Arthur Robert Butz: A controvérsia internacional do “holocausto”

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Alguns de vocês podem estar acostumados a me ouvir falar sobre o assunto que eu chamo “O Embuste do Século XX” {The Hoax of the Twentieth Century}, o título de meu livro [1] sobre a lenda do extermínio físico de milhões de judeus, geralmente seis milhões, pelo Governo da Alemanha Nacional Socialista durante a Segunda Guerra Mundial. Em várias ocasiões eu tenho me encontrado com grupos e dei a eles o que equivale a uma sinopse oral de muitos dos argumentos do meu livro.

Hoje eu cobrirei um terreno diferente. Irei não me concentrar no próprio embuste, mas no desenvolvimento da controvérsia internacional ao redor do embuste. Eu tenho várias razões para esta escolha do assunto e provavelmente a mais óbvia é o fato que este é, afinal, um avançado grupo de pessoas bem informadas, muitas ou a maioria que são familiares com a relevante literatura em língua inglesa. Sinto que nós não devemos repetir tal literatura, e o Dr. Faurisson está aqui para mostrar a vocês algumas coisas sobre o embuste que vocês provavelmente não têm visto ainda. Outro assunto somente parcialmente conhecido para a maior parte aqui é o desenvolvimento da controvérsia internacional. De fato, muitos dos próprios “bem-informados” estadunidenses nem mesmo estão conscientes que tem existido uma muito barulhenta controvérsia internacional do “Holocausto” recentemente, porque eles são forçados a conseguir a maioria das suas informações sobre os desenvolvimentos do mundo da imprensa dos EUA, a qual algumas vezes dá aos leitores a impressão que Butz é o único autor que tem rejeitado ou desafiado as alegações centrais da lenda do extermínio.

Há importantes perspectivas a serem obtidas ao se ver a controvérsia em uma escala internacional. Permita-me dizer umas poucas mais palavras motivando o presente foco sobre a controvérsia cercando o embuste ao invés do próprio embuste.

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Um assunto simples

Um dos meus dilemas é que, ao escrever um livro inteiro sobre o embuste, eu posso ter sugerido alguma coisa que eu não desejo sugerir, porque há um importante ponto que eu devesse talvez ter enfatizado. Eu escrevi, mas não enfatizei que: [2]

Há muitas considerações apoiando (minha tese) e algumas são tão simples que elas podem surpreender o leitor ainda mais. A mais simples razão válida por ser cético sobre a alegação do extermínio é também a mais simples concebível razão; no final da guerra eles estavam ainda lá.

O dilema que estou delineando é que, ao gerar muita verborragia sobre este assunto, posso dar a impressão que ele é complexo. Portanto, deixe-me afirmar enfaticamente que a grande verborragia é requerida não porque o assunto é complicado, mas porque a opinião pública tem se tornado distorcida através da geração da mídia em muitas vezes, gerada sobre várias décadas, que verborragia com uma consequente terapia não usual e elaborada é requerida. Contudo é muito importante que este seleto grupo não perca de vista o fato que o assunto é muito simples, e que somente uma doença cultural tem feito necessário os grandes esforços dos revisionistas.

Os elementos em uma exposição efetiva do embuste não são muitos. Os principais pontos são conforme seguem:

Os judeus foram escolhidos para perseguição especial pela Alemanha nazista. Muitos foram privados de suas propriedades, conscritos para trabalho, ou deportados ao oriente durante a guerra. Os documentos alemães não falam em extermínios. O termo “Solução Final” (Endloesung) significava a expulsão dos judeus da Europa, e as deportações para o leste foram um passo frente a esse objetivo.

Documentos publicados pela Cruz Vermelha Internacional e Vaticano não se harmonizam com as alegações de extermínio, e o próprio bem informado papa dos tempos de guerra, Pio XII, é frequentemente castigado por não falar contra o extermínio dos judeus.

Parcialmente por conta das condições gerais do tempo de guerra e parcialmente como uma consequência das medidas alemãs contra os judeus (por exemplo, amontoando em guetos), um grande número de judeus pereceram, mas nada aproximado a seis milhões.

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As estatísticas publicadas da população são muito sem significado, principalmente porque quase todos os judeus envolvidos no problema eram do leste europeu (por exemplo, dois ou três milhões de judeus poloneses), mas também porque nos EUA não tem havido nenhuma contagem confiável – o censo não trata isto e o conceito “judeu” não foi admitido nos registros oficiais quando um grande número deles entrou nos EUA depois da guerra. Na medida que um significante número de judeus possa parecer estar faltando de alguma região que eles ocuparam antes da guerra, eles podem eles podem ser, no melhor de nosso conhecimento, ser contados em termos de movimentos massivos e bem conhecidos de judeus do pós-guerra para os EUA, Palestina e outras terras, e também em termos deles simplesmente permanecerem na União Soviética onde os alemães tinham colocado eles, de acordo com os documentos alemães.

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A evidência para alegações de extermínio depende crucialmente de julgamentos, tais como os julgamentos de Nuremberg, mantidos perante tribunais que eram por razões políticas constrangidos a aceitar a verdade básica de tais alegações. Assim para muitos réus relevantes parecia que a única estratégia possível de defesa era negar não os extermínios, mas somente sua responsabilidade pessoal neles (por exemplo, Ernst Kaltenbrunner ou Adolf Eichmann).

As cenas horríveis que nós encontramos nos campos alemães em 1945 foram o resultado do total colapso, no contexto do total colapso da indústria e transporte alemão, de todas contramedidas alemães contra as doenças, principalmente o tifo, que tinha empesteado todos campos alemães através da guerra. Estas contramedidas alemãs tinham incluído chuveiros periódicos para todos os internos e também uso periódico e extensivo de inseticidas, tais como o Zyklon B, para fins propósitos de desinfecção.

Os internos dos campos de concentração foram uma fonte importante de trabalho para a economia alemã duramente pressionada no tempo de guerra, e a alta taxa de morte que prevaleceu nos campos através da guerra foi considerada “catastrófica” [3] pelos alemães. Como um resultado da alta taxa de morte, cerca de 350.000 ou talvez 400.000, internos morreram nos campos alemães durante a guerra, sendo uma minoria desse número sendo judeus. [4]

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Haviam crematórios em todos os campos para o descarte de corpos das pessoas que morreram ali.

Os campos na Alemanha nem sequer são reivindicados ter sido “campos de extermínio,” exceto em publicações ocasionais de uma natureza francamente sensacionalista. Os então chamados “campos de extermínio,” tais como Auschwitz, estavam todos na Polônia, e foram capturados pelos russos depois de terem sido evacuados de maneira ordenada pelos alemães. Os russos não encontraram cenas horríveis comparáveis àquelas que nós mais tarde encontramos na Alemanha, e nenhuma evidência de extermínios.

As “câmaras de gás” são fictícias e o melhor que os portadores da lenda podem fazer para argumentar a existência delas é avançar na lúdicra alegação que o Zyklon B fez o duplo dever de exterminar judeus bem como piolhos, ou deturpar um chuveiro ou mesmo uma sala ordinária como uma “câmara de gás.” Outra tática é confundir o conceito de um “forno a gás.” Todos fornos de crematório são “fornos a gás.”

Esta é a básica estrutura do Embuste.

Por que um “Embuste”?

Nesse ponto, é conveniente comentar sobre o título que eu escolhi para meu livro. Na controvérsia, uma das coisas que levou as sacudidelas alguns, mesmo alguns que estavam impressionados favoravelmente com o livro, foi meu uso do termo “Embuste” para descrever a lenda recebida. Alguns achavam que, qualquer que fosse a verdade da lenda, o termo não era adequado ou apropriado para a situação. Tal conceito trivializante, foi pensado, não deveria ser aplicada a uma lenda que vive na vasta escala do “Holocausto” – isso atingiu alguns como comparável a criticar o Messias de Handel como uma “cantilena.”

A Fábula do Holocausto, de Arthur Butz. Título na versão em português lançado pela editora Ediciones Rioplatenses. O autor é um dos mais importantes revisionistas do mundo e integrante do Institute for Historical Review, da Califórnia. Diretamente da antiga coleção Clássicos Revisionistas. Disponível na Livraria Sentinela

Deixem-me assegurar a você a escolha de “Embuste” foi calculada, e que hoje eu estou mesmo mais convencido que isso foi uma escolha feliz, pela razão que a coisa realmente é trivial. O termo “Embuste” sugere alguma coisa barata e bruta, e isto é precisamente o que eu desejo sugerir. Um termo tal como “mito,” embora correto e algumas vezes usado por mim, não transporta o conteúdo desta importante descrição da natureza da prova apoiando a alegação de extermínio.

A desconfortável reação ao termo “Embuste” meramente reflete a natureza da grande ilusão popular sobre este assunto. Ao mesmo tempo algumas pessoas que estão se dirigindo a você aqui, tais como o Dr. Faurisson e eu mesmo, compartilhavam não somente a crença popular na verdade da lenda, mas também a impressão popular que sua verdade estava além de qualquer questionamento – “como estabelecido como a “Grande Pirâmide,” conforme eu escrevi. Contudo, em algum ponto nós compreendemos uma investigação e descobrimos, notavelmente rapidamente, que abaixo da face de granito da lenda havia pés de barro.

É esse foco nos pés de barro, que os revisionistas têm visto no registro histórico, que cria uma distância psicológica grande entre revisionistas e mesmo muitas pessoas inteligentes, e algumas vezes faz com que os revisionistas pareçam ser cruzados de algum tipo. Aqueles que não tem visto os pés de barro não podem ter o grau de certeza que parece acompanhar os revisionistas. Eu acredito que talvez este contraste entre a aparente dignidade da lenda recebida e a realidade de seus brutos e desprezíveis fundamentos é o ponto que deve ser desenvolvido na reorientação psicológica das pessoas quem você deseja informar. Uma vez que uma tal reorientação psicológica é realizada, o resto é rotina. O choque que a palavra “Embuste” causa é um passo calculado nesta reorientação.

Um problema social

Outra razão para o desejo de focar sobre a controvérsia aqui é que ela representa um distinto problema. Isto é, existe um problema histórico, tratado em meu livro, e existe também o problema do status social da lenda, o assunto de minha palestra hoje. O primeiro, o problema histórico, é relativamente simples em comparação com o último, ou talvez eu deva dizer que eu não sinto que compreenda o status social do Embuste tão bem como eu compreendo o próprio Embuste. Contudo, um par de características óbvias pode ser seguramente notado. Por um lado, é um caso de histeria induzida pela mídia. Por outro, os interesses políticos envolvidos não estão mortos e se foram, como aqueles da Primeira Guerra Mundial, mas são tão contemporâneos quanto as manchetes de amanhã, pois Israel está sempre em problemas, e irá estar em problemas tão por tanto tempo enquanto exista como um estado judeu.

Esta situação tem colocado os estudos históricos em uma situação terrivelmente assustadora a qual pode ser vista mais claramente se considerarmos a maneira na qual o conhecimento é quase sempre difundido nas ciências “exatas”. Quase sempre acontece o caso de especialistas treinados, com credenciais apropriadas como profissionais na área científica envolvida, fazem as revelações iniciais do novo conhecimento. Essas revelações são normalmente feitas primeiro para os colegas e são formuladas na linguagem esotérica da especialidade. Então, durante algum período de tempo, o novo conhecimento é filtrado para a sociedade em geral, com os termos nos quais é descrito, passando pelo processo de gradual simplificação e popularização.

Claramente isto não é o que tem estado acontecendo nesta área do “Holocausto.” O não especialista que tem visto os pés de barro não consegue suas questões urgentes e elementares respondidas ao consultar os jornais acadêmicos, pela simples razão que as condições sociais e políticas que eu tenho referido tem assustado os estudiosos para longe, e isto é essencialmente a enfermidade cultural que eu me referi anteriormente. Não é tanto que os historiadores tenham tido respostas erradas – eles não têm sequer enfrentado as questões, e o número de pessoas fora da profissão histórica, para os quais este fato é dolorosamente óbvio, é hoje no mínimo uma miríade literal. Imagine tal situação sustentada na física.

Agora, pode-se a compreender a curiosidade que então perturba muitas pessoas, que este é “um campo completamente dominado por não-historiadores,” conforme eu escrevi. [5] Embora a observação é não mais inteiramente verdadeira ela é ainda largamente o caso que as pessoas que têm ainda tirado as óbvias conclusões dos pés de barro e têm tornado público suas conclusões, e não têm antecedentes como historiadores – o meu é em engenharia. Sou o primeiro a conceder que esta é uma situação lamentável, mas a situação seria ainda mais lamentável se ninguém fizesse questões sobre a então chamado “Holocausto.” Nós podemos e devemos tomar considerável conforto a partir do fato de que nós temos retido a vitalidade cultural para continuar aqui, apesar da revelia dos historiadores.

Outra faceta disto é o fato que, canais normais para o fluxo do conhecimento tendo sido bloqueados, a liderança em disseminar a visão revisionista da Solução Final tem recaído em publicações com orientações ideológicas especiais. Por exemplo, o Spotlight nos EUA e o National Zeitung na Alemanha são jornais semanais que não alegam ser acadêmicos, mas novamente nós devemos nos confortar do fato de alguém ter estado batendo o tambor, pois publicações tão lidas criam pressões sobre os historiadores, e que fazem mais difícil para eles continuar evitando esse assunto.

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Eles também servem para informar o público geral, e aqui nós devemos tomar nota dos requisitos do Revisionismo Histórico, porque eu posso ser mal interpretado por alguns aqui, e pode parecer de minhas observações que estou alegando que idealmente tais questões devessem ser confinadas aos jornais acadêmicos e que o público geral não deva se incomodar com eles. Não pretendo tal significado, mas é verdade que deve haver uma distinção entre os assuntos tratados pelos estudiosos e aqueles tratados na imprensa popular.

O público geral não tem faculdades ou temperamento para tratar o conhecimento nas maneiras dos especialistas, então se deve estar preparado para aceitar alguma coisa mais para tais propósitos, e aqui é útil distinguir entre uma perspectiva popular tolerável e intolerável. Seria, por exemplo, intolerável se a população acreditasse que o mundo era plano. Contudo, eu suponho que para quase todos os propósitos práticos uma crença que ela é esférica seria tolerável, e que uma preocupação com macros e micros desvios da esfericidade possa ser deixada para especialistas relevantes.

 Uma situação comparável ocorre nessa área do “Holocausto”, e a maioria das publicações que têm estado propagando a perspectiva revisionista sobre Seis Milhões tem estado fazendo um trabalho razoavelmente bom, tanto em termos de informar seus leitores, dado as notadas restrições impostas por eles, e em termos de gerar pressões sobre os historiadores que possam preferir evitar o assunto.

Desenvolvimento da controvérsia

Antes do início dos anos setenta havia somente uma quantidade relativamente menor de questionamentos publicamente expressos sobre a lenda do Holocausto. A mais significante literatura era o trabalho de Paul Rassinier, ex-recluso de Buchenwald e membro da Resistência francesa, que morreu em 1967. Contudo, em reflexão do fato de que existiu pouco interesse no assunto, as traduções em inglês dos livros de Rassinier não foram publicadas até muito recentemente, ou seja, nos últimos quatro anos.

O ex-soldado alemão Thies Christophersen (1918-1997). Foto: Institute for Historical Review

Ao redor de 1972 ou 1973 houve um desenvolvimento internacional, por sua natureza não noticiada na época, que permanece fundamentalmente misterioso. O que eu estou me referindo é ao fato que um número de pessoas em vários países, virtualmente simultânea e completamente independentemente umas das outras (de fato, cada uma não estava nem mesmo consciente da existência das outras), resolveu questionar a lenda recebida, na maneira que era apropriada a sua própria situação, e publicar suas conclusões. O livreto de Thies Christophersen, Die Auschwitz Luege, baseado em suas recordações de sua própria estadia próximo de Auschwitz durante a guerra, e com uma introdução de Mandred Roeder, foi publicada na Alemanha em 1973, e ela logo foi seguida pelo curto artigo do Dr. Wilhelm Stäglich no mensal Nation Europa, também baseado em suas recordações de sua missão na época da guerra próxima de Aschwitz. O ano de 1973 também viu o aparecimento nos EUA do livreto do Dr. Austin J. App, The Six Million Swindle.

O professor germano-americano de literatura medieval
inglesa Austin Joseph App (1902-1984). Lecionou em
duas universidades na Pensilvânia: Scranton e La Salle. Foto: Catholic Autors Website

O livreto de Richard Harwood {pseudônimo de Richard Verrall, britânico graduado em história no Westfield College} Did Six Million Realy Die? foi publicado na Grã-Bretanha na primavera de 1974, e mais tarde no mesmo ano houve um alvoroço na Sorbonne por causa de uma carta do Dr. Robert Faurisson, de modo que ambos estavam no trabalho deste assunto em 1973, se não anteriormente. Meu livro começou em 1972 e foi publicado na Grã-Bretanha na primavera de 1976, e na tradução alemã um ano depois.

Richard Harwood (Richard Verrall, 1948 – ) em Londres, 14 de julho de 1980. Lançamento da revista New Nation, do partido National Front. Foto por Simon Dack/Keystone/Getty Images

Nesta revisão eu não mencionei todas publicações relevantes, mas nenhum julgamento de valor deve ser feito puramente da inclusão ou exclusão de qualquer coisa da lista. O propósito aqui não é oferecer uma bibliografia, ou uma crítica, mas discutir o desenvolvimento da controvérsia.

Esses desenvolvimentos do início e meados dos anos setenta iniciou reações e uma controvérsia que ainda mostra nenhum sinal de diminuir de intensidade, conforme eu penso que você está ciente. Na Alemanha, Roeder foi processado com sucesso por sua introdução ao livreto de Christophersen, [6] e Stäglich foi punido com cinco anos de redução de sua pensão em 20 por cento como juiz aposentado. [7] Esses atos de censura oficialmente feita cumprir não intimidaram nenhuma dessas pessoas. Uma nova versão do livreto de Christophersen foi publicada com uma introdução de Stäglich que substituiu a de Roeder, e Stäglich tem recentemente publicado seu bom livro Der Auschwitz Mythos pela Grabert-Verlag, e ele tem também co-publicado um trabalho mais curto com Udo Walendy. O então chamado sistema liberal na Alemanha tem estado em um estado de agitação com esse este solitário homem corajoso, e tem sido questionado abertamente na imprensa se “é realmente tão difícil pegar este velho e neonazista?” [8]

Wilhelm Stäglich (1916-2006) foi oficial do exército alemão durante a Segunda Guerra Mundial. Estudou Direito e Ciência Política na Universidade de Rostock e na Universidade de Göttingen onde obteve o grau de doutor.

Os eventos desdobraram-se diferentemente na Grã-Bretanha, na verdade em tal maneira a sugerir que questionar os sagrados Seis Milhões não iria demorar muito mais para ser restringido a um subsolo de qualquer tipo. Em um surpreendente desenvolvimento, o agora famoso livreto de Harwood foi favoravelmente resenhado, pelo bem conhecido autor Colin Wilson, na edição de novembro de 1974 do influente periódico mensal Books and Bookman. Uma furiosa controvérsia, a qual durou cerca de seis meses, ocorreu como resultado na seção de “cartas” desta revista. Eu tenho criticado em outro lugar o livreto de Harwood e apontado alguns sérios erros nele[9]. Contudo, ele também tem suas virtudes, e tem sido efetivo em estimular questões, cerebração e discussão de seu anteriormente assunto tabu. Ele foi banido na África do Sul em 1976,[10] e efetivamente banido na Alemanha Ocidental, em sua tradução alemã, no final de 1978.

O Institute of Jewish Affairs em Londres publicou seu artigo muito vazio sobre meu livro na edição de novembro-dezembro de 1976 de sua revista Patterns of Prejudice. Ao redor da mesma época, começou na Northwestern University um alarido sobre meu livro que logo resultou em publicidade nacional e mesmo internacional. Houve uma longa história no New York Times, mas a história de deturpou o título do livro como Fabrication of a Hoax.[11] Vou dizer umas poucas mais palavras sobre o espalhafato no noroeste mais tarde.

Em abril de 1977 eu escrevi para a revista Index on Censorship (com sede em Londres e afiliada com a Anistia Internacional) para relatar a eles os muitos atos de censura oficial nesta área, tal como os eventos na Alemanha e África do Sul. A Index tem assumido a responsabilidade de meramente reportar citações de exemplos de censura, usualmente sem comentários adicionais. Eles responderam para mim em maio de 1977 que eles “colocariam a questão para ser assumida ou não em nosso conselho editorial.” Em minha viagem para a Europa no verão de 1977 eu visitei a sede deles e me foi dito que o conselho editorial não tinha ainda deliberado sobre a questão. Eu tenho ouvido nenhuma palavra deles além e pretendo escrever para eles novamente em breve para relatar a novas citações sobre censura, as quais não mais demorariam a chegar, pois fui proibido de falar em Munique em 3 de setembro de 1977. [12]

 Outro desenvolvimento de 1977 foi o início das operações das publicações em linguagem inglesa do excelente grupo de Ditlieb Felderer na Suécia. [13]

Março de 1978 trouxe a tragédia do assassinato do historiador francês Francois Duprat, alegadamente por um “comando de lembranças” de Auschwitz, pela ofensa de ter negado os Seis Milhões. [14]

Foto tirada em março de 1972 durante uma reunião política de François Duprat, membro do departamento político da Frente Nacional (FN), morto na explosão de um carro-bomba em 18 de março de 1978, aos 37 anos de idade. © AFP / PESSOAL / AFP

A primavera de 1978 viu a exibição no ar nos EUA de uma monstruosidade de oito horas sobre o Holocausto na NBC, com todo rebuliço preliminar e posterior. As inanidades e histerias foram repetidas na Grã-Bretanha em 1978 e em vários países europeus no início de 1979. Na Alemanha a exibição no ar do Holocausto foi perfeitamente programada para influenciar a decisão do Bundestag para não permitir um estatuto de limitações de entrar em vigor para “crimes de guerra.” Eu critiquei o Holocausto em outro lugar e não desperdiçarei palavras aqui. [15] Entendo que ele será mostrado novamente em breve.

No verão de 1978 a edição da Noontide Press de alguns dos escritos de Rassinier apareceram [16]. Um ano mais tarde a Historical Review Press publicou sua tradução do livro de Rassinier sobre Eichmann. [17]

Paul Rassinier (1906 – 1967). Jornalista francês, membro da resistência francesa na II Guerra Mundial pelo partido comunista, e como prisioneiro de guerra nos campos de concentração alemães, desmentiu a versão oficial do
alegado “holocausto”. Foto: PHDN, Vence, 1950.

O final de 1978 trouxe uma escalada significante da controvérsia em todos os sentidos. Em outubro a editora alemã Propylen publicou a maciça Geschchte der Deutschen (História dos alemães) de Hellmut Diwald. A Propylen é uma firma antiga, agora possuída por Axel Springer, a qual se especializou em publicar livros escritos por acadêmicos, mas para um público leigo inteligente. Em duas páginas Diwald disse algumas coisas muito em harmonia com as coisas que os revisionistas da “Solução Final” tinham dito, e naturalmente o clamor dos porta-vozes do sistema foi ensurdecedor. Golo Mann escreveu que “estas duas páginas… são as mais monstruosas que eu tenho tudo de ler em um livro alemão desde 1945”[18] e a editora respondeu ao clamor ao parar a venda da primeira edição e substituindo uma nova edição com as duas páginas ofensivas reescritas às pressas, em um estilo que eu estou certo que não é o de Diwald, a fim de estar em conformidade com a linha usual. Axel Springer ainda prometeu publicamente, em palavras que eu não posso imaginar vindo de uma editora dos EUA sob qualquer circunstância, e que isto foi somente o começo da reescrita do livro, e que no outono de 1979 o livro “não seria reconhecível.”[19]

As duas páginas originais que Diwald tinha publicado não eram particularmente significantes em si mesmas; relativamente pouco foi dito. Houve, contudo, dois pontos da maior significância para notar. Primeiro, Diwald não carece de credenciais como um historiador. Ele é um professor de história na Universidade Friedrich-Alexander em Erlangen e tinha sido bem conhecido na profissão histórico desde ter assumido seu doutorado sob o historiador judeu-alemão Hans-Joachim Schoeps mais que duas décadas atrás. Segundo, o fato da reescrita de pânico das duas páginas, como um resultado de pressão pública, definitivamente estabelece apontamentos que deveriam ser feitos quando pessoas perguntam tais questões como “por que mesmo os alemães concedem a realidade dos seis milhões de assassinatos?” ou “por que os historiadores os concedem?” O mercado de ideias nessa área não é livre. Através do mundo, existem barreiras no mínimo informais e não oficiais para liberdade de expressão e discussão.

O alemão Hellmut Diwald (1924-1993}, professor de História Medieval e História Moderna na Universidade de Erlangen-Nuremberg por cerca de 20 anos. Foto: Alchetron

Em alguns países, especialmente na Alemanha, há também barreiras impostas legal e formalmente. Este fato tem sido já notado aqui, mas no final de 1978 se viu o início na Alemanha de uma grande nova onda de repressão. Neste país existe o conceito de “literatura ameaçadora da juventude” (jugendgefaehrdende Schriften). É alguma coisa como o conceito “X rating” nos EUA, exceto que sua aplicação é supervisionada pelo governo e não quase totalmente restrita à pornografia. Na teoria, a lei é suposta impedir somente a disponibilidade para os jovens, mas quando a matéria não-pornográfica entra na lista, o efeito prático é bani-la, pois a lei especifica que a literatura listada não pode ser vendida para grupos privados pelo correio. Ela pode ainda ser vendida em livrarias, sujeita a certas restrições, mas com a exceção do livro de Diwald a literatura que tem sido discutida aqui, em qualquer maneira, nunca foi estocada em livrarias regulares na Alemanha.

O final de 1978 marcou o começo de uma óbvia campanha sistemática na Alemanha Ocidental para colocar grande parte da literatura que eu tenho dito a você na lista da literatura ameaçadora aos jovens. A primeira foi a tradução alemã do livreto de Harwood, e a tradução alemã do meu livro, intitulada Der Jahrdundertbetrug, entrou na lista em maio de 1979.[20] Há também um filme contra o livro de Stäglich o qual é também recente demais para discutir aqui. Tais desenvolvimentos na área não-oficial, como no caso Diwald, respondem conclusivamente à questão do por que mesmo os alemães concedem a realidade dos “extermínios.” O sistema que nós vimos lá depois da Segunda Guerra Mundial dá a eles nenhuma outra escolha.

Quase simultaneamente com estes eventos na Alemanha, coisas estavam acontecendo na França. No final de 1979 a L’Express, uma revista comparável à Newsweek, publicou uma entrevista com Louis Darquier de Pellepoix, que tinha sido comissário para assuntos judaicos no governo Vichy durante a ocupação alemã, e que tinha vivido na Espanha desde a guerra. A atitude geralmente de não arrependimento de Darquier, mais sua alegação de que as únicas criaturas gaseadas em Auschwitz tinham sido piolhos, deu início a um alarido virtualmente coincidente com aquele ao redor de Diwald do outro lado do Reno. Mais significantemente para nossos interesses, os holofotes então se vivaram sobre Robert Faurisson, que então estava lecionando na Universidade de Lion-2, e que tinha sido quase esquecido desde o retalho relativamente menor quando ele estava em Sorbonne em 1974. Os distúrbios da parte de alguns estudantes levaram à suspensão de Faurisson de suas tarefas de professor, uma suspensão que ainda está em vigor, mas outro resultado de toda esta atenção às visões supostamente ultrajantes de Faurisson foi que o Le Monde, o equivalente francês do New York Times, se viu obrigado, muita contra seus desejos, a dar-lhe espaço no qual expressar estas visões. É verdadeiro que o Le Monde deu ao outro lado muito mais espaço, mas uma importante barreira tinha sido quebrada, ao menos na França, e em disseram que hoje há muitas questões sendo abertamente perguntadas naquele país cuja expressão teria sido inconcebível somente um ano atrás. [21]

Robert Faurisson (1929-2018), tem por anos sido o líder revisionista sobre o tema do alegado Holocausto. Formou-se em Sorbonne, Paris, em Letras Clássicas (Latim e Grego) obtendo o seu doutorado em 1972, e serviu como professor associado na Universidade de Lyon na França de 1974 até 1990. Ele é reconhecido como especialista de análise de textos e documentos. Por suas pesquisas sofreu muitas perseguições pela patrulha judaico-sionista ou pelas patrulhas àquelas vinculadas, além de um atentado contra sua vida no qual lhe deixou hospitalizado.

Como uma consequência da publicidade na França, Faurisson pôde participar em um debate de três horas em uma TV suíça em italiano em 17 de abril de 1979. Foi me dito que o programa gerou enorme interesse, que os observadores mais imparciais pensaram que Faurisson tinha vencido o debate, e que a coisa inteira foi retransmitida em 6 de maio, Como resultado do debate na TV, uma longa entrevista com Faurisson foi publicada na edição de agosto da revista italiana Storia Illustrata; esta entrevista é de longe o material mais instrutivo sobre o assunto do “Holocausto” a ser publicado, até o momento, em uma revista ou jornal do “Sistema”.

Na altura das controvérsias de Diwald e Faurisson na Europa, uma outra eclodiu na Austrália. John Bennett, um advogado de liberdades civis de Melbourne, tinha enviado cópias de meus livros para vários acadêmicos de Melbourne, junto com um memorando dele sumarizando o que parecia-lhe ser alguns dos principais argumentos em apoio da tese do livro, e convidando comentários críticos (eu compreendo que até o momento, apesar da publicidade lá, quase nenhum comentário tinha estado preste a ser publicado). Nem o memorando nem qualquer coisa mais que Bennett havia escrito sobre o assunto tinha sido pretendido para publicação, mas um jornal semanário conseguiu uma cópia do memorando de alguma maneira e publicou ele, dando ignição a uma controvérsia que durou vários meses. [22]

Nestas controvérsias os guardiões da lenda tinham dito muito pouco de conteúdo intelectual. Eles tinham, com somente raras exceções, ficado aos xingamentos – “antissemita,” “neonazista,” etc. Então aqui estão umas poucas pessoas que tinham vivido bem ou até a metade da vida sem isso ter ocorrido a qualquer um e serem chamados de tais coisas, e que estão assaltados agora tão tardiamente com estes palavrões políticos apenas porque perguntaram questões sobre os Seis Milhões.

Houve outro desenvolvimento importante no início de 1979 e ele veio, estranhamente, da CIA. Dois fotointerpretadores liberaram seus estudos de algumas fotografias de reconhecimento de Auschwitz que os EUA fizeram em 1944, quando Auschwitz era de interesse estratégico como um alvo de petróleo. Apesar da publicidade e mesmo das alegações de um historiador que as fotografias forneciam algum tipo de evidência de extermínios, não havia tal evidência nas fotografias. [23] O que estava a ser encontrado nas fotografias foi sobre pontos cruciais exatamente como foram previstos em meu livro, onde foi mostrado que tais fotografias devem existir, embora eu não as tenha visto. [24]

Reações negativas nos estudos

Eu tenho sugerido que as reações negativas aos revisionistas da “Solução Final” têm sido sobre tudo emocionais, e eu fiz nenhuma distinção entre reações de profissionais estudiosos e leigos. Isto não foi uma visão descuidada. Eu estou triste de relatar que, até certa extensão me surpreendeu, as reações de tantos muitos estudiosos têm sido o que alguém possa esperar de uma avó judia hiperemocional. Nestes estágios iniciais das reações públicas ao meu livro, um professor, Wolfe da New York University, enganou a ele mesmo ao escrever ao New York Times que a Northwestern University deveria me acusar de “incompetência acadêmica” e “torpeza moral” para autorizar e publicar o livro cujo título, ele relatou em sua carta, era Fabrication of a Hoax. Claramente ele tinha visto a história do New York Times sobre o livro, a qual relatou um título incorreto, e ele não tinha visto o próprio livro. [25]

Arthur Butz, um profissional das ciências exatas, partiu de críticas básicas às incoerências do alegado “Holocausto”, lançando na década de 1970 sua obra The Hoax of the Twentieth Century, que lhe rendeu retalhações a sua pessoa, mas que não atingiam os argumentos contidos em sua obra. A situação dos defensores da versão oficial do alegado “Holocausto” passou cada vez mais a ser a de recorrer à censura, pois quase sempre não conseguiam mais levantar objeções consistentes aos argumentos revisionistas.

Esse foi um caso extremo, mas é ainda verdadeiro que os estudiosos que deveriam conhecer melhor têm feito muito barulho enquanto dizem quase nada de substância. Em tudo do criticismo profissional do meu livro na Northwestern, o único ponto de peso histórico que foi levantada contra ele, e que alcançou-me, foi que as estatísticas de população publicada estão em conflito com minhas alegações. Esse fato é mencionado e discutido no primeiro capítulo do meu livro.

O Departamento de História na Northwestern supostamente assumiu patrocinar uma série de palestras intituladas “Dimensões do Holocausto,” mas então em suas observações introdutórias o Presidente do Departamento finalizou-a agradecendo a Hillel Foundation por reunir os palestrantes para o caso. A Universidade logo mais tarde publicou as palestras num livreto que está presumivelmente ainda disponível.

Houve outro instrutivo desenvolvimento na Northwestern. Foi publicada no jornal do estudante um anúncio de página inteira, patrocinado pela Hillel Foundation e trazendo uma declaração de “condenação” assinada por cerca de metade da faculdade.[26] Não existe necessidade de reproduzir o texto aqui. A declaração mencionou “o assassinato de mais de onze milhões de pessoas, entre elas seis milhões de judeus, pela Alemanha nazista,” e eu acho o traço mais interessante disso não os seis milhões de judeus, mas os outros cinco milhões ou mais, que parecem ter sido adicionados pela propaganda tanto recentemente como arbitrariamente, embora é dito que o então chamado “caçador de nazistas” Simon Wiesenthal tem usado o número por algum tempo.[27]

Há aparentemente algum ponto específico da propaganda servido pelos cinco milhões de gentis. Wiesenthal alega que “um dos maiores erros feito sobre o lado dos judeus” tem sido enfatizar somente seis milhões de judeus e não os outros, com o resultado que os judeus “perderam muitos amigos.” Eu devo confessar que eu não captei o ponto, mas aparentemente ele tem estado decidido a atirar casualmente os cinco milhões de gentis na propaganda em pelo menos ocasiões selecionadas.

Voltando à declaração da condenação que foi assinada por tantos membros da faculdade em Northwestern, há claramente alguma coisa mais grave envolvido aqui que mera conformidade a uma doutrina ou mito estabelecido, pois é uma certeza que a vasta maioria dos signatários nunca tinha ouvido sobre cinco milhões de goyim {isto é, de não judeus}, até eles serem confrontados com a afirmação a assinar. A subscrição deles não foi, portanto, baseado em mera aceitação de uma alegação inquestionável de uma reivindicação histórica. Ela foi baseada em considerações ainda mais prejudiciais para um ambiente acadêmico. Não irei explorar aqui o assunto mais além, mas é fácil ter uma impressão desanimadora que muitos teriam assinado quase qualquer coisa relacionada à controvérsia, fornecida pela Fundação Hillel e que a desejasse assinada.

É desanimador relatar tal comportamento sobre parte daqueles a quem a sociedade tem confiado a custódia de suas questões sobre o intelecto. Contudo existe ao mínimo algumas indicações que um tratamento mais sério do meu livro, se somente para tentar desacreditá-lo, for requerido. Tem sido recentemente dito que “Butz pode ter sido bem-sucedido em enviar munição para mais ‘revisionistas’ da Solução Final. Aqui reside o perigo. Butz deve ser desmascarado, não ignorado.”[28]

Conclusões

Você pode ver o ponto essencial das conclusões que estou indo extrair deste relato do desenvolvimento da controvérsia. O que eu tenho descrito para você tem sido um processo pelo qual uma tese tem emergido do subsolo, à qual tem sido assinalada tanto na conta das pressões políticas e na conta de sua aparente implausibilidade (dadas as décadas de propaganda), à luz do dia onde ele está sendo discutido e argumentado nas publicações consolidadas no sistema através do mundo. Ela é ainda uma tese minoritária, mas a tendência em favor dos revisionistas é óbvia para quem não é voluntariamente cego.

Os revisionistas da Solução Final, um punhado de indivíduos solitários com recursos muito escassos, têm sido bem-sucedidos muito além de suas expectativas – ao menos eu não esperava que as coisas se desdobrassem tão rapidamente – e isto não pode ser explicado totalmente em termos de qualidade de seus esforços. Ela pode somente ser explicada em termos da sociedade ser receptiva a tais visões neste ponto da história. O desenvolvimento que eu tenho delineado aqui tem agora ido tão longe que eu agora acredito que é quase irrelevante o que eu e meus presentes colegas revisionistas façam, ou o que aconteça conosco.

Para ver a razão disto, basta somente retornar para um dos meus primeiros pontos: este é um assunto simples. As ilusões quase universais têm existido não por causa das complexidades do assunto, mas por causa de fatores políticos na sociedade ocidental. Um corolário da simplicidade do Embuste é que ele somente necessita ser questionado e discutido, em um contexto livre de intimidação e histeria, para a reorientação psicológica mencionada anteriormente ser realizada, a quebra das desilusões segue no devido curso. Este ponto tem para todos os propósitos práticos sido alcançado ou logo será alcançado.

Farei uma observação que pode parecer áspero. Os revisionistas do “Holocausto” têm sido, para colocar isso abruptamente, vítimas de multifárias perseguições. Você conhece somente uma parte disso – a parte que aparece nos jornais, tais como os banimentos de livros na Alemanha ou a suspensão de Faurisson na Universiade de Lyon-2. A outra parte, a parte mais pessoal, é no máximo somente insinuada nos jornais, geralmente não é conhecida por você, e nós não devemos incomodá-lo com detalhes de tais coisas dolorosas, mas deixe-me assegurá-lo que elas existem. Eu, portanto, estou plenamente consciente que é áspero de minha parte fazer esta observação: nós devemos saudar o fato das perseguições, pois eles são sintomáticos de sucesso, e mesmo as vítimas devem estar tão exultantes com elas conforme é psicologicamente possível nas circunstâncias pessoais sombrias em que estão.

Robert Faurisson manteve sempre em primeiro lugar seu compromisso para com a busca pela verdade durante toda sua vida, mantendo-se em plena atividade investigativa até a data de seu falecimento no final de 2018. Ao lado de Arthur Butz, seus escritos e criticismo inauguraram a investigação sistemática no tema do alegado “Holocausto”, deixando um legado assumido pelo italiano Carlo Mattogno e abrindo o caminho para a investigação especialista e científica do americano Fred Leuchter e do alemão Germar Rudolf. Foto: G1

Algumas vezes é dito que a tese revisionista do Holocausto é comparável a reivindicação que o mundo é plano, mas observe que ninguém se incomoda com as pessoas da terra plana. Não é duramente áspero ir contra o mundo inteiro com nenhuma chance de vencer, mas é muito duramente áspero ir contra ele com alguma chance de vencer. Isto é o que os revisionistas da Solução Final fizeram, e isto é a razão das perseguições, mas as perseguições são também em vão, pois conforme apenas acabei de observar, é quase irrelevante neste momento o que acontece hoje aos revisionistas do “Holocausto.” A presente inércia da controvérsia tem o peso de trazer abaixo o Embuste mesmo sem a participação pessoal deles, e entregar esses fios mendazes e perniciosos na lata de lixo dos embustes quebrados em pedaços.

Fonte: The international ‘Holocaust’ controversy, por Arthur Roberts Butz, The Journal of Historical Review, volume 1, número 1, primavera de 1980, Institute for Historical Review, Torrance, CA, páginas 5-22.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander via World Traditional Front

Notas:

[1] Nota do autor: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century}, Noontide Press; PO Box 1248; Torrance, CA 90505; $5.50 (hardcover $9.50) or Historical Review Press; Chapel Ascote; Ladbroke; Southam, Warwickshire; England; L2.00.

[2] Nota do autor: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century}, Noontide Press, página 10.

[3] Nota do autor: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century}, Noontide Press, página 10.

[4] Nota do autor: O número é para morte de pessoas que tinham sido registradas como internos dos campos, em registros escritos os quais sobreviveram o suficiente para permitir a estimativa. A lenda assevera que os milhões “exterminados” não entraram em tais registros. Ver o reporte “The Number of Victims of the National Socialist Persecution,” available from the International Tracing Service; D-3548 Arolsen, Alemanha Ocidental. A observação não deve ser mal interpretada como uma alegação que o número de judeus que pereceram era algo uma minoria de 350,000. Muitos mais morreram fora dos campos de concentração, de doenças em guetos, em pogroms ocasionais, e em outras maneiras incomuns e comuns. O número não é conhecido.

[5] Nota do autor: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century}, Noontide Press, página 215.

[6] Nota do autor: Jewish Chronicle (semanário londrino), (27 de fevereiro de 1976), 3; Patterns of Prejudice (bimestral londrino), (Janeiro-fevereiro de1977), 12.

[7] Nota do autor: Nation Europa (periódico mensal de Coburg), (Agosto de 1975), 39.

[8] Nota do autor: Die Zeit (25 de maio de 1979), 5.

[9] Nota do autor: Voice of German Americans (periódico mensal de Nova Iorque), (Março de 1978).

[10] Nota do autor: Patterns of Prejudice (set-out de 1977), 19.

[11] Nota do autor: New York Times (28 de janeiro de 1977), A10.

[12] Nota do autor: Sueddeutsche Zeitung (2 de setembro de 1977), 13; (3-4 de setembro de 1977), 13f.

[13] Nota do autor: Bible Researcher; Marknadvsvagen 289, 2 tr; S-183 Taby; Suécia.

[14] Nota do autor: Le Monde (19-20 de março de 1978), 24; (23 de março de 1978), 7.

[15] Nota do autor: Spotlight (semanário de Washington), (8 de maio de1978).

[16] Nota do autor: {Paul Rassinier}, Debunking the Genocide Myth; hardcover $15.50. Endereço na nota 1.

[17] Nota do autor: {Paul Rassinier}, The Real Eichmann Trial; L2.20. Endereço na nota 1.

[18] Nota do autor: Der Spiegel (4 de dezembro de 1978), 14f.

[19] Nota do autor: Der Spiegel (9 de abril de 1979), 232ff; National Zeitung (semanário de Munique), (16 de fevereiro 1979), 6.

[20] Nota do autor: Frankfurter Allgemeine Zeitung (16 de junho de 1979), 23; New York Times (22 de maio de 1979), A13.

[21] Nota do autor: Le Monde (22 de novembro de 1978), página 42; (16 de dezembro de 1978), página 12; (29 de dezembro de 1978), página 8; (30 de dezembro de1978), página 8; (10 de janeiro de 1979), página 11; (16 de janeiro de 1979), página 13; (3 de fevereiro de 1979), página 10; (21 de fevereiro de 1979), página 23; (8 de março de 1979), página 31.

[22] Nota do autor: National Times (semanário), (10 de fevereiro); (24 de fevereiro); The Age (diário), (15 de fevereiro); (16 de fevereiro); (3 de março); (15 de março); (17 de março); (22 de março); (23 março); (24 de março); (28 de março); (6 de abril); (14 de abril); (8 de maio); Nation Review (semanário), (24 de maio); (31 de maio); (28 junho); Weekend Australian (26-27 de maio). Todos de 1979.

[23] Nota do autor: Washington Post (23 de fevereiro de 1979), página Al; New York Times (24 de fevereiro de 1979), página 2; (6 de março de 1979), página A16.

[24] Nota do autor: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century}, página 150. O artigo dos fotointerpretadores Dino A. Brugioni e Robert G. Poirier é intitulado “The Holocaust Revisited: a Retrospective Analysis of the Auschwitz-Birkenau Extermination Complex,” e está disponível no Public Affairs Office; Central Intelligence Agency; Washington, DC 20505.

[25] Nota do autor: New York Times (4 de fevereiro de 1977), página A22.

[26] Nota do autor: Daily Northwestern (30 de março de 1977), página 5.

[27] Nota do autor: Chicago Daily News (12-13 de novembro de 1977); Los Angeles Times (6 de maio de 1979), parte 9,4; Los Angeles Times Calendar (13 de maio de 1979), 2; New York Times (28 de maio de 1979), página D7.

[28] Nota do autor: Vierteljahrshefte fuer Zeitgeschichte (abril de 1979), página 264.

DISPONÍVEL NA LIVRARIA SENTINELA

Arthur Butz
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2 thoughts on “Arthur Robert Butz: A controvérsia internacional do “holocausto””

    1. Exatamente!

      Basta ver que as versões que afirmam o extermínio nunca conseguiram até hoje obter um laudo técnico de um químico ou engenheiro, ou mesmo um especialista no assunto.

      Já refutando os exterminacionistas, isto é, os que afirmam o holocausto, os laudos estão aí e sem contra-parte alguma dos exterminacionistas. Basta citar o Leuchter, que mesmo com erros, os acertos já desmontam as bases do alegado Holocausto.

      Se tivessem um laudo técnico da parte exterminacionista, vindo de um químico, engenheiro, ou especialista, já teriam apresentado. Não fazem pois o perito estaria contradizendo suas próprias bases que fundamentam sua perícia.

      O desafio está lançado, um químico ou engenheiro de qualquer lugar mundo contra Germar Rudolf. Ele certamente aceitará! Principalmente se junto de comissões científicas formadas e com testes feitos todos registrados, documentados e integralmente disponibilizados. É só ver quem compra esse desafio!

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