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Entrevista da revista italiana Storia Illustrata em sua edição mensal de 1979. As perguntas são de Antonio Pitamitz para Robert Faurisson. A entrevista foi traduzida para o inglês por Vivian Bird e, por sua vez, o conteúdo foi expandido, revisado e corrigido pelo próprio Dr. Robert Faurisson.

Este presente artigo é uma continuação da Parte 123 e 4. Para uma melhor compreensão do tema apresentado, sugerimos, caso não tenha feito, ler primeiramente a parte anterior.


PERGUNTA 6: Você tem se especializado na crítica literária de textos e documentos, mas você tem feito deste problema em particular seu terreno preferido de pesquisa histórica. Por quê? O que você deseja dizer quando continua a asseverar que tem havido uma conspiração de silêncio concernindo o problema das câmaras de gás e o extermínio dos judeus? Por que deveria uma conspiração de silêncio existir, e organizada por quem?

RESPOSTA 6: Para mim, a avaliação crítica de textos e documentos visa estabelecer o grau de autenticidade e veracidade do que se lê. Busca-se aí para distinguir entre o verdadeiro e o falso, o sentido e o sem sentido, e assim por diante. Eu suponho que essa consciência estava destinada a me guiar para a detecção de certas falsificações históricas e, em particular, para a detecção do que em poucos anos pareceria para todo historiador uma falsificação monumental.

O resultado da conspiração de silêncio em torno dos trabalhos Revisionistas é que esses trabalhos são em sua maioria ‘samizdat’ (“literatura underground”). [57] Em relação aos autores que sucedem em quebrar o muro do silêncio, eles são tratados como nazistas, o que por sua vez os ostraciza para um gueto intelectual. Os procedimentos utilizados contra os historiadores ou indivíduos não conformistas alcançam da pura criminalidade aos processos judiciais, sem esquecer a conduta asquerosa da polícia. Todos os tipos de lobbies estão ativos na tentativa de estabelecer uma atmosfera dominante ou terror. Estou ciente disso pessoalmente. Não posso mais lecionar na universidade. Minha vida tem se tornado difícil. Estou de pé contra enormes blocos de poder. Algumas pessoas jovens me apoiam. A luz acabará brilhando. Alguns judeus estão do meu lado; eles próprios desejam denunciar o engano e a perseguição.

Eu acredito menos em conspirações e mais na força do conformismo. Os vitoriosos da última guerra precisavam nos fazer acreditar no mal intrínseco dos completamente vencidos. Soviéticos e ocidentais, quaisquer que fossem suas diferenças, haviam encontrado um terreno comum de acordo ali. Hollywood e o aparato da propaganda stalinista têm conjugado seus esforços. Que desordem ruidosa de propaganda! Os principais beneficiários da operação têm sido o Estado de Israel e o sionismo internacional. As principais vítimas foram o povo alemão – mas não seus líderes – e o povo palestino como um todo. Mas hoje há dissensão no ar. Sionistas e poloneses já nos apresentam uma versão divergente de Auschwitz.

PERGUNTA 7: Você contesta uma grande parte dos métodos os quais os historiadores oficiais têm aplicado nesta pesquisa histórica. Em sua opinião, este capítulo na história do século 20 não tem sido escrito da maneira certa. Porquê então? E por que esses historiadores teriam feito isso?

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RESPOSTA 7: Os historiadores oficiais têm estado faltando em suas obrigações. Eles não têm observado nesta matéria os métodos rotineiros da crítica histórica. Eles têm seguido a corrente geral, ou seja, a que é patrocinada pela mídia. Eles têm permitido a si mesmos serem absorvidos pelo sistema. Um historiador oficial como o professor Hellmut Diwald viu o terrível vexame que o confrontando quando ele arriscava simplesmente escrever uma frase dizendo que “genocídio”, apesar da abundante literatura dedicada a ele, é um assunto o qual no essencial “ainda não está bem elucidado”. Sob a pressão das organizações judaicas alemãs, a segunda edição de sua História dos Alemães foi publicada como “reformulada e melhorada” (sic!) Onde era necessário. A coragem de Paul Rassinier consistia em ter aplicado com precisão os métodos rotineiros da crítica histórica. De certa forma, ele disse a seus acusadores: “Mostre-me sua prova.” “O seu documento oferece garantias de autenticidade?” “Tem certeza de que essa expressão, essa frase, tem de fato o significado o qual você atribui?” “De onde vêm seus números?” “Como você tem alcançado essas estatísticas?” “De onde a legenda desta foto vem?” “Quem disse para mim que esta velha e esta criança nesta foto estão realmente ‘a caminho das câmaras de gás’?” “Esta pilha de sapatos significa que as pessoas foram gaseadas neste campo ou que muitos dos detidos estavam de fato empregados na fabricação de sapatos?” “Onde está o manuscrito desse testemunho extraordinário que deveria ter apenas uma forma e que é publicado em muitas formas contraditórias, mesmo por um mesmo historiador?” E assim por diante.

Paul Rassinier, modesto professor de história e geografia, tem dado uma notável lição de clarividência e de probidade a seus eminentes colegas de universidade. Genuíno revolucionário, genuíno membro da Resistência, genuíno deportado, este homem amava a verdade como é preciso amá-la: com ferocidade e acima de tudo mais. Ele denunciou o que ele chama de “a mentira de Ulisses”. Ulisses, como sabemos, passou por cem provas durante o exílio, mas, retornando para casa, ele contou mil. Nós sabemos que o homem encontra dificuldade em não fazer estórias implausíveis. Ele é frequentemente afeiçoado de histórias de caça, pesca, amor e riqueza. Mas, acima de tudo, ele é fascinado por histórias de atrocidades.

 

O autor americano Arthur R. Butz tem escrito um livro sobre The Hoax of the Twentieth Century {O Embuste do Século XX}. Este livro provoca deslinho entre os Exterminacionistas. A demonstração é inevitável. A edição alemã foi colocada na lista de “obras perigosas para os jovens”, e passos estão sendo tomados para bani-la totalmente na Alemanha Ocidental. [58] O alemão Wilhelm Stäglich tem publicado Der Auschwitz Mythos (O Mito de Auschwitz). O grupo sueco Jewish Information tem publicado Auschwitz Exit. Um judeu tem escrito obras Revisionistas: J. G. Burg na Alemanha. Em tempos muito recentes, a crítica de extrema esquerda La Guerre Sociale (A Guerra de Classes) tem publicado um estudo intitulado “Da exploração nos campos à exploração dos campos”. [59] Na Grã-Bretanha, nos Estados Unidos, na Alemanha (neste país em particular, a perseguição aos Revisionistas é impiedosa), na Austrália, na Bélgica, na Espanha, na França, em quase todas as partes do mundo, vozes se levantam demandando para esta absurda propaganda de guerra ser finalmente renunciada.

Eu até conheço – embora não possa dar aqui seus nomes – de historiadores oficiais que despertaram deste pesadelo. Talvez eles queiram decidir renunciar às delícias as quais o historiador revisionista David Irving chama de “incesto entre historiadores”. Essa expressão figurativa ilustra a prática a qual consiste em se deliciar em reavaliar o que outros historiadores têm afirmado e em não reviver o assunto senão por um sutil acréscimo. É instrutivo participar de um congresso de historiadores que tratam do nazismo. Que estranha comunhão em relação a um tabu! Desfortuno para quem deseja perturbar a cerimónia expiatória pela expressão de um tema não oficial: irrisão e censura. [60]


Robert Faurisson. The gas chambers: truth or lie? The Journal for Historical Review, Inverno 1981, Volume 2 número 4. Página 319. Disponível em http://www.ihr.org/jhr/v02/v02p319_Faurisson.html

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander via World Traditional Front


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Notas

[57] Nota de Robert Faurisson: Eu só posso me referir aqui aos casos de Maurice Bardèche, Paul Rassinier, Manfred Roeder, Thies Christophersen, Wilhelm Stäglich, J.G. Burg (um judeu), Hellmut Diwald, Udo Walendy, Arthur R. Butz e para o meu próprio caso. Nenhuma perseguição é esquecida: aprisionamento, violência física, multas, incêndio criminoso, carreiras destruídas, decisões legais incrivelmente injustas, mentiras puras, exílio forçado. Nenhuma associação que defende a liberdade de expressão, nenhum grupo de escritores levantou o menor protesto contra os procedimentos estupefacientes do grupo Springer em relação a David Irving ou ao professor universitário Hellmut Diwald. Neste campo de perseguição, a Alemanha está incontestavelmente à frente. A França ocupa o segundo lugar e a África do Sul não fica muito atrás.

[58] Nota de Robert Faurisson: Esta decisão data de 17 de maio de 1979 (Decisão nº 2765 do Bundesprüfstelle für jugendgefährdende Schriften (“X-ratings Board”)). O especialista selecionado foi o advogado Adalbert Rückerl (o homem que disse que quando se lê “Wolzek” é preciso entender “Sobibor”; ver minha nota de rodapé 31). Este último foi ambo juiz e julgado, desde que ele foi devotado em sua vida e em algumas de suas obras à defesa de uma tese (a do Exterminacionismo) a qual o Dr. Butz considera, como eu, ser errônea. O texto da sentença é de 55 páginas. Dentro de uns poucos anos, esse texto pode muito bem surgir como um monumento à inconsistência histórica. O presidente do tribunal foi Rudolf Stefen. O Professor Konrad Jentsch representou Arte (“Kunst”); o escritor Bernhard Ohsam Literatura; Gunther Roland os professores (“Lehrerschaft”); o prelado Dir. Dr. Hermann a Igreja; etc.

[59] Nota de Robert Faurisson: La Guerre Sociale (Guerra Social), nº 3, junho de 1979, páginas 9-31; BP 88, 75623 Paris Cedex 13. Responsável pela publicação: J. Benhamou.

[60] Nota de Robert Faurisson: Este foi o meu caso em 29 de janeiro de 1978 na discussão nacional sobre “Igrejas e Cristãos na França durante a Segunda Guerra Mundial.”

Robert Faurisson
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