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Autor: Mario Gongora del Campo

(1915-1985). Foi talvez o mais importante historiador chileno. Graduou-se em Direito na Universidad Católica (1936), em Filosofia, licenciatura, no Instituto Pedagógico (1940), com especialidade (mención) em História. Foi redator da revista chilena Lircay, tradutor da editora Zig-Zag, chefe do Seminário de História Universal na Faculdade de Filosofia na Universidade do Chile, professor titular de História medieval (1952), encarregado do Instituto de Investigaciones Histórico-Culturales (1953), diretor do Seminário de História Colonial (1960-1968), em 1976 nomeado decano da Faculdade de Filosofia e Humanidades, e a partir de 1978 foi incorporado no Instituto de História da Universidad Católica ficando até sua morte em 1985. Em 1976 foi laureado no Chile com o Prêmio Nacional de História. Seu trabalho historiográfico foi em quatro linhas principais, história do Chile e da América; Idade Média e Idade Moderna na História Universal; historicismo e Filosofia da História alemã em Leopold von Ranke, Ernst Troeltsch, Karl Mannhaeim, Wilhelm Dilthey, Novalis, Karl W. F. Schlegel e Oswald Spengler; Escola de Annales em Fernad Braudel. Entre suas obras estão: Estudios de historia de las ideas y de historia social, 1980. Civilización de masas y esperanza y otros ensayos, 1987.
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