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Austin Joseph App: O “Holocausto” colocado em perspectiva

Eu estou altamente gratificado – e eu estou certo que todos os outros conferencistas estão também – que o Institute for Historical Review teve inspiração e a coragem para organizar esta Convenção Revisionista em 1979. É extremamente necessário e muito atrasado.

Cada grande guerra é conduzida sobre ondas gigantes de propaganda, justa e faltosamente suja. A Segunda Guerra Mundial, porque ela envolveu quase o mundo inteiro, e porque os vitoriosos insistiram na Derrota Incondicional, e porque o lado deles incluía as duas ideologias mais vingativas e vindicativas no mundo, o bolchevismo e o sionismo, também foi culpada das mais inescrupulosas e desavergonhadas propagandas até então registradas. Em parte por causa da mentalidade de nunca esquecer – nunca perdoar, a propaganda de atrocidade Aliada da Segunda Guerra Mundial não tem feito maré baixa, mas mantido em maré alta, como com o recente documentário fradulentamente barato da NBC-TV, Holocaust.

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Portanto, o Revisionismo Histórico é mais importante do que depois de qualquer outra guerra: uma maior atrocidade – e fomentadores de ódio viciando os termos da paz, como em Yalta e Potsdam, mais o Revisionismo é necessário para curar os ferimentos. O Institute for Historical Review faz um serviço vital tanto aos estudos históricos quanto também aos valores básicos.

Desde 1946, quando a partir da maioria dos itens pequenos de últimas páginas em poucas bravas publicações, eu logo fiquei enojado pelas montanhas de evidências das bestialidades dos vitoriosos, especialmente dos russo-soviéticos. Com raiva eu publiquei Ravishing the Women of Conquered Europe. O subtítulo era: “The Big Three Liberators at Work Having a Wonderful Time Raping and Debauching the Women of Germany, Austria and Hungary; Re-Educating Them to Become Good Christians.” {“Os três grandes libertadores em ação, tendo um momento maravilhoso, estuprando e destruindo as mulheres da Alemanha, Áustria e Hungria; reeducando-as para se tornarem boas cristãs.”} Eu segui com History’s Most Terrifying Peace. Eu consegui milhares e milhares de cartas de agradecimentos. Mas eu também descobri que a verdade histórica provoca ódio e recriminações entre as víboras vindicativas nos assuntos públicos e na imprensa!

 Para mim isso é boa sensação depois de treze anos ver a Califórnia novamente. Em junho de 1966 eu falei no San Diego Mann Jr High School sobre “Police Brutality a Phony Cry.” {“Brutalidade policial em choradeira fradulentamente barata.”} Mas, mesmo retrocedendo ainda mais, em 1923-24, eu passei um ano em São Francisco, o qual culminou com uma realização de exame nacional para bolsa de estudos (no St. Mary College). O que eu ganhei foi uma bolsa integral de quatro anos dos Knights of Columbus para a Cathloic University of America, em D.C., um marco em minha carreira. Estando aqui hoje desenrola um caleidoscópio de um tempo de vida perante mim.

Foi um tempo de vida durante o qual eu fui sempre dolorosamente consciente das mentiras feias sobre as guerras mundiais, as quais sabotaram os ideais expressos nos Quatorze Pontos e na Carta do Atlântico. Eu lamento concluir que a política exterior americana nunca tinha sido consistentemente sábia ou justa, e, de qualquer maneira, está mesmo ficando pior agora ao invés de melhorar. O general Douglas Mac Arthur em 1952 (U.S. News, 18 de julho de 1952) disse:

“A política externa tem estado tão tragicamente em erro conforme tem a política doméstica. Nós praticamente convidamos o domínio soviético sobre os povos livres da Europa Oriental… permitindo o avanço das forças soviéticas para plantar a bandeira vermelha do comunismo nos terraplenos de proteção de Berlim, Viena e Praga, capitais da civilização ocidental.”

 Em uma linha semelhante, o ex-presidente Herbert Hoover disse,

“As almas de um quarto da humanidade têm sido cauterizadas pela violação daquela promessa americana [nominalmente, os Quatorze Pontos de Wilson e a Carta do Atlântico de Hoover]. Os fantasmas das Quatro Liberdades e da Carta do Atlântico agora vagam entre as correntes tilintantes de mil acampamentos escravos.” (U.S. News, 18 de julho de 1952).

O fato trágico é que a América, longe de ter feito o mundo seguro para a democracia e autodeterminação, entrou e venceu a guerra por espalhar tanta propaganda de ódio e atrocidade sobre os alemães que no final os líderes e povos queriam, não justiça, mas vingança e reparações. Eles queriam julgamentos de crime de guerras canguru para os perdedores. Em lugar de autodeterminação, os vitoriosos desmembraram a Alemanha e Áustria, rasgaram fora províncias e roubaram totalmente e expeliram os habitantes – doze milhões deles – embarcaram para as fábricas da Rússia soviética, instituíram leis ex post facto e julgamentos para enforcar os alemães. Embora tendo desde o início declarado criminosos de guerra Aliados, incluindo judeus, intocáveis, os israelenses e bolcheviques têm batido com o cacete na Alemanha Ocidental para manter perseguindo os então-chamados nazistas até o presente dia. Neste junho pela terceira vez, sob a liderança de Simon Wiesenthal, e em desconsideração dos direitos democráticos do povo alemão, o Parlamento de Bonn revocou por mais um período de anos o Estatuto das Limitações.

 Recentemente o presidente Carter disse que as “causas americanas foram sempre justas.” William F. Buckley (Star, 19 de julho de 1979) comentou que,

“Houve muita pouca justiça na guerra mexicana, na guerra hispano-americana, na tomada de Vera Cruz… nossa intervenção no Vietnam, mais que nossa falha em consumar nossa missão lá, foi coisa injusta.”

A infeliz missão dos Revisionistas terá de ser mostrar que nós entramos injustamente em ambas guerras mundiais contra a Alemanha, e, para nossa duradoura vergonha e profundo pesar e tristeza, fizemos provavelmente mais danos que qualquer nação jamais fez antes – em que os EUA, e somente os EUA, tinha os meios de emprestar-arrendar a Rússia soviética para Berlim – no coração da Europa Ocidental.

A propaganda anglo-americana tem gerenciado uma representação da Entente ou Aliados como “mocinhos” e os alemães e o Eixo como os “vilões.” Isto é incitar a tolice nas pessoas e maliciosamente atrapalhar a paz. A razão intrínseca da América intervir nas guerras da Europa para destruir a Alemanha não era ética, mas poder político. Quando a América viu que a Alemanha era claramente a mais forte nação na Europa, os EUA começaram a ficar ao lado da segunda mais forte lá, a Grã-Bretanha.

 Mas o povo americano preferiu a neutralidade. Portanto eles tiveram que ser expostos a propaganda de atrocidade horrenda, tal como a que o Kaiser queria governar o mundo, que os alemães cortavam as mãos fora de bebês belgas, que a guerra submarina fez todos alemães criminosos. Mesmo então, um terceiro fator tinha de ser mobilizado para engraxar a entrada americana na Primeira Guerra Mundial. Este fator foi a Declaração de Balfour.

Os judeus tinham por séculos sido melhor tratados por Alemanha e Áustria e se sentiram mais similarmente compatíveis lá, mesmo adotando o iídiche como sua linguagem. Consequentemente pelos primeiros dois anos da Primeira Guerra Mundial os judeus americanos eram simpáticos às potências centrais, e certamente contra a Rússia czarista. O gabinete de Guerra britânico, em face das vitórias germânicas, decidiu mudar a “muito pró-germânica tendência entre aos ricos banqueiros judeus americanos e de casas emissoras de títulos” (Ver Conrad Grieb, The Balfour Declaration, N.Y., 1972, página 3). O quid pro quo {expressão latina que significa “tomar uma coisa por outra”} sionista foi para a Grã-Bretanha estabelecer “um lar nacional para o povo judaico na Palestina” e para os sionistas colocar a América na guerra ao lado da Grã-Bretanha. A Declaração de Balfour seguiu, datada em 2 de novembro de 1917.

Pervertendo os judeus americanos da neutralidade para a intervenção contra as potências centrais tinha sido forçado por um ano ou mais – com sucesso. O que ajudou fazer o moralista Wilson um intervencionista raivoso foi o ilícito assunto a resolver que ele tinha tido com a esposa de um colega, a Srª Peck (se casou novamente, Srª Hulburt). Seu enteado necessitava $ 40000 para mantê-lo fora do cárcere. A madrasta pediu ao presidente Wilson pelo dinheiro, em troca do qual ela lhe devolveria o pacote de cartas de amor que ele tinha escrito para ela. Quando Wilson não pode pagar esta quantia, {o judeu [*a]} Samuel Untermeyer se apressou para o resgate: Se o presidente Wilson apontasse um judeu para a próxima vaga na Suprema Corte, Untermeyer resolveria a reivindicação da Srª Peck. Assim ocorreu que a América foi “abençoada” com seu primeiro judeu no Banco Supremo, e os intervencionistas em 18 de janeiro de 1916 conseguiram um sionista radical em uma posição de prestígio para ajudar colocar a América na Primeira Guerra Mundial.

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Em 2 de abril de 1917, usando como um pretexto o naufrágio do Sussex (o qual em fato não tinha sido afundado), Wilson pediu ao Congresso em 2 de abril de 1917, para uma declaração de guerra contra a Alemanha. O Dr. E. J. Dillon, em seu The Inside Story of the Peace Conference, escreveu, “Doravante o mundo será governado pelos povos anglo-saxões, que por seu turno são movidos ritmicamente por seus elementos judeus.” (Ver Grieb, op. Cit, página 7).

A Declaração de Balfour semeou a discórdia entre os alemães e o povo judeu, a qual de fato levou à Segunda Guerra Mundial; para uma conclusão morgenthauísta {referente ao influente líder Judeu Henry Morgenthau Jr. [*b], um dos principais arquitetos contra os alemães} e bolchevique; à expulsão dos palestinos pelos sionistas; e o tipo de contínua fricção a qual poderia trazer para perto a Terceira Guerra Mundial. Nisto, todos sintomas apontam para o envolvimento dos americanos novamente, não ao lado da justiça e dos Palestinos, mas como na Segunda Guerra Mundial, ao lado dos judeus. Se a Rússia soviética fosse então ajudar os árabes, as linhas para isso seriam traçadas – com a América uma vez novamente, como na Segunda Guerra Mundial, cruzando sobre o lado errado.

 Durante a República de Weimar os judeus alemães não falaram ou atuaram como alemães patrióticos. Eles eram niilistas, eles denigriram a Wehrmacht; Walter Mehring chamou de sujos os Stahlhelm (Dreck), Kurt Tucholsky chamou os voluntários alemães de 1914 de vítimas de embriaguez em massa, Arnold Zweig chamou o povo alemão de uma nação de assassinos e gado votante. Em minha primeira visita à Alemanha em 1931 eu estava chocado pela pejoração judaica. Quando durante a guerra do Vietnã eu li a imprensa americana, o Washington Post e o New York Times e a maioria do resto, eu recordei a similaridade.

Quando Hitler tornou-se Chanceler, seu governo do Terceiro Reich foi vítima de toda resistência e nódoa possível mundo a fora. Foi uma oposição indiscriminada por parte do judaísmo internacional, não somente onde Hitler estava ou poderia ter estado errado, mas também onde ele estava obviamente certo, como quando ele demandou a autodeterminação da Áustria, dos Sudetos, e de Danzig a qual os vitoriosos em 1919 tinham negado. Tão cedo como 1933, antes que Hitler tivesse prejudicado um único judeu, uma Conferência de Boicote do Judaísmo Internacional, presidida por Samuel Untermeyer, o mesmo que tinha pago à Wilson $ 40.000 para apontar Brandeis na Suprema Corte de Justiça em 1916, declarou um boicote severamente paralisante sobre o Terceiro Reich, enquanto ele estava ainda nos sofridos espasmos das reparações inumanas impostas em Versalhes.

O boicote incluiu não somente os Estados Unidos, mas cerca de oito ou mais outros países. Simultaneamente a propaganda antigermânica da Primeira Guerra Mundial foi revivida. E seja notado que o Boicote Internacional Judaico não isentou os judeus da Alemanha desta ação hostil. Nem manteve isso meramente uma ação judaica, mas sucedeu em pressionar os Estados Unidos para cooperar com ele, impôs uma tarifa geral contra os bens alemães em oposição ao status “mais favorecido” para todas outras nações, enquanto os interesses financeiros internacionais tentavam “chamar” notas do tesouro alemão suficientes para “quebrar” a Alemanha (ver John Beaty, The Iron Curtain Over America, 1951, pagina 63). O fato é que a política externa dos EUA de 1933 em diante foi dirigida mais para promover os interesses sionistas do que àqueles dos EUA ou do povo americano.

Em Versalhes a paz dos ditadores tinha violado o direito de autodeterminação da Áustria, dos Sudetos alemães, do Corredor e de Danzig. A Alemanha tinha o direito e o dever de assumir a defesa deste direito para essas pessoas. Hitler fez isso, e estava a ponto de estabelecer uma estrada através do Corredor e o retorno de Danzig, uma antiga cidade alemã de 400.000 habitantes.

O que os historiadores honestos chamam de Guerra Desnecessário eclodiu sobre esta última injustiça de Versalhes, a pior e mais custosa guerra na história. Por que a Polônia se recusou a negociar? Porque a Grã-Bretanha garantiu ir para a guerra pela Polônia. Por que a Grã-Bretanha deu esta tola e trágica promessa? O Embaixador Joseph Kennedy, conforme relatado no Forrestal Diaries, 27 de dezembro de 1945, revela que a guerra eclodiu por causa do aprovisionamento de Roosevelt aos interesses sionistas, não da América, nem mesmo da Grã-Bretanha. Nós lemos:

“Nem os franceses nem os britânicos teriam feito da Polônia uma causa de guerra se não tivesse sido pela constante necessidade de Washington… Chamberlain, ele diz, afirmou que os judeus do mundo e da América tinham forçado a Inglaterra a entrar na guerra.”

Ainda pior, embora o povo americano esmagadoramente queria evitar a estupidez da intervenção contra a Alemanha como na Primeira Guerra Mundial, as mesmas forças, Roosevelt e os sionistas, usaram todas a estratégias para nos envolver. Os insultos e calúnias dos publicistas sionistas lançados fortemente em Hitler, enquanto os EUA ainda eram neutros, e antes que alguém tivesse inventado a história de atrocidade dos seis milhões de judeus “gaseados”, poderiam ter provocado qualquer nação soberana a contra-atacar. O Dr. Harry Elmer Barnes escreveu que há

“Nenhum paradoxo maior na história que uma guerra em nome da Polônia sobre as bases da questão judaica. Havia na Polônia, em 1933, seis vezes mais judeus do que na Alemanha, e eles eram certamente tratados tão mal como eram os judeus alemães sob Hitler.’ (Ver Blasting the Historical Blackout, página 35).

No entanto, antes de haver qualquer menção de um – chamado “Holocausto,” e enquanto a América era ainda neutra, os sionistas americanos, com a aprovação da mídia, produziram o livro mais genocídico em massa da história. {O judeu [*c]} Theodore N. Kaufman em Germany Must Perish (Argyle Press, Newark, 1941), literalmente incitou a esterilização de 48.000.000 de alemães homens e mulheres em idade fértil, de modo que, ele explicou, o germanismo será extirpado em duas gerações.

Uma vez, conforme disse Clare Booth Luce, Roosevelt tinha mentido colocando a América na guerra pela porta dos fundos – ao provocar o ataque japonês sobre Pearl Harbor – os mesmos rooseveltianos e sionistas imediatamente começaram não somente propagandear para uma Vitória Incondicional, mas para destruir a Alemanha para sempre. A pressão direcionada da propaganda não foi para alcançar logo uma paz durável, mas para o permanente Ódio Incondicional. Entre os mais bestiais planos de paz no ranking coloca-se aquele do Secretário do Tesouro, {o judeu} Henry Morgenthau Jr, assistido por uma parcela de Sionistas, cujo chefe era {o judeu [*d]} Harry Dexter White, mais tarde exposto como um espião comunista. Morgenthau sem um rubor de vergonha por sua monumental atrocidade escreveu Germany Is Our Problem (Harper, NY, 1945). Ele descreve o Plano Morgenthau para a pastoralização da Alemanha a qual Morgenthau apresentou para Roosevelt e Churchill na Conferência do Quebec em 1944. A Alemanha perderia a maior parte de seu território, todas as suas instalações de manufatura, e viveria da agricultura, mas sem maquinário. As minas do Ruhr eram para ser destruídas, seus cinco milhões de Alemães deportados – Morgenthau disse que ele não se importava como eles iriam ser cuidados. Mesmo advogados de uma paz áspera como Cordell Hul e H. L. Stimson tinham humanidade suficiente restando neles para estarem grandemente consternados. Eles protestaram que o plano faria trinta milhões de alemães morrerem de fome. Ainda Roosevelt e Churchill, que tinham tão piamente proclamado a Carta do Atlântico, aprovaram este mais mortífero plano na história. Durante o último ano da guerra, com a vitória visível, os publicistas judeus demandaram uma paz de Morgenthau, não instaram o que era ‘bom para Europa e América’, mas o que ministrava o vindicante olho-por-olho dos sionistas. Richard M. Bruckner escreveu Is Germany Incurable (Filadéfia, 1943); Dr. L. M. Birk, diretor chefe do Friends of Democracy, demandou que “A Alemanha deveria ser removida do mapa;” e Louis Nizer em What to Do with Germany, publicado em 1944, instou que “150.000 líderes alemães deveriam ser julgados e sentenciados à perpétua.” Nesse interim o ministro judeu de propaganda de Stalin, Ilya Ehrenburg, inflamou os invasores bolcheviques da Alemanha para

“Matem. Na Alemanha nada é sem culpa. Nem os vivos nem os ainda não nascidos… tomem e violem elas (as mulheres alemãs) como saque. Matem galantes soldados vermelho.”

O judeu-bolchevique Ilya Ehrenburg (1891-1967) foi um dos principais propagandistas do lado soviético dos Aliados, inflamando o exército soviético com exortações deste teor:  “Matem. Na Alemanha nada é sem culpa. Nem os vivos nem os ainda não nascidos… tomem e violem elas (as mulheres alemãs) como saque. Matem galantes soldados vermelho.” Crédito: Getty Images

Quando os publicistas judeus instaram vingança sobre os alemães, eles serviram a natureza vindicante dos sionistas e a expansão bárbara da Rússia Soviética, não ao em dos europeus ocidentais e americanos. Mesmo Stalin, quando a paz estava à vista, reprimiu propaganda de ódio de Ehrenbug como um obstáculo para fazer a paz.

O angloaustraliano Sefton Delmer (1904-1979), uma das lideranças propagandistas dos Aliados: “Eu sou do Escritório Central de que você falou: propaganda de atrocidade – e com ela nós conquistamos a vitória total.”. Crédito: Getty Images

Nas guerras passadas, quando o inimigo se rendeu, a maré da propaganda de atrocidade diminuiu. Mas após a Segunda Guerra Mundial esta propagada se intensificou depois da Rendição Incondicional. Nós perguntamos por quê? Para benefício de quem? Uns poucos dias depois da Rendição, o Prof. Friedrich Grimm foi entrevistado por Sefton Delmer (que ele desconhecia), o chefe de Propaganda de Guerra britânico, que se gabou, “Eu sou do Escritório Central de que você falou: propaganda de atrocidade – e com ela nós conquistamos a vitória total.” Quando o Dr. Grimm disse, “Eu sei, e agora você deve parar com isso!” Sefton Delmer retorquiu: Quando os publicistas judeus instaram vingança sobre os alemães, eles serviram a natureza vindicante dos sionistas e a expansão bárbara da Rússia Soviética, não ao em dos europeus ocidentais e americanos. Mesmo Stalin, quando a paz estava à vista, reprimiu propaganda de ódio de Ehrenbug como um obstáculo para fazer a paz.

“Não, agora nós iremos começar tudo o mais! Nós iremos continuar esta propaganda de atrocidade, nós iremos intensifica-la, até que ninguém aceite uma boa palavra dos alemães mais, até toda a simpatia que você tinha em outros países seja destruída, e até os próprios alemães estejam tão confusos que eles não saibam mais o que eles estão fazendo!” (Citado em Udo Walendy, The Methods of Reeducation, página 8).

 Aqui é revelada a estratégia de infâmia dos autoproclamados cruzados pela paz do mundo e pela fraternidade. O dilúvio de propaganda de atrocidade contra a Alemanha durante e depois da guerra desengatilhou a paz mais terrível da história e deixou um legado de injustiças o qual os EUA estão vinculados moralmente a tentar corrigir. A pior desta é a monumental expulsão de quatorze milhões de alemães do Oder – Neisse e Sudetos, matando quase três milhões deles, estuprando muitas das mulheres deles, e agora deixando a Rússia soviética e Polônia, e Tchecoslováquia reivindicarem aquelas antigas terras alemãs.

Pior psicologicamente, e única na história, é a reeducação e a criação hábil e monstruosamente pensada de um governo alemão bajulador aos interesses internacionais sionista. Harry Elmer Barnes, comentando sobre a visita do Professor {David Leslie} Hoggan à Alemanha Ocidental em abril-maio de 1964, e sua excessivamente apressada em Bonn e a mídia, escreveu,

“A situação alemã em 1964 é um caso de fantástico masoquismo político sem paralelo na história humana. Eu não conheço outra instância na história onde um povo tem quase freneticamente buscado lançar a escura sombra da culpa sobre eles mesmos por um crime público que eles não cometeram – a responsabilidade exclusiva pela Segunda Guerra Mundial. … em 1964, aqueles que buscaram a verdade sobre 1939 estavam sendo vilificados e mesmo expostos a processos como criminosos públicos pelo governo de Bonn.”(Manuscrito não publicado, Malibu, Califórnia, 1 ° de julho de 1964)

O que tem limitado a verdadeira autonomia alemã; o que tem segurado Washington e Londres de se agitarem para tirar o Muro de Berlim e a Cortina de Ferro para fora da Europa Central; o que tem mantido Washington de fazer qualquer alusão aos direitos humanos de dezessete milhões da República Democrática da Alemanha; o que tem, se você quiser, segurado Washington de insistir que Rudolf Hess seja libertado de Spandau antes que outro alqueire de trigo fosse vendido à Rússia Soviética é, em última análise a agitação sionista e comunista sobre o alegado extermínio de judeus pelo Terceiro Reich.

A verdade simples é que a Política Externa dos EUA tem desde o Lend – Lease {programa de fornecimento de materiais e alimentos aos Aliados nos esforços de guerra entre 1941-1945} sido essencialmente mais nos interesses de Israel do que da América, ou do bem da humanidade. Agora e então alguém tira o gato do saco. J. Bernard Hutton, em Hess: the Last of the Third Reich’s Imprisoned Leaders (MacMillan, NY, 1970, página 180), comentou:

“Em Nuremberg, todos os crimes dos líderes nazistas, e dos Aliados, sucumbiram em insignificância ao lado deste crime chocante de perseguição racial e aniquilação. E isto foi do que se tratava o Julgamento de Nuremberg – foi pelo crime contra os judeus que os líderes nazistas foram punidos.”

Aqui, a verdade severamente crua e hórrida da Política Externa Americana é expressa. Hutton, pobre sujeito da lavagem cerebral (como a maioria dos outros publicistas) acreditou na lenda dos seis milhões. Ele escreve, “Milhões de judeus foram cercados… dirigidos para centros de extermínio preparados onde eles foram gaseados…”

Porque estória da atrocidade que o Terceiro Reich exterminou seis milhões de judeus tinha sido a causa raiz do mais monstruoso tratado de paz na história, porque ela continua a chantagear bilhões de reparações injustas para os promotores da estória da atrocidade, e porque ela continua a gerar ódio e mentiras e perjúrios, ela tem de ter a prioridade no topo do Revisionismo. Uns poucos historiadores corajosos como o Prof. Paul Rassinier, Dr. Arthur R. Butz, o sobrevivente judeu de Campo de Concentração, Josef Burg (Munique) e Richard Harwood, Heinrich Haertl, mais tarde Hellmut Diwald, em parte David Irving, estão começando a dar evidência de que a estória de seis milhões de judeus exterminados é tanto a mais enorme e a mais descarada e infundada mentira em toda história registrada. Dr. Butz chamou seu grande sucesso de The Hoax of Twentieth Century. Depois de 239 páginas de evidência ele concluiu com lisura, “Os judeus da Europa não foram exterminados e não houve nenhuma tentativa de exterminá-los.”

Desde que o Dr. Butz escreveu aquelas fatídicas palavras, tem havido uma tal ressureição frenética do Holocausto como assemelhando-se a um estertor da morte. O que intensificou o frenesi foi o corolário do Dr. Butz que se o extermínio fosse provado falso; se os “impronunciáveis atos criminosos” sobre os quais o Tratado de Luxemburgo justificou as reparações para Israel e os judeus são falsificados; então as reparações se tornam invalidadas. A Anti-Defamation League patrocinou a edição de onze milhões de The Record: The Holocaust in History, com o slogan, “O crime que nós não podemos negligenciar ou esquecer.” Uma produção de propaganda amplamente mundial e mais monumental foi a o T.V. Holocaust, um híbrido de documentário e soap opera, no qual todas as mentiras dos “Seis Milhões” são regurgitadas. Os judeus participantes “em santidade” são chamados Weiss (brancos), os imorais e malignos alemães são os Schwarz (negros). Fato, ficção e falsidade são tão hábil e aplicadamente misturados que a maioria dos espectadores irão carregarão consigo somente as mentiras de costume e preconceitos sobre os o tratamento alemão dos judeus.

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Em Six Million Did Die (Arthur Suzman e Denis Diamond, Johannesburg, 1978, 137 páginas) anuncia que “a verdade prevalecerá,” e propõe refutar Did Six Million Really Die? de Richard Harwood {pseudônimo de Richard Verrall, graduado em História}, o qual enviou e continua a enviar ondas de choque através dos círculos comprometidos com a mentira dos seis milhões. Suzman e Diamond denunciam Harwood por escrever que a Alemanha está pagando reparações “calculadas sobre seis milhões de mortos;” então insistem que as reparações representam válidas “reivindicações materiais… não afetadas por reivindicações histórico-mais” (página 53). Eles então citam o chanceler Adenauer (27 de setembro de 1951) justificando as reparações no Bundestag com as palavras, “crimes não mencionáveis foram cometidos em nome do povo alemão, os quais evocam por compensações moral e material” (página 51). Obviamente se o Terceiro Reich tratou os judeus essencialmente não diferente dos ciganos, ou do tratamento de Roosevelt aos americanos japoneses, e muito menos mal do que os soviéticos-poloneses-checos trataram os alemães do Oder-Neisse e Sudetos, então as reparações são totalmente não evocáveis.

Uns poucos fatos sobre o Acordo de Luxemburgo e como a Alemanha se tornou sobrecarregada com reparações para Israel e judeus de todo o mundo em oitenta milhões de marcos alemães, justifica a contenção de Harwood de que a acusação Seis Milhões é “indubitavelmente a alegação de atrocidade mais lucrativa de todos os tempos.” Em 1951, vinte e três organizações judaicas, na Conferência sobre Reivindicações Materiais Judaicas Contra a Alemanha {Conference on Jewish Material Claims Against Germany}, demandaram (1) fundos para alívio e reabilitação de vítimas judaicas da perseguição nazista, (2) indenização para ferimentos infligidos sobre as vítimas das perseguições nazistas.

Em 21 de março de 1952, Bonn e Israel começaram a negociar no Hotel Oud Wassenen em Haia. Em 7 de maio de 1952, o Ministro das Relações Exteriores israelense, Moche Scharett, declarou no Knesset que se Bonn não avançasse novas garantias e pagamentos, Israel terminaria as negociações com consequências internacionais que produziriam uma crise na Alemanha. Nahum Goldman, chefe do Sionismo Mundial, advertiu Adenauer que se a Alemanha não pagasse, haveria “violenta realça do mundo inteiro” expressando “profunda simpatia com o martírio do povo judaico durante o período nazista.” Mais impudentemente, o londrino Jewish Chronicle escreveu chantageando: “O peso internacional inteiro do Judiaria Mundial se mobilizará contra a Alemanha, se as ofertas de reparações de Bonn permanecerem insatisfatórias.” (Ecos de 1933?).

 Enquanto isso tudo Bonn tinha apresentado ao comissário John McCloy o esboço do que era para se tornar a Grundvertrag – Constituição – da Alemanha Ocidental. Mas McCloy continuou atrasando a ratificação. Adenauer escreveu em suas Memoirs,

“Estava claro para mim que, se as negociações com os judeus falhassem, as negociações na Conferência da Dívida de Londres rumariam também para ficarem encalhadas, porque os círculos bancários judaicos exerceriam uma influência… a qual não deveria ser subestimada.”

Em consequência disso Adenauer, abandonando a “democracia” pelo tempo de então, passou por cima das cabeças de seus ministros e do povo alemão, e comprometeu-se ele mesmo e a Alemanha Ocidental a pagar 3,45 bilhões de marcos alemães em reparações; 80 milhões nos dois primeiros anos. Sobre isso o comissário McCloy, e França e Grã-Bretanha, em 26 de maio de 1952, ratificaram a Constituição dando a Alemanha Ocidental uma soberania limitada. Adenauer tinha tido de concordar “que eles não iriam contestar qualquer dos pronunciamentos dos Aliados durante e depois a Segunda Guerra Mundial.” Isto incluiu os pronunciamentos de Nuremberg, e a “aceitação da lenda do ‘extermínio’ de seis milhões de judeus” (Citado a partir do The South African Oberver, julho de 1979).

Então depois de posteriores negociações sobre detalhes, o Acordo de Luxemburgo foi assinado em 19 de setembro de 1952. Sua primeira consideração acusa os alemães de “atos criminosos indizíveis… perpetrados contra o povo judeu durante o regime nacional socialista de terror” (Six Million Did Die, página 53). Isso certamente fundamenta as reparações aos judeus e Israel sobre o que veio a ser chamado o extermínio de seis milhões de judeus.

Desde o início, a República Federal da Alemanha foi um astuto e habilmente disfarçado satélite da “democracia” gerenciado por Washington (e Londres) para o benefício principal de Israel. Nunca ao povo alemão foi dado uma chance para votar nessas reparações. Nem foram eles solicitados a votar se eles aprovaram a continuação do julgamento dos crimes de guerra ou se eles realmente queriam que o Estatuto das Limitações fosse honrado (conforme em todo outro país democrático).

A primeira promessa de Adenauer de 3.45 bilhões de marcos alemães para Israel, afim de fazer McCloy ratificar a Constituição, foram as Cataratas do Niágara de reparações para os judeus sobre todo o mundo e para Israel, um estado inexistente quando o “Holocausto” foi dito ter ocorrido. Este Acordo de Luxemburgo, sob o guarda-chuva de Washington, nos primeiros doze anos forneceu Israel com as seguintes mercadorias e serviços:

“A Alemanha Ocidental construiu uma marinha mercante inteira para Israel (incluindo 59 navios e um dique seco), reparou e reconstruiu a rede de telefone e de telégrafo, construiu uma fábrica de cobre, fábrica de aço e cinco usinas de força em Israel, colocou 280 quilômetros de linhas de tubos de irrigação, colocou novos trilhos sobre a maioria do sistema ferroviário depletado, para os quais enviou 400 vagões containers, vagões de passageiros e locomotivas a diesel. Um kibutz recebeu US$ 200,000.” (Citado em Instauration, agosto de 1978.)

Esta bonança de fada-madrinha para Israel foi mantida em profundo e escuro segredo do povo alemão, sob a sombra de uma peculiar democracia sionista-washingtoniana. Foi também mantida em segredo dos árabes, que perderam três guerras contra um inimigo atacante equipado com o melhor material de guerra alemão do mundo. Quando os árabes descobriram, isso criou uma convulsão que destruiu o chanceler Erhard e desde então provou ser uma pedra de moinho para o Partido Democrata Cristão – para a vantagem dos sociais democratas pró-russos e socialistas de Willy Brandt e Wehner e Bahr.

A enormidade das reparações alemãs para Israel tem sido mantida como segredo conforme possível do povo alemão e do mundo. Se tem de assumir que o governo fantoche de Bonn está envergonhado em revelar que tem estado e está distribuindo possivelmente cem bilhões de marcos alemães para judeus de todo o mundo, para Israel, para as instituições judaicas, e para patrocinar as pensões de todo judeu – não quem foi “gaseado”, mas o que foi permitido em segurança deixar a Alemanha de Hitler e com a maioria de suas propriedades. Durante este tempo todo nem os vitoriosos nem Bonn fizeram qualquer tentativa de ajudar os quatorze milhões de alemães do Oder-Neisse e Sudetos a conseguirem indenizações dos comunistas. Bonn pode também temer o fim em algum dia da paciência alemã e uma explosão de extrema indignação e raiva.

Israel também é muito secretista sobre os pagamentos e pensões que os israelenses conseguem ou estão conseguindo da Alemanha. Talvez eles também estejam envergonhados. Mais provavelmente, secretamente cônscios da enorme chantagem que a maioria destas reparações representam, eles temem que se o mundo ocidental se torne plenamente informado da fraude, pararia de dar a outra face e demandaria primeiro de tudo a plena verdade, e em segundo lugar, justiça para os árabes. Mas aqui e ali alguns escritores judeus se gabam da mina de ouro que os difamados e caluniados alemães têm sido para eles. Nahum Goldman, em seu livro The Jewish Paradox (Londres, 1978), gabou-se de que enquanto nos Julgamentos de Nuremberg uma organização judaica sugeriu somente a ridiculamente soma de vinte milhões de marcos de reparações, ele gerenciou induzir a Alemanha pagar oitenta milhões de marcos alemães (página 166-8). Goldman se gaba que sem essas reparações alemães Israel dificilmente possuiria metade de sua “infrastruktur” (infraestrutura): “Todos trens, todos navios, todas obras elétricas, bem como a maior porção da indústria é de origem germânica.” Então ele adiciona “isto passa totalmente longe das pensões individuais as quais estão sendo pagas para os sobreviventes. No presente momento Israel ainda coleta anualmente centenas de milhões de dólares em moeda alemã”. E engenhosamente e inescrupulosamente, mesmo agora, outras desvantagens dos tempos de guerra para os judeus são apresentadas para reivindicações. The Washington Observer, por exemplo, em 15 de dezembro de 1970, levou a frente a seguinte “Observação”:

“A Federação Mundial Judaica de Vítimas do Nazismo está pressionando outra reivindicação para o pagamento vindo da Alemanha. Desta vez eles querem 20$ bilhões pelos salários perdidos de dois milhões de judeus que foram alegadamente forçados pelos nazistas a trabalhar em fábricas durante a guerra.”

E os publicistas judeus nunca se incomodaram em tentar reconciliar o alegado gaseamento de seis milhões com, por exemplo, o emprego de dois milhões de trabalhadores e sobreviventes nas fábricas!

Certamente, a estória de atrocidade do extermínio de seis milhões de judeus tem sido e ainda é a mais lucrativa invenção e fraude na história do mundo. Tão organizada e tão apoiada pelo perjúrio é este “maná” do contribuinte alemão que se pode suspeitar virtualmente de todos os sionistas no mundo ou alguém em sua família de estar sendo um beneficiário de uma pensão ou indenização baseada na mentira dos seis milhões.

 O dano que esta mentira dos seis milhões tem feito é enorme. Isso arruinou a paz; inspirou as muito más e desagradáveis injustiças dos tratados da paz de Yalta e Potsdam. Mas um mundo que deseja se colocar a reivindicar justiça e decência deve corrigir os erros destes tratados. O começo deve ser feito pelo estabelecimento da verdade sobre a política do Terceiro Reich frente aos judeus.

 Em 1973, em meu livreto The Six Million Swindle (40 páginas, Boniface Press, 8207 Flower Ave., Takoma Park, Md. 20012, 50 entavos), eu intitulei uma curta seção: “Oito asserções incontrovertíveis sobre a Fraude dos Seis Milhões.” Desde então bravos e eruditos estudos têm destruído todos fundamentos para o “Holocausto” e exposto a estória dos seis milhões “gaseados” como uma mentira impudente. Eles não têm invalidado, mas têm confirmado, minhas asserções. Eu concluo citando-os:

Primeira, o Terceiro Reich queria fazer com que os judeus emigrassem, não liquidá-los fisicamente. Se tivessem eles pretendido o extermínio, 500.000 sobreviventes de campos de concentração não estariam agora em Israel para coletar indenizações extravagantemente elaboradas da Alemanha Ocidental.

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Segunda, absolutamente nenhum judeu foi “gaseado” em quaisquer campos de concentração. Havia crematórios para cremar cadáveres que tinham morrido por qualquer que fosse a causa, incluindo especialmente também as vítimas dos genocidas ataques aéreos angloamericanos.

Terceira, a maioria dos judeus que morreram em pogroms e aqueles que desapareceram e estão ainda não contabilizados por caírem enredados em territórios controlados pelos russos soviéticos, e não em territórios enquanto sob controle alemão.

Quarta, a maioria dos judeus alegadamente terem encontrado suas mortes nas mãos dos alemães eram subversivos, partidários, espiões, e criminosos, e também frequentemente vítimas de desafortunadas, mas internacionalmente legais represálias. Uma razão para minha denúncia dos promotores de Nuremberg como linchadores é que eles enforcaram alemães por ações que eles mesmos adotaram!

Quinta, se houvesse a mais leve inclinação e probabilidade de que os nazistas tivessem, de fato, executado seis milhões de judeus, os judeus do mundo gritariam por subsídios com os quais fazer a pesquisa sobre a questão, e Israel abririam seus arquivos e fichários para os historiadores. Eles não têm feito assim. Ao contrário, eles têm perseguido qualquer pessoa que tente investigar imparcialmente e mesmo chama-la de um antissemita. Este é realmente a evidência devastadora que os dados são uma fraude.

Sexta, os judeus e a mídia que exploram este número nunca têm oferecido um retalho de evidência válida para sua verdade. No máximo eles citaram incorretamente Hoettl, Höss, e Eichmann que falaram somente casualmente do que eles estavam em nenhuma posição de conhecer ou de falar com segurança. Nem os próprios judeus dão crédito a estas testemunhas como confiáveis mesmo quando eles comentam sobre o que eles poderiam conhecer, por exemplo, que os campos de concentração eram essencialmente campos de trabalhos, não campos de morte!

Sétima, o fardo da prova pelo número de seis milhões recai sobre os acusadores, não os acusados. Este é um princípio de lei civilizada. Provar a verdadeira culpa é mais fácil que provar a verdadeira inocência. É dificilmente possível para um homem acusado de trair sua esposa do que provar que não a traiu. Portanto, o acusador deve provar sua acusação. Esta responsabilidade os sionistas e bolcheviques não têm aceitado, e os alemães intimidados sob pressão tinham preferivelmente pago bilhões em vez de ousarem demandar provas!

Oitava, a evidência óbvia que o número de seis milhões não tem fundamento científico é que os próprios estudiosos judeus apresentam discrepâncias ridículas em seus cálculos. E os honestos, os que reconhecemos pelo fato de seus corracialistas os besuntarem de calúnias – aterrorizando-os, e mesmo batendo-lhes, invariavelmente baixam a estimativa de seis milhões.

Aqueles que jogam ao redor grandes números redondos, como seis milhões gaseados, quatro milhões em Auschwitz, dois milhões em unidades móveis na Rússia, os deixem vir com as provas – os túmulos, os ossos, as cinzas. Seis milhões de cadáveres não desaparecem assim. Eles acusam, então eles devem provar. Mas em sua revelia, parece que cabe a nós Revisionistas mostrar que o número de seis milhões é totalmente uma mentira descarada insubstancial. Os esguios meios que eu tinha tido à minha disposição, incluído cerca de dez viagens à Europa, incluindo Dachau, Arolsen, e muitas entrevistas, induzem-me a estimar os números de baixas judias sob o Terceiro Reich em 300.000 em números redondos. Até que os publicistas judeus cheguem com evidência sólida do contrário, o qual até então agora eles nem mesmo tentaram fazer realisticamente, eu considerarei 300.000 baixas – algumas de execuções, de represálias, a maioria delas (como Anne Frank) de doenças.


Fonte: The Journal of Historical Review, volume 1, nº 1, Primavera de 1980, página 43. Disponível em http://www.ihr.org/jhr/v01/v01p-43_App.html. Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander via World Traditional Front em 17 de janeiro de 2021. 


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Notas

[*a] Nota de Mykel Alexander: Ver ENCYCLOPAEDIA JUDAICA, Second Edition, Macmillan e Keter Publishing House Ltd., Farmington Hills, MI, 2007, volume 20. Entrada UNTERMYER, SAMUEL.

[*b] Nota de Mykel Alexander: Ver ENCYCLOPAEDIA JUDAICA, Second Edition, Macmillan e Keter Publishing House Ltd., Farmington Hills, MI, 2007, volume 14. Entrada MORGENTHAU.

[*c] Nota de Mykel Alexander: Curiosamente o autor do infame livreto Germany Must Perish, o judeu Theodore N. Kaufman foi deixado de fora da ENCYCLOPAEDIA JUDAICA.

Conferir Resenha do Livro Alemanha deve Perecer, de Theodore Neuman Kaufman, por Mark Weber, World Traditional Front. Tradução por Mykel Alexander, a ser publicada. Originalmente em inglês como: Germany Must Perish! – Introductory Note by Mark Weber. Disponível me (http://www.ihr.org/books/kaufman/perish.shtml).

[*d] Nota de Mykel Alexander: Ver ENCYCLOPAEDIA JUDAICA, Second Edition, Macmillan e Keter Publishing House Ltd., Farmington Hills, MI, 2007, volume 21. Entrada WHITE, HARRY D.

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