O holocausto de Roberto Alvim

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Uma velha piada dos tempos do Movimento Militocivil de 1964 dizia que a Presidência da República deveria ser ocupada pelo embaixador americano no Brasil, Lincoln Gordon, pois assim estaria nesse cargo alguém com poder real, em vez de intermediário qualquer do Brasil. A brincadeira (muito séria) parece não ter perdido sua atualidade. Só que hoje também o embaixador da entidade sionista manipula os cordéis que movem o “intermediário” na presidência da República, como ainda em outros órgãos, instituições, entidades, empresas, poderes.

O episódio da queda do secretário nacional de Cultura, Roberto Alvim, revela a extensão mundial a que chegou o poder do judaísmo internacional, quase sempre operado clandestinamente, como são as operações de assassinatos “seletivos” do Estado judeu. Como se sabe, apesar da “discrição” midiática, perpetram esses crimes quase sempre de maranha com a CIA, outra agência de homicidas a serviço da democracia e dos direitos humanos. Alvim foi o alvo atingido em razão dessa mesma “democracia”, desses mesmos “direitos humanos” e de seus paladinos judeus.

Antigamente, só a Igreja podia anatematizar seus críticos. Hoje os católicos cederam a mordaça para os judeus, que se arvoram em santos. Esses campeões da hipocrisia matam, fazendo-se de vítimas. O sangue que derramam rega o solo onde medram as mais elevadas causas da humanidade, segundo a perspectiva da mídia. Os midiadores mostram-se sempre interessadamente solícitos em silenciar as manobras da guerra sionista pelo poder mundial mas, também, espalhafatosos quando se trata de demonizar a resistência ao supremacismo judeu.

O homem extraordinário que foi o Dr. Goebbels — num tempo de desafios extraordinários, quando a Alemanha alçou-se a alturas extraordinárias de poder, unidade e glória, estando antes de joelhos ante inimigos de perversidade extraordinária, cometimento tornado possível por sua competência revelada na cooperação com o Führer, chefe também extraordinário de um povo extraordinário — esse homem não pode ser referido senão como a encarnação do mal! O Dr. Goebbels não pode ser citado! Não é incrível?!

“Goebbels!”. Quem é a professorinha que proíbe os seus alunos de falar esse nome feio? Censura é coisa de homem contra homem na luta política. Existe, porém, a censura ortopolítica, tutelar, falsamente paternalística, que é pior, pois nela o censor infantiliza o homem silenciado, tratando-o como criança, constrangendo-o, subalternizando-o, tornando-o dependente, naturalizando esse ato repressivo contra o saber, que é a censura. Em tal situação, no mesmo ato  de interdição intelectual, o censor cria a imagem de sua própria santificação.  Assim o animal político acaba domesticado, terminando confinado em estreitos limites políticos que outros demarcam, outros que podem ser os seus inimigos: o rabino, o embaixador da entidade sionista, o presidente do “nosso” Congresso (outro que não aceita o N. Sr. Jesus Cristo), o dirigente da polícia política sionista no Brasil (Conib), esses todos que fazem aquela professorinha “ensinar” que Hitler é nome do lobo mau. Muita gente ainda acredita nessa patranha.

Será que 200 milhões devemos agora forçosamente obedecer à cartilha politicamente correta? Será que onze (ministros) podem decidir por 200 milhões? Será que precisamos de algum atestado ideológico para poder falar? Será que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) voltou à hegemonia esquerdista, sua prova aplicando-se aos adultos, que deverão escrever coisas santas para merecerem aprovação no exame, ganhando o direito à palavra pública? Será que altos dirigentes do governo nacional devem satisfações ao embaixador da entidade sionista? Se alguém postado em alta instância governamental cai por desagradar ao sinédrio, o que se dirá do cidadão comum? Que poder, que garantia, que segurança terá qualquer cidadão inconformado que venha a se expressar?

Estamos à mercê da OAB do Sr. Adélio Bispo e seu irmão espiritual Felipe Santa Cruz, outra intermediária de poder forâneo que nos é estranho. A ditadura judiciária é a pior (Ruy). Não podemos aceitar tapinhas na boca nem a forca. Mostremos que não somos crianças de madrassas sionistas. Os supremacistas judeus antibrancos deverão perceber que nossa consciência é o só tribunal de última instância que acatamos.

Mas por que os bezerristas sentem-se tão à vontade para censurar brasileiros como se fossem palestinos na Palestina ocupada? Por que o embaixador da entidade sionista faz tão naturalmente sua estreia como o novo Lincoln Gordon? Por que uma autoridade de peso como Davi Alcolumbre chega a “exigir” a demissão de um secretário nacional alegando sua lealdade ao judaísmo? A resposta é muito simples. Acontece que os judeus foram os verdadeiros vencedores da II Guerra Mundial. Ora, quem ganha uma guerra mundial não abriria mão de um mundo para chamar de seu, não exaltaria a figura de seus inimigos derrotados, claro que não. Ao invés, trataram de demonizar tudo e todos que pudessem evocar a Alemanha nacional-socialista, o país grandioso que eles destruíram. E seguem destruindo: “A guerra continua”, escreveu Norberto Toedter. Este nosso mestre e velho Camarada estava na Alemanha durante a Guerra. Ele sabe que o que dizem de Hitler é tudo mentira. “Acabou o gás!”, há muito tempo”.

Vencida a Guerra, a oligarquia saxionista (saxões judaizados sionistas) quis parar o tempo no momento de sua conquista do mundo, para que dela fosse o mundo e para sempre. Daí a eterna maldição da Alemanha, a perene vitimização dos judeus, a perseguição incansável ao revisionismo histórico. Passaram a controlar a mídia, a diplomacia, territórios, a cultura e tudo quanto pudesse favorecer a modelagem comportamental das massas, a reconstrução do mundo à sua imagem e semelhança.

O “escândalo” de Roberto Alvim deveu-se também à trilha sonora do seu vídeo: Wagner, o músico predileto do lobisomem Hitler. Ora, um secretário de Cultura brasilês não poderia ouvir Wagner, que não foi um compositor de samba, e “Quem não gosta de samba, bom sujeito não é!”. Também para os “especialistas” de televisão pareceu “sinistra” a semelhança física de nosso secretário com Goebbels, principalmente quanto ao cabelo brilhantinado. Ou seja, Alvim também carrega a culpa de ser bonito. Um palhaço da BBC (pois é, essa porra ainda existe) lembrou que, na Alemanha, Alvim seria preso! Mas não explicou o porquê. Expliquemo-lo, pois: é que, hoje, a Alemanha voltou a ser a colônia judaica que foi até 1933. Sob controle político judeu, os alemães voltaram-se contra a Alemanha, como os brancos voltaram-se contra os brancos. A oligarquia divide para multiplicar o seu poder.

O poder que lhe deu a sorte da Guerra fez do judeu figura muito zelosa de seu poder. Ele mesmo acabou acreditando na lisonja mentirosa acadêmico-midiática com que é incensado desde 1945. Tornou-se sensível, melindroso, autoritário: o dono do mundo, literalmente. Então, ao se sentir confrontado politicamente, chama a polícia, o Ministério Público, a OAB a Conib, sua Embaixada, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara para assim, armado institucionalmente, dar combate aos “discursos de ódio” que o desagradam. O “ódio”, nesses casos, pode estar no coração e sair pela boca de quem se refere a “Israel” como “potência ocupante”! Assim “desrespeitado”, o sionista busca reparação nos tribunais, o que faz a alegria dos causídicos. O crime: antissemitismo. E pronto: fica dada a lição para os que não sabem fazer bom uso de sua liberdade de expressão.

Ao mesmo tempo, e ao contrário do que se passou com o intertexto de Alvim, não se produz nenhum “escândalo”, nenhuma “indignação”, nenhum “clamor” midiático, quando agentes sionistas bombardeiam e “neutralizam” altas autoridades estrangeiras em aeroportos de outros países. Matar e censurar é só para quem pode. Esse é um direito dado pela força, não se pode democratizar, por ser monopólio do poder, mesmo ilegítimo, mas midiaticamente “legitimado”: as aparências enganam.

A interferência judaica nos assuntos internos do Brasil não é aceitável. Os usurpadores da Palestina intentam tomar para si todo o mundo e escravizar os goins, conforme seu dever religioso determinado no Talmude. Na Patagônia, os bezerristas já tratam de criar mais um “lar nacional”. O Sr. Yossi Shelley, o embaixador judeu, pretende ser o novo Lincoln Gondon.

Isso daí não pode continuar ou não seremos nada.

Chauke Stephan
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2 thoughts on “O holocausto de Roberto Alvim”

  1. Fico imaginando o que será das próximas gerações. Gerações completamente infectadas pelo vírus da engenharia sionista, através da mídia deles e alimentação feita por eles, ao mesmo tempo que estimulam todo tipo de insanidade mental por essas engenharias. O que será das futuras gerações a afeminada, fraca, covarde, cada vez mais doentes e, distantes da realidade, quando os homens que hoje estão dispostos a lutar contra esse maldito sistema deles, morrerem? Eu sinceramente, já não vejo mais esperança.

  2. Ao não-denunciar George Soros e companhia (ou seja, ao apoiá-los no fim das contas), políticos como Roberto Alvim e Bolsonaro NÃO são os “representantes” da população.

    Eles não têm poder, nem coragem, nem interesse, nem vontade de fazer o que nós realmente precisamos (e só por isso votamos neles em primeiro lugar).

    Isso é como chamar os EUA, o maior guardião do Sionismo, de “Direita”, ou pior ainda, chamar de “aliado”, “protetor” (de quem?).

    “A raposa protegendo a galinha”

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