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“Um país não é livre quando a liberdade de expressão é sufocada com penas drásticas. O grande Kant disse que sob ‘liberdade de expressão’, deve ser permitido falar sobre tudo, seja verdade ou mentira. O holocausto pode ter acontecido, eu não estava lá. Mas eu não vou discutir isso, pois é proibido. Não se tem permissão para discutir, mesmo de forma científica. A existência da ‘incitação popular’ impede o debate. Este não é um país livre.”

Alguém aqui está com medo da verdade?

O mundo está em movimento. A crise financeira estremece a confiança cega no dominante sistema econômico-político. O lado bom da crise: ela fomenta o pensar. Muitos percebem que as soluções nos propostas pela política, não são soluções, mas apenas medidas paliativas para manter vivo o atual sistema. Aumenta-se a suspeita de que toda esta crise seja uma redistribuição de capital para concentrá-lo ainda mais nas mãos de poucos. Já está mais do que na hora de trocar o conformismo pela reflexão.

A atual sociedade fundamenta-se – como todos os sistemas – em determinados axiomas, em pilares que não podem ser abalados, pois senão todo o edifício corre o risco de entrar em colapso. Tais pilares transformam-se naturalmente em zonas proibidas, em tabus. Quem quiser avançar em nossa sociedade ou apenas ser tolerado, este deve procurar repetir certos chavões ou pelo menos não deve criticá-los: faz parte disso o reconhecimento do livre mercado com sua economia baseada em juros e independência dos bancos, a democracia parlamentarista com seu sistema de partidos direita/esquerda, o reconhecimento do filossemitismo e antirracismo, homossexualidade e aborto com destaque para os direitos humanos. É claro que somos livres para pertencer a qualquer associação religiosa ou cosmologia – mas com a pré-condição subentendida para que a religiosidade não seja levada muito a sério. Caso contrário recebe-se imediatamente o rótulo de fundamentalista. Sob fundamentalista, a atual política e a mídia de massa consideram aquelas pessoas que prezam seus valores católicos ou evangélicos ou islâmicos ou nacionalistas – ou seja qual for a cosmovisão – acima daqueles valores postulados pela casta superior. Por isso estes fundamentalistas não podem ser tolerados na Nova Ordem Mundial Globalista, tema nº 1 da política norte-americana. Aliás, apenas uma tênue linha separa os fundamentalistas da difamação, tornando-os eventualmente malvados terroristas. E não necessitamos de mais explicações sobre o tratamento destinado aos terroristas. O 11 de setembro já providenciou isso. [1]

O europeu consciente percebe espantado que aumenta o número destes tabus determinados pelo politicamente correto e patrulhados pela justiça e as grandes mídias. Através de leis da mordaça, o cidadão é condenado ao silêncio e intimidado através de ameaças de prisão, pois ele não sabe mais o que, onde e quando algo é ilegal. A última anunciada foi o registro de 14.000 “atos criminosos da direita – entenda-se aqui o que quiser – dentre eles 700 atos de violência. Retirando-se esta última cifra, restam 13 mil “delitos” não-violentos, mas de motivação política. Isso chama atenção. Principalmente diante do pano de fundo, quando políticos da República Federal da Alemanha sempre estão pedindo na China ou em outros lugares o “respeito aos direitos humanos”. Aparentemente os louvados direitos humanos da liberdade de expressão, científica e religiosa, assim como da própria cosmovisão etc., só valem quando estes valores não contradizem os postulados legais da “comunidade ocidental”. Aqui temos dois pesos duas medidas. Isso não é condizente de forma alguma com a verdade, para não dizer que estão mentindo: uma clara manobra maquiavélica em prol da estrutura do poder ocidental.

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O que mais impressiona dentre as diferentes zonas de tabu é que elas têm natureza histórica. Quando se trata do Nacional-Socialismo e do chamado Terceiro Reich, então desliga-se completamente a capacidade de pensar das pessoas. O cérebro fica órfão de suas funções, e inicia-se um reflexo automático quase de caráter religioso. Qualquer diferenciação é interrompida, qualquer questionamento a respeito das condenações do Santo Ofício não pode acontecer. Sim, é uma perversão. Aqui é permitida uma única opinião: os “nazistas” – entenda-se os alemães – são os criminosos, exclusivamente, e os judeus são as vítimas, sem questionamentos e de forma atemporal. Vejam os escândalos em torno de Erika Steinbach, Eva Hermann, Martin Hohmann e General Günzel. Quem questiona este mais alto dogma, não possui mais interlocutor, torna-se um herege e é colocado imediatamente diante dos juízes inquisidores, do desprezo da sociedade e da ruína econômica. E cada um que tinha contato com ele, tem que se “distanciar”.

Isso vale sobretudo para aquelas questões em torno do holocausto, o núcleo central deste terreno minado. O interminável show midiático em torno das declarações do Bispo Williamson trouxe a nós mais uma vez este tabu. A senhora Merkel se viu obrigada a dar uma lição no Papa; o Papa se viu obrigado a exigir uma retratação do Bispo; a promotoria de Regensburg investiga e a justiça republicana pondera se vai solicitar um mandato de prisão internacional contra o religioso – Por quê? Porque ele concluiu de forma diferente sobre um fato histórico que é respeitado e admitido pela maioria. Essa foi sua heresia. Mas isso não quer dizer outra coisa senão que este episódio da historiografia saiu da esfera científica e, com isso, da discussão controversa e adentrou na esfera religiosa, ou melhor, tornou-se uma espécie de religião universal, e alcançou na República alemã a aura de religião estatal oficial.

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Enquanto a campanha midiática contra Williamson caminhava a toda velocidade, o revisionista e advogado Horst Mahler era condenado em Munique a seis anos e simultaneamente em Potsdam, a ainda mais quatro anos de prisão. Isso porque ele questionou o holocausto. Já em 2007, a colega de Mahler, a advogada Sylvia Stolz, foi condenada a três anos e meio de prisão, onde a voz de prisão foi decretada no próprio tribunal! Motivo: ela defendeu o publicitário teuto-canadense Ernst Zündel no tribunal de Mannheim e tentou provar que o acusado tinha razão. O próprio Zündel recebeu cinco anos. Dois anos de prisão preventiva no Canadá sob as mais miseráveis condições não foram considerados. Portanto, Zündel permaneceu preso por sete anos pelo fato de ter divulgado na internet sua opinião sobre o gaseamento de judeus. Logo após a prisão de Zündel, o químico Germar Rudolf, autor de diversos livros e antigo funcionário do Instituto Max Planck de Stuttgart, recebeu uma pena de dois anos e meio porque acreditou ter chegado, devido aos resultados de suas pesquisas, aos mesmos resultados de outros revisionistas, por exemplo, o francês Robert Faurisson, professor universitário para pesquisa documental e crítica literária em Lyon e na Sorbonne em Paris. Faurisson foi condenado diversas vezes a quantias astronômicas e ainda sofreu grave agressão física de delinquentes. Um dos mais conhecidos pesquisadores revisionistas e autor de livros é o romanista e escandinavista suíço Jürgen Graf, condenado a 15 meses de prisão por um tribunal suíço por questionar o holocausto. Ele escapou da prisão fugindo para o exílio. Em fuga encontra-se o belga Vincent Reynouard, pai de sete crianças. Na Áustria, o perito judicial engenheiro Wolfgang Fröhlich, foi preso pela segunda vez, porque não acredita na versão oficial do holocausto. Onde está a Anistia Internacional? Onde está a Comissão Europeia para os Direitos Humanos? Onde está a gritaria da mídia? Onde estão os protestos dos estudantes? Onde está a igreja? [2]

Todos estes homens e mulheres e muitos outros como Úrsula Haverbeck, o cientista político Udo Walendy, Gerd Honsik, Dr. Max Wahl, Siegfried Verbeke, Gastón Amaudruz não cometeram crime algum, a não ser ter chegado em suas pesquisas e reflexões a uma conclusão diferente da versão oficial – e por ter feito perguntas inconvenientes sobre as alegadas falsas notícias espalhadas pelo mundo.

Desde a renascença e principalmente desde o iluminismo, é um orgulho para a ciência ocidental não ficar presa a tabus e reconhecer como critério somente posições livres de preconceito. Revisão – ou seja, verificação, comprovação, questionamento – é um princípio científico fundamental. Todo restante é dogmatismo. A ciência não pode aceitar nem pré-condições religiosas ou políticas ou outros condicionantes sociais. Cientificamente não existe nem cristão nem não-cristão, nem verdades morais ou imorais. O cientista tem direito ao erro, pois ninguém detém a verdade absoluta. As ciências naturais substituíram a confissão da Idade Média por uma era do reconhecimento. Aplicado à pesquisa do holocausto, isso quer dizer: ela não pode ser ofuscada por reflexos filo-semita ou antissemita, assim como tão pouco por filo-germânico ou antigermânico. Se alguém gosta ou não de judeus ou de alemães, isso não pode valer como critério para a pesquisa e não pode determiná-la nem obstruí-la. [3]

A senhora Merkel disse em sua mensagem ao Papa Bento XVI: “Não pode haver qualquer negação do holocausto.” O que quer dizer aqui: não pode haver? Significa que diretrizes políticas internacionais – em oposição a todo conceito de ciência – devem orientar tanto a primeira-ministra alemã assim como a maior instância da cristandade?

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Existem declarações que se aproximam muito dessa suposição. Em 21 de maio de 1979, o prof. William Rubinstein da Universidade de Melbourne, Austrália, escreveu na “Nation Review”: se pudesse ser provado que o holocausto é um embuste, então desapareceria a arma nº 1 do arsenal de propaganda de Israel.

E após o diretor de escola e revisionista alemão Günther Deckert ter sido condenado a vários anos de prisão, o FAZ escreveu a 15 de agosto de 1994: Se a versão de Deckert sobre o holocausto fosse verdadeira, então a República alemã teria sido criada sobre uma mentira. Cada discurso presidencial, cada minuto de silêncio, cada livro de história seriam mentiras. À medida que ele nega o genocídio dos judeus, ele questiona a legitimidade da República alemã.

Mas aparentemente existem considerações mais relevantes: a lembrança sobre o holocausto é vital para a constituição de uma nova ordem mundial. Assim escreveu o diretor canadense da B´nai B´rith, Ian J. Kagedan, no Toronto-Star a 26/11/1991.

Essa impressionante notícia de jornal nos possibilita o entendimento do porquê a senhora Merkel não convocar uma conferência internacional para debater o holocausto em Berlim e apurar as afirmações dos revisionistas numa discussão franca e aberta. Com isso colocaríamos a limpo este triste tema uma vez por todas, e os negadores do holocausto teriam suas “obras pseudocientíficas” desmascaradas diante do público – e por cientistas, não por jornalistas… Mas para isso necessita-se de argumentos e contra-argumentos, Por que isso não pode acontecer? É por causa do medo diante dos resultados contrários à vontade política que poderia resultar desta discussão? Por isso os revisionistas estão presos? É por este motivo que seus livros são recolhidos? A opinião pública não pode se informar sobre os argumentos da versão revisionista?

O motivo para este eclipse cientifico parece ser o mesmo daquele que notamos nos tribunais. Também aqui este é o procedimento corriqueiro – que é omitido vergonhosamente da opinião pública – que nunca há uma investigação sobre a veracidade da argumentação do acusado. Solicitações por provas são recusadas, e caso o acusado tente explicar seu ponto de vista, ele pode se incriminar ainda mais, assim como seu advogado! Uma monstruosidade jurídica. O fato do genocídio de milhões de pessoas em câmaras de gás é colocado simplesmente como “notório”, e o tribunal deve apenas responder à pergunta, se o acusado é realmente um negador desta notoriedade e determinar o período de reclusão. Um acontecimento histórico é colocado no patamar de conhecimento público notório e das leis da natureza, onde simultaneamente é proibida sua verificação! [4]

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Alguém aqui está com medo da verdade?

Multiplicam-se as vozes que querem romper o silêncio: durante uma conferência da União Europeia em Salzburg, o prof. Karl Albert Schachtschneider, professor para Direito Público na Universidade de Erlangen, respondeu diante de uma pergunta do público sobre a liberdade de expressão:

Um país não é livre quando a liberdade de expressão é sufocada com penas drásticas. O grande Kant disse que sob “liberdade de expressão”, deve ser permitido falar sobre tudo, seja verdade ou mentira. O holocausto pode ter acontecido, eu não estava lá. Mas eu não vou discutir isso, pois é proibido. Não se tem permissão para discutir, mesmo de forma científica. A existência da “incitação popular” impede o debate. Este não é um país livre.

Caso a “Nova Ordem Mundial” mencionada pelo senhor da B´nai B´rith seja idêntica àquele sistema financeiro que está levando o mundo atual a uma crise nunca antes vista, então deveria valer a pena analisar em detalhes suas bases centrais históricas e sua cosmovisão. “Quando todos condenam, devemos verificar. Onde todos elogiam, também”. E com isso fecha-se o círculo desta consideração: Pensar liberta!


Retirado de www.bernhard-schaub.com com tradução e notas de www.inacreditavel.com.br


Notas da tradução

[1] Nota da tradução: Nós vamos mais além: esta Nova Ordem Mundial é claramente sionista. Quem duvida deve refletir sobre a imunidade que goza o “Estado judeu” seja qual for a esfera. Israel pode exterminar a população palestina, pode roubar suas terras construindo mais assentamentos judaicos, pode enviar comandos para sequestrar ou assassinar pessoas em outros países, pode atacar embarcação estrangeira em águas internacionais, pilhando seus bens, assassinando e sequestrando sua tripulação. Os sionistas gozam de imunidade internacional, pois contam com um poderoso lobby para influenciar a política dos EUA, e com isso as principais economias mundiais. Como as maiores agências de notícias estão nas mãos dos sionistas, eles têm enorme facilidade em controlar a opinião pública mundial, determinando aquilo que deve ser ou não politicamente correto. Mesmo vazando as mais inacreditáveis declarações de seus líderes religiosos (judeus não devem se misturar com outros povos ou pregando pureza racial ou até explicando porque seria permitido matar bebês do inimigo), num explícito desprezo pelo ser humano, nada acontece. As “boas pessoas” abaixam a cabeça e continuam pastando.

[2] Nota da tradução: Vincent Reynouard é um revisionista francês, atualmente detido na cidade francesa Valenciennes, e recentemente tornou-se pai de oito crianças.

[3] Nota da tradução: A história era contada não por historiadores isentos, mas sim por jornalistas de sofrível formação acadêmica e moral, que se curvavam cada vez mais perante a cartilha de redatores comprometidos com o politicamente correto. Se esta visão corresponde à verdade dos fatos, pouco importava. Mas os ventos estão mudando.

[4] Nota da tradução: Esta aberração jurídica é completamente ignorada pela mídia. Apenas por se tratar de pessoas que questionam o holocausto, elas não possuem mais direito de defesa. Dando eco ao ativista suíço: “Onde está a Anistia Internacional? Onde está a Comissão Europeia para os Direitos Humanos? Onde está a gritaria da mídia? Onde estão os protestos dos estudantes? Onde está a igreja?”

By Bernhard Schaub

Bernhard Schaub (1954) é um editor, escritor e ativista político suíço-alemão. Ele defende os interesses do grupo dos povos europeus e a preservação da cultura europeia. Para o efeito, fundou o movimento European Action, que existiu até junho de 2017. Como revisionista, professor de língua alemã e história em escolas particulares na Suíça antes de ser demitido em 1993 pela publicação de um livro no qual ele clamava por pesquisas neutras sobre a história do holocasuto no Terceiro Reich. Ele também criou a editora Ghibellinum , na qual a mídia apareceu sobre o tema da cultura europeia. Schaub participou em Teerã como palestrante em uma conferência convocada pelo então presidente iraniano Ahmadinejad sobre a história da Segunda Guerra Mundial. Junto com Ursula Haverbeck, ele liderou o Collegium Humanum, que foi banido pela administração alemã por conta do revisionismo histórico.

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