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A lista abaixo mostram as quatro ultimas novidades da livraria Sentinela com a editora Episch Verlag. Três são clássicos que retornam para a banca, solicitados desde o ano passado, “A Sinagoga de Satanás: A linhagem dos Rothschild“, do inglês, Andrew Carrington Hitcook (inédito em português!); “A Maçonaria seita Judaica“, de L. Bertand com a clássica tradução de Gustavo Barroso, numa nova única edição moderna; “O Livro Verde“, escitor clássico de ciência política do próprio Muammar al-Gaddafi, também em nova edição única e, o lançamento inédito… “Fascismo: 100 Perguntas Respondidas“, de Oswald Mosley, INÉDITO EM PORTUGUÊS!

TODOS COM PRONTA ENTREGA!

Fascismo: 100 Perguntas Respondidas – Oswald Mosley

Escrito e publicado originalmente em 1936, é um livro de autoria do próprio Oswald Mosley (1896 – 1980), fundador da B.U.F, União Britânica de Fascistas (em inglês: British Union of Fascists). Assim sendo, ele explica o fascismo sobre seu ponto de vista e sobre a ótica da BUF. O livro funciona em um esquema de perguntas e respostas, com 100 de cada uma no total. As perguntas, abrangendo um vasto conteúdo e preceitos, variam desde a posição da B.U.F. em relação à coroa britânica à posição deles em relação à ciência.

6º Baronete – título herdade de sua família por séculos -, Sir Oswald Ernald Mosley, como fundador da BUF (já mencionado acima) foi também um ativista contra a participação britânica no início da Segunda Guerra Mundial e membro do Parlamento entre 1918 e 1931, tanto pelo Partido Conservador quanto pelo Partido Trabalhista. Na década de 1930, Mosely se tornou o líder do Novo Partido (Reino Unido) e mais tarde da União Britânica de Fascistas até ser preso em 1940, após sua organização ser banida. Sua segunda esposa, Diana Mitford, também esteve envolvida na política fascista e presa durante a guerra.

No período do pós-guerra, Mosley formou o Movimento Sindical e se envolveu no Partido Nacional da Europa. Em 1951 mudou-se para a Irlanda e depois Paris. Após os motins raciais de 1958 em Notting Hill, ele voltou brevemente à Grã-Bretanha para concorrer às eleições gerais de 1959, liderando sua campanha numa plataforma anti-imigração em massa, pedindo o repatriamento de imigrantes caribenhos. Em 1961, ele participou de um debate na College London University sobre imigração, secundado pelo então jovem David Irving, grande personalidade atual do revisionismo histórico. Em 1966, foi candidato às eleições gerais. Posteriormente, ele se aposentou e voltou para a França.


A Sinagoga de Satanás: A linhagem dos Rothschild – Andrew Carrington Hitcook

Um livro polêmico de Andrew Carrington Hitchcock, autor inglês independente pesquisador do setor financeiro em Londres. Depois de completar seus estudos universitários, ele trabalhou por quatro anos com a polícia. Sua experiência em ambas as áreas o convenceu da necessidade de expor organizações e as pessoas por trás delas que, em sua opinião, querem mergulhar o mundo no puro julgo de seu poder e ganância por dinheiro em uma catástrofe final e horrenda sem consideração.

Em 2007 escreveu “The Synagogue Of Satan”, ou no português aqui traduzido nesta edição, “A Sinagoga de Satanás”, no qual fala do trabalho de uma determinada classe tribal como um poder por trás das cortinas.


 

A Maçonaria seita Judaica – L. Bertand (tradução Gustavo Barroso)

Em “A Maçonaria Seita Judaica”, obra da literatura francesa de 1903, do autor L. Bertrand, descreve, na visão cristão do autor, suas origens e finalidades como anárquicas e anticristãs, uma seita originaria do judaísmo exotérico e doutrinada pelo Talmud e Cabala, criada para entregar o poder nas mão de Israel, destruindo o cristianismo e corrompendo os povos e as nações, assim como seus ritos secretos e juramentos. Já nessa data o autor alertava sobre o domínio judaico.

O livro foi traduzido pela primeira vez em português do Brasil pelo intelectual e ativista político Gustavo Barroso com introdução e apêndice sobre os demais detalhes e observações em 1938 pela editora Minerva. Agora, revisitada, esse livro ganha formato completo e compacto numa nova edição moderna.


 

O Livro Verde – Muammar al-Gaddafi

O Livro Verde (em árabe: الكتاب الأخضر) é um livro escrito pelo líder líbio Muammar al-Gaddafi, publicado originalmente em 1975. A obra descreve sua visão sobre a democracia e sua filosofia política. A ciência política em Gaddafi rejeita a democracia liberal moderna, encorajando a instituição de uma forma de democracia direta baseada em comitês populares.

O livro é formado por três partes:

A Solução do Problema da Democracia: A Autoridade do Povo
A Solução do Problema Econômico: Socialismo
A Base Social da Terceira Teoria Universal

Uma tradução para o inglês foi feita pelo governo líbio, e uma edição bilíngue (inglês e árabe) foi lançada em Londres por Martin, Brian & O’Keeffe, em 1976 até que foi posteriormente publicado em língua portuguesa. Agora, o livro pode ser visto neste novo formato moderno, completo e compacto pela Episch Verlag.


 

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