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Não nos falta assuntos do qual reclamar, não faltam políticas governamentais para criticarmos, não falta características indesejáveis presentes na nossa sociedade, e nem mesmo as advertências e avisos que podemos fazer a respeito. Nossa força, no entanto, não está em nossa habilidade de descrever os males de nossos adversários e sobre os perigos dos tempos em que vivemos, mas sim de possuirmos uma visão positiva a respeito do futuro e também um ideal para que transformemos em realidade.

É necessário explicar essas negatividades para um recruta em potencial, mas a ênfase sempre deve ser para o positivo e no que podemos fazer para superar essas negatividades para recuperar o controle do nosso futuro. Uma ênfase no negativismo pode persuadir um recruta em potencial de que nossa causa é justa, mas também pode convencê-lo de que nossa causa é inútil.

Uma armadilha a ser absolutamente evitada é de falar de violência ou ilegalidades. Muitos de nós temos fantasias sobre revidar contra governo e nossos inimigos, mas devemos manter essas fantasias para nós mesmos – ou, pelo menos, deixá-las permanecer nas páginas de The Turner Diaries e Hunter. Falar de violência e pistas de ilegalidade futura não são apenas irrealistas e ilógicas no nosso presente momento, como elas também assustam muitos recrutas em potencial. Já existe muito medo do governo; é um medo paralisante para muitas pessoas que imaginam que se ingressarem na nossa causa, a polícia começará a abrir sua correspondência e a questionar seus vizinhos, ou até mesmo levá-las a serem presas. Nada deve ser dito ou feito para aumentar esse medo.

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É necessário um esforço consciente para evitar o negativismo, porque mesmo um membro com uma atitude totalmente positiva descobrirá que o mundo está cheio de pessoas que têm reclamações: pessoas que estão irritadas com o último aumento dos impostos, pessoas que estão desempregadas, pessoas que sentem falta dos antigos valores que desapareceram, pessoas que são vítimas de crimes, pessoas que foram forçadas a se tornarem endividadas para pagar suas contas e pessoas com mil outras razões para serem receptivas às nossa explicações sobre o que deu errado em nosso mundo e porque estamos nessa presente situação. A tentação será forte para adaptar nossa mensagem para essas pessoas; e essa é a coisa mais sensata a se fazer. E, de fato, as pessoas muitas vezes podem ser recrutadas simpatizando-se com elas, mostrando-lhes quem são os culpados e oferecendo-lhes uma maneira de contra-atacar – pelo menos indiretamente. Mas precisamos de pessoas que possuem ambição e determinação, ao invés de pessoas que têm apenas reclamações. Um homem ou mulher com uma ambição vale mil das que só reclamam. A maneira de recrutar uma pessoa assim não é reclamando sobre os estado das coisas, e sim, ajudá-la a ver nossa visão e mostrar-las como sua visão pode se encaixar com a nossa, provando-as que nossa luta é não só possível mas também algo pelo qual vale a pena lutar e defender.


Fonte: National Vanguard. Publicado originalmente em 3 de agosto de 2020. Tradução para o português por Nick Clark.


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By William Luther Pierce

Dr. William Luther Pierce III (1933 - 2002), natural de Atlanta, Geórgia (EUA) foi líder da organização National Alliance e ideólogo principal do movimento nacionalista étnico. Graduado como físico, trabalhou com George Lincoln Rockwell, no American Nazi Party. Adepto do cosmoteísmo, promoveu o nacionalismo étnico e as visões de mundo de sobrevivência dos brancos e o respeito e sobrevivência das raças humanas. Em 1973, Pierce testemunhou contra o candidato do Secretário de Estado Henry Kissinger perante o Comitê de Relações Exteriores do Senado, afirmando que Kissinger como judeu favoreceria os interesses de Israel sobre os EUA. Pierce passou seus últimos anos na Virgínia Ocidental (EUA), onde organizou um programa de rádio semanal, "American Dissident Voices" e supervisionou sua publicação, a revista "National Vanguard - Free Speech and Resistance", além de livros publicados por sua editora, a National Vanguard Books Inc e sua gravadora, a Resistance Records. Ele foi autor de livros de romances como, "The Turner Diaries" (1978), escrito sob o pseudônimo de Andrew Macdonald e "Hunter" (1989). Outros são: "Bolshevism from Moses to Lenin by Dietrich Eckart" (1966) e "Ritual Murder" (2001).

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