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O brasileiro Eduardo Fauzi,  preso na cidade russa de Ekaterinburgo a 5 meses apontado como um dos participantes do ataque em represália contra a produtora Porta dos Fundos, teve pedido de asilo político negado na Rússia.

O ataque com coquetéis molotov contra a produtora Porta dos Fundos, sem qualquer maiores danos ou consequências, – apesar das instigações midiáticas feitas pelos responsáveis pela produtora na tentativa de comover e “comprar” a opinião pública –  aconteceu em 24 de dezembro de 2019, na véspera do Natal, como represália pelo polêmico e incomum especial natalino lançado pela Netflix, no qual é mostrado Jesus Cristo como homossexual e depravado sexualmente, o que revoltou os brasileiros na época.

Eduardo Fauzi Richard Cerquise não receberá asilo político na Rússia, segundo comunicou a jornalistas a chefe do Departamento de Migração do Ministério do Interior da Rússia da região de Sverdlovsk, Olga Petrova.

“Em relação a este cidadão, a decisão não foi tomada, porque a Federação da Rússia não tem fundamentos para conceder-lhe asilo político”, afirmou Petrova à imprensa.

Após ser identificado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro como um dos cinco autores do ataque ao prédio da produtora Porta dos Fundos, Eduardo Fauzi foi preso por solicitação da Interpol em 4 de setembro de 2020, quando desembarcou no Aeroporto de Ekaterinburgo, região russa onde se encontra preso até então.

A defesa de Fauzi luta para que o acusado, ainda sob custódia, possa permanecer na Rússia onde poderá cumprir pena, uma vez que, no Brasil, dada a aceitação em juízo das acusações graves, Fauzi poderia, por suas posições morais e tradicionais, correr sério risco se em contato com outros presos de alta periculosidade que cumprem pena nos presídios de segurança máxima no Rio de Janeiro.

No Brasil, muitas pessoas organizadas nas redes sociais, pedem pelo asilo de Fauzi.


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