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Em certo sentido, sempre houve guerras totais; uma teoria da guerra total, no entanto, presumivelmente data apenas da época de Clausewitz, que falaria de guerras “abstratas” e “absolutas”. [1] Mais tarde, sob o impacto das experiências da última Grande Guerra, a fórmula da guerra total adquiriu um significado específico e uma eficácia particular. Desde 1920, tornou-se a palavra de ordem predominante. Foi apresentado em relevo pela primeira vez na literatura francesa, em títulos de livros como La Guerre Totale. Depois entre 1926 e 1928, encontrou seu caminho para a linguagem dos procedimentos do comitê de desarmamento em Genebra. Em conceitos como “potencial de guerra” (potentiel de guerre), “desarmamento moral” (désarmement total) e “desarmamento total” (désarmement total). A doutrina fascista do “Estado Total” veio a ela por meio do Estado; a associação gerou o par conceitual: Estado Total e Guerra Total. Na Alemanha, a publicação do Conceito Político desde 1927 expandiu o par de totalidades a conjunto de três: Inimigo Total, Guerra Total, Estado Total. O livro de Ernst Junger de 1930, Total Mobilization (Mobilização Total) tornou-se a parte da consciência geral. No entanto, foi apenas o livreto de Ludendorff de 1936 intitulado Der Totale Krieg (A Guerra Total) que lhe emprestou uma força irresistível e causou a sua disseminação além de todos os limites.

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A fórmula é onipresente; força à vista uma verdade cujos horrores a consciência geral prefere evitar. Tais fórmulas, no entanto, estão sempre em perigo de se generalizar nacional e internacionalmente e de serem degradadas e slogans sumários, a meros discos de gramofone da fábrica de publicidade. Portanto, alguns esclarecimentos podem ser apropriados.

(a) Uma guerra pode ser total no sentido de convocar as próprias forças até o limite e de comprometer tudo até as últimas reservas. [2] Também pode ser chamado de total no sentido do uso implacável de meios de guerra de aniquilação. Quando o conhecido autor inglês John Frederick Charles Fuller escreveu num artigo recente, intitulado “A Primeira Guerra da Liga, Suas Lições e Presságios”, que a campanha italiana na Abissínia foi uma guerra total moderna, ele apenas se refere ao uso das eficazes armas (aviões e gás), enquanto vista de outro ponto de vista, a Abissínia de fato não foi capaz de travar uma guerra total moderna, nem a Itália usou suas reservas ao limite, atingiu a maior intensidade e levou a um bloqueio de petróleo ou ao fechamento do Canal de Suez, por conta da pressão exercida por meio das sanções impostas pela Liga das Nações.

(b) Uma guerra pode ser total em ambos os lados ou apenas num lado. Também pode ser deliberadamente limitada, racionada e medida, devido à situação geográfica, à técnica de guerra em uso e também aos princípios políticos predominantes de ambos os lados. A guerra típica do século 18, a chamada “Guerra de Gabinete”, foi essencialmente e deliberadamente uma guerra parcial. Baseava-se na clara segregação dos soldados participantes na guerra dos habitantes e não participantes e não combatentes. No entanto, a Guerra dos Sete Anos de Frederico o Grande foi relativamente total, do lado da Prússia, quando comparada com a mobilização de força de outras potências. Uma típica situação da Alemanha mostrou-se prontamente nesse caso: a adversidade das condições de geográficas e as coalizões estrangeiras compeliram para um estado de mobilização de suas forças em um grau mais alto do que seus do que seus vizinhos maiores, mais ricos e afortunados. [3]

(c) O caráter da guerra pode mudar durante o confronto beligerante. A vontade de lutar pode diminuir ou pode aumentar como aconteceu na Grande Guerra, quando a tendência bélica do lado alemão para a mobilização de todas as reservas econômicas e industriais logo forçou o lado inglês a introduzir o recrutamento geral.

(d) Finalmente, alguns outros métodos de confronto e teste de força, que não são totais, sempre se desenvolvem dentro da totalidade da guerra. Assim, por um tempo, todos procuraram evitar uma guerra total que naturalmente acarreta um risco total. Dessa forma, após a guerra, ocorreram as chamadas represálias militares (O Conflito de Corfu em 1923, Japão-China em 1932), seguidas das tentativas das sanções econômicas não militares de acordo com o Artigo 16 do Pacto da Liga das Nações (contra a Itália em Outono de 1935) e, finalmente, certos métodos de teste de poder em solo estrangeiro (Espanha, 1936-1937) surgiram de uma forma que só poderia ser interpretada corretamente em conexão próxima com o caráter total da guerra moderna. Eles são formas intermediárias e de transição entre a guerra aberta e a verdadeira paz; eles derivam seu significado do fato de que a guerra total aparece em segundo plano como uma possibilidade, e uma cautela compreensível se recomendam no delineamento dos espaços de conflito. Da mesma forma, é somente sob esse ponto de vista que podem ser apreendidos pela ciência do direito internacional.

O cerne da questão está à guerra. Da natureza da guerra total pode-se apreender o caráter e todo o aspecto da totalidade do Estado; do caráter especial das armas decisivas, pode-se deduzir o caráter peculiar e o aspecto da totalidade da guerra. Mas é o inimigo total que dá significado à guerra total. [4]

Os diferentes serviços e tipos de guerra, guerra terrestre, guerra marítima e guerra aérea, cada um deles experimenta a totalidade da guerra de uma maneira particular. Um mundo correspondente de noções e ideias se acumula em cada um desses tipos de guerras. As noções tradicionais de levée en masse (levy), nation armée (nação em armas) e Volk in Waffen (o povo em armas) pertencem à guerra terrestre. [5] Dessas noções emergiu a doutrina continental da guerra total, essencialmente como uma doutrina de guerra terrestre, isso graças principalmente a Clausewitz. A guerra marítima, por um lado, tem seus próprios métodos e critérios estratégicos e táticos; além disso, até recentemente, foi antes de tudo uma guerra contra o comércio e a economia do oponente, então, uma guerra contra os não combatentes, uma guerra econômica, que por suas leis de bloqueio, contrabando e prêmios, atraiu o comércio neutro para as hostilidades também. A guerra aérea não construiu, até agora, um sistema semelhante totalmente desenvolvido e independente. Ainda não existe uma doutrina da guerra aérea que corresponda ao mundo das noções e conceitos acumulados em relação à guerra terrestre e marítima. No entanto, como consequência da guerra aérea, a configuração geral oscila principalmente para uma guerra tridimensional total.

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O “se” de uma guerra total está além de qualquer dúvida hoje. O “como” pode variar. A totalidade é perceptível de pontos de vista opostos. Consequentemente, o tipo padrão de guia e líder numa guerra total é necessariamente diferente. Seria uma equação muito simples aceitar que o soldado entraria no centro dessa totalidade como o tipo prevalecente numa guerra total na mesma medida que em outros tipos de guerras anteriores. [6] Se, como já foi dito, a mobilização total abole a separação do soldado civil, pode muito bem acontecer que o soldado se transforme em civil à medida que o civil se transforma em soldado, ou ambos podem se transformar em algo novo, um terceiro elemento alternativo. Na realidade, tudo depende do caráter geral da guerra. Uma verdadeira guerra de religião transforma os soldados em ferramentas de padres ou pregadores. Uma guerra total travada em nome da economia torna-se a ferramenta dos grupos de poder econômico. Existem outras formas em que o próprio soldado é o modelo típico e a expressão ascendente do caráter do povo. As condições geográficas, peculiaridades raciais e sociais de todos os tipos, são fatores que determinam o tipo de guerra travada pelas grandes nações. Mesmo hoje, é improvável que uma nação possa se envolver em todos os três tipos de guerra num grau igual ao da guerra tridimensional total. É provável que o centro de gravidade no desdobramento de forças sempre estará num ou noutro dos três tipos de guerra e a doutrina da guerra total se baseará nisso. [7]

Até agora, a história dos povos europeus foi denominada pelo contraste da guerra marítima inglesa com a guerra terrestre continental. Não é uma questão de “comerciantes e heróis” ou esse tipo de coisa, mas sim o reconhecimento de que qualquer um dos vários tipos de guerra que pode se tornar total, e de suas próprias características gerar uma ideia própria de mundo especial de noções e também relevante para o direito internacional e constitucional, particularmente na avaliação do valor do soldado e de sua posição no conjunto do povo. Seria um erro considerar a guerra marítima inglesa dos últimos três séculos à luz da guerra terrestre total da teoria de Clausewitz, essencialmente como mera guerra comercial e econômica, mas não guerra total, e interpretá-la erroneamente como desligada e marcadamente diferente de totalidade. É a guerra marítima inglesa que gerou o cerne de uma visão total do mundo. [8]

A guerra marítima inglesa é total em sua capacidade de inimizade total. Ele sabe como mobilizar forças religiosas, ideológicas e espirituais e morais como apenas algumas das grandes guerras da história mundial fizeram. A guerra marítima inglesa contra a Espanha foi um combate mundial dos povos germânicos e romanos, entre o protestantismo e o catolicismo, o calvinismo e o jesuitismo, e há poucos casos de explosões de inimizades tão intensas e finais como as inimizades de Oliver Cromwell com os espanhóis. A guerra inglesa contra Napoleão também mudou de uma guerra marítima para uma “cruzada”. Na guerra contra a Alemanha entre 1914 e 1918, a propaganda inglesa mundial soube levantar enormes energias morais e espirituais em nome da civilização e da humanidade, da democracia e da liberdade, contra o “militarismo” prussiano-alemão. A mente inglesa também provou sua capacidade de interpretar o surgimento técnico-industrial do século 19 nos termos da visão de mundo inglesa. Herbert Spencer traçou um quadro extremamente eficaz da história que se disseminou por todo o mundo, em inúmeras obras de popularização, cuja força propagandística provou seu valor na Guerra Mundial de 1914 e 1918. Era a filosofia do progresso da humanidade apresentada como uma evolução do feudalismo ao comércio e indústria, do político ao econômico, dos soldados aos industriais, da guerra à paz. Retratou o soldado essencialmente como prussiano-alemão, e tal como o “reacionário feudal”, uma figura “medieval” que se interpõe no caminho do progresso e da paz. Além disso, devido à sua especificidade, a guerra marítima inglesa desenvolveu um sistema completo e independente do direito internacional. Afirmou a si mesmo e seus próprios conceitos que se sustentaram por conta própria contra os conceitos correspondente do direito internacional continental ao longo do século XIX. Existe um conceito anglo-saxão de inimigo, que em sua essência rejeita a diferenciação entre combatentes e não combatentes, e uma concepção anglo-saxônica de guerra que incorpora a chamada guerra econômica. Em suma, os conceitos e normas fundamentais deste direito internacional inglês são totais como tais e certamente indicativos de uma ideologia em si mesma total.

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Finalmente, os regulamentos constitucionais ingleses transformaram a subordinação dos soldados aos civis num princípio ideológico e impuseram-no ao continente durante o século XIX liberal. Por esses padrões, a civilização está sob o domínio do ideal civil burguês, que é essencialmente não militar. Assim, a constituição é sempre apenas um sistema civil-burguês no qual, como disse Clemenceau, a única razão de ser do soldado é defender a sociedade civil burguesa, embora basicamente ele esteja sujeito ao comando civil. O Estado-Soldado prussiano travou uma luta política de um século contra esse ideal constitucional burguês. E sucumbiu a ele no outono de 1918. A história da política interna da Alemanha prussiana de 1848 até 1918 foi um conflito incessante entre o exército e o parlamento, uma batalha ininterrupta que o governo teve de lutar como o parlamento sobre a estrutura do exército, e o orçamento do exército necessário para se preparar para uma guerra inevitável, que não era determinada pelas necessidades de política externa, mas sim por compromissos relativos à política interna. O Tratado de Versalhes, que estipulou a organização do exército e seu equipamento dos mínimos detalhes, num acordo de política externa, foi precedido por meio século de acordos periódicos de política interna entre o Estado militar prussiano-alemão e seus oponentes da política interna, em que todos os detalhes da organização e do equipamento do exército foram decididos pela política interna. O conflito entre a sociedade burguesa e o Estado militar prussiano levou a um isolamento não natural do Escritório de Guerra do poder de comando e a muitas outras separações, consistentemente enraizadas na oposição entre um ideal constitucional burguês importado diretamente da Inglaterra ou através da França e Bélgica, por um lado, e o antigo ideal constitucional da tropa alemã, por outro. [9]

Hoje a Alemanha superou essa divisão e conseguiu uma integração próxima de sua força militar. [10] Na verdade, não deixarão de ser feitas tentativas de descrevê-lo como militarismo, à maneira dos métodos de propaganda anteriores, e de considerar a Alemanha culpada do advento da guerra total. Essas questões de culpa também do advento da guerra total. Essas questões de culpas também pertencem à totalidade das disputas ideológicas. Le combat spirituel est aussi brutal que la bataille d’hommes (o combate espiritual é tão brutal quanto as batalhas dos homens). No entanto, antes que as nações caiam numa guerra total mais uma vez, deve-se levantar a questão se uma inimizade total realmente existe entre as nações europeias hoje em dia. Guerra e inimizade pertencem à história das nações. Mas o pior infortúnio só ocorre onde a inimizade é gerada pela própria guerra, como na guerra de 1914-1918, e não como seria certo e sensato, ou seja, que uma inimizade mais antiga e impetuosa, verdadeira e total até o Dia do Juízo, deve levar a uma guerra total.


Publicado originalmente em Völkerbund und Völkerrecht, vol. 4, 1937, este ensaio foi reproduzido em Posirionen und Begriffe im Kampf mit Weimar-Gent-Versailles, 1929–1939, (Hamburgo, 1940), pp. 235–239.

Nota do editor: A seguinte tradução de Carl Schmitt aparece online pela primeira vez em comemoração ao seu nascimento em 11 de Junho de 1888. A tradução apareceu originalmente em Carl Schmitt, Four Essays, 1931–1938 de tradução. Simona Draghici (Washington, D.C.: Plutarch Press, 1999).

Digitalização por Alerta Nacionalista


Notas

[1] O general Carl von Clausewitz (1780-1831) é mais conhecido por seu livro Vom Kriege, nunca concluído e publicado postumamente, que por acaso foi traduzido para o inglês com título On War. Existem várias versões impressas.

[2] Os próprios princípios políticos de “vontade” e “energia” de Carl Schmitt, componentes de seu conceito qualitativo de Estado Total, derivam dessa característica da “Guerra Total”: determinação coletiva de assumir uma causa considerada digna e compromisso sem reservas com seu cumprimento. Como uma manifestação generalizada em torno de um entusiasmo por uma causa e um determinado curso de ação, é um fenômeno frequente da psicologia social, embora seu caráter efêmero o tome impróprio como uma base durável de qualquer estrutura social. Lembro-me do entusiasmo com que em 1982, para um homem, os argentinos, por exemplo, se apegaram à ideia de ir à guerra para liberar as Ilhas Malvinas e se apressaram em coloca-la em prática, e o ódio que cresceu contra os ingleses. O entusiasmo esfriou rapidamente, mas não o ódio, que permaneceu. Para perpetuar o entusiasmo, uma infinidade de outros fatores tem que ser trazidos, dos quais, no caso da Alemanha no começo dos anos 30, Carl Schmitt na verdade não tinha a menor ideia.

[3] A “lição” está de acordo com o culto hitlerista fredericano e a tradução de legitimação e não afirma ser historicamente precisa. Embora uma digressão que pareça fora de lugar, ela tem certo significado para a época em que foi feita. No outono de 1936, Hitler distribuiu um memorando revelando suas intenções expansionistas. Então, em 1937, a organização da nação para servir a essas intenções começou um processo que coincidiu com a ascensão do Estado SS. Em Novembro do mesmo ano, a mídia alemã foi obrigada a manter silêncio sobre os preparativos para uma “Guerra Total”. Com tudo isso em mente, a curta digressão de Schmitt parece mais um aviso de perigo do que um ponto de estratégia militar.

[4] O que é interessante aqui é sua insistência na essência existencial do fenômeno, o que está em consonância com sua definição anterior da política e, ao mesmo tempo, torna a distinção entre o soldado profissional e o civil sem sentido. Além disso, a inimizade total com sua eliminação implícita do adversário exclui qualquer perspectiva de um tratado de paz, pois a guerra continuará até que um dos beligerantes seja aniquilado.

[5] Das Volk in Waffen (A Nação em Armas) passa a ser o título de uma obra sobre a guerra total de Colmar von der Goltz (1843-1916), publicada em 1883, e que é um importante trampolim na reflexão sobre a guerra moderna que levou ao livro de Ludendorff.

[6] No começo de Fevereiro de 1938, Adolf Hitler se tornou o comandante-chefe das Forças Armadas Alemãs. Nomeando o general Keitel e seu assistente à frente do Alto Comando das Forças Armadas, quando o Ministério da Guerra foi dissolvido.

[7] Eventualmente, apenas a URSS chegou mais perto das expectativas de Carl Schmitt, enquanto os EUA travaram uma guerra tridimensional de pleno direito, ditada por sua posição geográfica e sustentada por seus vastos recursos técnicos e econômicos.

[8] Para um tratamento mais amplo do assunto, consulte Land und Meer de Carl Schmitt, que como Land and Sea está disponível em uma tradução para o inglês (Washington, D.C.: Plutarch Press, 1997).

[9] O conflito entre a sociedade civil e os militares na Alemanha foi o tema de um ensaio mais longo de Carl Schmitt, publicado em Hamburgo em 1934 com o título Staatsgefüge und Zusammenbruch des Zweites Reiches. Der Sieg des Burgers über den Soldaten (A estrutura do Estado e o colapso do Segundo Reich. A vitória dos burgueses sobre os soldados).

[10] Röhm, o soldado ideológico, havia sido morto em 1934, ao mesmo tempo em que os soldados políticos, os generais von Schleicher e von Bredow. Além disso, como já mencionado na nota 6 acima, o Ministério da Guerra deixou de existir no início de 1938, enquanto o Comandante em Chefe, Marechal de Campo Werner von Blomberg foi destituído de seu posto por ter se comprometido ao se casar com uma “senhora com um passado”, E seu futuro sucessor, o general von Fritsch foi forçado a renunciar sob uma acusação homossexualidade. Ao mesmo tempo, dezesseis outros generais foram aposentados e quarenta e quatro transferidos. Göring, que havia sido muito ativo na realização dessa “integração”, recebeu para si apenas o título de marechal de campo, pois Hitler manteve para si o comando militar supremo.

By Alerta Nacionalista

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