O Solstício de Inverno: Símbolo da antiguidade da civilização europeia

Nos ajude a espalhar a palavra:

 O Solstício de Inverno – celebrado em 21 de dezembro de cada ano – o qual deu origem à celebração conhecida em todo o mundo como Natal, é mais que apenas o dia mais curto do ano. É de fato um símbolo da antiguidade da própria civilização europeia.

O Solstício de Inverno é o dia sobre o qual, no Hemisfério Norte, existe a menor quantidade de luz do dia. Isto é por causa do alinhamento da Terra sobre o seu eixo, e sua posição relativa ao Sol.

Por outro lado, o mais longo dia do ano no Hemisfério Norte ocorre em 21 de junho, quando o alinhamento oposto de realiza.

No Hemisfério Sul, exatamente o cenário oposto se realiza: o mais longo dia do ano é 21 de dezembro, e o mais curto é 21 de junho.

A importância destes dias reside no fato que eles estão diretamente no meio das estações de inverno e verão.

No Hemisfério Norte, de 21 de dezembro em diante, os dias começam a ficar longos até o mais longo dia do ano no verão (21 de junho), enquanto o processo oposto ocorre no Hemisfério Sul.

Os antigos europeus eram altamente educados e possuíam avançadas habilidades astronômicas as quais permitiam eles mapearem precisamente as mudanças das estações, e desenvolverem avançados calendários.

Desta forma tornou-se natural ter celebrações durante na mudança das estações: no meio do inverno, no Norte, os europeus iriam ter celebrações marcando o ponto médio inverno. A festa romana da Saturnália, honrando o deus Saturno, era uma festa semanal de dezembro que incluía a observância do Solstício de Inverno.

Os antigos romanos também celebraram o alongamento dos dias seguindo o Solstício ao homenagear o deus da luz Mitra.

A Grécia Antiga, e todo o Norte da Europa, operavam num calendário solar, com o ano novo começando no Solstício de Inverno.

Quando os romanos invadiram a Grécia no quinto século antes de Cristo, eles imaginaram as vantagens de um calendário solar, e em 153 a.C., o Ano Novo romano foi movido para primeiro de janeiro – o mês que foi nomeado em homenagem ao deus de duas faces dos portais e novos começos, Janus.

No norte da Europa, os druidas e vikings levantavam enormes fogueiras no alto das colinas na mais longa noite do ano, com a intenção de dar adicional força para o deus do Sol nesta batalha noturna com as forças do frio e da escuridão.

Quando o sol finalmente vinha um pouco mais cedo no dia após o Solstício, havia uma grande celebração entre os povos nórdicos – a celebração da luz sobre a escuridão.

Essas festas marcariam o fato que eles tinham sobrevivido ao Inverno, e iriam ocorrer grandes festas, reunidos entre as paredes com grandes lareiras, acompanhados das trocas de presentes.

Assim os festivais ao redor do Solstício de Inverno foram bem estabelecidos no Norte e Sul da Europa muitos milhares de anos atrás.

O advento do cristianismo na Europa, o qual ocorreu somente no Sul durante o terceiro século depois de Cristo, e somente alcançou a última parte da Europa do Norte no ano de 1100 depois de Cristo, viu os Pais da Igreja hostis para este festival claramente pagão.

Junto com a celebração pagã da Primavera (a qual celebrava o renascimento da vida através da deusa Eostre, ou Ostara, com os símbolos da fertilidade sendo o ovo e o coelho), os Pais da Igreja a principio procuraram acabar com a celebração do Solstício de Inverno.

As celebrações do Solstício de Inverno e Ostara foram proibidas pela Igreja dezenas de vezes entre os anos de 400 d.C., e 1900 d.C., mas a natureza arraigada dos festivais provou-se impossível de erradicar.

Como resultado, a Igreja começou a integrar esses festivais pagãos no calendário cristão, arbitrariamente ligando eventos bíblicos com rituais pagãos.

Desta forma, o Solstício de Inverno tornou-se “Christmas”, ou “Christ’s Mass” [a Missa de Cristo] e a celebração da deusa do renascimento na Primavera, Ostara, tornou-se “Easter” [Páscoa], ou ressurreição de Cristo – mesmo embora não exista indicação na Bíblia das datas destes eventos.

Lareira crepitando. I Reprodução Davidduke.com

Além do mais, muitos dos rituais do mundo inteiro que agora associam com aqueles eventos, permanecem firmemente com origens pagãs europeias. A árvore de Abeto, ou Árvore de Natal, é distintamente de origem do Norte da Europa, como é a cepa de madeira Yule, o fogo, o doador de presentes.

Em similar linha, a tradição dos ovos de Páscoa e o coelho da Páscoa vêm diretamente do ritual pagão do renascimento da vida de Ostara.

Estátua da deusa Ostara. / Reprodução Pinterest

Mesmo então, a integração destes festivais foi rejeitada pelos devotos católicos e protestantes.

Todas atividades do Natal, incluindo dança, músicas sazonais, canções, celebrações alegres e especialmente as bebidas foram banidas pelo Parlamento da Inglaterra em 1644, dominado por puritanos, e o exemplo foi seguido pelos puritanos na colônia americana na Nova Inglaterra.

Pouco sabe-se que o Natal foi proibido em Boston, e a colônia de Plymouth fez da celebração do Natal uma ofensa criminal.

Na Inglaterra, a proibição do feriado foi retirada em 1660, quando Carlos II assumiu o trono. Todavia, a presença puritana permaneceu na Nova Inglaterra e o Natal não tornou-se uma feriado legal até 1856. Algumas escolas, até o final de 1870, ainda mantinham aula em 25 de dezembro.

As origens do Solstício de Inverno, portanto, são muito mais antigas do que muitas pessoas pensam – e de fato são na realidade um reflexo da antiguidade da própria civilização europeia.

Além disso, o espírito que inspira tanto o Solstício quanto a sua prole, o Natal, é um de amor fraterno, família, boa vontade e caridade.

Isto é um contraste marcante para a celebração judaica do Hanucá[1], o qual é celebrado na mesma época: Hanucá é uma celebração do assassinato dos não judeus e aqueles poucos judeus considerados assimilando-se com os nãos judeus.

Nada ilustra melhor a diferença da natureza da civilização europeia e o supremacismo judaico que os festivais de Solstício de Inverno/Natal e Hanucá: a celebração europeia é a do amor e bondade, enquanto a “celebração” judaico supremacista é a do assassinato e ódio frente a todos não judeus.

Fonte: davidduke.com

Publicado originalmente em 20 de dezembro de 2014.

Tradução de Mykel Alexander em World Traditional Front em 30 de novembro de 2017.

Nota:

[1] Nota do tradutor: Hanucá, Hanukkah ou Chanucá é uma celebração judaica que possui teor revanchista cujas origens remontam à luta dos judeus contra os selêucidas, herdeiros do Império Macedônico. A raiz da rivalidade, em última instância, origina-se dos atritos procedentes do fundamentalismo judaico, algo que um dos maiores luminares do sionismo, Theodor Herzl, indiretamente, em suas palavras, reconhece:

“A questão judaica existe por toda parte onde os judeus vivem, por menor que seja seu número. Onde não existia foi levada pelos imigrantes Judeus”.  “Creio compreender o antissemitismo, que é um movimento muito complexo. Encaro este movimento na minha qualidade de Judeu, mas sem ódio e sem mêdo. Creio reconhecer o que, no antissemitismo, é zombaria grosseira, vulgar; inveja de ofício, preconceito hereditário, mas também o que pode ser considerado como um efeito da legítima defesa.” (Theodor Herzl, O Estado Judeu, Organização Pioneira Judia, São Paulo, 1949, página 42).

David Duke

Últimos posts por David Duke (exibir todos)

Nos ajude a espalhar a palavra:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.