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Arthur R. Butz: Contexto e perspectiva na controvérsia do “Holocausto” – Parte 2

Este artigo é uma continuação. Para melhor compreensão do assunto, é sugerido que leia (ou tenha lido) o anterior aqui: Arthur R. Butz: Contexto e perspectiva na controvérsia do “Holocausto”.

Contexto e perspectiva

Embora o presente interesse em detalhes seja desejável do ponto de vista revisionista, também é necessário porque os defensores da lenda decidiram que, por causa de seus propósitos contrários, um foco no detalhe também pode ser desejável, quando houver de ser qualquer coisa como um debate. Essa estranha harmonia entre os dois campos é naturalmente superficial.

Que o foco no detalhe contém perigos para os revisionistas é visto notando-se que os defensores da lenda adotam esse tato porque, assim, substituíram questões mais maleáveis ​​pelas reais. Especificamente, eles enganam o público fazendo-o perder o contexto e a perspectiva. O que Stangl disse a Sereny na prisão não pode ser entendido sem a perspectiva ganha ao notar a posição infeliz de Stangl no mundo do pós-guerra, particularmente na Alemanha do pós-guerra, que tem um sistema político imposto pelos conquistadores estrangeiros que fizeram possível o estabelecimento da lenda no primeiro lugar. A alegação de que a carência de evidência histórica comum para “extermínios” é explicada por uma política alemã de maior sigilo, não pode ser facilmente demolida, exceto por meio de alguma observação no contexto histórico do alegado episódio, como feito acima. Portanto, embora seja bom focar nos detalhes nestes tempos, nós corremos o risco de perder batalhas, se não a guerra, se nós esquecermos o contexto histórico e perdermos a perspectiva.

{Tendo em conta a produção destas autoridades (entre outras, ver bibliografia ao final do artigo), então reconhecidas, sobre a Segunda Guerra Mundial, história do Século XX, Alemanha de Hitler e o alegado Holocausto, é que Arthur R. Butz expõe em análise crítica e lógica os argumentos que desmentem a produção historiográfica destes três tidos como campeões judeus da historiografia do alegado Holocausto.
As três fotos de cima para baixo correspondem respectivamente aos três autores em sequência abaixo.
Yehuda Bauer (1926-) é um historiador israelense e estudioso do Holocausto, formado na Universidade de Cardiff e na Universidade Hebraica de Jerusalém. Ele é professor de Estudos do Holocausto no Instituto Avraham Harman de Judaísmo Contemporâneo da Universidade Hebraica de Jerusalém.
Martin John Gilbert (1936-2015) foi um historiador judeu-britânico formado em Magdalen College, Oxford, e pós graduado na St Antony’s College, Oxford, tendo sido membro honorário do Merton College, Oxford.
Walter Ze’ev Laqueur (1921-2018) foi um jornalista, pesquisador e comentarista político judeu-polonês, sem graduação acadêmica, todavia celebrado formalmente no meio acadêmico e que ocupou alguns dos mais importantes cargos em instituições históricas.
Crédito das fotos: Yehuda Bauer, Wikipédia em inglês (consulta em 31 de janeiro de 2021); Martin John Gilbert, AP/PA, Dave Thompson, File, via Times of Israel (4 de fevereiro de 2015); Walter Ze’ev Laqueur, Ullsteinbuchverlage via American Academy.} Crédito das fotos: Yehuda Bauer, Wikipedia em inglês (consulta em 31 de janeiro de 2021); Martin John Gilbert, AP/PA, Dave Thompson, File, via Times of Israel (4 de fevereiro de 2015); Walter Ze’ev Laqueur, Ullsteinbuchverlage via American Academy.}

Contexto e perspectiva constituem o tema deste artigo, mas foi necessário discutir longamente a natureza da necessidade.

A posteridade verá esse “Holocausto”, essa curiosa impostura que nos capturou de maneira fascinante por duas ou três décadas, como um fenômeno transitório envolvendo o que parecerá distorções totalmente audaciosas do registro histórico, a qual nós deveríamos ter visto mais facilmente do que o fizemos, como os episódios relevantes parecerão ter interpretações mais simples do que vemos ou em qualquer medida enfatizamos. Enquanto, é claro, nós não possamos ver as coisas como a posteridade verá, nós podemos pelo menos tentar ver o assunto de uma perspectiva mais elevada. Isso não apenas ajudará a nossa reputação futura, mas também nos ajudará a evitar que tropecem nos detalhes da controvérsia atual.

Nós podemos começar perguntando apenas o que chamará a atenção da posteridade como extraordinário. Não será “extermínio” de judeus, conforme não houve nenhum. Também não será o programa alemão de expulsão dos judeus. É claro que haverá algum interesse nesse programa, assim como hoje há interesse por parte dos historiadores por todos os tipos de episódios passados. Contudo, aquele programa alemão estava, em sua essência, longe de ser único, os judeus tendo sido expelidos da área de Jerusalém no século II e da Espanha no século XV, para mencionar somente os dois mais famosos de muitas expulsões. O programa alemão pode parecer deplorável, mas não parecerá extraordinário.

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O que parecerá único é o estabelecimento na sociedade ocidental da lenda do “Holocausto”, sua exploração além do ponto de sanidade, seu desafio de áreas não convencionais algumas décadas depois e sua subsequente derrubada. Uma implicação disso, talvez para os revisionistas ao mesmo tempo instrutiva e desanimadora, é que os revisionistas eles próprios serão objetos de escrutínio histórico, ou seja, fazemos parte do processo histórico que a posteridade verá, não meramente seus investigadores pioneiros.

Eu acredito que eles nos desta maneira principalmente por causa de nossa tendência, explicações as quais têm sido já dadas, de nos enredarmos nos detalhes, os quais contornando ou minimizando as observações que, irá ser visto, deveriam ter sido tanto óbvias e conclusivas.

Uma ilustração específica. Para que alguma coisa seja “óbvia”, ela deve estar figurativamente diante de nossos próprios narizes. Vejamos dois dos livros recentemente publicados e amplamente discutidos em apoio à lenda do extermínio, a saber, Auschwitz and the Allies, de Martin Gilbert (biógrafo de Winston Churchill) e The Terrible Secret, de Walter Laqueur (Diretor do Instituto de História Contemporânea, Londres e editor do Journal of Contemporary History). Os dois livros examinam o assunto de perspectivas semilares e cobrem muito do mesmo terreno.

No final de seu estudo longo e copiosamente anotado, Gilbert escreve: [7]

Entre maio de 1942 e junho de 1944, quase nenhuma das mensagens alcançando o Oeste se referia a Auschwitz como o destino dos judeus deportados, ou como um centro de extermínio. Nem o nome de Auschwitz causou qualquer impressão sobre aqueles que estavam construindo o que eles acreditavam ser uma imagem cada vez mais abrangente do destino dos judeus.

Por outro lado, no início de seu estudo mais curto, mas também copiosamente anotado, Laqueur explica que os extermínios em massa em Auschwitz não poderiam ter sido ocultados, notando que Auschwitz era “um verdadeiro arquipélago”, que “os internos de Auschwitz … estavam, de fato, todos dispersos sobre a Silésia, e … reunidos com milhares de pessoas”, que “centenas de funcionários civis … trabalhavam em Auschwitz” e que “jornalistas viajavam no Governo Geral e eram obrigados a ouvir”, etc. [8]

Eu não tenho nenhuma querela com tais observações, conforme eu mesmo as fiz, com base essencialmente nas mesmas considerações. [9] Agora, o leitor de Gilbert, Laqueur e Butz pode fazer uma determinação muito simples. Ele está sendo informado de que (a) no período de maio de 1942 a junho de 1944, os interessados em tais assuntos não tinham informações sobre extermínios em massa em Auschwitz e (b) extermínios em massa em Auschwitz não poderiam ter sido ocultados do mundo por qualquer extensão significativa de tempo. Visto que ele está ouvindo a mesma estória de ambos os lados, por um processo de inferência necessário para aqueles que querem formar uma opinião, mas não têm tempo ou meios para se tornarem historiadores, ele deve assumir ambas as afirmações como verdadeiras. Não havia informações de extermínios em massa em Auschwitz durante o período relevante, e os extermínios em massa em Auschwitz não teriam sido mantidos em segredo. Portanto, não houve extermínios em massa em Auschwitz.

A conclusão é inescapável e requer somente lógica elementar. Ela é comparável ao silogismo: “Não vejo elefante em meu porão; um elefante não poderia ser escondido da vista em meu porão; portanto, não há elefante em meu porão.”

A lógica nos diz que essa observação deve ser conclusiva, mas eu sei que nas controvérsias que virão, muitas vezes ela será perdida de vista. É um bom exemplo de um ponto sobre o qual nós devemos confundir a posteridade com nossa miopia, uma vez que ela se perguntará por que ela foi tão raramente levantada em uma controvérsia acalorada. Não é o único exemplo de seu tipo. A literatura dos defensores da lenda está transbordando de concessões que farão a posteridade se perguntar como a lenda pode ter sido acreditada em primeiro lugar, e por que uma literatura revisionista foi necessária. Deixe-nos ser específicos.

Os principais atores no episódio histórico são os governos das várias potências em guerra, organizações judaicas operando em países Aliados e neutros, organizações judaicas operando abertamente sob a ocupação alemã, organizações clandestinas de resistência na Europa ocupada pelos alemães, judeus ou não, a Igreja Católica (devido a seus atributos gêmeos de ubiquidade e centralização) e a Cruz Vermelha Internacional.

Proeminente entre as organizações judaicas estava o JDC (American Jewish Joint Distribution Committee), intimamente associado ao American Jewish Committee, a “organização política da elite não-sionista do judaísmo americano.” [10] O JDC {American Jewish Joint Distribution Committee} foi o primário na extensão da assistência material para Judeus. Na Europa, um importante representante foi Joseph J. Schwartz em Lisboa. [11]

Mais importante do nosso ponto de vista foi Saly Mayer, às vezes não oficial, mas sempre o principal representante do JDC {American Jewish Joint Distribution Committee} na Suíça. Mayer estava em contato constante com o JDC {American Jewish Joint Distribution Committee} em Lisboa e Nova Iorque, e também com judeus na Europa ocupada, oriental e ocidental. [12]

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Também proeminente entre as organizações judaicas estava a JA (Jewish Agency {Agência Judaica}), o governo israelense não oficial da época, cuja luz guia era Chaim Weizmann, e que era representado em Genebra por Richard Lichtheim e Abraham Silbershein. O sionismo também foi representado pelo WJC (World Jewish Congress {Congresso Judaico Mundial}), cujas luzes orientadoras foram Nahum Goldman e o Rabino Stephen S. Wise, e cujo principal representante na Suíça foi Gerhart Riegner. Os representantes suíços dessas e de outras organizações judaicas estavam em contato constante tanto com judeus da Europa ocupada quanto com judeus e outros representantes nos países Aliados. Por exemplo, comunicações postais e telefônicas entre judeus em países ocupados e aqueles em países neutros como Suíça e Turquia foram facilmente estabelecidas. [13]

Como feito abundantemente claro por muitos livros em adição ao meu próprio (por exemplo, o livro de Gilbert), é do WJC {Congresso Judaico Mundial}, suplementado pelo JA {Agência Judaica}, do governo de exílio polonês em Londres e, ocasionalmente, de grupos mais obscuros, que a propaganda de extermínio inicial emanou.

Aqui estão oito observações simples, todas retiradas da literatura dos defensores da lenda (às vezes via intermédio de meu livro), as quais estabelecem a não historicidade do “Holocausto” ou, mais precisamente, um programa de extermínio físico em massa de Judeus da Europa.

As reivindicações do pós-guerra tiveram sua origem nas reivindicações de extermínio do tempo de guerra. No entanto, as diferenças entre as duas são tais que está implícito que as reivindicações do tempo de guerra não foram baseadas em fatos

Existem dois tipos principais de diferenças entre as reivindicações do tempo de guerra e do pós-guerra. Em primeiro lugar, muito do que foi reivindicado durante a guerra foi descartado depois, somente uma fração sendo retida. Em segundo lugar, a peça central das reivindicações do pós-guerra, Auschwitz, não foi reivindicada até o próprio fim do período relevante.

Ambas as observações foram feitas no Capítulo 3 do meu livro, e a segunda foi feita acima, e ambas são confirmadas por publicações mais recentes. A primeira é mostrada listando exemplos específicos, e aqueles dados em Hoax podem ser suplementados com alguns retirados da literatura recente, particularmente o livro de Gilbert, o qual dá numerosos exemplos. [14]

Para discutir um exemplo específico, é bom nos concentrarmos em um certo Jan Karski, um membro não-judeu da resistência polonesa, que teria sido enviado da Polônia pela clandestinidade, em novembro de 1942, para se reportar ao governo polonês no exílio em Londres. Seu relatório descreveu judeus poloneses sendo enviados para Treblinka, Belzec e Sobibor em vagões de trem cheios de “cal e cloro borrifados com água”. Na viagem, metade morre de asfixia, fumaça venenosa e falta de comida e água. Estes estão queimados. Os remanescentes são condenados à morte por pelotões de fuzilamento, em “câmaras de gás letal” e, em Belzec, numa “estação de eletrocussão”; este restante foi enterrado. Este relatório foi amplamente publicado e circulado. [15]

É claro que a história atual é que quase todos os judeus foram mortos em câmaras de gás, seus corpos mais tarde sendo queimados. Também não há nada sobre Auschwitz como um campo de extermínio neste relatório do submundo polonês que, neste caso, não pode ser acusado de ignorar o apuro dos judeus.

Karski publicou sua história em 1944 como um livro apalermado, Story of a Secret State, que vendeu bem. No presente, ele é professor do Governo na Universidade de Georgetown em Washington, DC. Embora a selvagemente louca divergência entre seus contos do tempo da guerra e os contos do pós-guerra não é nenhuma novidade para um estudante desse assunto, achei útil selecionar Karski para ser mencionado porque nos recentes anos, no dilúvio da propaganda do “Holocausto”, ele foi redescoberto e festejado como algo de herói. Ele escreveu uma versão nova e sanitizada de sua história em 1979, sem dúvida para o benefício de seus amigos embaraçados por seu livro. [16] Então, em 1981, ele participou de uma conferência realizada no Departamento de Estado e patrocinada pelo Conselho Memorial do Holocausto dos Estados Unidos, cujo presidente, o autor Elie Wiesel, “organizou o evento em parte para construir um baluarte contra uma maré crescente da história revisionista”. Não tenho evidências de que alguém na conferência tenha procurado fazer Karski explicar as discrepâncias entre seus relatos de “extermínios” e os de hoje recebidos. [17]

Eu sou algumas vezes perguntado por que ignoro Elie Wiesel, então aqui vou dar-lhe um parágrafo. Eu o ignoro porque, diferente dos autores que costumo discutir, ele é francamente um novelista e não há quase nada em suas declarações que possa ser considerado argumento histórico. Até mesmo sua alegada autobiográfica Night é histriônica demais para ser entretida como uma suposta fonte primária. Isso não significa que não haja absolutamente nada a ser ganho em notá-lo. Que um novelista foi escolhido para ser o Diretor da Comissão Presidencial sobre o Holocausto, uma ameixa pela qual deve ter havido muita disputa nos bastidores, é tremendamente revelador das forças em trabalho hoje. Quanto a um curto julgamento dos vários escritos de Wiesel sobre o “Holocausto”, acho que é justo caracterizá-los como atingindo alturas que a maioria de nós pode alcançar apenas com a ajuda dos tipos de poções mágicas que são feitas de gim e vermute e ingredientes comparáveis; Wiesel não necessita tal ajuda. [18]

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Para retornar ao ponto, a saber, “que as alegações do tempo de guerra não eram baseadas em fatos”, a lógica é a seguinte. Os defensores da lenda poderiam explicar a retenção de somente uma fração dos relatórios do tempo de guerra somente alegando que as exigências do tempo de guerra fizeram a corroboração de informações impraticável e que, como consequência, muitas estórias não acuradas foram repassadas para consumo público. O resultado foi um conjunto de relatórios que, embora originalmente inspirados em fatos, exageravam a situação real. Contudo, tal explicação não pode ser reconciliada com o fato da ausência de Auschwitz das reivindicações de extermínio. O aspecto Auschwitz seria consistente com a explicação proferida apenas se alguma história exagerada em relação às alegações do pós-guerra tivesse sido apresentada durante a guerra, por ex. extermínio de judeus por meios em adição aos das câmaras de gás. A lógica, portanto, leva à conclusão de que as alegações do tempo de guerra não foram inspiradas por fatos.

Tanto os registros do tempo de guerra quanto o comportamento dos judeus na Europa ocupada mostram que eles não tinham informações de um programa de extermínio

Essa resistência à deportação era rara, e que os judeus foram para os vários campos com nenhuma suspeita de que eles estava, para ser mortos, tem sido bem conhecido por muitos anos e o material publicado recentemente tem somente reforçado esta observação. Contudo, suas implicações não são usualmente apreciadas. Note que a observação se sustenta para a liderança judaica nos vários países ocupados, bem como para a população judaica em geral.

Para dar alguns exemplos, no final de 1942, os líderes judeus eslovacos, negociando com os alemães, levaram a sério as ofertas dos alemães de cessar as deportações de judeus eslovacos de Auschwitz. Nos registros judaicos franceses, “nós encontramos uma riqueza de documentação que tende a negar” extermínios. Os líderes judeus franceses viam “Auschwitz como um local de trabalho” e em novembro de 1944 (depois que os alemães foram expulsos da França) estavam pensando, em relação aos deportados, principalmente em reunir famílias. A nós é dito que “os judeus na Holanda nunca souberam realmente o que estava indo adiante na Polônia” e que os registros do Conselho Judaico de Amsterdã de 22 de janeiro de 1943 mostram que a possibilidade de “extermínio” nem mesmo estava sendo entretida como uma explicação para o rompimento das famílias. Os líderes judeus em Roma desconheciam qualquer programa de extermínio e temiam deportações apenas em relação a coisas como “os rigores do inverno e a saúde frágil de muitos deportados”. Sob tais condições, não é surpreendente que houve apenas um descarrilamento de um trem de deportação de Auschwitz engenhado por atividades judaicas / de resistência (na Bélgica). [19]

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Para focar em um homem que certamente deveria ter sido bem informado, o rabino Leo Baeck, “venerado chefe dos judeus alemães”, mostrou por meio de uma carta que escreveu em novembro de 1942 que não tinha suspeitas de que judeus deportados estavam sendo mortos, e por sua própria admissão no pós-guerra não disse a nenhum outro judeu sobre “extermínios” durante sua estada em Theresienstadt, de onde ocorreram muitas deportações. [20]

Na primavera de 1944, logo após a ocupação alemã da Hungria, os líderes judeus húngaros ouviram as reivindicações de extermínio, incluindo (finalmente) as reivindicações de Auschwitz. Contudo, eles “não deram publicidade a quais quer de” tais afirmações. “Sem advertências urgentes para seus companheiros judeus resistirem à deportação, mas negociações secretas com as SS destinadas a evitar a deportação por completo, tornaram-se o caminho de esperança escolhido pelos líderes sionistas húngaros.” [21]

Quanto à Polônia, houve uma famosa rebelião do gueto de Varsóvia em abril de 1943. Contudo, isso veio somente depois que quase todos os judeus de Varsóvia foram deportados para o leste. A alegação é que “em março de 1943, a destruição da judiaria polonesa estava quase completa”. Durante o período em que supostamente estavam sendo destruídos, não houve resistência significativa às deportações. [22]

Além disso, a manutenção de registros judaicos na Polônia era diligente e extensiva, de modo que “muitos registros póstumos chegaram até nós”. No entanto, há uma “ausência de assuntos vitais nos registros”. [23]

Assim, os judeus não estavam cognoscentes de um programa de extermínio nos únicos sentidos que seriam convincentes, no sentido de resistir a deportações ou ao menos registrar o “Holocausto” em seus registros confidenciais.

Corpos judeus fora da Europa ocupada, como o JDC {American Jewish Joint Distribution Committee}, o WJC {Congresso Judaico Mundal} , o JA {Agência Judaica} e outros não agiram como se eles acreditassem em suas próprias reivindicações de ‘extermínio’

Existem alguns sentidos no qual este é o caso, mas o mais importante relaciona-se diretamente ao ponto discutido acima. Os judeus que, segundo nos dizem, embarcaram em trens de deportação sem nenhuma suspeita de que seriam mortos, estavam, como foi notado acima, em contato íntimo com corpos judaicos de fora da Europa ocupada. Na verdade, muitos dos registros que mostram a ignorância deles de um programa de extermínio estão entre suas comunicações com os judeus de fora da Europa. No entanto, os judeus fora da Europa não se empreenderam em impressionar aqueles de dentro sobre o que alegadamente se tratavam as deportações, se alguém fosse acreditar nas observações que eles estavam fazendo para o consumo de outros. Caso contrário, a alegada ignorância não teria existido.

Isso é o suficiente para provar o ponto, mas é útil para dar alguns bons exemplos do comportamento real dos corpos judaicos fora da Europa durante seu suposto “Holocausto”.

Chaim Weizmann usou as alegações de extermínio quando as considerou úteis. No entanto, em maio de 1943, Weizmann reclamou ao secretariado de Churchill que se “um comunicado à imprensa Aliada relatando o fato de que cientistas judeus estavam entre os envolvidos no esforço de guerra científico aliado … fosse repetido, os alemães realizariam mais represálias antijudaicas”. [24]  Apenas que represálias poderiam ser mais graves do que o extermínio físico de todos não é aparente.

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Foi notado acima que a lenda reivindica que em março de 1943 quase todos os judeus poloneses tinham sido mortos. Contudo, durante o alegado período de matança, e mesmo em 1944, as organizações de ajuda humanitária judaicas no oeste enviaram cestas básicas para os judeus na Polônia, particularmente por meio do JUS (Jüdische Unterstützungsstelle ou Escritório de Ajuda Judaica), com a permissão e cooperação das autoridades alemãs. O dinheiro também foi enviado para organizações judaicas na Polônia através do governo exilado polonês de Londres, novamente com a permissão das autoridades alemãs. [25]

Em 1944, a Polônia tinha se tornado um campo de batalha. Em acordo com isso, em 14 de março de 1944, o WJC {Congresso Mundial Judaico} lembrou aos britânicos, conforme as forças soviéticas se aproximavam de Lvov, que havia “ainda um número considerável de judeus” na área de Lvov, e nós deveríamos emitir “um novo e enfático aviso aos alemães” e também acelerar o trabalho de resgate de judeus do território ocupado pelos nazistas (obviamente para prosseguir para a Palestina, como o WJC  {Congresso Mundial Judaico} deixou claro em suas declarações durante o tempo de guerra). [26] Na opinião do WJC {Congresso Mundial Judaico}, os judeus assassinados ainda estavam lá.

Jornais judeus no Ocidente, embora ocasionalmente publicassem alegações de massacre, claramente acharam que as alegações eram muito exageradas e tendiam a se contradizer eles mesmos em suas declarações. Por exemplo, o alegadamente bem informado esquerdista “Bund” judeu, em sua publicação The Ghetto Speaks de outubro de 1943, falou da “luta ligando as massas polonesas e judias”. Na opinião deles, também, os judeus assassinados ainda estavam lá. Contudo, mesmo à parte de tais incidentes específicos, é admitido que mesmo após a declaração dos Aliados de 17 de dezembro de 1942, a primeira alegação oficial de “extermínio,” não houve uma resposta forte e inequívoca por parte da judiaria americana, incluindo o JDC {American Jewish Joint Distribution Committee}.” Via de regra, “os próprios judeus não pressionaram realmente muito pelo resgate, e sua propaganda pela Palestina frequentemente parecia mais forte do que sua preocupação com os passos imediatos para salvar seus irmãos.”27

O registro histórico, portanto, mostra que, além de suas ocasionais alegações públicas de “extermínio”, os corpos judaicos fora da Europa ocupada se comportavam como se não houvesse extermínio, como é mais claramente demonstrado por seu fracasso em advertir os judeus europeus, e pela natureza de seus esforços reais (por exemplo, em relação à Palestina).

Os governos Aliados e seus oficiais não agiram como se eles acreditassem nas alegações de extermínio, e seus serviços de inteligência nunca produziram qualquer informação que corroborasse as alegações

Em conexão com as ações dos governos Aliados e seus oficiais, nós podemos dizer que (a) as declarações dos governos, em relação ao “extermínio,” eram inconsistentes, equívocas, e não convincentemente posicionadas no tempo, (b) nenhuma medida concreta foi tomada para interferir com as deportações dos judeus ou com o que quer que estava acontecendo nos campos e c) incidentes envolvendo líderes oficiais mostram que eles não acreditavam nas alegações.

 Entre as declarações relevantes dos governos, talvez a melhor conhecida é a declaração Aliada de 17 de dezembro de 1942; esta foi inequivocadamente formulada, embora ela própria carecendo muito em detalhes específicos. Contudo ela parece não convincentemente posicionada no tempo. De acordo com a lenda, extermínios fora da Rússia eram supostos a ter estado em progresso por quase um ano. Além disso esta data também marcou a primeira acusação soviética inequívoca de “extermínio,” embora um tal programa estava alegadamente em operação lá desde junho de 1941. Isto faz a tardia declaração soviética particularmente incredível, conforme “há muita razão para assumir que as autoridades soviéticas estavam desde o começo bem informadas sobre todos os eventos importantes nos territórios (soviéticos) ocupados.” [28]

Por outro lado, a “Declaração de Crimes de Guerra” Aliada de 1º de novembro de 1943, condenando as atrocidades alemãs, não mencionou os judeus. Durante a elaboração da declaração, o Ministério das Relações Exteriores britânico excluiu referências a “câmaras de gás porque as evidências não eram confiáveis”. [29]

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Em conexão com Auschwitz, houve em 10 de outubro de 1944 uma transmissão de Londres e Washington acusando os alemães de “planos (para a) execução em massa das pessoas nos campos de concentração” Auschwitz e Birkenau (grifo meu). O Serviço Telegráfico Alemão respondeu imediatamente que “esses relatórios são falsos do começo ao fim.” [30] A primeira reivindicação de alto nível de Auschwitz pelos Aliados que se assemelhava à lenda de hoje veio no final de novembro de 1944, após o reivindicado término dos “extermínios,” na forma de publicação do documento que eu tenho chamado de “Relatório WRB” (conforme publicado pelo Conselho de Refugiados de Guerra). [31] Os russos capturaram Auschwitz em 27 de janeiro de 1945 e não o abriram para inspeção, mesmo depois de manifestada curiosidade, e mesmo depois que a publicidade sensacional dada às capturas de Belsen e Buchenwald deu aos soviéticos um motivo para intervir. Em vez disso, os russos apenas declararam no final de abril de 1945 que 4.000.000 tinham sido mortos em Auschwitz, e em 7 de maio de 1945 emitira, um “relatório” mais detalhado. [32]

Que os Aliados empreenderam nenhuma medida concreta para alertar os judeus na Europa ou interferir na deportação ou o que quer que estivesse acontecendo nos campos alemães é bem conhecido. Isso é ilustrado de maneira mais contundente pela breve e principalmente confidencial controvérsia sobre o bombardeio de Auschwitz com o propósito de impedir os extermínios ali. Chaim Weizmann havia proposto tais medidas no verão de 1944 (um tanto indiferente, ao que parece). A forte impressão ganha é que britânicos e americanos, embora fingissem levar a sério a proposta de Weizmann, estavam apenas engajados em jogos verbais. Por exemplo, em 7 de julho de 1944, Anthony Eden {ministro britânico de Relações Exteriores} pediu ao Ministério da Aeronáutica para responder sobre a viabilidade da proposta. Uma resposta a Weizmann demorou um pouco; em 1o de setembro de 1944, Richard Law, do Ministério das Relações Exteriores, escreveu a Weizmann “que, em vista das grandes dificuldades técnicas envolvidas, não temos outra opção a não ser nos abster de prosseguir com a proposta nas atuais circunstâncias”. Isso apesar do fato de que, na época em que as propostas de Weizmann estavam sendo alegadamente consideradas, as forças aéreas planejavam o bombardeio de Auschwitz como um dos muitos alvos de petróleo, e bombardearam Auschwitz em 20 de agosto de 1944 e várias vezes depois tendo em conta estes fundamentos. A sugestão óbvia é que as reivindicações de Auschwitz não foram tomadas seriamente, e a sugestão é confirmada pelo fato de que a “informação” supostamente crucial do que se tornou o “Relatório WRB” foi recebida em Londres e Washington em julho de 1944, mas simplesmente arquivada por ambos os governos “até ressuscitar três meses e meio mais tarde”. [33]

Os incidentes envolvendo líderes oficiais, os quais mostram que eles não acreditaram nas alegações, são numerosos. A “estreita associação entre a comunidade judaica e a administração Roosevelt” é bem conhecida. Em setembro de 1942, esta [34 ] administração estava relutante em aceitar os relatórios dos centros de assassinato e descartou a ideia de uma tentativa organizada de liquidar os judeus. Roosevelt explicou as deportações para Frankfurter {judeu [*c] juiz da Suprema Corte dos EUA}; os judeus deportados estavam simplesmente sendo empregados na fronteira soviética para construir fortificações.

Deve ser presumido que Roosevelt baseou suas observações ao juiz Frankfurter nas informações fornecidas por seus serviços de inteligência. Frankfurter deve ter sido convencido, pois quando Jan Karski (acima) mais tarde chegou a Washington para contar suas histórias, Frankfurter disse a Karski “que ele não podia acreditar nele.” [35]

Quando as reivindicações de Auschwitz chegaram a Washington, funcionários envolvidos no Departamento de Estado comentaram em particular que “Coisas como essa vêm de Berna desde 1942 … Não se esqueça, este é um judeu falando sobre os judeus … Isso é apenas uma campanha daquele judeu Morgenthau e seus assistentes judeus.” [36]

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Na Grã-Bretanha nós encontramos uma situação comparável. Em setembro de 1942, Churchill falou no Parlamento condenando “a deportação em massa de judeus da França, com os lamentáveis horrores decorrentes da dispersão calculada e final das famílias”. Ele não disse nada sobre “extermínio”. No Ministério das Relações Exteriores, as alegações de extermínio geralmente não eram acreditadas, e no Escritório Colonial um oficial as chamou de “apelação sentimental fantasiosa da Agência Judaica.” [37]

Em novembro de 1942, Edward Benes, exilado presidente da Tchecoslováquia em Londres, que estava bem informado sobre os acontecimentos em sua terra natal, escreveu ao WJC {Congresso Judaico Mundial}, que as alegações vindas de Riegner na Suíça eram falsas e que os alemães não tinham planos de exterminar os judeus. [38] O governo suíço considerou a Declaração dos Aliados de 17 de dezembro de 1942 “propaganda de rumor estrangeira do pior tipo.” [39]

De grande importância para o nosso assunto é o que a inteligência aliada tem a dizer sobre essas questões. Depois de alguns anos vivendo com a literatura deste assunto, eu não encontrei nenhum exemplo de corroboração de “extermínio” por qualquer fonte de inteligência em tempo de guerra. O que nós temos de fontes de inteligência milita fortemente contra a lenda. Por exemplo, em 27 de agosto de 1943 “William Cavendish-Bentinck, presidente do Joint Intelligence Committee (Grã-Bretanha), cuja tarefa era avaliar a verdade ou falsidade de tais relatórios da Europa nazista,” declarou confidencialmente que as histórias que estavam sendo divulgadas “tendem exagerar as atrocidades alemãs para nos estimular.” [40]

Uma contraparte dos EUA, John Beaty, um dos dois editores do diário secreto “Relatório G-2”, que era publicado a cada meio-dia para dar às pessoas em lugares importantes a imagem do mundo como existia quatro horas antes, ridicularizou a lenda de seis milhões em um livro publicado nos anos cinquenta. [41]

Os únicos dados realmente importantes que temos de uma fonte de inteligência são as fotos de reconhecimento aéreo de Auschwitz publicadas por dois foto-intérpretes da CIA em 1979. Muitas das fotos examinadas foram tiradas na primavera de 1944, quando, de acordo com a lenda, cerca de 10.000 judeus húngaros entravam no campo todos os dias para serem mortos. Uma vez que deve ser admitido que os crematórios de Auschwitz não tinham tal massiva capacidade, a lenda afirma que “os corpos eram queimados dia e noite” ao ar livre. [42] Nenhuma evidência disso pode ser encontrada nas fotografias e os foto-intérpretes observam que mesmo as chaminés dos crematórios parecem inativas. [43]

Assim, os Aliados também não tomaram seriamente as alegações de extermínio o suficiente para lhes dar mais do que uma conversa fiada ocasional.

O Vaticano não acreditou nas reivindicações de extermínio

É concordado que a natureza extensa das operações da Igreja Católica garantiu que o Vaticano soubesse o que estava acontecendo com os judeus. [44] No entanto, nenhuma condenação inequívoca do extermínio de judeus veio do Vaticano, mesmo depois que os alemães foram expulsos de Roma ou mesmo após a derrota da Alemanha. Isso apesar das fortes pressões exercidas sobre o Vaticano, pelos Aliados, para emitir uma tal declaração.

Houve uma declaração equívoca na mensagem de Natal do Papa de 1942, mas ela foi emitida apenas depois que os britânicos sugeriram fortemente que a emissão de tal declaração poderia ajudar a dissuadir os Aliados de bombardear Roma. Contudo, o Papa deixou claro aos Aliados, mesmo quando sua declaração foi emitida, que ele não acreditava nas histórias: “ele sentia que havia tido algum exagero para propósitos de propaganda.” [45]

Que os porta-vozes do Vaticano de hoje apoiem a lenda em suas declarações públicas é irrelevante para o ponto histórico.

As ações e relatórios da Cruz Vermelha Internacional [IRC] não se harmonizam com as reivindicações de extermínio

Como no caso do Vaticano, as declarações dos porta-vozes de hoje da IRC {Cruz Vermelha Internacional} apoiam a lenda, mas isso é irrelevante para o ponto histórico. Também, as observações editoriais gerais em livros de documentos publicados pela IRC {Cruz Vermelha Internacional} logo após a guerra harmonizam-se com a lenda. Contudo, tudo o que o historiador deve estar interessado é no conteúdo real dos relatórios e atividades da IRC {Cruz Vermelha Internacional} durante a guerra.

Que as ações e relatórios da IRC {Cruz Vermelha Internacional} não se harmonizam com a lenda foi discutido longamente em meu livro e parece sem interesse repetir o material aqui. [46] Um par a mais de pontos que eu noticiei recentemente são dignos de mencionar.

Em 14 de abril de 1943, a IRC {Cruz Vermelha Internacional} deixou claro que considerava Auschwitz um campo de trabalho para deportados, para os quais pacotes podiam ser enviados. [47]

Houve duas visitas altamente divulgadas da IRC {Cruz Vermelha Internacional} a Theresienstadt, o assentamento judaico na Tchecoslováquia. Os relatórios da IRC {Cruz Vermelha Internacional} foram relativamente favoráveis em ambos os casos. O que raramente é notado é que o delegado da IRC {Cruz Vermelha Internacional} na segunda visita na primavera de 1945 foi George Dunant, que descreveu Theresienstadt “como uma experiência de certos líderes do Reich, que aparentemente eram menos hostis aos judeus do que aqueles responsáveis pela política racial do Governo alemão.” Visto que Dunant foi guiado em torno de Theresienstadt por Adolf Eichmann, ele deve ter sabido que Theresienstadt era uma operação da SS de Himmler. Dunant, além disso, estava evidentemente em contato próximo com representantes judeus. Por exemplo, no início de 1945 ele foi para Bratislava, em parte a pedido de Saly Mayer, a fim de fornecer fundos aos judeus escondidos. [48]

Os documentos alemães não falam de extermínio, mas basicamente de um programa de expulsão e reassentamento no leste. Não há nada sobre ‘câmaras de gás’ no campo de concentração ou outros registros alemães

Que os documentos alemães não falam de extermínio é bem conhecido. Por exemplo, não existe uma ordem escrita de Hitler para matar os judeus. [49] Os documentos falam da “Solução Final” como a expulsão definitiva de todos os judeus da Europa e de um processo em tempo de guerra de reassentamento de judeus no leste ocupado. [50]

Os defensores da lenda, é claro, afirmam que os alemães meramente exerceram circunspecção e evasão corriqueiras em relação ao que eles se comprometeram escrevendo. Essa desculpa falha nas bases de que tais tentativas de ocultação somente fariam sentido em relação a alguma coisa que fosse possível ocultar. Teria sido óbvio que o extermínio físico dos judeus da Europa, qualquer que fosse o resultado da guerra, não teria permanecido em segredo. De fato, pelas razões discutidas acima, teria se tornado amplamente conhecido enquanto estava acontecendo. Mesmo que levantemos a hipótese de incrível estupidez dos alemães neste ponto, nós certamente devemos admitir que eles estavam cientes das acusações de atrocidade sendo feitas nos países Aliados e teriam visto que o mascaramento de documentário foi de nenhuma valia.

Também não há nada sobre “câmaras de gás”, no sentido da lenda, nos documentos alemães. O que a lenda faz neste momento é produzir o inseticida Zyklon B ou outro meio de fumigação, mostrar-nos fotos de chuveiros de aparência bastante comum (alegando características ocultas extraordinárias), fazer referências ao uso de escapamentos de motores a diesel (aparentemente inconscientes de que o escapamento de um diesel é principalmente dióxido de carbono, não monóxido de carbono), ou jogue com o conceito de um “forno a gás” (fornos crematórios, como a maioria dos fornos de cozinha, são “fornos a gás” e os crematórios nos campos alemães não eram exceção).

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Tudo isso é tão idiota que chega a ser torturante discutir mais. Também não há registro do projeto e construção de câmaras de gás. Com base em minhas experiências de engenharia, parece totalmente fora de questão suprimir todos os registros históricos normais de projetos de engenharia do escopo que poderiam ter produzido as grandes “câmaras de gás.” Os documentos não devem ser apenas produzidos, mas também distribuídos ao grande número de pessoas encarregadas de detalhes específicos; não há outra maneira de conseguir coordenação. Mesmo se os principais documentos sejam controlados de perto (como se supõe que aconteça com o material “secreto” nos EUA), os vários indivíduos seriam mais tarde capazes, de uma forma ou de outra, de fornecer detalhes que, tomados em conjunto, seriam coerentemente críveis. Nós não temos tal coerência com o “Holocausto.” Na verdade, nós temos incoerência não em um, mas em dois níveis. Em um nível nós temos a incoerência mútua, em relação às “câmaras de gás,” dos registros autênticos lidando com os crematórios e medidas de desinfecção. Em outro nível, esta tentativa por parte dos fraudadores de fornecer detalhes técnicos específicos não é coerente com a característica da lenda em acordo a qual as “câmaras de gás” foram improvisadas de forma descuidada pelos funcionários alemães não-técnicos. [51]

É interessante que dois dos assessores mais próximos de Heinrich Himmler, os generais SS Gottlob Berger e Karl Wolff, testemunharam que nada sabiam sobre um programa de extermínio durante a guerra. É de maior interesse que no final da guerra, Himmler disse a um representante do WJC {Congresso Mundial Judaico} que [52]

A fim de parar com a epidemia, nós fomos obrigados a queimar os corpos de um número incalculável de pessoas destruídas por doenças. Nós fomos, portanto, forçados a construir crematórios e, por isso, eles estão nos dando um laço de cilada.

Nós estamos a acreditar que o acordo essencial entre esta tentativa de autoexculpação por parte de Himmler, por um lado, e por outro lado, o retrato formado pelos documentos que os inimigos de Himmler reuniram no período de três anos após sua morte, foi ou acidental ou arranjado por Himmler através de diligência e presciência sobre-humanas? Estamos nós a acreditar igualmente no acordo essencial entre os documentos alemães sobre a política judaica, e o comportamento real dos inimigos da Alemanha durante a guerra?

A resistência alemã à Hitler, incluindo a parte substancial que estava alojada na inteligência militar alemã, não conhecia de forma alguma um programa de exterminação de judeus

Parte da resistência alemã estava naturalmente oposta ao regime de Hitler por razões relacionados à sua postura antijudaica. Além disso, o Abwehr, inteligência militar alemã, foi chefiado até 1944 pelo almirante Wilhelm Canaris, um traidor consciente. O próximo no comando da Abwehr era Hans Oster, que cuidava de questões financeiras e administrativas e mantinha a lista central de agentes. Tanto Oster quanto um de seus subordinados, Hans von Dohnanyi, um judeu em parte “arianizado”, assumiu como ‘negócio lidar com um tipo de operação desconectada com suas tarefas imediatas.” Entre essas operações estava o envolvimento na oposição anti-Hitler e a assistência ilegal a vários judeus. Ambos foram executados por participação no golpe abortivo de 20 de julho de 1944. [53]

Nos vários relatos das atividades da resistência anti-Hitler na Alemanha, por exemplo, The German Opposition to Hitler de Hans Rothfels, não há evidência de que essa oposição fosse de alguma forma ciente de um programa de exterminação de judeus ou passada qualquer tal informação para os Aliados. Se tivesse havido conhecimento de tal programa, é certo que a informação teria sido repassada, já que a oposição anti-Hitler estava em contato com os Aliados e tentou, sem sucesso, obter promessas de algum tipo de apoio Aliado no evento em que eles tiveram sucesso em remover Hitler. [54]

Mesmo se nós concedêssemos a possibilidade de que alguns alemães envolvidos na oposição anti-Hitler pudessem ignorar um programa de extermínio físico dos judeus, mesmo se um tal tivesse existido, devemos acreditar que isso seja possível para altos funcionários da Abwehr?

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Isso conclui a discussão das “oito observações simples … as quais estabelecem a não historicidade de … um programa de extermínio físico em massa dos judeus da Europa”. A alegação falha em todos os testes históricos relevantes e entalha um nível de audácia ou “chutzpah” que teria feito cambalear a imaginação antes da guerra. É demandado que nós acreditemos que estes “eventos continentais em escopo geográfico, de três anos em escopo temporal, e de vários milhões em escopo de vítimas”, todos transpiraram sem uma parte relevante sendo cognoscente deles. É como me dizer que, embora eu não tenha visto nenhum elefante quando olhei em meu porão, ele estava lá de qualquer maneira. Também, enquanto eu estava sentado na minha sala de estar, não noticiei que o elefante conseguiu subir e brincar um pouco, escadas relevantes, aberturas de portas e pisos de repente se tornaram milagrosamente compatíveis com tais atividades. Então o elefante correu para fora em um movimentado distrito comercial do meio-dia, e então caminhou vários quilômetros de volta ao zoológico, mas ninguém noticiou.

Rassinier disse em algum lugar, em conexão com a reivindicação de extermínio, “isso não é sério.” Não estou de acordo com essa avaliação. Isso é uma loucura. No entanto, esse não é o ponto desta discussão. O ponto é que essas observações podem ser consideradas “figurativamente diante de nossos próprios narizes” porque a maioria tem sido feita em livros publicados recentemente, não por revisionistas, mas pelos defensores da lenda, e a minoria que não foi feita pode ser prontamente inferida desses livros de qualquer maneira. Por conta do “Holocaustomania” dos últimos anos, sua existência e conteúdo geral foram amplamente divulgados. Talvez esses livros não tenham fornecido as observações da tão sucinta e diretamente como eu tenho, mas eles as têm servido. Seria, portanto, um caso de miopia, de uma espécie que a posteridade achará difícil de entender se, enquanto perseguimos a controvérsia do “Holocausto”, nos permitíssemos ficar tão envolvidos com os pequenos detalhes que os defensores da lenda levantarão que nós nos permitimos ser desviados de tomar em conta as observações históricas extraordinariamente simples as quais realmente resolvem sem dúvida qualquer questão sobre a existência de um programa de extermínio físico dos judeus da Europa.

Observações Finais

Nas controvérsias que virão, os partidários da lenda recebida tentarão fortemente confundir e complicar o assunto com todos os truques que podemos antecipar e talvez mais alguns. Nós temos o precedente da controvérsia da Doação {de Constantino} mostrando que observações simples que estabelecem a natureza loucamente selvagem a-histórica de uma lenda reinante podem ser sufocadas. Portanto, meu conselho mais importante para aqueles que entram na controvérsia é que eles não percam de vista o fato de que o verdadeiro pomo da contenda, a alegação de extermínio, foi posto de lado além da qualquer suposta dúvida pela análise histórica ordinária.

Segue-se que a tática básica dos defensores da lenda, nas controvérsias que virão, será tentar fazer afirmações que não podem ser testadas pelo método normal de colocá-las como hipóteses em um contexto histórico apropriado e ver se elas são coerentes. Que esse processo está em andamento pode ser visto no notável artigo da New Statesman de Gitta Sereny que é discutido acima. Ela deixa claro que prefere discutir lugares como Belzec, Sobibor e Treblinka, em vez de Auschwitz.

Há boas razões para isto. Sereny explica da seguinte maneira: “Auschwitz … combinou enormes instalações de trabalho e instalações próximas para extermínio. Auschwitz, porque tantas pessoas sobreviveram, acrescentou muito mais ao nosso conhecimento, mas também a maior parte da nossa confusão entre os dois tipos de campos.”

Há uma distinção válida aqui. Auschwitz foi uma operação enorme e multifacetada, enquanto os outros alegados campos de extermínio eram instalações obscuras que funcionavam apenas por curtos períodos com o propósito virtualmente exclusivo de servir como campos de trânsito para judeus. Portanto, nós temos muito o que lidar com informações sobre Auschwitz, mas muito menos sobre os outros. Por exemplo, provavelmente não existem fotografias de reconhecimento aéreo relevantes dos outros, nem havia quaisquer prisioneiros de guerra ocidentais nos outros, nem havia centenas de civis ordinários empregados nos outros, nem os internos nos outros entraram em contato com diversas pessoas através de um grande território, nem havia aparentemente qualquer conhecimento da IRC {Cruz Vermelha Internacional} dos outros, nem havia aproximadamente tantos muitos transportes de judeus da Europa Ocidental para os outros (havia transportes de judeus holandeses para Sobibor).

A consequência é que é muito mais fácil desaprovar a lenda no que se aplica a Auschwitz do que aos outros, quando, para fins de discussão, nós deixamos de usar os argumentos históricos gerais contra o “extermínio”. É realmente por isso que os defensores da lenda preferem discutir Belzec, Sobibor e Treblinka. Há uma contradição muito menos direta em suas supostas “evidências”, as quais consistem principalmente em testemunhos do pós-guerra. Esse testemunho do pós-guerra foi dado principalmente perante os tribunais alemães e sob as atuais condições legais e políticas na Alemanha, os revisionistas não podem examiná-lo de qualquer maneira. Isso é ordenadamente nítido. [55]

Contudo, os defensores da lenda estão em uma posição impossível aqui. Eles não podem conceder Auschwitz sem conceder a inteira questão, pela razão de que não há nenhum tipo de evidência que eles oferecem para os outros que não seja oferecida também para Auschwitz. Se a “confissão” do comandante de Auschwitz Rudolf Höss é fantasiosa, [56] então quem acreditará na “confissão” do comandante de Treblinka, Franz Stangl? Se os relatos de Auschwitz de Rudolf Vrba e Miklos Nyiszli não são críveis, e seus livros são piadas doentias, quem acreditará nos relatos igualmente doentios sobre Treblinka de Jankiel Wiernik e de outras pessoas obscuras? [57]

Se os julgamentos de Nuremberg e os alemães do pós-guerra não têm estabelecido a verdade sobre Auschwitz, então quem acreditará que eles têm estabelecido a verdade sobre Treblinka? Se o grande número de judeus admitidamente enviados a Auschwitz não foi morto lá, então quem acreditará que o grande número de judeus enviados a Treblinka foram mortos naquele campo? Meu conselho, então, para aqueles que se engajariam na controvérsia é não permitir que os defensores da lenda saiam fora ignorando Auschwitz. O fato é que é muito fácil derrubar a lenda conforme ela se aplica a Auschwitz e Auschwitz, por sua vez, devido à natureza das evidências envolvidas, traz o resto da lenda com ele.

Há outro tipo de argumento recorrido pelos defensores da lenda. Foi muito recentemente oferecido por Hilberg na notável entrevista mencionada acima, que eu recomendo para aqueles que desejam ter uma boa ideia da linha contemporânea: [4]

… os críticos (ou seja, os revisionistas) não dão conta de um fato muito simples: o que então aconteceu com as pessoas que foram deportadas? A deportação não foi um evento secreto. Foi anunciado. Vários milhões de pessoas foram deslocadas para lugares definidos. Onde estão essas pessoas? Elas não estão escondidas na China!

Pode parecer incrível que Hilberg diria tal coisa, em um tempo em que dificilmente passa um dia em que a imprensa não descobre algum judeu até então desconhecido que foi deportado de seu lar, mas sobreviveu, em um tempo em que os acontecimentos no Oriente Médio não podem falhar em lembrar às pessoas o grande êxodo judaico da Europa após a guerra (e mesmo durante ela), e em um tempo quando a literatura revisionista está relembrando as várias maneiras como os judeus foram movidos ao redor durante e após a guerra58. Parece não haver dificuldade em contabilizar os judeus. O primeiro impulso do leitor pode assumir que Hilberg tinha sido citado incorretamente.

{O historiador judeu-austríaco Raul Hilberg (1926-2007), formado em Brooklyn College (BA), e na Columbia University (MA, PhD), explica Arthur R. Butz, tenta descontextualizar as premissas lógicas básicas sobre as investigações das possibilidades que afirmam a existência do alegado Holocausto, como é difundido em geral no Ocidente.} Créditos: Tablet Magazine

Contudo, embora ele não elabore esse ponto, eu posso pensar em duas interpretações das observações de Hilberg. Ele tem um argumento aqui, mas como usual, sua plausibilidade é somente ilusória e depende da miopia e da perda de contexto e perspectiva.

O que Hilberg provavelmente tem em mente é o fato de que, enquanto haja uma grande quantidade de documentação disponível que prova que os judeus foram deportados para os campos na Polônia, como Auschwitz, Treblinka, etc., não há documentação comparável disponível que prove que eles prosseguiram por esses acampamentos para pontos mais a leste. Pelo menos, eu não tenho visto tais registros alemães. Eu estaria surpreso em vê-los hoje. Admitido que a lenda foi lançada de maneira desleixada, principalmente porque alguma continuidade com a propaganda de guerra era desejada, é, no entanto, o caso que as pessoas que assumiram o controle dos documentos alemães após a guerra e que colocaram seleções deles em evidência nos julgamentos de Nuremberg, não estavam operando sob tais circunstâncias desvantajosas. Eles poderiam suprimir muito efetivamente.

Deve-se certamente notar quem eram “as pessoas que controlaram os documentos alemães.” Existem muitas maneiras de tornar isso claro por meio de argumentos histórico-políticos ou de exemplos específicos. Meu favorito entre os últimos é que David Marcus, que foi proeminente na formulação da política de ocupação dos EUA na Alemanha durante e imediatamente após a guerra, e que chefiou a Divisão de Crimes de Guerra em Washington em 1946-1947, foi o mesmo David Marcus que comandou as forças judaicas na Palestina na primeira guerra com os árabes (1948). Poder-se-ia continuar. [59]

O ponto de Hilberg teria algum peso se nós estivéssemos falando sobre registros históricos virgens, mas o que ele está realmente dizendo (se eu o interpretar corretamente) é que devemos confiar nos arquitetos dos julgamentos de Nuremberg, o que pressupõe mais do que ele está tentando provar (eu presumo que ele gostaria de argumentar somente que esses arquitetos estavam certos nesta instância). A tentativa de abandonar o contexto neste ponto representa a lógica de ponta-cabeça. Tudo o que está sendo notado é que os fraudadores não têm entregado os materiais que expõem diretamente a fraude deles.

Hilberg pode argumentar que tal supressão inteiramente colocada não é possível e que traços de deportação de judeus mais a leste seriam deixados. Isso é verdade; além disso, existem tais traços e sobras. Se esse é verdadeiramente o ponto de Hilberg, ele deve responder à seguinte pergunta. Onde estão os registros alemães que tratam das deportações e da administração do assentamento (não do campo de concentração) perto de Riga, descritos no artigo de Jeanette Wolf no livro de Boehm? Eu não sei. Não estou dizendo que eles nunca aparecerão, mas sei que não estavam disponíveis para aqueles que procuraram essas coisas nos julgamentos de Nuremberg. [60]

Há uma segunda interpretação possível da observação de Hilberg. Enquanto pouco peso possa ser dado aos números da população judaica do pós-guerra reivindicados para a Europa Oriental, deve ser concedido que o número de judeus na Polônia do pós-guerra é apenas uma fração do grande número (talvez 3 milhões) que vivia na Polônia pré-guerra (não muito o mesmo território). Isso não é porque nós devemos acreditar nos números da população que são oferecidos. É porque a Polônia, ao contrário da União Soviética, não é um país grande e essas grandes comunidades de judeus certamente teriam sido notadas se elas ainda estivessem lá.

Assim, se abandonarmos todo o contexto histórico, o argumento parece simples. Eles não estão neste território que hoje chamamos de Polônia; portanto eles foram mortos. Para aqueles familiarizados com a história bastante comum, a conclusão é tão non sequitur {falácia lógica} quanto seria a observação de que, uma vez que havia muitos milhões de alemães e alemães étnicos vivendo a leste do Oder-Neisse antes da guerra, e hoje quase nenhum, então eles foram todos mortos. De fato, o período foi de movimentos populacionais massivos, e os judeus não foram exceção. Os soviéticos deportaram muitos para o interior da União Soviética e, no período após a guerra, os judeus poloneses invadiram a Alemanha Ocidental para prosseguir para os EUA, Palestina – e outros destinos se tornaram um problema amplamente divulgado. [61]

Eu tenho pouco mais conselhos neste momento sobre como processar a controvérsia do “Holocausto,” e eu não posso antecipar todo truque. Eu não posso nem prometer que as exposições de Sereny e Hilberg discutidas aqui serão representativas do que o leitor pode encontrar como argumento em apoio à lenda. Mesmo hoje se depara com o argumento de que as tropas americanas e britânicas que capturaram Belsen, Buchenwald e Dachau “viram com seus próprios olhos.” Eles viram cadáveres, e desde 1945 é relativamente fácil saber que as mortes foram devido às privações como consequência inevitável do colapso da Alemanha, mas a confusão reinante é tão grande que ainda ouvimos o argumento de qualquer maneira. Tudo o que posso adicionar é que se deve manter-se atualizado com a literatura revisionista e as peças mais importantes da literatura em apoio à lenda e, na controvérsia, ter plenamente em mente acima de tudo preservar o contexto e a perspectiva histórica e não cair na armadilha da visão histórica míope.


Este artigo foi apresentado na Quarta Conferência IHR (1982) e foi publicado pela primeira vez no The Journal of Historical Review, inverno de 1982 (Vol. 3, nº 4), páginas 371-405. Disponível na web em http://www.ihr.org/jhr/v03/v03p371_Butz.html. Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander via World Traditional Front.


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Notas

7 Nota de Arthur Butz: {Martin} Gilbert, {Auschwitz and the Allies, página} 340.

8 Nota de Arthur Butz: {Walter} Laqueur, {The Terrible Secret, páginas} 22-25.

9 Nota de Arthur Butz: {Arthur R.} Butz, The Hoax of the Twentieth Century, páginas} 87 e seguinte, 92 e seguintes.

10 Nota de Arthur Butz: {Yehuda Bauer, American Jewry and the Holocaust, Wayne State Univ. Press, Detroit, 1981.} Páginas 21 e seguinte.

11 Nota de Arthur Butz: {Yehuda Bauer, American Jewry and the Holocaust.} Capítulo 8.

12 Nota de Arthur Butz: {Yehuda Bauer, American Jewry and the Holocaust.} Capítulo 9, {páginas} 246, 264, 272, 274, 333, 366 e seguinte, 371 e seguinte.

13 Nota de Arthur Butz: {Walter} Laqueur, {The Terrible Secret, 1980, páginas} 4, 170 e seguinte, 188.

14 Nota de Arthur Butz: {Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, Holt, Rinehart and Winston, NY, 1981. Páginas} 31, 39 e seguinte, 44, 170.

15 Nota de Arthur Butz: {Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, Holt, 1981. Páginas} 93 e seguintes; {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980, página} 231.

16 Nota de Arthur Butz: {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980}, Apêndice 5.

17 Nota de Arthur Butz: Washington Post (28 de outubro de 81), A1; Los Angeles Times (29 de outubro de 81), pt. 1, 20.

18 Nota de Arthur Butz: Veja, por exemplo sua contribuição para o livreto Dimensions of the Holocaust, Northwestern University Press, Evanston, 1977. Esta é a versão publicada de uma palestra que Wiesel deu em Northwestern na primavera de 1977. Uma alternativa é seu artigo no Jewish Chronicle de Londres (4 de novembro de 77).

19 Nota de Arthur Butz: {Yehuda Bauer, American Jewry and the Holocaust, Wayne State Univ. Press, Detroit, 1981, páginas} 264, 271, 274, 371; Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, Holt, Rinehart and Winston, NY, 1981, página}, 121; {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, Institute for Historical Review, página} 290.

20 Nota de Arthur Butz: {Yehuda Bauer, American Jewry and the Holocaust, 1981, páginas} 56, 58; {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, página}109.

21 Nota de Arthur Butz: Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, 1981, página}, 204 e seguinte.

22 Nota de Arthur Butz: {Yehuda Bauer, American Jewry and the Holocaust, 1981, páginas} 325 e seguintes, Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, 1981, página} 121.

23 Nota de Arthur Butz: {Lucy S. Dawidowicz, The War Against the Jews 1933-1945, Holt, Rinehart and Winston, NY, 1975, página xvii; {Lucy S. Dawidowicz, The Holocaust and the Historians, Harvard Univ. Press, Cambridge, 1981, página} 125.

24 Nota de Arthur Butz: Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, 1981, página}, 143.

25 Nota de Arthur Butz: {Yehuda Bauer, American Jewry and the Holocaust, 1981, páginas} 329-334.

26 Nota de Arthur Butz: {Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, 1981, página}, 181.

27 Nota de Arthur Butz: {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980}, páginas 183-186; {Yehuda Bauer, American Jewry and the Holocaust, 1981, páginas} 188-193, 403.

28 Nota de Arthur Butz: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, páginas} 77, 202; {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980}, páginas 68-72.

29 Nota de Arthur Butz: {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980, página} 121.

30 Nota de Arthur Butz: {Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, 1981, página} 325.

31 Nota de Arthur Butz: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, página} 89.

32 Nota de Arthur Butz: {Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, 1981, páginas} 337 e seguinte.

33 Nota de Arthur Butz: {Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, 1981, páginas} 267-273, 290, 299-311, 341.

34 Nota de Arthur Butz: {Henry L. Feingold, The Politics of Rescue, Rutgers Univ. Press, New Brunswick, NJ, 1970, páginas} 9, 170; {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980, página} 94.

*c Nota de Mykel Alexander: Ver ENCYCLOPAEDIA JUDAICA, Second Edition, Macmillan e Keter Publishing House Ltd., Farmington Hills, MI, 2007, volume 7. Entrada FRANKFURTER, FELIX.

35 Nota de Arthur Butz: {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980, página} 3.

36 Nota de Arthur Butz: {Josiah E. DuBois Jr., The Devil’s Chemists, Beacon Press, Boston, 1952, páginas} 184, 188; {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, página} 67.

37 Nota de Arthur Butz: {Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, 1981, páginas} 68, 95 e seguinte, 99.

38 Nota de Arthur Butz: {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980, páginas} 162 e seguintes.

39 Nota de Arthur Butz: {Yehuda Bauer, American Jewry and the Holocaust, 1981, página} 229.

40 Nota de Arthur Butz: {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980, páginas} 83, 86; {Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, 1981, página} 150.

41 Nota de Arthur Butz: Iron Curtain Over America, disponível no IHR {Institute for Historical Review}.

42 Nota de Arthur Butz: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, páginas} 149 e seguinte; {Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, 1981, páginas} 231 e seguinte.

43 Nota de Arthur Butz: Dino A. Brugioni e Robert G. Poirier, “The Holocaust Revisited: a Retrospective Analysis of the Auschwitz-Birkenau Extermination Complex,” presumivelmente ainda disponível no Public Affairs Office; Agência de Inteligência Central; Washington DC 20505.

44 Nota de Arthur Butz: {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980, páginas} 55-58.

45 Nota de Arthur Butz: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century} apêndice E; {Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, 1981, páginas} 104 e seguinte.

46 Nota de Arthur Butz: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, páginas} 76, 133-145.

47 Nota de Arthur Butz: Martin Gilbert, Auschwitz and the Allies, 1981, página} 129.

48 Nota de Arthur Butz: {Yehuda Bauer, American Jewry and the Holocaust, 1981, página} 430.

49 Nota de Arthur Butz: {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980, página} 152.

50 Nota de Arthur Butz: Por exemplo, {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, páginas} 205-212.

51 Nota de Arthur Butz: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, páginas} 101-108, 116, 120 e seguintes.

52 Nota de Arthur Butz: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, páginas} 194, 240; {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980, página} 18.

53 Nota de Arthur Butz: {Walter Laqueur, The Terrible Secret, 1980,} apêndice 1. Os casos do político-jornalista Lemmer e do economista Sommer, que teriam passado informações sobre extermínios a contatos suíços, são de importância duvidosa. Lemmer não era associado ao Abwehr e, como Laqueur nota, não há nada em sua autobiografia sobre passar informações sobre o extermínio. Sommer era um oficial de ligação do exército entre o Estado-Maior Geral e a Abwehr e também viajou para a Suíça em conexão com relações comerciais. Pode-se inferir de Gilbert, páginas 56 e seguintes, que a associação de Sommer com um relatório do verão de 1942 de que “campos estão sendo preparados onde todos os judeus da Europa e uma grande parte dos prisioneiros de guerra russos serão exterminados pelo gás” tem sido reivindicada não por Sommer, que morreu em 1965, mas por dois intermediários judeus. Também é importante notar que nem Lemmer nem Sommer parecem ter estado seriamente envolvidos com a oposição anti-Hitler; ambos sobreviveram à guerra.

54 Nota de Arthur Butz: Hans Rothfels, The German Opposition to Hitler, Henry Regnery, Chicago, 1962. {Páginas} 125-151.

55 Nota de Arthur Butz: Sob a lei alemã, os registros de um julgamento não são abertos ao público. Exceções são concedidas àqueles que estão de alguma forma envolvidos pessoalmente no caso ou àqueles considerados como tendo um interesse acadêmico em aspectos do julgamento. O Dr. Wilhelm Stäglich, juiz alemão aposentado e autor de Der Auschwitz Mythos, lhe foi negada a permissão para consultar os testemunhos dos julgamentos. Veja suas páginas 371 e seguintes. O Dr. Robert Faurisson interpreta as observações, feitas em uma carta do funcionário do Ministério da Justiça, Dr. Hans de With, ao Die Realschule (outubro 81), como sugerindo que se Faurisson colocar os pés na Alemanha Ocidental, ele será preso e enviado de volta à França.

56 Nota de Arthur Butz: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century,} capítulo 4. Para a solução final da questão da confissão de Höss, veja as discussões de Faurisson no The Journal of Historical Review, vol. 1, nº 2 (verão de 1980), páginas 103 e seguintes; vol. 2, nº 4 (inverno de 1981), páginas 311 e seguintes, 319 e seguintes.

57 Nota de Arthur Butz: Alexander Donat, ed., The Death Camp Treblinka, Holocaust Library, NY, 1979.

4 Nota de Arthur R. Butz: Le Nouvel Observateur (3-9 de julho 1982), 70 e seguintes.

58 Nota de Arthur R. Butz: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century,} capítulo 7.

59 Nota de Arthur R. Butz: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, páginas} 20-30.

60 Nota de Arthur R. Butz: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, páginas} 219 e seguinte.

61 Nota de Arthur R. Butz: {Arthur R. Butz, The Hoax of the Twentieth Century, páginas} 14-17, 217-239.

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