Carlos Alberto Sanches: A quem serve a “Liberdade de Expressão”?

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Carlos Alberto Sanches faz no vídeo em seu canal homônimo uma pequena reflexão sobre um ocorrido recente. Quando a revista Charlie Hebdo voltou a publicar uma caricatura do Profeta Muhammad (Maomé). A mesma revista que, comprada pela família mais poderosa do mundo, permanece cega a oportunidades de fazer “humor” e “crítica” que não seja a provocação simples e grosseira a alvos curiosamente bem selecionados. A reflexão aqui parte da elasticidade do conceito mal definido de “Liberdade”, cuja indefinição serve justamente ao propósito de ser manipulável.

Acontecimentos recentes

Na França, Samuel Paty, um professor de História e Geografia decapitado por um homem em Conflans-Sainte-Honorine, a 50 quilômetros de Paris. Paty teria despertado a fúria de pessoas que seguem a religião islâmica por replicar em suas aulas, caricaturas difamatórias da revista Charlie Hebdo, que em 2015 foi alvo de ataques (um tanto suspeitos) que causaram a morte de algumas pessoas e a revolta da comunidade islâmica internacional.

O presidente da França, Emmanuel Macron, que ontem (18) convocou uma cerimônia de homenagem nacional, logo se apressou em tratar o caso como “terrorismo”. A manifestação em Paris e arredores tinha a retórico de “exigir liberdade de expressão” e “defender” os docentes.

Nem por um momento Macron e o Governo francês tocam no assunto de que a França, num pleno processo de substituição étnica e populacional através da imigração em massa promovida por agentes internos e externos está cada vez mais suscetível à danosos efeitos colaterais contra sua própria população nativa (como toda a Europa Ocidental), visto que o modo nada respeito do utilitarismo liberal pós-moderno agrega em valores como “liberdade de expressão” ou mesmo possibilidade de defesa. Os mesmos agentes internacionalistas e globalistas com Macron na vanguarda incentivam esses atritos enquanto fomentam um tipo de “liberdade” difamatória e substituem seu povo por uma massa imigrante desorganizada fadada ao lumpemproletariadão.


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Carlos Alberto Sanches
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