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“Eles pensam que somos iguais a eles, mas temos um código genético, cultural e moral diferente e sabemos defender os nossos próprios interesses”, disse o presidente russo

Na quarta-feira (17), o presidente empossado dos Estados Unidos, Joe Biden, disse “sim” quando questionado pelo âncora George Stephanopoulos da ABC News, se o presidente russo era um assassino.

Em pronunciamento transmitido pela televisão russa na manhã desta quinta-feira (18), Putin ironizou a acusação e disse que “sempre observamos nos outros nossas próprias qualidades e pensamos que eles são iguais a nós”, afirmando que deseja “boa saúde” ao presidente estadunidense.

“Lembro-me de minha infância, quando discutíamos no quintal, costumávamos dizer: é preciso ser um para reconhecer o outro. E isso não é uma coincidência, não é apenas um ditado ou uma piada de criança”, completou.

Apesar do desgaste diplomático e midiático, Putin disse que está disposto a trabalhar junto com os estadunidenses, porém, em áreas de seus interesses e em condições consideradas benéficas para Moscou e o Kremlin. “E eles terão que levar isso em consideração”, pontuou.

“Eles pensam que somos iguais a eles, mas temos um código genético, cultural e moral diferente e sabemos defender os nossos próprios interesses”, concluiu Vladimir Putin.

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Biden e mídia internacional promovem a justiça de fato?

Apesar de a mídia oficial internacional gritar enfaticamente a vitória de Joe Biden como incontestável em todas as suas abordagens, as eleições presidenciais dos EUA de 2020 ainda estão gerando desconforto ao estabelecimento estadunidense… e não só por parte dos próprios opositores nacionais.

Durante uma entrevista à ABC News, transmitida na manhã desta quarta-feira, 17, Biden afirmou em um tom de ameaça subentendida que Vladimir Putin “não sairá imune após todos os esforços em manter Donald Trump na liderança” dos Estados Unidos na última eleição.

“Ele pagará um preço”, Biden também afirmou. Há tempos, acusações de manipulações e fraudes vêm à tona envolvendo o nome de Trump e Putin desde 2016, quando Hillary Clinton disputava o cargo, quando o mundo inteiro pôde ver os e-mails secretos da democrata e seu conteúdo, assim como indícios de outros crimes (que envolviam até mesmo pedofilia e rituais) envolvendo seus correligionários mais próximos.

Para isso, a mídia internacional deixou que ficasse entendido a narrativa de que o governo de Putin teria ajudado a criar fake news contra os democratas em benefício de Trump. Biden, no poder, já atacou a Síria devastada pela guerra, apoio uma quinta coluna dentro da Rússia e apela por mais sanções ao Irã. Será que é mesmo Biden o líder da paz, como promove a agenda global?


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