Emmanuel Macron e Angela Merkel após a assinatura do Tratado de Aachen.

Amazônia: a Guerra contra o bandido Macron

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Os direitos humanos e o ambientalismo são ideologias que se têm prestado à defesa de bandidos. Ladrões de fundo de quintal e mesmo meliantes de alta posição social como Emmanuel Macron, o presidente do Franquistão, país antigamente conhecido pelo nome de França, servem-se desse tipo de mistificação para atender a suas inconfessáveis pretensões. O “noiado” que furta a galinha, a roupa do varal, a bicicleta no quintal de meus bondosos leitores é a vítima da sociedade, e as vítimas propriamente ditas são o seu algoz. O canalha Macron, por sua vez, quer roubar a Amazônia. Tudo em nome dos melhores sentimentos e ideais. Antigamente as ditaduras tinham a face de carrancudos generais de óculos escuros. Mas desde então a indústria publicitária desenvolveu-se muito. Desse avanço beneficiaram-se os regimes de força, cuja interface não é mais a do rosto sisudo de homens másculos. O rostinho mongoloide de Greta Thunberg é o novo viso da velha oligarquia globalista. Quem ousaria atacar alguém tão especial?

Acontece que nós, aqui da América do Sul, não gostamos de bandidos. Bandidos costumam ser linchados nas ruas, quando populares conseguem pegá-los em flagrante delito. Os tipos degenerados que infestam nossas ruas já teriam sido exterminados se não gozassem da proteção de uma legislação mais favorável aos criminosos do que aos cidadãos prestantes. Os advogados ganham dinheiro mantendo assassinos, estupradores, ladrões e corruptos fora da cadeia. E, se esses marginais são eventualmente condenados e presos, os mesmos “operadores do direito” livram-nos das grades da prisão, devolvendo-os às ruas e palácios, onde voltam a delinquir.

A “democracia” e a “paz” da “Nova República” do Brasil serviu para demonstrar a necessidade ineludível da ditadura e da guerra. Nossa “democracia” revelou ser uma cleptocracia, e nossa “paz” mata 60 mil pessoas a cada ano. No Supremo Tribunal Federal (STF) essa catástrofe é chamada de “Estado democrático de direito”. Não surpreende: por que a casa-grande estaria interessada em manter a segurança na senzala?

A estratégia maior da dominação tem por meta tornar impossível qualquer resistência. Seus objetivos consistem em destruir todo poder coletivo capaz de resistir. Os donos do mundo mostram-se como paladinos dos fracos em luta contra os fortes e opressores, contra esses que queimam o mundo, ameaçando o futuro da vida no planeta. É claro que ideal tão grandioso e nobre justificaria intervenções militares de seus agentes em qualquer parte do mundo. Quem poderia argumentar contra o direito que cabe a Macron de apagar o fogo no que seria a “sua” casa?

Mesmo estando a casa já ocupada, trata-se de dividir os seus moradores. Os ditadores globalistas buscam fragmentar o “Nós” para em seu lugar entronizar os “Outros”. Estes “outros” são os mais fracos, os mais feios, os mais pobres, os mais incapazes com os quais os oligarcas esperam povoar todo o mundo. E por quê? Porque assim criariam uma espécie de “planeta dos macacos”. E daí? Ora, macacos jamais poderiam desafiar o poder de homens. Então o império globalista sobre o mundo estaria para sempre consolidado.

Parte essencial desse estratégia é o culto à “diversidade”, um tipo de religião diabólica da qual Macron é um dos sumos sacerdotes. Já estamos saturados de tanta apologia ao “pluralismo”. Na história do Brasil, a diversidade redundou em segregação, desigualdade, crime e impunidade. Sempre invejamos a homogeneidade racial europeia. Assistimos com perplexidade a invasão da Europa pelos povos alógenos cuja inferioridade a história já demonstrou, história proibida, aliás. Os globalistas perpetram ante os olhos da nossa geração o crime inominável de destruir a Europa, que vai sendo levada a cometer suicídio étnico. Seja como for, não será em nosso nome que vai a Europa submergir na mortífera maré imigratória. A Maçonaria ou a Igreja não fala por nós. Os “Irmãos” dizem combater “o egoísmo nacional”, enquanto a Igreja abandona cristãos para abraçar muçulmanos, seus assassinos, e ante o sólio pontifício troca Jesus Cristo por Pachamama.

A propósito da Igreja e do seu sínodo recém-encerrado no Vaticano, aliás, imagino o cenário de uma guerra na Europa: Portugal e Espanha contra a União Europeia.

A causa do conflito sendo a tentativa de internacionalização da Amazônia, os ibéricos sentir-se-iam solidários a seus irmãos bastardos latino-americanos. Espanhóis e portugueses perceberiam a ameaça que fez Macron de tomar a Amazônia como ameaça a si mesmos. Se os sul-americanos perdessem a Amazônia, seria essa uma perda de espanhóis e portugueses, a quem pertence a Amazônia mais do que a franceses ou alemães. Ao lado de Macron e Merkel para tomar a Amazônia, espanhóis e portugueses estariam na posição de traidores. Estariam traindo seus irmãos da América Latina e o ideal de grandeza e soberania de seu antigo império, que na América Latina pode encontrar novo berço.

Latino-americanos, portugueses e espanhóis unidos contra a Europa na guerra pela Amazônia. Haveria nessa aliança certa incoerência racial, que já foi ainda maior no passado, o que não impediu que juntos expulsássemos daqui invasores extraibéricos. Relançar a aliança será sempre possível. Sim, nossos países não pertencem mais à Espanha e a Portugal, mas nunca deverão deixar de pertencer a espanhóis e portugueses.

Na guerra, pois, de um lado estaríamos nós, latino-americanos, além de portugueses e espanhóis; do lado inimigo estariam a Igreja, a Maçonaria, Macron, Merkel e seus lacaios europeus. Nós e nossos antigos colonizadores ibéricos contra o restante da Europa. Representaríamos a identidade ibero-americana reconstituída, contra a Europa enlouquecida devotada à sua própria destruição e sob o jugo da oligarquia transnacional aspirante a reitora do mundo.

Ah! Um sonho? Sim, deve ser só sonho. Mas que sonho lindo!

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Chauke Stephan

Chauke Stephan Filho em Hiper Notícias
Chauke Stephan Filho nasceu em Cuiabá no ano de 1960. Com formação em sociologia e política (PUC/RJ), português e literatura (UFMT) e educação (Unic), dedica-se ao estudo da sociologia do racismo como servidor da Prefeitura de Cuiabá, onde também serve como revisor.
É colaborador do HiperNotícias e do site O Sentinela
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