fbpx
CEEE foi Roubada, estamos de Luto!

O projeto de privatização da CEEE e o desmonte da companhia veio a passos largos desde o governo Sartori, terminando agora no governo do Eduardo Leite.

Privatizar recursos básicos é SUICIDIO!

Com a privatização da CEEE [Companhia Estadual de Energia Elétrica], da Companhia Riograndense de Mineração (CRM) e da Sulgás, estaremos a mercê de grandes corporações estrangeiras que compraram a preço de banana nossas estatais e agora explorarão ainda mais o povo riograndense.

Isto é mais um dos crimes perpetrados por uma sequência de governos corruptos alinhados ao eixo, as grandes corporações e ao capital exterior. Estatais sendo jogadas nas mãos de Chineses, oligarcas Europeus e monopólios privados de financistas polítiqueiros.

 

Atinge um estado completamente fragilizado pela disparidade na distribuição de recursos da União e pela Lei Kandir que torna o Rio Grande do Sul um dos estados mais sugados e deteriorados economicamente.

As autoridades estaduais traidoras do Rio Grande do Sul tentam justificar esse ato alegando que a CEEE não tem capacidade de investimento, o que não tem nenhum fundamento técnico. Pois só a distribuidora, em quatro anos, investiu R$ 2 bilhões. O que esse projeto quer na verdade, é eliminar 100% a existência de uma política energética em nossa pátria, simplesmente, desmantelar todo o nosso sistema energético. E já tivemos algo parecido, mas não tão completo como agora. Sofremos com isso, na época do governo Britto (o mesmo que destruiu nossa captação de recursos com a Lei Kandir), que vendeu dois terços da nossa área de distribuição, sem que isso tivesse qualquer contribuição para resolver os problemas estruturais das finanças da República Rio-grandense.

Saudemos aos bravos funcionários da CEEE que lutam diariamente para que as casas dos nossos irmãos sulistas tenham luz!


Fonte: Resistência Sulista (Facebook)

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Quer receber nossas notificações?    SIM! Não, obrigado (a)