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Através de todos esses anos, os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} têm continuado a mascatear a alegação de que houve uma tentativa definitiva da Alemanha Nacional Socialista de exterminar todos os judeus e, portanto, eles proferem a “Definitiva declaração de Gerstein” em apoio à sua teoria, a qual tem sido popularmente apelidada de “Holocausto.” A “Definitiva declaração de Gerstein” foi supostamente escrita por Kurt Gerstein, uma pessoa que não foi minimamente inibida de fazer afirmações pretensiosas sobre si mesmo e seu conhecimento técnico aplicado.

A Definitiva declaração afirma que Gerstein tinha passado em um “exame de engenheiro certificado” em 1931 e em um “exame de agrimensor de mineração” em 1935. Os “estudos gêmeos” de Gerstein eram “tecnologia e medicina” e com essas proficiências o apoiando, não foi difícil para ele, “com a ajuda de duas referências escritas por … dois funcionários da Gestapo que haviam lidado com … [seu] caso … para entrar na Waffen SS.” Devido aos seus “sucessos,” ele foi “declarado sincero e indispensável” (referência nº 109 {Arthur Butz, The Hoax of the Twentieth Century, 1976} páginas 251-2); compare com a referência nº 142 {Paul Rassinier, Debunking the Genocide Myth, 1978} página 253).

Contudo, nós não estamos impressionados, pois se examinarmos a habilidade técnica de Gerstein, julgando-a pela “Declaração de Gerstein,” nos perguntaremos se ele teria passado em um exame de matemática elementar!

Vamos examinar um exemplo da proficiência matemática de Gerstein. De acordo com a “Declaração de Gerstein,” Gerstein é suposto ter visto, durante uma breve visita a Treblinka, 8 câmaras de gás e “montanhas inteiras de roupas e roupas íntimas com cerca de 35-40 metros de altura” (referência nº 109 {Arthur Butz, The Hoax of the Twentieth Century, 1976} página 254). Observe aqui, que ele não viu uma montanha tão alta de roupas, mas “montanhas” – quantas ele não disse. Vamos agora examinar mais de perto essa questão sobre as montanhas de roupas de 35-40 metros de altura, baseando nossos números em uma altura de 40 metros (131,2 pés).

Se nós assumirmos que cada andar de uma casa é de 2,66 m, teremos uma visão de quão alto 40 metros realmente são. Isso significaria que a pilha de roupas teria a altura de um prédio de 15 andares (40/2,66 = 15,04).

Deve ser aparente que nenhum ser humano, mesmo se ocorre de ser um Exterminacionista, pode jogar roupas tão altas, então isso nos leva à questão de como as roupas chegaram ao topo. Nós não examinaremos aqui como essas montanhas de roupas podem ter chegado a Treblinka em primeiro lugar.

Não há registro de que as roupas fossem trazidas a 40 metros acima por meio de gruas altas; que foram lançados de aviões; trazidas ao topo por meio de balões, então paraquedas; ou estouradas acima por sopradores enormes e poderosos. Nós não devemos esquecer que os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} continuam nos lembrando que os alemães eram altamente qualificados tecnicamente e usaram seu know-how na execução do Programa de Extermínio. Julgando a partir de fotos de outros locais de coleta de roupas e artigos (referência nº 10 {Jan Michalak, Oswiecim, 1977} página 205, página não numerada}; referência nº 23 {Kazimierz Smoleń, From the History of KZ-Auschwitz} página 64, opor contra; referência nº 25 {Kazimierz Smoleń, Auschwitz 1940-1945, 1976} páginas 36-40; referência nº 29 {Kazimierz Smoleń, Ausgewhlte Probleme aus der Geschichte des KL Auschwitz, 1978} página 53),1 nós podemos somente supor que foram trazidos ao topo por mãos humanas. A única maneira de vermos que foram levados ao topo foi por pessoas escalando enormes montanhas de roupas.

Vamos agora, por curiosidade, descobrir mais sobre a área que UMA dessas montanhas de roupas pode ter ocupado em Treblinka. Nós sabemos a altura da montanha de roupas: uns 40 metros. Assumindo que o montão de roupas seja um triângulo retângulo (90°), qual teria sido o ângulo na base? Nós sentimos que se nós permitíssemos 30° na base, isto seria uma subida muito íngreme, e pelo que os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} afirmam – que as vítimas em Treblinka estavam quase mortas mesmo antes de sua chegada ao acampamento – um ângulo de 30° parece fora de questão. Mesmo para uma pessoa em boas condições, uma subida de 40 metros, com um ângulo de 30°, seria uma tarefa e tanto e muitas pessoas desmaiariam antes mesmo de chegar a meio caminho do topo. Para fins de argumentação, vamos, todavia, começar com um ângulo de 30° e descobrir quais medidas nós obteríamos.

Primeiro, nós devemos descobrir a medida da base na FIGURA 1, a qual nós temos representado com X.

FIGURA 1

FIGURA 1

            Nosso objetivo agora é descobrir a “tangente” ou “tan” do ângulo que assumimos ser 30°.

SOLUÇÃO:

tan 30° = {partindo da premissa dada de que para o ângulo de 30º a tangente é √3/3, ou} 0,577

{e que tangente é = cateto oposto (A-B) / cateto adjacente (B-C)} ou

{0,577 = 40 / X}

então X = 40 / 0,577

40 = 69,32

A medição de X = 69,32 metros é apenas o raio. O diâmetro ou comprimento total seria 138,64 (2 x 69,32). Se nós tomarmos a montanha de roupas como um quadrado, teremos:

138,64 x 138,64 = 19.221 metros²

Uma montanha de roupas daquele tamanho ocuparia assim uma área de 19.221 metros quadrados ou quase 2 hectares {cada hectare (ha) é 10.000 metros quadrados}.

Deixe-nos supor que as roupas ficariam espalhadas ao redor na base em um círculo. Então, a área do círculo na base cujo raio é 69,32 metros seria:

Área Pi x r² = 3,1416 x 69,32²

                    = 3,1416 x 4.805,262 metros²

        = 15.096,21 metros²

Contudo, não somente seria difícil escalar uma montanha de roupas de 40m de altura com um ângulo de 30°, mas também haveria muito vento no topo e o vento espalharia as roupas. Além disso, nos perguntamos pasmos como tal montanha poderia ser escalada no período de inverno. Gerstein afirma que era “inverno” enquanto ele estava em Treblinka. [2] É realmente uma espantosa maravilha que nenhum Exterminacionista tenha vindo com a sugestão que a encosta foi usada para esquiar pelos alemães, ou para empurrar as vítimas para a morte, poupando-as assim do procedimento de gaseamento. Pense em todos os {potes de gás} Zyklon B que eles teriam salvado

Uma subida de 30° seria muito íngreme, mesmo em condições normais. Vamos, portanto, descobrir qual seria a área em metros quadrados se os ângulos fossem 20° ou 10°.

SOLUÇÃO:

tan 20° = 0,364

então X = 40 / 0,364

          X = 109,89 metros

 área 109,89 metros x 2 = 219,78 metros

219,78 x 219,78 = 48.303,24 metros²

A área total dessa montanha de roupas seria de quase 5 hectares {cada hectare (ha) é 10.000 metros quadrados}. Nossa próxima tarefa é descobrir a área de 10°:

tan 10° = 0,176

então X = 40 / 0,176

           X = 227,27 metros

 área 227,27 metros x 2 = 454,54 metros

454,54 x 454,54 = 206.606,61 metros²

Essa montanha de roupas ocuparia mais de 20 hectares {cada hectare (ha) é 10.000 metros quadrados}. Agora, onde estava essa imensa montanha de roupas localizada em Treblinka e o resto das montanhas de 40 metros de altura? E sobre os sapatos? E sobre os pertences que os prisioneiros levaram com eles? E as malas, cujos exemplos são exibidos em Auschwitz? Se houvesse várias montanhas de roupas de até 40 metros em Treblinka, quantas muitas outras montanhas de outros artigos teriam estado lá?

Embora os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} entrem em orgias de auto-indulgência em jogar a “Declaração de Gerstein” na face de seus oponentes e dos que duvidam, eles nunca querem, por razões óbvias, entrar em detalhes sobre sua amada e estimada prova, o que nos faz pensar em quanta confiança eles realmente colocam sua “evidência” mais valiosa.

A parte interessante surge, contudo, quando nós tentamos investigar o quão grande era o campo de Treblinka – isto é, se havia acampamento no local. A própria existência de um campo de concentração em Treblinka engonça sobre mero boato e evidências frágeis e insubstanciais. É altamente duvidoso se alguma vez existiu um campo de concentração em Treblinka. Não há registros confiáveis disponíveis os quais mostram isso, e até mesmo os próprios Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} nos informam que o paradeiro do campo não pôde ser determinado depois que os soviéticos tomaram o lugar.

Conforme os anos têm passado, os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} têm manejado fradulentamente [3] vários locais que pretendendo ser os locais dos campos. Em um esforço para não deixar cair a teoria do Extermínio, eles aparentemente dividiram Treblinka em dois campos, um para o labor e o outro para o extermínio. Esses lugares são então chamados de Treblinka 1 e Treblinka 2. Não há acordo sobre qual lugar é qual e tudo parece depender de quem pergunta a questão.

O local mais afastado dos trilhos da ferrovia (uma fonte afirma que está localizado a cerca de 1,5 km, ver referência nº 1 {Encyclopedia judaica, Keter (Jerusalem), 1971/2}, vol. 15: 1366), por alguns indicados como Treblinka 2, pode ser dispensado, isto é, se qualquer credibilidade puder ser colocada no local atual. Hoje o local tem como alicerce o que pretende ser 8 casernas para além de outras duas fundações, uma das quais bastante bem construída e a qual tem um andar abaixo do nível do chão. Não é certo, contudo, se as fundações das 8 casernas foram construídas pelos alemães ou não. Elas também podem muito bem, como no caso de Chelmno, ter sido colocadas lá pelos “libertadores” depois da guerra.

É aparente, contudo, que se houvesse um acampamento ali, nem mesmo uma dessas montanhas de roupas poderia ter sido acomodada no local. A área é muito pequena e a presença das 8 casernas e as outras construções excluem uma montanha tão enorme. Além disso, o local das assim chamadas “câmaras de gás” as quais eram localizadas próximas às montanhas de roupas é suposto ter estado próximo aos trilhos da ferrovia, a cerca de 1,5 km de distância.

Deve ser admitido, contudo, que esse lugar o qual está localizado mais perto dos trilhos da ferrovia parece ainda mais suspeito do que o anterior. Das evidências que pudemos reunir no local, não havia prova de tal lugar neste local. [4]

Uma (das várias) cifras oficiais que os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} nos têm dado da área total para o “campo da morte” é de 13,5 hectares, ou 135.000 metros quadrados (33,4 acres). Se o acampamento estivesse em um quadrado, as medidas teriam sido, portanto, 367,4 metros 367,4 metros (√²135.000 = 367,4 – ver FIGURA 3). Pode ser prontamente visto que o acampamento dificilmente poderia ter contido até mesmo uma de tais montanhas de roupas, mesmo se nós permitíssemos um ângulo de 30°. Este acampamento também deveria conter numerosos edifícios. Um modelo disso é apresentado na Encyclopaedia Judaica (Volume 15: 1368), o qual é provavelmente baseado em conjectura. Ilustra o ponto, entretanto, que o acampamento tinha numerosos edifícios. A mera presença de uma montanha tão alta de roupas teria feito mais difícil para os guardas se manterem de olho nos prisioneiros, além disso, seria necessário que uma cerca fosse construída que fosse mesmo mais alta do que a montanha de roupas, pois se a montanha de roupas estivesse perto da cerca (no caso de um ângulo de 10º é claro que iria além), os prisioneiros poderiam ter escapado prontamente por cima da cerca, a menos que ela fosse mais alta do que a montanha de roupas. Um ângulo de 10° requereria que a cerca ao redor do campo de Treblinka tivesse mais de 34,3 metros. Toda a noção de uma cerca tão alta é cambaleantemente surpreendente, para dizer o mínimo (ver FIGURA 3). Para obter a medida correta da cerca inteira, o comprimento da cerca que vai acima da base onde a montanha de roupas se encontra, deve ser adicionado a 34,3 metros.

Os gráficos de círculo abaixo podem ser usados para ilustrar a área total que uma dessas montanhas de roupas teria tomado de um acampamento com 13,5 hectares {cada hectare (ha) é 10.000 metros quadrados}. Um ângulo de 30° requereria 14,2% do círculo.

 

Se nós tomarmos o ângulo 10°, a área para tal montanha de roupas teria estendido a montanha além do acampamento, cerca de 53% ou 194,7 metros e requereria uma cerca de 34,3 metros. O gráfico a seguir ilustrará bem esse ponto, se assumirmos que o acampamento estar na forma de um quadrado.

FIGURA 5: é baseada na medição de que o “campo da morte” de Treblinka tinha uma área de 13,5 hectares {cada hectare (ha) é 10.000 metros quadrados} (367,4 367,4). Com um ângulo de 10° a montanha de roupas chegaria a 53% além da área do acampamento. A cerca ao redor do acampamento deveria ter mais de 34,3 metros

Experimentos similares com medições podem ser feitos nos outros campos onde os tamanhos dos campos têm sido dados. Admitidamente esses números são na maioria das vezes tirados de um céu azul claro, tais como nos casos de Treblinka e Sobibor, mas os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} nos informam que os métodos de procedimento e a matança das vítimas se assemelham uns aos outros em lugares tais como Chelmno, Belzec, Sobibor e Treblinka.

É alegado que Sobibor “tinha uma área de 60 hectares” {cada hectare (ha) é 10.000 metros quadrados} (referência nº 12 {Datnet et al, Genocide 1939-1945, 1962} página 84; 774,6 x 774,6 metros ou 148,3 acres). Esta medição, que nos foi dada pelas autoridades polonesas, é um mistério por si só, pois quando investigámos a área em 1978 nós não podíamos nem mesmo determinar se havia um acampamento lá e o que hoje nos é mostrado é um local com uma área menor do que Treblinka. Muitas das árvores em Sobibor eram claramente mais velhas do que o campo e, enquanto estávamos lá, eles estavam cortando a madeira em todo o lugar. Muito possivelmente a área a qual foi limpa tenha sido limpa de árvores após a liberação, um método o qual tem sido usado em lugares tais como Chelmno.5 O turista que não suspeita não aprende nada sobre isso, a menos que esteja determinado a fazer uma investigação completa por conta própria. Pelo que sabemos, nunca houve um ou campo de extermínio ou de prisioneiros de qualquer tipo em Sobibor e o que houve provavelmente não foi nada mais do que um pequeno posto militar alemão. Não há nenhuma evidência de um campo de extermínio em Sobibor e um número de cerca de 100 x 100 metros deve ser mais do que adequado para o local presente ao fazer o experimento. Mesmo se a montanha de roupas tivesse um ângulo de 30°, ela teria alcançado além do “campo.”

O exterminacionista {historiador judeu} Leon Poliakov relata a partir do Tribunal de Jerusalém em 1961 que o método de extermínio em Belzec, conforme relatado por Gerstein, “se assemelhava muito ao de Treblinka” (referência nº 142 {Paul Rassinier, Debunking the Genocide Myth, 1978} página 411). Nos é dito que isso também era verdade no caso de Sobibor, um lugar que Gerstein não tinha “visitado” nem ele sabia “exatamente” onde estava localizado, mas o qual, segundo ele, tinha um número diário de mortos de 20.000 pessoas, cerca de 5.000 a menos por dia do que em Treblinka. (referência nº 109 {Arthur Butz, The Hoax of the Twentieth Century, 1976} página 252; referência nº 142 {Paul Rassinier, Debunking the Genocide Myth, 1978} página 412).

Duas “autoridades” polonesas mantêm uma taxa de mortalidade para Sobibor que quase se iguala ao alegado número de Treblinka, cerca de 600.000 (referência nº 7 {Scenes of Fighting & Martyrdom Guide, 1968} página 248; referência nº 12 {Datnet et al, Genocide 1939-1945, 1962} página 84). Como nós estamos em uma jornada de adivinhação, nós podemos também especular que Sobibor também tinha montanhas de roupas. Gerstein tinha sido instruído que uma de seus deveres era “desinfetar uma grande quantidade de roupas” (referência nº 142 {Paul Rassinier, Debunking the Genocide Myth, 1978} página 412).

Em Belzec, as vítimas foram instruídas a “Tirar todas as roupas” (referência nº 142 {Paul Rassinier, Debunking the Genocide Myth, 1978} página 414). Provavelmente também aqui havia montanhas de roupas. Uma autoridade polonesa nos disse que este campo “ocupava uma área relativamente pequena de formato retangular com lados medindo 275 e 263 metros, respectivamente” (referência nº 12 {Datnet et al, Genocide 1939-1945, 1962} página 81; 7,2 hectares ou 17,8 acres). Qualquer um que tenha visitado Belzec e lhe examinado, reconhece de uma vez quão ridiculamente pequeno o “campo da morte” realmente é e é uma espantosa maravilha por que os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} colocariam este lugar em evidência como um dos lugares mais elaborados para extermínio já inventado pelo homem.

Na época em que os alemães estavam administrando Belzec, a área interna estava “camuflada com galhos e árvores jovens” e no centro havia “um aglomerado de árvores” (referência nº 12 {Datnet et al, Genocide 1939-1945, 1962} página 81). Quando examinamos o local em 1978, cerca de metade dele era arborizado. Seria interessante saber onde pelo menos uma montanha de roupas poderia ser colocada neste acampamento.

Em nenhum desses alegados campos cabem montanhas de roupas, com 40 metros de altura.

E aqui estão algumas observações adicionais. Se nós permitíssemos um conjunto de roupas íntimas para cada pessoa, uma estimativa liberal contada com base em um ângulo de 30° seria que uma montanha de roupas de 40 metros de altura conteria as roupas íntimas de pelo menos 190 milhões de pessoas! A contagem de um conjunto de roupas íntimas por pessoa não pode ser considerada muito pequena, pois os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} às vezes nos dizem que as vítimas foram colocadas nuas nos trens e, se assim for, as vítimas não tinham qualquer roupa com elas na chegada delas nos campos (compare referência nº 161 página 299; RH 17).

Deve ser evidente a partir dos exemplos acima que nenhuma pessoa com uma mente sã pode colocar qualquer crédito em tal falta de sentido completamente errante como os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} estão repetidamente escavando a fora para um público não crítico. A Teoria do Extermínio deve ser colocada onde realmente ela pertence: nos reinos da fantasia. Vista sob essa luz, a Inteira Teoria se revelará uma ficção; uma perturbação mental imposta sobre o homem em escala de massas nesta era de “tecnologia e iluminação”.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander via World Traditional Front


Notas

[1] Nota de Ditlieb Felderer: Deve ser reconhecido que nenhuma das imagens apresentadas nessas fontes tem qualquer semelhança com uma montanha tão alta de roupas. Algumas das fotos supostamente seriam tiradas em Auschwitz-Birkenau. Mas se as montanhas de roupas em Treblinka, um acampamento que os Exterminacionistas consideram um acampamento pequeno, tinham 40 metros de altura, quão altas não deveriam ter sido as montanhas de roupas em Auschwitz e Birkenau?

[2] Nota de Ditlieb Felderer: Aparentemente, Gerstein estava tão confuso que ele não sabia que agosto não era “no inverno.”

[3] Nota de Ditlieb Felderer: Um bom exemplo de campo sendo manejado fradulentamente é Stutthof. Em uma importante autoridade exterminacionista polonesa, publicada em 1962, se afirma: “Devido ao fato de que Stutthof não tinha instalações de câmara de gás, elas [as vítimas] eram geralmente liquidadas levando-as no menor tempo possível para uma morte ‘natural.’” Veja referência nº 12 {Datnet et al, Genocide 1939-1945, 1962} página 70. Hoje em Stutthof, contudo, eles mostram uma câmara de gás aos visitantes. Ao comparar várias fotografias deste edifício, é evidente que o edifício tinha sido alterado. Provavelmente a “câmara de gás” foi manejada fradulentamente a fim de atrair turistas. O turismo em campos de concentração é agora uma valiosa fonte de divisas para a Polônia. Agora existe um Holiday Inn em Auschwitz, além de vários hotéis menores e albergues da juventude

[4] Nota de Ditlieb Felderer: A área tinha sido obviamente limpa de árvores. As que ainda estão no local de “Extermínio” ou próximos a ele são muito mais antigas do que o acampamento. Nós também somos informados de que o campo de extermínio estava localizado ao lado dos trilhos da ferrovia. Não é assim, pelo menos não hoje. O melhor que podemos dizer deste lugar é que a área inteira parece suspeita.

[5] Nota de Ditlieb Felderer: Quando nós estávamos em Chelmno em 1978, nós conversamos com um dos homens que ajudaram a derrubar as árvores após a libertação. Quando nós lhe perguntamos se esse corte de árvores não foi uma tentativa deliberada de enganar as pessoas, vendo os livros nos dizerem que se tratava de um campo de extermínio, o homem sorriu e disse: “Você sabe – em livros tudo pode ser escrito!” De acordo com sua esposa, a única coisa que existia na época em que os soviéticos tomaram o lugar eram duas casernas. O local foi então limpo de árvores pelos “libertadores,” as fundações foram estabelecidas, todas construídas para dar uma aparência de um antigo campo.


Bibliografia

Encyclopedia judaica, Keter (Jerusalem), 1971/2.

Scenes of Fighting & Martyrdom Guide, Sports & Tourism Publications (Warsaw), 1968.

Oswiecim(Auschwitz), Michalak, Interpress (Warsaw), 1977.

Genocide 1939-1945, Datnet et al., Wydawnictwo Zachodnie (Warsaw), 1962.

From the History of KZ-Auschwitz, Smolem, Auschwitz

Auschwitz 1940-1945, Smolem, Auschwitz Museum, 1976.

Ausgewhlte Probleme aus der Geschichte des KL Auschwitz, Smolem, Auschwitz Museum, 1978.

The Hoax of the Twentieth Century, Butz, IHR, 1976.

Debunking the Genocide Myth, Rassinier, IHR, 1978.

A bibliografia completa do Bible Researcher contém cerca de 200 referências Exterminacionistas e Revisionistas, e está disponível com o autor.


Fonte: Auschwitz Notebook – Certain Impossibilities of the ‘Gerstein Statement’, por Ditlieb Felderer, The Journal of Historical Review, primavera de 1980 (Vol. 1, nº 1), página 69. Disponível na web em http://www.ihr.org/jhr/v01/v01p-69_Felderer.html.

By Ditlieb Felderer

Ditlieb Felderer (1942 -), austríaco, inicialmente pertencendo ao segmento religioso das Testemunhas de Jeová, destacou-se, para fins de criticismo no campo de pesquisa da história do século XX, como um dos primeiros pesquisadores das evidências físicas em todos os principais campos de concentração da então Europa Oriental comunista, ou seja, mesmo não sendo acadêmico, foi uma vanguardista na pesquisa forense da arqueologia do alegado Holocausto, ajudando abrir portas para pesquisas mais rigorosas e forçando uma contundente reavaliação das versões de historiadores acadêmicos, a grande maioria, os quais produziam material acadêmico ou publicitário sem o devido rigor científico e crítico. Foi conselheiro de Ernst Zündel e testemunha nos Grandes Julgamentos do Holocausto de 1985 e 1988. Escreveu Anne Frank's diary – a hoax, (1979).

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