria as proporções atuais; e que a mentalidade feminista se estabeleceria como um senso comum de idoneidade indiscutível no ocidente, seria publicamente desacreditado e adjetivado como um “extremista conspiracionista”. Da mesma forma, hoje, denunciar o empreendimento global que atua no sentido da normalização da prática pedófila soa como um devaneio distópico e moralista, porém não restam motivos para fazê-lo.  

O século XXI vêm provando-se um terreno fértil para o avanço das agendas liberais que, na contramão dos anseios nacionais e dos valores dos povos, afirmam e reafirmam suas pautas na quebra das religiosidades, na supressão dos sentimentos nacionais de pertencimento e identificação e no fomento da fragmentação social, bem como no triunfo de um indivíduo desgarrado do meio e do ethos social – em suma: na guerra, por vezes declarada, por vezes, velada, contra tudo o que há de tradicional. Nesse contexto, o apoio de mega corporações estrangeiras ao progressismo, portanto, não é inovador e não configura senão um meio através do qual se empreende este já há muito iniciado processo de deterioração dos valores, no qual a legalização e posterior normalização da pedofilia é apenas o próximo passo.

Não se trata, portanto, de “teoria da conspiração”. Em verdade, a legalização da pedofilia já foi manifestada por inúmeros patriarcas do mundo moderno, como Simone de Beauvoir e Jean Paul Sartre que, ainda em 1977 protagonizaram a execução de petições que visavam o afrouxamento das relações sexuais entre adultos e crianças. Atualmente, esse mesmo discurso também nos é vendido mediante slogans pós-estruturalistas que, tendo já “desconstruído” as noções de “gênero”, agora atende indiretamente as demandas da elite global. Ora, não era pois de se surpreender que a derrubada de todos os pilares que determinam os princípios da isonomia sexual, como os dois únicos sexos e seus atributos congênitos, terminaria por pôr abaixo também a maioridade sexual. 

Isto posto, há que se ter em vista que liberalismo, tanto mais que a expressão de um regime político-econômico, consiste em uma mentalidade que se espalha como uma praga e adestra consciências à níveis de progressão geométrica, não pela sua capacidade mas pela repetição incessante de seus valores na indústria cultural, nas telenovelas, na música, nas exposições de “arte”, etc. Trata-se de um empreendimento progressivo que atua primeiramente a nível psicológico e somente então nas reais estruturas de poder, chancelado por organizações tecnocráticas e supranacionais, como a ONU e a OMS, que concedem às agendas do grande capital um aspecto de neutralidade axiológica, fazendo do liberalismo, hegemônico e indissociável da tão deificada entidade “ciência”. 

Assim, se outrora a Organização Mundial da Saúde deixou de enquadrar o homossexualismo da condição de patologia sem que qualquer estudo prévio embasasse a mudança do entendimento, tão logo tirará a pedofilia do ostracismo para consagrá-la enquanto uma de tantas outras disforias sexuais e, isocronicamente, os liberais de seus respectivos Estados-Nações, manifestarão suas condolências pelos “coitados pedófilos oprimidos”. Todos os slogans anteriores que pavimentaram a liberação sexual até aqui serão postos em vigência novamente e a sociedade civil, já tendo passado por um longo e gradual processo de adestramento mental em matéria de liberalização sexual, nada poderá fazer contra slogans do tipo “love is love”, “I was born this way”, “Não há fronteiras para o amor”, etc. 

No Japão – fiél colônia cultural e militar estadunidense – a política de normalização da pedofilia já impera à todo vapor em representações culturais que vêm ao bojo da sexualização infantil, como o fenômeno “loli” e a insurgência crescente de animações que trazem esse tipo de conteúdo. Não obstante, a empresa asiática Trottla, recentemente expandiu enormemente seus negócios no Japão mediante a venda e distribuição de bonecas sexuais de crianças! 

As megacorporações estrangeiras – as mesmas que importaram ao Brasil os sites pornográficos onde se vinculam vídeos de estupro e pedofilia – não tardarão em trazer esse tipo de produto para o Brasil. A direita, lavará as mãos atribuindo às causas do problema ao fantasma do “marxismo cultural”; a esquerda, logo demonstrará piedade pelos pedófilos e partirá na defesa dos mesmos. Resta, portanto, à dissidência se posicionar e ferrenhamente combater o avanço da devastação liberal no imaginário. 

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