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Entidades judaicas no Brasil se mostram “chocadas” com reunião entre presidente da República e Beatrix von Storch e afirmam que a legenda dela, a AfD, é um partido de “extrema direita que minimiza as atrocidades nazistas”.

Nesta segunda-feira (26/07) Instituições judaicas criticaram o encontro oficial do presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro com a deputada alemã Beatrix von Storch, ocorrido na semana passada.

Os estrategistas dos Bolsonaro mais uma vez conseguem se utilizar do bom e velho “clickbait”, isso é, conteúdo de internet geralmente sensacionalista usado para gerar engajamento massivo mas que também serve, no caso do governo atual, para desviar atenção dos reais problemas nacionais, simplesmente dando aquilo que a mídia progressista e idiotizada quer. Lembremos, por exemplo, do flagrante caso do ex-Secretário de Cultura Roberto Alvim imitando – como ator que é – o estilo de discurso de Joseph Goebbels.

Entretanto, também existem outros aspectos e poderes ocultos por trás de tudo isso que também vão sair ganhando. Vamos ver quais são eles.

Reunião com o antigo partido de Bolsonaro, PSL (Partido Social Liberal), e o próprio Presidente da República

Von Storch, vice-presidente do partido de direita alemão Alternativa para a Alemanha (AfD), foi recebida pelo presidente em Brasília. Ela também se reuniu, separadamente, com os deputados federais Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, e Bia Kicis (PSL-DF), assim como com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes (ex-astronauta da NASA).

Na semana passada, publicações de Eduardo Bolsonaro e Bia Kicis sobre seus encontros com a ultradireitista alemã imediatamente geraram uma série de críticas nas redes sociais. Aparentemente, os bolsonaristas não sabem que o AfD é conservador e devem pensar que o conservadorismo só vem de Israel e que alemães nacionalistas devem ser “comunistas racistas nazistas”. Boa herança olavética, não acham?

As coisas se tornam realmente muito insanas quando vemos que até mesmo fotos do encontro de Von Storch com Pontes foram mais tarde excluídas da conta do ministério na plataforma Flickr.

Analisando as argumentações virulentas e preconceituosamente condenatórias das entidades sionistas

A Confederação Israelita do Brasil (Conib) disse que “trata-se de partido extremista, xenófobo, cujos líderes minimizam as atrocidades nazistas e o Holocausto. O Brasil é um país diverso, pluralista, que tem tradição de acolhimento a imigrantes”.

Outra entidade, o Instituto Brasil Israel (IBI), afirmou que a AfD tem características xenófobas e supremacistas e que a viagem mostra que a AfD apenas busca, de forma desesperada, legitimação internacional.

Como se o AfD fosse culpado pelas recentes tragédias pelas enchentes ocorridas na Alemanha, o coordenador-executivo do IBI, Rafael Kruchin afirmou que:

“O fato de Beatrix von Storch se ausentar da Alemanha quando se contam as vítimas das enchentes e viajar por um país isolado internacionalmente a esta altura, como o Brasil, mostra a irrelevância de seu partido e a busca desesperada por qualquer legitimação internacional. Ao contrário de uma união dos conservadores do mundo para defender os valores cristãos e a família, como sugeriu Bia Kicis, esses encontros estão mais para união de políticos de extrema direita irrelevantes no cenário global: um abraço de náufragos”.

Deixado de lado o fato de que o judaísmo não é cristão, não podendo o mesmo autor da frase falar em nome destes, com relação a Bolsonaro, certamente sua imagem de defensor de “valores cristãos”, “renovação política” e “progresso liberal” já foi para o “fundo do mar”, já tendo isso “saído da baia em um barco furado”. Quanto ao AfD, podemos dizer que o desespero é maior por parte dos sionistas ao olharem para um partido que só cresce nas pesquisas enquanto o mesmo grupo de influência sionista (na Alemanha) apoia e prefere Merkel e sua coalizão democrata-cristã com décadas no poder, que é nada defensora de valores cristãos, que promove a substituição étnica da Alemanha e o total liberalismo de seu país em relação a qualquer valor moral e tradicional que ainda possa existir naquele país rendido incondicionalmente, chave da União Europeia, que combate qualquer forma de sentimento de pertencimento e logo, valor moral com sua agenda globalista LGBT e migratória.

Já o conhecido grupo “Judeus pela Democracia” disse que “o presidente do Brasil, seu filho e a presidente da CCJ encontrarem uma deputada líder do partido de extrema direita, xenófobo e nazista é algo que nos assusta, não apenas como judeus, mas também como brasileiros”.

O Museu do Holocausto de Curitiba afirmou que “a Alternative für Deutschland (Alternativa para a Alemanha) é um partido político alemão de extrema direita, fundado em 2013, com tendências racistas, sexistas, islamofóbicas, antissemitas, xenófobas e forte discurso anti-imigração”.

O mesmo grupo que afirma defender a “democracia” e ao mesmo tempo ostenta apoio ferrenho e incondicional ao Estado de Israel, apresentando-o como “o único país democrático do Oriente Médio”. Isso significa, no mínimo, fechar os olhos para o apartheid contra os palestinos promovido pelo país sionista – que atualmente é reconhecido pelas principais entidades internacionais de direitos humanos – desde sua fundação, incluso a hedionda desapropriação de suas terras, assentamentos ilegais, privação de direitos básicos como vacinas para o covid, segregação civil e geográfica, e a total beligerância ilegal para com uma população que não possui reconhecimento oficial de soberania de fato na ONU (por pura influência dos aliados poderosos de Israel) e está completamente desarmados e a mercê da virulenta Israel Defense Force.

E, se fossemos cogitar uma “islamofobia”, como foi afirmado pelo Museu do Holocausto de Curitiba, a maior delas seria a promovida pelo próprio Estado de Israel, que volta e meia, fecha os olhos para as manifestações de extremistas verdadeiras que se dirigem para invadir a mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém. O mesmo Estado que manda suas forças de segurança espancar os muçulmanos religiosos desarmados no templo todas as vezes que os grupos descalços de palestinos tentam revidar (de forma precária) os ataques militares profissionais de Israel em suas localidades e residências.

Essa segregação também inclui uma considerável parte dos palestinos que professa a fé cristã. Atualmente, esses últimos estão ameaçados de extinção.

Quem são os defensores do sionistas para falar de valores morais, extremismo, supremacismo e racismo? Ninguém.

Mas para estas questões, TODAS ESSAS ENTIDADES ESTÃO DE OLHOS MUITO BEM FECHADOS.

Difamações contra Von Storch só fazem barulho, mas não tem efeito prático

Membro de uma família antiga de origem nobre, Beatrix von Storch, 50, é, pelo lado materno, neta de Johann Ludwig Schwerin von Krosigk, que serviu como ministro das Finanças de Adolf Hitler, então o chanceler, por mais de 12 anos. Pelo lado paterno, o outro avô de Beatrix von Storch, filho de um duque, Nikolaus von Oldenburg era membro tanto do Partido Nacional-Socialista quanto da SA, a força paramilitar do partido.

O passado da família de Beatrix von Storch foi destacado pela imprensa alemã a partir de 2014, quando ela foi eleita deputada europeia pela AfD. Sendo usado para todo tipo de difamação.

Na sua viagem ao Brasil nesta semana, ela foi acompanhada de seu marido, Sven von Storch, de quem adotou o sobrenome em 2010. Sven, membro de uma família alemã que se fixou no Chile após a derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial, dirige junto com sua mulher vários grupos civis e politizados conservadores na Alemanha.

Isso não significa nem de longe que você verá tropas da SS e SA marchando nas ruas com botas e ostentando braçadeiras com suásticas.

A questão clara aqui é, os alemães lutaram na Segunda Guerra Mundial pelo seu país. Seus país possuía até então um governo autônomo liderado pelos nacional-socialistas alemães de Hitler. Portanto, é inconcebível apontar para qualquer alemão e acusá-lo de “nazismo” hoje caso o seu avô tenha sido funcionário público naquela época ou tenha sido ele um patriota que serviu o país.

Afinal, os bolsonaristas são ou não “patriotas conservadores”? A verdade é que não. O bolsonarismo é liberal, antinacionalista e nenhuma de suas políticas, seja no papel ou posta em prática corresponde a qualquer tipo de política voltada para a defesa dos interesses nacionais.

Os mesmos sionistas que difamam o encontro internacional também “bebem da fonte” dos que recebem apoio dos dois lados

Onde estavam as entidades judaicas quanto ao seu papel na eleição de Bolsonaro e o PSL em 2018? Calados os que trabalhavam com os grupos de influência de esquerda política e apoiando os mesmos que trabalhavam com os grupos políticos de influência de direita. Todos todos sionistas, todos por Israel e não pelo Brasil.

Nem iremos citar aqui a quantidade de ministros e outras personalidades chave do atual governo que são representantes legítimos dos interesses sionistas de Israel no Brasil. É no mínimo curioso as próprias entidades e uma flagrante visão do modus operandi, isso é, a chantagem midiática e apelo progressista por parte destes grupos de poder escrever uma carta oficial afirmando que o mesmo governo, na figura do Presidente mais vassalo à Israel da história do Brasil, possui “inclinações ao nazismo e fascismo”. Estariam tentando evadir-se do desgaste após os escândalos das vacinas e CPI da Covid?

São inúmeras as mostras de total amizade e subserviência deste governo, que comanda um país imenso para com um governo de país ínfimo e territorialmente insignificante (se comparado ao nosso), mas que conta com grupos de influência poderosos em países de primeiro e terceiro mundo com alcance internacional.

A deputada Bia Kicis em um encontro com Beatrix Von Storch, uma das líderes do partido da direita liberal conservadora alemã Alternativa para a Alemanha (Alternative für Deutschland). Foto: Reprodução/Twitter
Os irmãos Carlos e Eduardo Bolsonaro, filhos do Presidente da República Jair Bolsonaro em visita diplomática à Jerusalém passeiam no bairro antigo vestindo camisas do Mossad (serviço secreto israelense) e da Israel Defense Force (Forças Armadas de Israel). Foto: Twitter de Eduardo Bolsonaro

Também nunca foi diferente o tratamento dado pelos filhos de Bolsonaro, Bia Kicis ou o próprio PSL e mesmo o AfD. Todos contam com largo apoio de membros judeus dentro do Brasil, atuando com influência ativa no governo atual. Todos eles apoiadores incondicionais de Israel e do lobby sionista internacional de forma inequívoca.

Todo este rebuliço midiático não teria o propósito de colher mais motivações para que sejam aprovadas leis que beneficiem estes grupos de influência, como a criminalização do questionamento do holocausto? Pense bem, todos eles saem ganhando em calar qualquer dissidência pela força lei com relação a qualquer tipo ou forma de questionamento é que se torna a real intolerância de fato.

A própria deputada federal Bia Kicis, em carta aberta ao CONIB (Confederação Israelita do Brasil), disse o seguinte em alguns trechos:

“[…] Desejo esclarecer que tenho a honra de ser neta do General Samuel Kicis, reconhecido como um herói brasileiro, judeu, que integrou a Força Expedicionária Brasileira na luta contra o fascismo e o nazismo na 2ª Guerra mundial. Como deputada conservadora, recebi por indicação de amigos, inclusive da Comunidade judaica, a deputada alemã, Beatrix Von Storch, que, como eu, é uma defensora dos valores judaico- cristãos, e da família e luta pela soberania de sua Pátria.”

Primeiro, é bom esclarecer que o Partido AFD, diferentemente do que aleivosamente alguns espalharam, não é um partido nazista […] Seu partido [AfD, de Beatrix von Storch], inclusive, apoia e defende Israel. Quanto a mim, sou vice-presidente do grupo amizade Brasil-Israel no Congresso Nacional; l; em 2017, fui agraciada como Embaixadora Extraordinária da Paz na Terra Santa, onde estive por duas vezes, uma delas acompanhando missão oficial ao lado do Presidente Bolsonaro, grande amigo de Israel e da comunidade judaica. […] Sou apoiadora de Israel e de seu povo, sou sionista e abomino tanto o nazismo quanto qualquer ideologia que segregue, persiga e mate.

A deputada Bia Kicis em um encontro com Beatrix Von Storch, uma das líderes do partido da direita liberal conservadora alemã Alternativa para a Alemanha (Alternative für Deutschland). Foto: Reprodução/Twitter
A deputada Bia Kicis em um encontro com Beatrix Von Storch, uma das líderes do partido da direita liberal conservadora alemã Alternativa para a Alemanha (Alternative für Deutschland). Foto: Reprodução/Twitter

Conclusão

Tudo isso para combater o “antissemitismo” ou é uma clara demonstração de poderio do lobismo sionista internacional? Deixo essa pergunta para o leitor. Entretanto, qual outro grupo de influencia politica e midiática possui essa capacidade de persuasão internacional e tamanha articulação de chantagem emocional com relação a opinião pública promovida pela mídia formal com sua linguagem pré-formatada?

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