fbpx

O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) entregou pessoalmente ao Congresso Nacional a medida provisória (MP) de abertura de capital da Eletrobrás, com o objetivo de privatizar a companhia. Acompanhado de ministros e auxiliares, Bolsonaro foi a pé do Palácio do Planalto ao Congresso, onde se encontrou com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), fazendo um rápido pronunciamento, informou a Agência Brasil terça-feira (23).

Segundo ele, a agenda de privatizações de seu governo seguirá a “todo vapor”. “Nós queremos, sim, enxugar o Estado, diminuir o tamanho do mesmo, para que nossa economia possa dar a satisfação, dar a resposta que a sociedade precisa”.

RECEBA NOSSOS LIVROS EM CASA

[carousel_slide id=’21580′]

 

De acordo com o presidente da Câmara, por onde começará a tramitação da MP, o texto terá análise acelerada.

Em seu discurso no Especial do PRONA de 1998, o já falecido político nacionalista Enéas Carneiro discursava atacando diretamente o governo de FHC e o ESTADO MINIMO, onde FHC deu inicio ao maior pacote de privatizações da história da humanidade, e na qual Enéas, defende o nacionalismo no seu discurso, neste vídeo.

 

Descumprimento de promessa de campanha

Durante campanha eleitoral, Bolsonaro havia reafirmado seu desejo de que, apesar de ser favorável a privatização de um grande pacote de estatais, não era favorável a privatização de setores estratégicos nacionais, como é exatamente o caso do setor energético, do qual se referiu especificamente. Ele afirmou que “um país sério não faz isso…”. E que vender setores energéticos para outros governos ou iniciativas privadas era colocar nas mãos de outrem o controle vital de capacidade do país. Confira o vídeo:

 

Eletrobrás

A Eletrobrás (Centrais Elétricas Brasileiras S.A.) é uma sociedade de economia mista com capital aberto mas sob controle acionário do Governo Federal brasileiro criada em 1962, atuando como uma holding estratégica no setor de energia nacional, dividida em geração, transmissão e distribuição. Sua criação foi feita para coordenar todas as empresas do setor elétrico. A reestruturação do setor na década de 1990 reduziu as responsabilidades da empresa, com a criação da ANEEL, do ONS, da CCEE e da EPE. Seu atual presidente é o engenheiro Wilson Ferreira Júnior.

Será esse o eterno subdesenvolvimento a que ficaremos condenados, caso não se dê um basta à pilhagem praticada pelo capital internacional ao Brasil e demais países do Terceiro Mundo?


 RECEBA NOSSOS LIVROS EM CASA

[carousel_slide id=’21580′]

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Quer receber nossas notificações?    SIM! Não, obrigado (a)