O STF contra o Brasil

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“Um juiz é alguém que não tem desejos”, disse o censor-mor do Supremo Tribunal Federal (STF), decerto citando algum badalado autor muito grato ao estabilismo. Mas o povo tem desejos, muitos desejos, ministro Toffoli. Um deles é o de ver tiranos togados na cadeia, pelo atentado que cometem contra a palavra pública, pela mordaça da censura com que tentam silenciar a gente nossa, calando até mesmo a voz de generais do Exército de Caxias. Outro censor dos porões da “democracia” que gosta muito do que faz é o ministro Alexandre de Moraes. O carequinha mostra-se sempre afoito na sua disposição policialesca para emudecer as vozes do ciberespaço. Alexandre, o Pequeno, identifica como caso policial o que é a comunicação social livre nas redes. Não provoque, Ministro, não brinque com fogo! A censura revolta, mesmo quando exercida em nome da democracia, dos direitos humanos, da militância esquerdista, das minorias ressentidas, dos valores religiosos, de qualquer um ou qualquer coisa que se transforme em ídolo surdo de um culto silencioso.

Entrementes, advogados falam por todos os bandidos do Brasil, sendo atentamente ouvidos pelos magistrados da mais alta corte do Brasil. Com corte tão alta, o Brasil estará sempre lá embaixo e silenciado e preso nas casas, tentando resistir à invasão dos bandidos que infestam as ruas e palácios. Constituição, democracia, direitos humanos…, tais valores teriam no STF o seu baluarte, o que faria justificada a existência desse tribunal. Ora, o STF já chegou ao absurdo de fechar editoras. Quem, então, precisa desse tipo de constituição, democracia e direitos humanos? Tudo isso é fetichismo jurídico. De que vale a “segurança do direito” sem o direito à segurança?

Ao manter livres os criminosos até que se esgotem todos os recursos possíveis, o STF deu um tapa na cara do Brasil. Ficou ainda mais difícil separar o joio do trigo entre a população. As vítimas somos forçados a conviver alegremente com os bandidos-cidadãos, qualquer repulsa ante companhia tão indesejada seria injusta discriminação, falta de humanismo, violência, fascismo. Se, ante a nova humilhação, não houver reação do próprio sistema, alguém terá de cortar o nó de Górdio. Revela-se aí a necessidade da intervenção militar. Só o Exército de Caxias poderá nos livrar dos ditadores togados do STF, a mais baixa corte do Brasil.

A quem servem esses senhores? Certamente, não ao povo-gado: os seus clientes são ricos. Seus tutores intelectuais e políticos figuram com brilhantismo entre os adelaides da oligarquia globalista. Como que deuses, têm o seu Olimpo nas cortes internacionais, nas empresas transnacionais, nas instâncias diplomáticas mundiais, nos escritórios de George Soros. Daí dessas posições tão altas, partem os raios para abater toda oposição, toda resistência dotada de vontade política majoritária e anti-hegemônica contrária ao Sinédrio mundial.

Sem desejos, que restaria aos juízes? Restaria o poder aparentemente apolítico, de fato nas mãos de quem sente desejo de poder, podendo controlar a produção, o consumo e as minorias. Aos juízes restaria o romantismo jurídico, a abstração da lei sem povo ou da lei contra o povo.

“Ainda existem juízes em Berlim”, diria algum dos mandarins do STF, como o garantista (da elite bandida) Dr. Gilmar Mendes. Quanto idealismo! Que lindo! Mas, a propósito, Dr. Gilmar, ainda existem alemães em Berlim?

Chauke Stephan

Chauke Stephan Filho em Hiper Notícias
CHAUKE STEPHAN FILHO nasceu em Cuiabá no ano de 1960.
Com formação em sociologia e política (PUC/RJ), português e literatura (UFMT) e educação (Unic), dedica-se ao estudo da sociologia do racismo como servidor da Prefeitura de Cuiabá, onde também serve como revisor.
É colaborador do HiperNotícias.
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