A Cosmovisão de um Nacional-Socialista

Nos ajude a espalhar a palavra:

Corretamente definido e entendido, o nacional-socialismo é uma filosofia étnica que afirma que as diferentes raças e os diferentes povos existentes são expressões da nossa condição humana e que estas diferenças, esta diversidade humana, devem ser valorizadas da mesma maneira que nós valorizamos a diversidade da Natureza.

Além disso, o nacional-socialismo é a pura expressão da nossa própria ética ariana, baseada no idealismo do dever para com o povo/etnia, dever com a Natureza e na elevação da honra pessoal.

Por que o Nacional-Socialismo não é “racista”?

O nacional-socialismo é um modo de vida que afirma que o nosso propósito é contribuir para a evolução da humanidade, num sentido positivo e participativo. Nós contribuímos para a evolução quando nós cumprimos nosso dever com o nosso povo/etnia, desde que nosso povo/etnia (nossa raça e cultura) são a nossa conexão com a Natureza: a maneira como a Natureza se manifesta em nós como seres humanos.

O Nacional-Socialismo expressa a crença natural de que o ser vivo, conquanto parte da Natureza, trabalha imerso no seio da diversidade imanente: que a evolução da Natureza é um processo constante de diferenciação entre os seres vivos.

Para nossa própria espécie humana, esta diversidade da natureza é evidente nas diferentes raças que existem e nas diferentes culturas em que estas raças se manifestaram no decorrer da História.

O Nacional-Socialismo valoriza esta diversidade e afirma que nós devemos não apenas nos esforçar respeitar esta diversidade, mas também encorajar os povos que expressam esta diversidade a desenvolver suas identidades naturais. Ao passo que de fomentamos a preservação das diferentes raças e culturas, nós estamos caminhando ao lado da evolução da Natureza, e desta forma desenvolvendo o nosso potencial como seres humanos.

A Ética do nacional-socialismo: tratando as outras raças com respeito

De acordo com a ética nacional-socialista, positivo é tudo aquilo dentro dos parâmetros de honradez, o que preserva a Natureza e os seres vivos e o que ajuda a evolução do próprio cosmos. Nosso dever é nos pautarmos pelas Leis Naturais, em harmonia com o cosmos (lógica universal).

A perspectiva da ética nacional-socialista é aquela da Natureza – e de fato a do cosmos do qual a Natureza é uma parte. A perspectiva de todas as outras éticas materialistas é a do individualismo, a felicidade na forma de prazeres mundanos, a vitória do cinismo e a supressão dos valores superiores ao mundo material.

Em adição, a ética nacional-socialista – sendo baseada sobre o ideal de honra pessoal – significa e implica que nós devemos nos esforçar para tratar todas pessoas com cortesia e respeito, indiferente de sua raça e cultura. Isto definitivamente refuta a mentira de que o Nacional-Socialismo seja “racista”. A própria história da Alemanha Nacional-Socialista prova como foram honráveis e respeitosos os genuínos nacional socialistas com todas as outras raças e culturas.

O governo e oficiais da Alemanha esforçaram-se fortemente para manter e viver na prática a ética do nacional-socialismo, até depois de sua derrota na Segunda Guerra Mundial.

Assim, na Alemanha Nacional Socialista, grupos como os muçulmanos e os budistas, por exemplo, foram reconciliados com todo o respeito e permitidos a praticar sua religião livremente. Nos anos de pré-guerra, a Alemanha Nacional Socialista ajudou a organizar um congresso mundial pan-islâmico em Berlim. A própria Berlim foi lar para florescentes comunidades muçulmanas e budistas, de muitas raças, e a Mesquita de Berlim sustentou orações até durante os anos de guerra, guardada por árabes, indianos, turcos, afegãos e pessoas de muitas outras raças. De fato, a Mesquita de Berlim foi uma das poucas construídas a sobreviver ao letal e indiscriminado bombardeio e, embora danificada, estava claramente reconhecível como uma Mesquita entre as ruínas à sua volta.

A Alemanha foi lar para exilados de muitas raças, incluindo respeitados indivíduos tal como Subhas Chandra Bose, líder do Exército Nacional Indiano, e Mohammed Amin Al-Husseini, o Grande Mufti de Jerusalém. Ambos receberam suporte financeiro do governo alemão e ambos entusiasticamente colaboraram com Hitler.

Havia também, claro, a aliança com o Japão. Enquanto os Aliados – e particularmente os americanos – estavam engajados com a  propaganda anti-japonesa (muitos membros das forças armadas americanas pensavam que os “japas” não eram humanos), os alemães estavam exaltando suas virtudes e consideraram eles como “companheiros de armas”. Enquanto os alemães condecoravam o Almirante Isoroku Yamamoto com uma de usas mais altas condecorações por conduta nobre, uma Cruz dos Cavaleiros com Folhas de Carvalho e Espadas, membros das forças armadas americanos cruelmente exterminaram soldados japoneses que se rendiam. Incidentalmente, outros dois guerreiros japoneses foram também condecorados pela Alemanha sendo-lhes concedida a Cruz dos Cavaleiros com Folhas de Carvalho. Além do mais, foi-lhes concedido o título de “arianos honorários”.

Haviam também, claro, as ligações entre a Alemanha N.S., as SS e várias organizações muçulmanas e árabes, até antes da 2ª Guerra Mundial. Por exemplo, a organização camisa-verde egípcia honrou tanto Mussolini quanto Adolf Hitler, enquanto Hassan Al-Banna, o fundador da Irmandade Muçulmana (a qual vive nestes dias em organizações como o Hamas), fez muitas observações positivas sobre Hitler. Havia também um golpe pró-nacional-socialista experimentado no Iraque, liderado por Rashid Ali.

Soldados muçulmanos da Wafen-SS no Cáucaso. 13ª Divisão de Montanha da Waffen-SS Handschar. Foto: Bunsarchiv Bild.
Mohammed Amin Al-Husseini, o Grande Mufti de Jerusalém e Hitler em 1941. Foto: Heinrich Hoffmann Collection/Wikipedia.

Assim, enquanto os britânicos no Egito e Palestina estavam tratando os árabes como povos conquistados, os alemães estavam tratando-os como iguais, como camaradas e respeitando sua cultura, e até hoje em lugares como o Egito, árabes relembram com saudosismo seus encontros com os “nazistas”. De fato, o Egito estava a tornar-se algo como um abrigo para nacional-socialistas depois da guerra, com centenas de antigos SS e oficiais alemães ajudando o governo anti-britânico do pós-guerra de Gamal Abdal Nasser, o qual estava associado com a Irmandade Muçulmana e era parente do editor egípcio que publicou a versão árabe do livro Minha Luta.

Estes SS e oficiais alemães incluíam o Major General Otto Ernst Remer, Joachin Däumling, antigo chefe da Gestapo em Düsseldorf, e o oficial SS Bernhard Bender, que alegadamente também converteu-se ao Islã.
Muito reveladas a todos, talvez, são as amigáveis relações entre a Alemanha N.S., as SS e várias organizações judaicas (!!!). O oficial SS Adolf Eichmann era conhecido por ter viajado à Palestina nos anos antes da guerra onde ele encontrou colonos judeus, líderes judeus e agentes alemães. Suas relações com esses judeus foram sempre muito cordiais e amigáveis.

De particular interesse é a tentativa, em 1941 pelo grupo judeu Irgun Zevai Leumi (conhecido pelos britânicos na Palestina como a gangue Stern) em colaborar com Hitler e com a Alemanha.

“Na condição de que o governo alemão reconheça as aspirações nacionais do ‘Movimento pela Liberdade de Israel’ (Lehi), a Organização Militar Nacional propõe participar na guerra ao lado da Alemanha…” (Documento número E234151-8 no Yad Vachem, em Jerusalém]

O governo Nacional-Socialista alemão, todavia recusou-se a reconhecer tais “aspirações nacionais” judaicas desde que isto discordava com a política de seu aliado Mohammed Amin al-Husseini que era oposto ao estabelecimento de um Estado Judeu na Palestina. Assim, a tentativa de colaboração judia falhou.

Conclusão

Para citar o General da Waffen-SS Leon Degrelle:

“O racialismo alemão destinava-se ao redescobrimento de valores criativos de sua própria raça, redescobrindo sua cultura. Era uma procura pela excelência, um nobre ideal. O racialismo nacional-socialista não era contra as outras raças, era por sua própria raça. Isto apontava na defesa e melhoramento desta raça, e desejava que todas as outras raças fizessem o mesmo por elas próprias.

Foi demonstrado quando as Waffen-SS ampliaram suas fileiras ao incluir 60.000 islâmicos SS. As Waffen-SS respeitaram seu modo de vida, seus costumes e suas crenças religiosas. Cada batalhão islâmico SS tinha um Imã, cada companhia tinham um Mulah. Este era nosso comum desejo que suas qualidades encontrassem sua expressão máxima. Este era o nosso racialismo. Eu estive presente quando cada um dos meus camaradas islâmicos recebera um presente pessoal de Hitler durante o ano novo. Era um pendente com um pequeno Alcorão. Hitler estava condecorando-os com este pequeno presente simbólico. Ele estava condecorando-os com o que era o mais importante aspecto de suas vidas e de sua história. O racialismo nacional-socialista era leal à raça germânica e respeitava totalmente todas as outras raças.”DEGRELLE, Leon. – A História das Waffen-SS (sermão dado em 1982). Republicado no The Jornal of Historical Review, vol. 3, no. 4, pp. 441-468

Eu mesmo tenho procurado entender o sentido das nossas vidas, como seres humanos, e assim estudei, de primeira-mão num modo prático, muitas das maiores religiões do mundo – Budismo, Taoismo, Hinduísmo, Cristianismo, Islã – como também a filosofia de Aristóteles a Heidegger, literatura de Homero a Mishima e ciência de seus mais precoces começos.

Eu gastei longas horas, dia após dia, muitas vezes semana após semana e as vezes mês após mês, conversando com sábios muçulmanos, budistas e mestres taoistas, sacerdotes cristãos e teólogos, ascetas hindus e uma multidão de pessoas usuais de diferentes crenças, culturas e raças. Minha real vida, minhas reais experiências entre diferentes culturas, diferentes crenças do mundo, revelou a verdade do nacional-socialismo: seu desejo de harmonia, honra e ordem. Minha própria vida, minhas experiências, meus escritos nacional-socialistas, expõem as mentiras da propaganda dos opositores do nacional-socialismo: aqueles engenheiros sociais que tem procurado, e os quais fazem esforço, através da usura de um vasto mundo consumidor-capitalista, em explorar este planeta e seus povos e assim destruir a diversidade e a diferença e tudo o que é nobre e evolucionário.

Um verdadeiro, genuíno nacional-socialista não anda por aí “odiando” pessoas de outras raças, da mesma forma como os nacional-socialistas não são desrespeitosos aos costumes, religiões e modo de vida de pessoas de outras raças.

Como eu havia escrito muitas vezes, nós, nacional-socialistas respeitamos outras culturas e povos de outras raças, porque nós proclamamos a honra. Honra significa ser civilizado; isto significa ter maneiras, ser cortês.

Honra significa tratar as pessoas com cortesia e respeito, indiferente de sua raça e cultura.

Nós, nacional-socialistas, expressamos a visão de que uma pessoa deve ser orgulhosa de sua identidade, sua herança natural, respeitosa do modo de vida de seus ancestrais e que aceite que outros povos tenham também o direito de se sentirem orgulhosos de suas próprias culturas. O ideal é trabalhar em direção ao mútuo entendimento e respeito.

Nosso dever, como arianos, é sustentar e nos esforçar para viver pelos nossos próprios valores arianos de honra pessoal e lealdade à nossa comunidade racial.

Não é uma contradição que hoje em dia as próprias democracias Ocidentais sejam responsáveis por causar do processo de substituição das populações nativas dos países europeus por contingentes árabes aos milhares e milhares, de forma totalmente descontrolada, onde chamam de “refugiados” uma extrema maioria imigrante econômica em idade militar, radicalista e que não está nenhum um pouco disposta a se “integrar”? Pense bem antes de comparar as duas políticas.

Fonte: davidmyatt.info

David Myatt
Siga em:
Últimos posts por David Myatt (exibir todos)
Nos ajude a espalhar a palavra:
Gostou do artigo? Você pode contribuir para o site com uma doação:

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.