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Como a esquerda liberal quer legalizar o aborto na Argentina

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou nesta sexta-feira (11) a legalização do aborto em todos país, após um decreto enviado pelo presidente Alberto Fernández neste ano. O tema segue agora para votação e aprovação no Senado.

A Argentina já tentou aprovar uma legislação parecida há dois anos, mas a proposta foi barrada justamente no Senado. Desta vez, caso a legislação seja aprovada no país, a Argentina se juntará a um grupo composto majoritariamente por países liberais da América do Norte, da Europa e da Oceania que já têm leis abrangentes com relação ao aborto.

A esquerda progressista não representa qualquer defesa política de causa do povo, se não da agenda internacionalista liberal. Na Argentina não é diferente. A mesma esquerda que se promoveu ao governo optando por um slogan “peronista”, em nada representa o peronismo. Muito pelo contrário.

 

Alberto Fernández, presidente da Argentina pelo partido de Cristina Kirchner, o Frente a todos, faz todo o esforço possível para legalizar o aborto de forma irrestrita na Argentina. Isso marca definitivamente a separação entre o peronismo do Partido Justicialista de Perón e Evita e a esquerda progressista, vassala e tropa de choque do Sistema Financeiro na figura do FMI (Fundo Monetário Internacional) e sua agenda para a Argentina, que não é nova quanto a isso.

Digamos FMI, pois ambos os governos argentinos recentes, assim como muitos outros, seja o liberal neoconservador de Macri ou o atual liberal progressista de  Fernández, já haviam fechado sua entrega de soberania com essa verdadeira arma de assalto a soberanias nacionais antes mesmo de chegar ao poder. Tal como havia dito o nacionalista Biondini na ocasião das eleições pelo partido Bandera Vecinal.

O peronismo de Evita e Juan Perón repudiava o aborto

Evita, chamada de “mãe dos descamisados” e “escudo dos humildes”, sempre expressou de maneira bastante clara – e ainda atual -, sua oposição radical ao aborto, denunciada por ela como parte de um projeto social-darwinista, niilista e fundamentalmente de cunho das elites internacionalistas.

Seguindo na base da justiça social, o peronismo sempre reivindicou a defesa dos pobres, dos fracos e dos humildes. E que criatura pode ser mais pobre, mais fraca e mais humilde que o nascituro? Com isso, se conclui o aburguesamento do Partido Justicialista, processo iniciado com Carlos Menem.

O próprio Juan Domingo Perón combateu frente-a-frente o o estrategista globalista judaico-americano Henry Kissinger, estratego do Clube Bilderberg na Conferência de de Bucareste em 1974 na questão do aborto, que Kissinger defendia como principal método de planejamento familiar e solução para todos os problemas demográficos.

A direita política também apoiou (e apoia) o aborto da Argentina

A direita liberal e neocon de Maurício Macri, também abortista, que em seu mandato também tentou legalizar o aborto como legislação nacional, também apoiou na Câmara a votação do projeto. É notório também que toda vez que os dispositivos internacionais de Bretton Woods, as instituições gêmeas FMI e Banco Mundial se apossam de empréstimos dos países, suas agendas ganham força e a mídia internacional segue o fluxo, maximizando como numa lupa a visibilidade de grupos minoritários como as radicais feministas, que não representam de forma alguma uma Argentina austral, de valores e de sentimento profundamente cristão, cujas raízes ibero-americanas estão ainda muito nítidas e encarnadas em seu povo.

Certamente, se o assunto fosse transferido para a votação popular, os políticos temerosos por atender as pautas alienígenas saberiam muito bem que tal legalização teria um fracasso retumbante.

Tendências no Brasil

No Brasil, o fracasso bolsonarista pode nos levar a uma radical esquerda progressista assumindo o poder facilmente. As eleições municipais, apesar da derrota nas principais cidades, mostraram como isso irá ser feito. Através da massificação midiática, a defesa de pautas internacionalistas e globalistas usando como pano de fundo a “defesa das minorias” (ou sabe-se do que chame isso). Agendas essas já financiadas por braços a la George Soros nos apresentando temas sobre “aborto” como solução sanitarista.

Desde antes da era PT (Partido dos Trabalhadores), o próprio político e médico nacionalista Enéas Carneiro (PRONA), o físico renomado Bautista Vidal e o advogado e economista Adriano Benayon alertavam sobre essa questão, chamando-o de “projeto neomalthusiano” o morticínio de crianças que isso seria… Em nossas palavras, um verdadeiro show de horror de infanticídio em sacrifícios à Moloch.


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