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Estamos em um momento onde o feminismo já não mais se trata de uma revolução, mas de uma (des)ordem já estabelecida e ancorada em diversas afirmações que ao longo dos anos ganharam forma de convicções coletivas.

Hoje fazem parte do senso comum as afirmações que dizem que a mulher precisa construir sua independência financeira, que a dependência financeira ao homem é promotora de uma situação opressora, que a mulher reduz seu potencial social quando se dedica aos postos de mãe e esposa, que a mulher tem direito à diversão e consumo, coisas que ficavam reduzidas para a mulher em seu passado tradicional, entre outras ideias que já residem no pensamento popular em diversas partes do mundo.

O feminismo sempre se autodeclara como uma revolução em andamento, quando na verdade suas pautas já estão estabelecidas na sociedade há muito tempo, a tal ponto que hoje, a mulher que ainda busca uma vida tradicional passa a ser mal vista, como aproveitadora, interesseira, o que já demonstra uma grande deturpação da ideia original patriarcal.

Com o intuito de resgatar a visão milenar de nossos antepassados, eu só poderia dizer que todas estas afirmações são falsas, pois a mulher que não trabalha e depende do marido, retribui o esforço dele para o sustento da família, com todos os serviços prestados a ele, aos filhos e ao lar.  É uma troca, não se trata de aproveitamento. Até porque, na realidade financeira em que o mundo se encontra há séculos – que só piora devido ao parasitismo tão bem conhecido por nós –, a mulher que é dona de casa e mãe, nas condições tradicionais é obrigada a poupar cada centavo. Isso não deve ser visto como uma vida ruim, é um sacrifício que se faz em prol do bem estar dos filhos e da sociedade como um todo.

Além disso, a mulher hoje tem o direito de escolher seu marido, ou seja, com quem dividirá sua vida. A partir do momento em que as mulheres alegam que não podem deixar de trabalhar fora para viver uma vida tradicional, pois ficariam desprotegidas em um possível divórcio, isso já demonstra a desintegração geral da instituição familiar, pois os relacionamentos já se iniciam baseados em desconfianças. Mas caso um divórcio ocorresse, as leis de divórcio são pré-estabelecidas em cartório no próprio ato do casamento e a mulher geralmente terá sua família para ampará-la em um caso de separação, salvo algumas exceções.

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Quando as feministas dizem que a mulher deve buscar um papel de destaque social, direcionando isso para a carreira, elas deixam de entender o papel essencial da mulher como mãe, em formar toda a sociedade. É fato incontestável que quando as mulheres podiam ser mães em tempo integral, a qualidade do ser humano esteve em sua máxima potência. Falamos de Roma, Grécia, Esparta, Índia em sua grandiosa sabedoria indo-ariana, diversos países e tribos nórdicas, escandinavas, eslavas e as antigas sociedades feitas por nossos viajantes nas Américas. Por onde nosso povo passou, o patriarcado, a Ordem Solar, reinou, com suas sociedades organizadas, heroicas, em constante crescimento. No caráter dessas sociedades sabe-se que a honra e a moral ocupavam primeiro plano, refletindo isto em senso de dever, responsabilidade social e altruísmo.

Porque os filhos cresciam com as referências, do pai que luta, da mãe que se doa em prol da família. Porque a mulher mantinha o seu dever de transmitir o legado ancestral, pessoalmente aos seus filhos. Porque ela estava na proteção deles contra influências externas, ela o ensinava a ter força, a ser justo, honrado e levar adiante as qualidades próprias do povo. E os filhos viam isso estampado em seus pais.

O que o feminismo fez foi dizer que a mulher enquanto mãe, é reduzida, não tem valor. Mas quando ela sai de sua natureza e vai cumprir funções masculinas, então nesse caso, ela é digna de admiração: a mulher que é médica, advogada, engenheira. Percebem o peso que essas palavras já atribuem à condição feminina?

Todas as produções cinematográficas lançadas nas últimas décadas contam com o arquétipo da mulher rica, que possui grande poder de consumo, que assume cargos poderosos e a partir disso, ganha o direito a uma vida de diversão, viagens, compras e tudo o mais que possa satisfazer seu hedonismo. A sociedade atual está voltada para o individualismo, não se preocupa mais com o que é melhor para o coletivo e para o porvir;  Importa o que satisfaz o indivíduo, não o todo.

Em que papel se encontrava a mulher de antigamente? Em um posto altamente respeitável e honorável. Todos respeitavam as mães, elas estavam protegidas em suas casas, exercendo suas funções, dando forças ao marido, educando seus filhos e tendo suas retribuições refletidas em proteção do marido, em seu próprio sustento e no orgulho e agradecimento inestimável de seus filhos.

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Socialmente falando, o ganho que a mulher promovia ao bem estar coletivo era incalculável. Ela dava ao mundo filhos bem criados e formava homens dispostos a lutar, não só pelo próprio sustento, mas pela proteção de sua pátria.

Mas hoje, a mulher só é bem vista socialmente e está satisfeita consigo própria, quando ela está em um papel originalmente masculino ou quando ela cumpre todos os mandamentos de seu próprio hedonismo.

Na prática isso resultou em uma decadência do papel da mulher, onde ela, agora sim, foi reduzida a nada. À mera trabalhadora que usa seu dinheiro para a própria diversão. Abdicou da proteção masculina, do recato que é próprio da mulher e comporta-se como as mais baixas entre as mulheres. Não obstante, é vista como tal, cumprindo diversos relacionamentos ao longo de sua vida, sendo constantemente assediada, mas nem por isso deixando de se expor. Publica diversas fotos em vitrines virtuais, não preserva mais a própria intimidade e nem sequer a própria saúde, já que busca adotar para si as piores características geralmente vistas nos piores tipos de homens ao criar vícios, ter uma vida noturna de baladas, bebedeira e promiscuidade.

O ponto-chave da questão é que hoje todos são consumidores assíduos. Aquela dona de casa que mal tinha poder de consumo não dava lucro aos bolsos das altas elites. Porém ela era insubstituível à ordem social; era mais importante promover o bem comum, do que um direito ao consumo pessoal.

Mas a mulher “empoderada” de hoje quer as compensações por seu trabalho, roupas de marca, passeios, jantares. Todas as coisas que só uma carreira bem traçada poderá proporcionar.

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A mulher de antigamente que outrora era a grande detentora dos valores sociais que seriam passados adiante, crescia sendo ensinada às boas maneiras, ao bom caráter, às coisas essenciais à sobrevivência como saber cozinhar e manter a higiene de uma casa. E a mulher de hoje é mera peça de engrenagem que já é direcionada a infinitos estudos, trabalha o dia inteiro, corre todos os riscos possíveis e imagináveis nas ruas pra obter um dinheiro que será gasto em compensações por tal vida antinatural para ela. Geralmente prolonga seus estudos e prioriza a carreira, e talvez irá lembrar-se que deveria formar uma família, mas espera mais uns anos para melhorar seu poderio financeiro e daí em diante têm duas opções: a de perceber que já é tarde demais para a formação familiar, ou a de tentar fazer uma família e já não mais conseguir por diversas razões: sua saúde não é mais a mesma, nem sua beleza; suas decepções passadas em diversos relacionamentos não a permitem confiar em um novo; sua rotina a impede de se dedicar a um relacionamento…

Portanto, geralmente, a mulher moderna morre sozinha. Sem filhos, sem família, desamparada, cheia de vícios e doenças trazidas por uma vida que lhe foi vendida como liberdade, poder e independência.

Não serei injusta de falar que sempre isto se trata de uma escolha. Existem mulheres que querem fazer suas famílias, que ainda mantêm este sonho e buscam se casar. E aqui chegamos em uma situação consequente das revoluções feministas, ou melhor dizendo, financeiras: em muitos casos, o marido não consegue sustentar sozinho sua família. E neste ponto, lidamos com um verdadeiro desastre, que é o da mulher que trabalha arduamente o dia inteiro, às vezes estuda a noite, pra poder auxiliar o sustento da própria família. Oneram-se as avós ou outros familiares que possam cuidar de seus filhos, essa mulher mal tem direito a conviver com as próprias crianças, de ver o seu crescimento. Todos os dias ela levanta cedo e sai pela porta, levando consigo um filho pequeno para a creche ou para a avó, que chora a separação da mãe; cresce longe dela, sem seus cuidados, sem sua orientação, em uma sala com mais 30 crianças cuidadas por uma estranha, tendo influências da educação (ou má-educação) das outras crianças, ou passando o dia com uma avó já sem paciência por sua idade.

Chega cansada em casa, cumpre uma jornada dupla, trabalha durante o dia em uma empresa e a noite em seu lar. O que o feminismo fez por essas mulheres? Promover a cena enojante de uma mãe que amamenta seu bebê ao mesmo tempo em que trabalha em uma sessão na Assembleia Legislativa? E ainda chamar isso de heroísmo?

Essa mulher sim é oprimida, tanto pelo capitalismo como pelo comunismo, que foram dois movimentos que só visaram o lucro ao invés do bem estar social. Um que degradou a mulher ao mais baixo patamar da humanidade, estando abaixo do nível animal, que é o nível de hedonista; e o outro que tirou a mulher do lar e a colocou em uma fábrica pra gerar lucro para o as elites governantes. Duas ideologias da mesma vertente materialista, que vê a sociedade como uma grande máquina de dinheiro, onde do suor do trabalhador, o parasita se alimenta.

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Não falarei aqui para aquela mulher que diz fazer parte de nossas visões tradicionais, mas nunca abdica da vida moderna diante de diversas desculpas, mas sim para a mulher que busca a verdadeira dissidência e realmente nada contra a corrente:

A mulher dissidente não deve buscar uma carreira, mas sim a excelência de caráter.

Os ensinamentos clássicos da mulher sempre vêm atrelados a motivos justos:

A virgindade exigida não é uma opressão, mas a consciência do fato de que através do sexo se engravida e um filho fora de um casamento não é uma coisa requerida em uma sociedade saudável;

A beleza exigida não se trata de um padrão pré-imposto, mas está atrelada à boa saúde, à boa genética. Ninguém vai mudar os instintos humanos de entender através da beleza uma chance de boa prole.

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Os bons modos e a boa educação são reflexos de um bom caráter, de uma boa raiz familiar. Tudo o que aprendemos com nossos ancestrais, é passado para os nossos filhos.

Quando se exige da mulher o recato, a discrição é justamente uma forma de proteger a integridade dessa mulher da malícia do pensamento alheio.

A mulher dissidente, além de entender os motivos da tradição deve remar contra o comportamento de manada.

A mulher moderna quer boa carreira, dinheiro, atenção de muitos homens, beleza eterna conquistada artificialmente, acesso à diversão e por isso é mera peça de consumo, perdeu seu valor.

A mulher dissidente que não apoia o sistema mercantilista em que vivemos, a roda infindável de consumo, e é adepta de modelos políticos contrários a este sistema, deve entender que o papel da mulher é social, não individual. Na família, ela forma a base da sociedade, ela dá ao mundo seres humanos melhores. Ela engrandece e fortalece seu marido.

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A  mulher dissidente deve reaprender o valor do lar, lembrando-se do valor de suas mães, avós, e demais mulheres da família. Guiar-se pelo arquétipo da verdadeira mulher, a que mantinha sua casa em ordem impecável, refletindo na organização do lar seu amor por todos seus familiares;  Respeitava e honrava seu marido – que também a respeitava e a honrava, cumprindo seu papel masculino e não se deixando degenerar pelas podridões que sempre existiram; Sabia poupar o dinheiro da família, não sendo uma exploradora, mas uma auxiliadora que vive com aquilo que tem e dá valor ao que possui.

O Valor da família importa, o dinheiro não. Cultuamos os verdadeiros valores eternos, não os valores materiais; Ela dedicava sua vida à criação de seus filhos, objetivando dar ao mundo pessoas dignas; Ela absorvia sabedoria: aprendendo com seu marido, através dos livros, através da sabedoria popular, muitas vezes simplesmente ouvindo suas ancestrais. Ela sabia cuidar da saúde e da alimentação de todos, pois este é o dom natural da mulher, trazido geneticamente desde as sociedades mais primitivas, onde ela cuidava da caça que o homem trazia, dos alimentos que ela mesma colhia. Isso não vem só da genética, mas da espiritualidade. Se analisarmos os Deuses dos nossos povos, sempre veremos as histórias das Deusas que tinham uma função de cuidado, recuperação e proteção, enquanto nossos Deuses eram guerreiros, líderes.

Basicamente, se a mulher diz lutar contra a modernidade, ela deve acreditar nos valores do passado, não no mercantilismo do presente. O feminismo nunca vai passar de uma ferramenta de destruição familiar, antinatural, que em suas bases sempre quis tirar a mulher da família e transformá-la em uma geradora de lucro.

Não devemos abraçar pseudovalores, ideias trazidas pelo inimigo de sempre há tanto tempo! Cair no conto mentiroso de que a mulher de hoje é mais feliz; ela é degradada, e onde toca, estraga, com sua falta de valores, falta de caráter e com sua inutilidade existencial. Não contribui em nada para o mundo que queremos resgatar. Não tem saúde, não promove a saúde de seus filhos, mal sabe alimentar sua própria família e a si mesma.

Ser dissidente é muito mais do que dizer ser. É aplicar à própria vida um caráter que vai contra a degradação atual.

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É óbvio que pra mulher é muito mais fácil exibir a própria beleza em uma vitrine do que cultivar boas virtudes. Mas é essencial saber que o caminho mais fácil nem sempre é o melhor. Uma mulher que só tem beleza, só pode esperar um homem mais instintivo, nem sempre muito racional. Já uma mulher rica em verdadeiros valores, que embeleza a vida de todos com seus cuidados, com a sua humildade, com seu amor pela família, esta sim merecerá um homem que compartilhe seus elevados valores e em conjunto formará uma sociedade melhor; um homem que não compactue direta ou indiretamente com a degeneração atual, apoiando o comportamento degradado de mulheres lobotomizadas pelo sistema.

A mulher pode e deve participar do esforço de guerra em que nos encontramos, fazendo algum trabalho, uma tradução, produzindo um vídeo, disseminando a nossa cosmovisão da forma como puder, seja pessoalmente ou virtualmente. Nunca deve pensar em entrar em luta armada, porque este não é o nosso dever. Em toda sua luta, acima de tudo o que fizer, estará seu dever metafísico, o de formar uma família.

Savitri Devi, uma das maiores ativistas de nossos tempos, viveu para promover os nossos ideais, se prejudicou a nível pessoal ao ser restringida em uma prisão, escreveu diversos livros, viajou o mundo ensinando as verdades eternas. Mas se arrependeu, por não ter sido uma mulher simples.

Em um trecho de seu livro Desafio, fica exposto tal arrependimento:

“Uma mulher NS deveria ser excelente em toda classe de trabalhos domésticos”, disse a Sra. S. olhando-me ironicamente, para ver quanta ortodoxia irreprovável em sua declaração poderia me impressionar. Ela não era a primeira pessoa na Alemanha ao me recordar disso, e fazer envergonhar-me completamente.

Durante um segundo, a consciência aguda das possibilidades perdidas para sempre – a visão retrospectiva da mulher que eu poderia ter sido – era dolorosa para mim. E olhei a Sra. S. com tal profundidade de franca tristeza que a ironia desapareceu da mira de seus olhos cinzas brilhantes.

–Talvez eu tenha me equivocado por não ter me esforçado, em minha juventude, àquela realização total de minha feminilidade implicada aos nossos ideais, disse.”

Nas palavras de A.H, em discurso proferido em 1935 em Nuremberg:

“A igualdade de direitos para as mulheres consiste no fato de que nas áreas da vida que são determinadas pela natureza elas experimentam a estima que merecem […] também as mulheres alemãs têm seu campo de batalha: lutam com cada filho que dão à luz à nação. Esta é sua luta pela nação.”

Nas palavras de Jutta Rüdiger, em 1939:

“Os meninos são criados para serem soldados políticos e as meninas para serem mulheres fortes e corajosas que deveriam ser camaradas desses soldados políticos – e que mais tarde viverão e moldarão nossa visão de mundo NS em suas famílias como mulheres e mães – e assim criarão uma geração novamente digna de orgulho. Portanto, queremos formar mulheres políticas de forma consciente. Isso não significa: mulheres que depois debatem e discutem nos parlamentos, mas mulheres e meninas que sabem das necessidades da vida do povo e agem de acordo com isso.

Em nossa espiritualidade ancestral:

(Manu Smriti III.55-59)

“As mulheres devem ser honradas e adoradas por seus pais, irmãos, maridos e cunhados. Onde as mulheres são honradas, os deuses ficam satisfeitos; mas onde elas não são, nenhum ritual sagrado rende recompensas. Quando as mulheres vivem em aflição, a família perece rapidamente; mas naquela família onde elas são felizes, haverá sempre prosperidade.”

No texto: Radharani, o lado feminino de Deus – Satyaraja Dasa

Na tradicional literatura vaisnava, Krsna é comparado ao Sol, e Radha, ao brilho solar. Ambos existem simultaneamente, mas um vem do outro. Ainda assim, dizer que o Sol existe antes do brilho solar é incorreto – tão logo existe Sol, existe brilho solar. E o mais importante: o Sol não tem significado sem brilho solar, sem calor e luz. E calor e luz não existiriam sem o Sol. O Sol e o brilho solar, portanto, coexistem, um igualmente é importante para a existência do outro. Pode-se dizer, então, que são simultaneamente unos e distintos. Eles são, em essência, uma única entidade – Deus – que se manifesta como dois indivíduos distintos com o objetivo de se relacionarem interpessoalmente.

“Deixe-me ler algo sobre isso para você no Caitanya-caritamrta [Adi-lila 4.95-98]: ‘O Senhor Krsna encanta o mundo, mas Sri Radha encanta até mesmo Krsna. Assim, Ela é a Deusa Suprema de tudo. Os dois não são diferentes, como evidenciam as escrituras reveladas. E, ao mesmo tempo, são unos, assim como o almíscar e sua essência são inseparáveis, ou como o fogo e seu calor não são diferentes. Enfim, Radha e Krsna são um, embora tenham aceitado duas formas para desfrutarem de um relacionamento”.

Como demonstra a nossa sabedoria ancestral, homem e mulher são complementares. Honrando, portanto, as palavras daqueles que viveram na prática a disposição correta entre homem e mulher para a formação de sociedades exemplares, desejo que todos dias sejam felizes para todas as mulheres que respeitam sua própria natureza. Não comemoraremos o dia da feminista, 8 de março, mas todos os dias das verdadeiras mulheres que vivem sua feminilidade no dia a dia, longe dos venenos de nossa sociedade apodrecida pela sede de lucro.

Saudações a todas!


Christa Savitri


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