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Um ex-guarda do campo de concentração de Sachsenhausen (em Oranienburg, ao norte de Berlim), agora com 100 anos de idade, foi a julgamento nesta quinta-feira (7), por ter servido como guarda na torre de vigia do campo entre anos de 1942 e 1945. Por isso, a acusação afirma que ele teria contribuído na morte de 3.518 pessoas dentro de Sachsenhausen durante a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945).

Os médicos disseram que o homem, que não foi identificado por causa das convenções alemãs sobre o relato de julgamentos criminais, só poderá ser julgado em sessões limitadas a duas horas e meia por dia.

Entre os crimes que os promotores afirmam que ele teria contribuído estão disparos contra prisioneiros e a morte de outros com Zyklon-B, o gás pesticida que se alega ter sido usado para os alegados extermínios em massa de judeus, eventos conhecidos popularmente como “Holocausto”. Um teoria hoje totalmente posta em cheque, se não, refutada pelos revisionistas.

“Ele é acusado de contribuir para assassinatos cruéis e traiçoeiros”, disse o tribunal em Neuruppin, perto de Berlim, em um comunicado, acrescentando que o homem contribuiu para “criar e manter condições de risco de vida no campo”.

Sachsenhausen foi inaugurado em 1936 como um dos primeiros campos de concentração dentro do território alemão – e também foi um campo de treinamento para guardas da SS que foram servir em outros campos como Auschwitz e Treblinka. Mais tarde tornou-se central administrativa de todo o sistema de campos de concentração até ser capturado em 1945 pelo Exército Soviético.

Na Alemanha de hoje, a corrida é contra o tempo para punir os já idosos acusados

Nos últimos anos, diversas acusações têm sido feitas contra ex-guardas de campos de concentração, agora idosos, por crimes contra a humanidade cometidos durante a Segunda Guerra Mundial.

A pacificação é de que mesmo aqueles que contribuíram indiretamente para assassinatos em tempo de guerra, sem puxar um gatilho ou dar uma ordem, poderiam arcar com a responsabilidade criminal.

Para os promotores alemães, o “tempo está se esgotando” pois, dentro de apenas poucos anos não será mais possível penalizar ninguém por seu papel no governo alemão entre 1933 e 1945, período do governo Nacional-Socialista no país. Isso, já que os réus não vivem mais, ou pelo menos não estão aptos a responder a processo. No momento, a Justiça alemã se ocupa de 17 suspeitos, nenhum dos quais tem menos de 95 anos de idade.

O procurador-geral Thomas Will explicou à imprensa alemã por que só agora se realiza o processo contra o vigia:

“O réu não nos era absolutamente conhecido, até se fazerem pesquisas nos chamados ‘fichários de saque’ do Exército Vermelho, no Arquivo Militar Estatal de Moscou. Depois de ele ser localizado e de investigações preliminares sobre sua trajetória e seu tempo de serviço em Sachsenhausen, entregamos o processo ao Ministério Público.”

Will dirige a Central de Esclarecimento de Crimes Nazistas em Ludwigsburg, no estado de Baden-Württemberg. Desde sua fundação, em 1958, a repartição coleta informações para inquéritos preliminares sobre os que serviram na época do governo nacional-socialista ou somente durante a guerra.

Na opinião de Thomas Will, processar um centenário por supostos atos ocorridos 80 anos atrás faz todo sentido pois “a lei descarta a prescrição dos atos de homicídio, em especial no contexto dos crimes em massa nazistas, não cabendo a pergunta se esses crimes ainda devem ser perseguidos hoje, pois eles precisam ser perseguidos”, diz Will.

A ideia de justificativa é de que o indivíduo pode constituir a culpa individual. Isso é um entendimento na justiça da Alemanha ocupada desde a sentença contra o ex-guarda John Demjanjuk, em 2011. Até então a prova de uma participação pessoal direta nas mortes era pré-condição para a persecução penal. Ex-guardas de campo de concentração já haviam participado de processos por alegados crimes, nos anos 1960 e 1970, mas apenas como testemunhas.

O caso de John Demjanjuk abriu caminho para novas condenações. Condenado aos 91 anos de idade em Munique a uma pena de cinco anos de prisão por acusação de cumplicidade em mais de 28 mil supostos homicídios que teriam ocorrido no campo onde trabalhava. Do veredito constou que ele fora parte da “máquina de extermínio”.

Assim, os tribunais passaram a entender que eles assistiram ao cometimento dos crimes através de sua atividade de guardas, foram complacentes com uma suposta situação e por isso foram peças ou cumplices por omissão. Desde então, vários outros homens foram condenados pois, segundo os tribunais, eles assistiram ao cometimento dos crimes através de sua atividade de guardas tornando-se cumplices.

Ninguém leva em consideração a fragilidade das alegações dos julgamentos e processos do pós-guerra. Nem mesmo a inconsistência das provas materiais apresentadas sobre qualquer caso de homicídio em massa alegado

Mas ninguém se pergunta ou mesmo a própria Justiça Alemã e seu organismo penal, é sobre qualquer possibilidade de que essas alegações de crimes cometidos em massa, os supostos crimes de guerra assinados em atas de julgamentos e levantamento anteriores executados pelos ocupantes do pós-guerra (Aliados liderados por EUA, França, Inglaterra e União Soviética) merecem manter esse status de inquestionáveis e que “não caiba” qualquer pergunta sobre se realmente tais fatos aconteceram ou pelo menos, se os soldados apenas cumpriam qualquer ordem superior militar funcionando em regime de Lei Marcial.

A Justiça Alemã não parece estar interessada em Justiça, mas apenas em regozijar-se com a tortura de idosos privando-os de seus direitos mais básicos e manter o “slogan masoquista” da ocupação do pós-guerra em caçar seus próprios ex-combatentes e mostrar ao mundo como se orgulha de punir a si mesma.

Um especialista fala sobre a suposta Câmara de Gás do campo de concentração de Sachsenhausen

O doutor em química formado na Universidade de Bonn e autor revisionista alemão Germar Rudolf ficou famoso e tornou-se um perseguido por, fundamentado em análises químicas e técnicas, comprova em seu estudo (que virou livro ‘Rudolf Gutachten’ em português, ‘O Parcer Rudolf’) que os propagados assassinatos mediante uso do ácido prússico (blausäure) nas alegadas câmaras de gás no campo de concentração de Auschwitz não ocorreram. E até o momento não houve qualquer contestação que lograsse contradizer as conclusões do parecer de Rudolf, nem que pudesse apontar erros no trabalho cientificamente conduzido pelo autor, ou que invalidassem as conclusões do seu parecer.

Germar Rudolf e as instalações de desinfecção de piolhos (transmissores do tifo) em Auschwitz. Percebe-se a coloração do ácido prússico nas laterais

De acordo com seus levantamentos, em Sachsenhausen foram escavadas as fundações de um edifício, cujo um dos cômodos pode ter servido como câmara de gás. Este edifício havia sido demolido pelos próprios soviéticos anos após sua captura em 1952. Em outras palavras: eles eliminaram a única prova convincente com a qual poderiam comprovar a imensa maldade dos nazistas e a veracidade de suas afirmações.

Em palestra aberta ao público, Rudolf aponta que:

“Sejam quais forem as provas que tenham sido destruídas: elas sumiram e não podem mais servir como prova. O historiador alemão Werner Maser apontou que as provas da existência da câmara de gás em Sachsenhausen é questionável devido também a outros motivos. Ele citou do protocolo do processo do tribunal militar soviético de 1947, onde se destaca que ali os acusados foram adestrados antes do processo e, finalmente, eles confirmaram em seus depoimentos perante o tribunal – orgulhosamente – o assassinato em massa dos detentos. Tal comportamento dos acusados é somente imaginável se eles tivessem sido submetidos anteriormente a uma lavagem cerebral”.

Não necessariamente ocorrendo em tortura física mas também psicológica para fins de obter esses depoimentos, o cientista coloca que Maser apontou que os depoimentos dos antigos detentos sobre a câmara de gás em Sachsenhausen também eram pouco convincentes. No livro de Harry Naujoks “Minha vida no Campo de Concentração de Sachsenhausen 1936-1942” (editora Pahl-Rugenstein, 1987), aparece na pág. 322: “Em março 1943, foi construída uma câmara de gás na ‘estação Z’”.

Germar Rudolf nasceu em Limburgo do Lano, estado de Hesse, Alemanha, à 29 de outubro de 1964. Iniciou seus estudos de química na Universidade de Bonn (Universität Bonn), e em 1989 os concluiu com aprovação summa cum laude. Na sequência prestou o serviço militar na Força Aérea da República Federal da Alemanha. Em junho de 1933 concluiu seu trabalho de doutorado em Pesquisa do Estado Sólido no Max-Planck-Institut für Festkörperforschung em Stuttgart. Não obstante as recomendações pela qualidade do seu trabalho, o mesmo não foi aceito por conter idéias revisionistas.

Se Naujoks permaneceu no Campo de Concentração só até 1942, a pergunta “de onde é que ele sabe o que foi construído por lá em 1943?” é de fato picante. No livro, lançado em após a morte do autor através de sua esposa, foi impresso que a obra havia sido “trabalhado por Martha Naujoks e o Comitê de Sachsenhausen para a República Federal da Alemanha”.

Segundo Rudolf, ao ser questionado se a inserção foi feita pelo Comitê ou pela viúva de Naujoks, ele aponta:

“[…] O Comitê de Sachsenhausen era e é, assim como quase todas as organizações de antigos detentos dos Campos, dominado por comunistas e outros radicais de esquerda, da mesma forma como é conhecida a editora Pahl-Rugenstein, em Colônia, pela publicação de literatura radical de esquerda.”

O problema da câmara de gás de Sachsenhausen torna-se frágil quando acrescenta-se que existem testemunhos de soldados alemães, os quais foram mantidos presos em 1945 pelos soviéticos em Sachsenhausen e obrigados a construir, para fins de propaganda, uma câmara de gás, assim como uma instalação para fuzilamento. A principal destas testemunhas é o coronel da reserva Gerhart Schirmer:

“E por que os vitoriosos aliados deixaram construir, após a guerra, câmaras de gás nos antigos Campos de Concentração? Como os americanos em Dachau. Existe para isso uma explicação plausível? Em todo caso, eu tive o ‘privilégio’ de pessoalmente construir juntamente com outros detentos no campo russo de Oranienburg (Sachsenhausen), em novembro de 1945, uma – até então inexistente – câmara de gás e uma instalação para fuzilamento.”

Maser indicou que as plantas-baixas soviéticas do CC Sachsenhausen, logo no pós-guerra, não indicam a câmara de gás, por isso pode-se duvidar do depoimento de Schirmer e de seus camaradas. E o campo de Sachsenhausen foi utilizado após a guerra pelos soviéticos como Campo de Concentração para dissidentes políticos com condições piores do que sob os nacional-socialistas, “logo”, aponta Rudolf, “as plantas dos soviéticos não serviam necessariamente para propaganda, mas sim à administração do campo. E se os soviéticos sabiam que não havia câmara de gás, não é estranho que eles não tenham inserido tal falsificação em suas plantas oficiais.”, conclui.

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