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As seguintes cartas foram endereçadas ao editor do New Statesman, 10 Great Turnstile, Londres WC1V 7HJ, Grã-Bretanha, seguindo a publicação de um artigo atacando o Revisionismo em 2 de novembro de 1979, por Gitta Sereny.

18 de novembro de 1979

{editorial do Journal for Historical Review}


ATENÇÃO!

Este artigo é uma continuação. Para melhor compreensão, recomendamos:


Caro senhor:

Resposta à: “The Men Who Whitewash Hitler”, 2 de novembro de 1979

Noam Chomsky, o famoso professor (de origem judaica) do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, está ciente do trabalho de pesquisa que faço sobre o que os Historiadores Revisionistas dão o termo de “a câmara de gás e a farsa do genocídio.” Ele me informou que {a judia *a} Gitta Sereny tinha mencionado meu nome no artigo acima e afirmou que eu tinha sido referido “de uma maneira extraordinariamente injusta”.

Eu tenho já acabado de ler o artigo em questão, e é um insulto para todos aqueles que – sem motivação política – se dedicam à descoberta da verdade histórica, por meios da pesquisa histórica rotineira. É um insulto especial e uma afronta à memória de meu conterrâneo Paul Rassinier, ele próprio um ex-prisioneiro de campo de concentração que morreu em 1967. Rassinier sacrificou sua vida ao serviço da verdade e à denúncia de uma enorme mentira histórica.

“Não há nenhuma prova de que Nero ateou fogo a Roma.” O historiador que primeiro disse isso não queria “passar um pano para beneficiar” Nero; ele estava somente preocupado com a verdade, da mesma maneira, não tentamos “passar um pano para beneficiar” Hitler quando nós dizemos que não há a menor das provas de que ele tinha ordenado o “extermínio” dos judeus; ou mesmo que tal “extermínio” tenha ocorrido. Certamente a perseguição existiu; mas não houve “extermínio,” “genocídio” ou “Holocausto”.

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Gitta Sereny é incapaz de oferecer um único item de evidência em contrário. Ela menciona o documento NO-365 de Nuremberg, mas este “documento” nem mesmo está assinado e, portanto, não tem valor como evidência. Ela menciona a “Ordem do Comissário;” mas claramente ela não em lido o documento, pois o significado dele não é o que ela pensa. Ela deveria dar uma olhada no NOKW-1076. Ela prossegue mencionando a “Aktion Reinhardt”, mas, novamente, isso não implica qualquer assassinato em massa; refere-se meramente ao confisco da propriedade dos judeus deportados.

A escritora judia Gitta Sereny (1921-2012). Créditos: GUIDO HARARI/ CONTRASTO/EYEVINE

Ela cita uma carta publicada no Die Zeit, escrita pelo professor Broszat. Novamente, alguém se pergunta se ela leu esta carta, pois é datada de 19 de agosto de 1960, não de 1962. Ela aparece na página 16. Esta carta afirma claramente que não houve assassinatos em massa nas “câmaras de gás” em Dachau ou em qualquer lugar mais no antigo Reich. Devo eu lembrar que até 1960 deveríamos ter milhares de provas, confissões e evidências de testemunhas oculares de que houve assassinatos em massa em Dachau, Ravensbrück, Buchenwald e assim por diante. Portanto, agora temos que reconhecer que os autores de tais confissões (Suhren, Schwarzhuber, Dr. Treite …) devem ter sido submetidos a “questionamentos persuasivos” por parte de seus carcereiros franceses, britânicos e americanos. Isso deve dar o que pensar, pelo menos no que são concernidas às “confissões.”

Rudolf Höss (não confundir com Rudolf Hess, ainda preso em Spandau) foi um dos três comandantes sucessivos de Auschwitz. Ele é o único a ter deixado “confissões.” Essas “confissões” são preposteras ao extremo. Além dos campos de Treblinka e Belzec, ele tem inventado um terceiro campo em Wolzek – um lugar que não pode ser encontrado em nenhum mapa da Polônia! Höss foi entregue às autoridades polonesas pelos britânicos. Depois de uma farsa de justiça mascarada de julgamento, ele foi enforcado. Mas enquanto esperava a morte, seus carcereiros comunistas permitiram que ele escrevesse suas “confissões” nas melhores tradições dos julgamentos espalhafatosos {showtrials no artigo em inglês} de Moscou.

Para explicar as contradições e os absurdos de suas declarações anteriores aos interrogadores britânicos, os comunistas permitiram que ele se lembrasse de que havia sido torturado pela Polícia de Segurança de Campo britânica “com chicote de montaria e álcool” e depois torturado um pouco mais por um britânico major, que também era magistrado, em Minden-on-Weser. Höss assinou sua declaração juramentada (PS-3868) para os britânicos em 5 de abril de 1946 – uma declaração escrita em inglês americano, que não há evidências que ele pudesse entender. Dez dias depois, Höss apareceu como testemunha perante o Tribunal Militar Internacional de Nuremberg, e sua “evidência” sobre Auschwitz surpreendeu grandemente o mundo inteiro. Em fato verdadeiro, essa “evidência” não foi proferida pelo próprio Höss, mas consistiu em um promotor americano lendo para ele passagens selecionadas de sua declaração juramentada e Höss respondendo inexpressivamente “Sim.” De acordo com muitas pessoas, Höss estava em um estado de “apatia esquizofrênica”.

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Considerando as torturas sistematicamente infligidas aos soldados e oficiais alemães pelos Aliados, deve-se ler o livro de Sir Reginald Paget, Manstein: His Campaign & His Trial (Collins, 1951). Na página 109, descobre-se que a Comissão de Inquérito Simpson (EUA) “relatou, entre outras coisas, que dos 139 casos que eles tinham investigado, 137 tiveram seus testículos destruídos permanentemente por chutes recebidos da Equipe de Investigação de Crimes de Guerra dos Estados Unidos.”

Mas a tortura não é a única maneira que a história pode ser distorcida. Muitos jornalistas e outros escritores simplesmente fingem que o acusado tem feito declarações nas quais na verdade nunca fizeram! Para dar um exemplo, o grande público acredita que o sargento Franz Gustav Wagner declarou cinicamente em São Paulo: “Em Sobibor nós costumávamos gasear milhares de pessoas e isso não me perturbava nem um pouco: isso era o meu trabalho.” Contudo, um jornal como o Le Monde, o qual está algumas vezes bem informado, tem revelado que, na verdade, Wagner tinha declarado que nunca havia participado de nenhum assassinato de judeus ou de qualquer outro preso, mas que estava somente fazendo seu trabalho. Como você vê, alguns jornalistas têm decidido que “seu trabalho” era matar pessoas.

Os jornalistas que não se importam com a verdade estão simplesmente seguindo o exemplo dos juízes e magistrados em todos os países (particularmente na Alemanha Ocidental) que, nos últimos 35 anos, têm tomado a responsabilidade de julgar “criminosos de guerra” (uma frase concebida pelos vencedores para se aplicar apenas aos vencidos). O próprio Tribunal Internacional de Nuremberg nos deu um modelo dessa indiferença à verdade. Aqui estão alguns trechos de seus estatutos:

Artigo 19: “O Tribunal não será vinculado por normas técnicas de evidência (…)”

Artigo 21: “O Tribunal não exigirá a prova dos fatos do conhecimento comum, mas deverá tomar conhecimento judicial deles (…)”

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O Institute for Historical Review, PO Box 1306, Torrance, Califórnia 90505, EUA, ofereceu uma recompensa de $ 50.000 a qualquer um que possa trazer uma prova definitiva de que os alemães usaram “câmaras de gás” para matar judeus. Gitta Sereny pode estar interessada.

O Zyklon B é ácido cianídrico; ainda usado na França para desinfetar navios. Ele adere fortemente às superfícies. Para entrar em um local que foi desinfetado com ele, é preciso esperar cerca de 24 horas por aeração natural (não ventilação). Agora, aqui está a minha questão: Como os membros do “Sonderkommando” {supostos prisioneiros encarregados de operarem as alegadas “câmaras de gás”} puderam entrar na letal “câmara de gás” imediatamente após a morte das vítimas, e enquanto comiam e bebiam; quer dizer, se eu entendi corretamente, sem mesmo a máscara de gás? Como poderiam arrancar com as mãos nuas os milhares de cadáveres encharcados de cianeto em uma atmosfera de ácido cianídrico? Como eles poderiam cortar cabelo, arrancar dentes e assim por diante, quando em uma câmara de gás de prisão americana há 40 operações que precisam ser feitas (incluindo neutralização parcial do ácido cianídrico pela amônia) antes de entrar no cubículo com máscaras de gás, luvas de borracha, e avental, a fim de limpar cuidadosamente o cadáver para que o médico e seus auxiliares não sejam envenenados? Se os alemães não tivessem se importado com a saúde dos membros do “Sonderkommando,” {supostos prisioneiros encarregados de operarem as alegadas “câmaras de gás”} esses homens teriam morrido no local, e assim a “câmara de gás” nunca teria recebido seus próximos lotes de cargas de vítimas.

As fotografias aéreas de Auschwitz publicadas recentemente pela CIA mostram que tudo está em total contradição com tudo o que nos tem sido dito pelas chamadas testemunhas oculares, sobre multidões de pessoas esperando para serem assassinadas e a fumaça pesada que sobe perpetuamente das chaminés do crematório.

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Quanto a Sobibor e Treblinka, deve-se ler o livro da própria Sra. Sereny, Into That Darkness (André Deutsch, 1974). Em 70 horas de conversas com Franz Stangl, a Sra. Sereny não fez nenhuma pergunta sobre os detalhes técnicos das “câmaras de gás.” Que tipo de gás? Qual mecanismo de gaseamento? Qual processo químico? Quantas vítimas? Como foi possível entrar imediatamente? Não há sequer um fragmento de evidência, nem um item de prova, de que mesmo uma “câmara de gás” existiu em Sobibor ou Treblinka. Dona Sereny nem mesmo dá as plantas reais dos campos!

Eu não sou um ex-nazista, nem um neonazista. Eu odeio o fascismo e qualquer forma de perseguição. Mas porque eu tenho declarado que as “câmaras de gás” e “genocídio” são a mesma mentira histórica, eu tenho sido submetido a abusos, eu tenho sido agredido, eu não posso dar palestras em minha universidade (mesmo embora o comportamento de meus próprios alunos tem sido perfeitamente correto), eu estou processado. Minha vida tem se tornado muito difícil, mas ela tem um propósito e eu sei que seguirei meu próprio caminho. Esse é meu dever.

Robert Faurisson


Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander em World Traditional Front

Notas

*a Nota de Mykel Alexander: Gitta Sereny (1921-2012) foi uma ativista e escritora judia que teve em seus livros uma relativamente grande popularidade no Ocidente do pós-Segunda Guerra Mundial, e sua própria pessoa também gozou de popularidade sobre biografias e controvérsias relativas ao regime da Alemanha de Hitler e ao alegado Holocausto. Ver:

– The woman who tried to humanise monsters: Gitta Sereny wrote brilliant books trying to explain the evil of murderers. She also helped create today’s cult of victimhood, por Tom Bower, 20 de junho de 2012, Daily Mail. Disponível em https://www.dailymail.co.uk/news/article-2161909/Gitta-Sereny-The-woman-tried-humanise-monsters.html

– Gitta Sereny obituary, por Isabel Hilton, 19 de junho de 2012, The Guardian. Disponível em  https://www.theguardian.com/books/2012/jun/19/gitta-sereny

– Into That Darkness, Again, por Gabriel Schoenfeld, 23 de dezembro de 2001, The New York Times. Disponível em  https://www.nytimes.com/2001/12/23/books/into-that-darkness-again.html#:~:text=Of%20Hungarian%2DGerman%20parentage%20and,saw%20the%20unfolding%20terror%20firsthand.

By Robert Faurisson

Robert Faurisson (1929-2018), tem por anos sido o líder revisionista sobre o tema do alegado Holocausto. Formou-se em Sorbonne, Paris, em Letras Clássicas (Latim e Grego) obtendo o seu doutorado em 1972, e serviu como professor associado na Universidade de Lyon na França de 1974 até 1990. Ele é reconhecido como especialista de análise de textos e documentos. Depois de anos de pesquisa privada e estudo, o Dr. Faurisson fez pública suas visões céticas sobre a história de exterminação no Holocausto em artigos publicados em 1978 no diário francês Le Monde. Seus escritos sobre a questão do Holocausto têm aparecido em vários livros e numerosos artigos acadêmicos e foi um frequente contribuidor do The Journal of Historical Review. Por suas pesquisas sofreu muitas perseguições pela patrulha judaico-sionista ou pelas patrulhas àquelas vinculadas, além de um atentado contra sua vida no qual lhe deixou hospitalizado, porém manteve sempre em primeiro lugar seu compromisso para com a busca pela verdade durante toda sua vida, mantendo-se em plena atividade investigativa até a data de seu falecimento. Entre seus livros estão: Mémoire en défense (contre ceux qui m'accusent de falsifier l'Histoire : la question des chambres à gaz), Editora La vieille taupe , 1980; Réponse à Pierre Vidal-Naquet. Paris: La Vieille Taupe, 1982; Réponse à Jean Claude Pressac Sur Le Problème Des Chambres à Gaz, Editora R.H.R., 1994; Quem escreveu o diário de Anne Frank (em português impresso pela Editora Revisão).

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