Chauke Stephan Filho: O desejo de Satã

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O período da história brasiliana a que se convencionou chamar de “Nova República” foi um dos mais catastróficos já vividos pelo Brasil. Nome mais adequado para essa fase desgraçada seria “Cleptorrepública” ou “República dos Ladrões”. “República da OAB” seria outro bom nome. Os neorrepublicanos roubaram muito, sem nenhuma compensação: não fizeram nada de positivo. Eles transformaram o que era a corrupção da política na política da corrupção. Mas, por incrível que pareça, a ladroagem não foi o que fizeram de pior. Muito, mas muito pior mesmo do que isso foi a política imigratória que adotaram: eles retomaram o tráfico negreiro para o Brasil no século XXI!

Com a abertura ilimitada de nossas fronteiras, os ladrões públicos ao abrigo da “constituição cidadã” conseguiram ir bastante além da simples destruição financeira do Brasil, tomando para si o Erário como coisa privada. Patrimonialistas irresponsáveis, quando não loucos sociopáticos, eles consentiram na retomada do tráfico negreiro, estimulando o negócio da carne negra dos “coiotes”, os passadores do contrabando humano que do Haiti ao Peru operam para determinar o negro futuro da demografia “nacional”.

Os negros voltaram a ser mercadoria. Em séculos passados, as peças valiam mais, agora custam mais barato, pelo ganho de escala em função do maior desenvolvimento dos meios de transporte. O financiamento a fundo perdido da parte de metacapitalistas, que operam através de ongues como a Conectas, também faz do novo tráfico negreiro próspero intercâmbio comercial. Será, pois, negro o nosso futuro se deixado ao livre jogo das forças do mercado mundializado, no qual a mão de obra é só componente do capital a que se deve dar livre trânsito. Tamanho desastre etnopolítico só tem lugar na ausência de uma política de resistência, política autêntica que o possa desafiar e aos seus manipuladores monopolistas. Falta política porque a própria política foi transformada em “correção política”, que não é política, mas antipolítica. O último passo antes do abismo será dado quando, depois da destruição econômica, seguir-se a destruição do próprio povo, a ser tragado no vórtice da desunidade e do antagonismo étnicos.

 

Quando, no estádio mais avançado desse processo de substituição populacional, os melhores do nosso povo deixarem o Brasil, fugindo para salvar a própria vida, ante o descalabro material e sob o acosso das multidões de africanos rebelados, aí não haverá mais jeito. Esse será o fim do Brasil. Tudo estará perdido, e para sempre. Restará neste paraíso mal habitado ínfima minoria de judeus. Ela será a casta dirigente. De seu lugar no alto da pirâmide, seu olho verá o caos racial lá embaixo, junto a seus pés. Tudo e todos pertencer-lhe-ão. E não haverá mais homens para resistir. Terá sido produzida aqui uma população de antropoides resultante do cruzamento de homens e gorilas. Teremos chegados a esse extremo por via de política pública contra a discriminação dos primatas superiores, em fase superior da correção política: o antiespecismo.

Esse é um prognóstico caricato, mas a política no Brasil é assim mesmo: parece brincadeira. Suas consequências, no entanto, para os que virão depois de nós, não deixarão de ser seriíssimas. Talvez o pior ainda possa ser evitado. Urge castigar os censores, urge que tenhamos as chaves de nossos limes, os “editores” do STF devem ser “editados”, a identidade, a raça, o território não podem ser conceitos criminosos, ter preconceito não pode ser proibido, é preciso, enfim, fechar o grande teatro onde se representa a farsa democrática.

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Os maiores inimigos da unidade brasilesa são os bandidos que transferem para cá a população alógena do Caribe. Eles consentem a invasão, eles a estimulam, sempre disfarçadamente. Por trás da invasão está a Maçonaria, a Igreja, o capital transnacional, a esquerda, e os simples idiotas que empregam em suas empresas os intrusos.

O capital quer o mundo sem fronteiras, a Maçonaria quer a fraternidade universal, a esquerda quer o voto dos invasores, a Igreja diz que todos são irmãos e os idiotas empresariais querem apenas mão de obra barata. Eis as forças da alterização, da “diversidade”, da “riqueza cultural”. Elas minam a identidade étnica, o território, a natural coesão social dada pela afinidade racial. Eis os vetores do pandemônio racial, do inferno diversitário.

Os lacaios de George Soros, que estiveram tão bem representados no regime infame da Nova República, fazem coisa muito pior do que dividir o Brasil. Eles o dissolvem. Eles transformam o povo em população estranha a si mesma. O projeto da diversidade é demoníaco. Com efeito, a vida numa sociedade racialmente desconfortável consiste numa das modalidades do próprio inferno.

Se eliminarmos esses nossos diabólicos inimigos, talvez consigamos salvar o Brasil, sem precisar dividi-lo. Antes o faríamos mais unitário, poderoso e feliz. Então, ao invés de separar o Rio Grande do Sul, em vez de fazer do Sul o nosso país, faríamos ainda maior a nossa Pátria. Poderíamos anexar o Uruguai. E, por que não, também Santa Cruz de la Sierra? O Paraguai estaria melhor em nosso seio. Aliás, a Guiana “Francesa” é corpo estranho, a mão usurpadora de Macron, enclave, marca vergonhosa de nossa humilhação colonial. Por que não apagar essa mancha no mapa da Pátria Grande?

Esses são belíssimos, inspiradores, edificantes projetos. Seríamos nova Roma. Os inimigos do Brasil, entretanto, seguem importando a negraria, agora sob exploração mais política do que econômica. Manipulam as massas negras, valendo-se da passividade e desinteligência dos africanos. Fazem de cada negro uma bomba étnica. Usam os cafres como fileiras de suas legiões.

Se não liquidarmos os nigriciadores maçônicos, católicos, metacapitalistas e esquerdistas, o Brasil será nova África. Transformar o Brasil em nova África: quem desejaria isso, senão Satã?


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Chauke Stephan
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