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O mundo globalizado continua a se transformar num inferno sem fronteiras. O processo avança rapidamente, mas também dissimuladamente. Não obstante, forte reação assoma no horizonte da história, à medida que o caos e a insegurança se aprofundam. Palavras utópicas já não bastam contra fatos distópicos. A ideologia dominante na velha mídia moribunda tanto mais se aferra à censura quanto mais perde contato com a realidade. Estranhamente, jornalismo e censura dão-se as mãos, e quem não obedecer à omertá estará à mercê da Justiça prostituída, que da cidadania cobra obediência surda e cega. O antirracismo é uma dessas narrativas pseudocientíficas que mais dependem da censura nos âmbitos judiciário, midiático e acadêmico. Fora dessas bolhas, porém, ele perece, ferido pelas asperezas da vida como ela é.

O antirracismo é uma falsidade. Seus defensores são ingênuos ou, ao contrário, muito maliciosos.

Ingênuo é quem, por exemplo, acredita em que o racismo seja um crime. Não é. Não importa o que diz o direito positivo. Antes deste e criado pelo próprio Deus, está o direito natural, que faz livre todo homem, livre para desafiar toda censura, inclusive a censura contra “discursos de ódio”. As pessoas não frequentam escolas para a formação de racistas no Brasil, ainda assim elas têm suas preferências raciais: quem não é branco gostaria de ser branco. Isso é crime? O preto que alisa o cabelo deve ser condenado? Quem critica a imigração de camelôs do Haiti no Brasil é criminoso? Quem prefere a unidade à diversidade deve ser perseguido pelo Ministério Público? Por que um Brasil de brancos e negros deveria prevalecer sobre o homem moreno de Gilberto Freyre e Darcy Ribeiro, sobre o homem branco, mas “não precisamente branco”, de José Vasconcelos? E, afinal, por que falar de antropologia física é crime? Censores esquerdistas, vão à merda!!
E os maliciosos, quem são? Caro leitor, quem criou e separou as raças foi Deus — pensemos assim, pelo menos por hipótese. Deus distribuiu as raças sobre a superfície do planeta. Alguém ou alguns querem agora redistribuir as raças, ou seja, querem para si o poder que foi de Deus. Convenhamos que esse tipo de manipulação não é coisa para ingênuos.

Aqueles mesmos que usam a raça como arma da guerra híbrida nas invasões migratórias dizem que as raças não existem. Se as raças não existem, então uma Alemanha de negros e turcos seria ainda a Alemanha, a velha Alemanha que existiu até 30 de abril de 1945. Que tamanha transmutação étnica passe ante a indiferença de milhões e milhões, entre os próprios alemães, é um prodígio da engenharia social. Aparentemente a grande substituição populacional resulta da bondade de gente ingênua, gente que não discrimina, gente que “acolhe”, que não odeia, só “ama”. Só aparentemente… Na verdade, a bondade encobre a maldade, a ingenuidade dissimula a malícia.

A demonização dos assim chamados “discursos de ódio” vale-se de uma novilíngua politicamente correta que se expressa em narrativas cujos enunciadores têm a pretensão de falar em nome do “amor”, da “diversidade”, da “inclusão”… como se fossem santos. Aliás, Deus perdoa os pecadores, mas o Ministério Público, não! Trata-se, na verdade, de discursos de censura, de discursos de hipocrisia, de discurso do globalismo, de estratégia de luta pelo poder mundial. Esse é a condição favorável ao predomínio das organizações secretas ou “discretas”, as quais transformam a política em antipolítica por meios criptopolíticos para fins metapolíticos. Por exemplo: disfarçadamente (criptopolítica) altera-se a demografia alemã (metapolítica), para com isso tornar impossível que, do seio do povo alemão, em condições sociais dadas (política) possa levantar-se novo Hitler, situação que engendra o animal político domesticado (antipolítica).

No Brasil, escrever é ainda mais perigoso do que viver. Nos Estados Unidos, a liberdade de expressão não é só figura de retórica. Lá, há alguns meses, na revista digital The Occidental Observer, vigoroso artigo serviu para limpar as mentes de todo o lixo que nelas deposita a mídia quanto aos “discursos de ódio”. Seu título: “A verdade sobre o discurso de ódio”. O editor chama-se Kevin MacDonald, renomado professor da Universidade da Califórnia e um dos grandes capitães da guerra cultural mundial de resistência ao supremacismo judaico. O autor é Thomas Dalton. Esses grandes intelectuais, se escrevessem no Brasil, poderiam estar presos, decerto condenados por crime de racismo. Devemos, pois, aproveitar a produção intelectual estrangeira, mais crítica e livre de censura, e fazê-la conhecida entre nós. Daí a importância das traduções. Traduzir deve ser menos perigoso do que escrever.

Nos Estados Unidos, além da liberdade de expressão, também está em vigência o direito à legítima defesa, que também tem seus inimigos. Ali, quando a lei não corresponde à vontade das mais exaltadas minorias, seus militantes deram agora para atropelar gente bonita, bem branquinha, nas ruas. Com isso, os terroristas do Black Lives Matter (BLM) “vingam-se” dos “racistas”, castigando até crianças de seis anos, a quem dão a morte.

Quantos outros “justiçadores” negros não usarão seus carros como instrumentos de combate ao “racismo”? Quantos mais não verão na chacina de Waukesha um exemplo a imitar? Na guerra racial dos Estados Unidos, os “antirracistas” buscam fazer injustiça pelas próprias mãos. Os novos senhores negros querem os seus servos brancos ajoelhados ante si, até beijando-lhes os pés, segundo a representação política desse teatro de sombras com crítica tão favorável na mídia liberal de esquerda. Não seria o racismo melhor do que esse tipo de “antirracismo”? Separar não é melhor do que matar?
Isso tudo, a desidentificação branca, a atomização, o igualitarismo fingidamente cego, não tem como durar. O tipo humano que construiu a Europa e foi à Lua buscará livrar-se das ameaças à sua identidade, sua cultura, sua unidade, seu território, sua liberdade e seu poder. Quando isso acontecer, os brancos passarão da legítima defesa para o legítimo ataque.

O texto referido trata dessa momentosa e candente temática. Ele está também publicado em ciberteca do Brasil chamada O Sentinela. Mas aqui a sua permanência na mundirrede não dura muito. Depois de descoberto o “contrabando” intelectual, qualquer idiota pode fazer a “denúncia” no Ministério Público e… pronto: editores, autores, talvez tradutores e até leitores estarão à mercê da tirania judiciária de procuradores e juízes politicamente corretos.

Os censores supremos do STF dão total respaldo à repressão em nome da “diversidade”. Aqueles da suprema camarilha do “Poder Moderador”, como Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Barroso, Toffoli e outros figuros associados a essa laia de tiranetes liberam corruptos, terroristas e traficantes, mas não perdoam jornalistas e cidadãos comuns que incorrem no “crime” de dar expressão à voz “dissonante” de suas consciências “erradas”. Nisso é que se cifra o cacarejado “Estado Democrático de Direito”, outra bonita figura de retórica. Nossa constituição é obra de ficção.

Na origem de toda essa problemática, Thomas Dalton (o autor do artigo) identifica o fator étnico relacionado a uma rica e poderosa minoria. Aquela que, fazendo-se senhora do mundo na II Guerra Mundial, que ela mesma instigou, tomou para si a Palestina. Na pátria palestina sob ocupação, os filhos prediletos de Deus comportam-se como o diabo, transformando a vida da população árabe num inferno cotidiano. A criminalização do “discurso de ódio” é como os maiores odiadores encobrem a prática de seu próprio ódio. A dominação é coonestada. Tudo fica parecendo muito bonitinho. No Estado genocida judeu, o racismo não é chamado de racismo, o apartaide não é chamado de apartaide; lá o lindo termo para significar esses feios conceitos é “reunificação”.

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