Voluntários Caucásicos e Eurasiáticos na SS

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Na propaganda da guerra alemã, aqueles que se ofereciam para o serviço eram chamados “Freiwillige” (‘voluntários’). Muitos não-alemães eram recrutados para servir nas Forças Armadas Alemãs durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Numa estimativa, cerca de cerca de 500 mil  não-alemães e alemães étnicos de fora da Alemanha, principalmente da Europa ocupada pelos alemães, foram recrutados entre 1940 e 1945. As unidades estavam sob o controle da SS Führungshauptamt (Escritório Central de Comando da SS) sob o Reichsführer-SS Heinrich Himmler. Após a mobilização, o controle tático das unidades foi dado ao Alto Comando das Forças Armadas (Oberkommando der Wehrmacht).

O termo “Freiwillige” foi usado primeiramente na propaganda nacional alemã para descrever europeus não alemães (nem ‘Reichsdeutsche‘ nem ‘Volksdeutsche‘) que se ofereceram para lutar pelo Terceiro Reich durante a guerra, vindos não somente de países ocupados, mas também, de nações inimigas co-beligerantes, neutras e até ativas.

Aserbaidschanische Legion

(Legião Azeri)
A Legião Azeri (Aserbaidschanische Legion) se tratou de uma unidade pertencente a Wehrmacht, organizada em 1942 e formada por voluntários e outras etnias caucasianas, além de prisioneiros de guerra recrutados durante os anos da Segunda Guerra Mundial. Faziam parte do programa militar nacional-socialista alemão, Ostlegionen (Legiões Orientais), como os Ost-Bataillone (Batalhões Orientais), Osttruppen (Tropas do Leste), Osteinheiten (Unidades Orientais), liderado por Heinrich Himmler. Unidades militares compostas de voluntários de terras dominados pelo antigo Império Russo (União Soviética há época).
Anteriormente, pertenciam a “Kaukasische-Mohammedanische Legion“, fundada em 1941, que terminou renomeada e dividida em dois batalhões (‘Aserbaidschanische Legion‘ e Legião Muçulmana do Cáucaso). Foram comandados pelo ex-oficial soviético, azeri de nascimento, Abdurrahman Fatalibeyli, que buscou refúgio entre os exércitos do III Reich pela independência do Azerbaidjão.


Ele foi o principal idealizador da divisão legionária azeri nacional-socialista. Condecorado por bravura em combate com a Cruz de Ferro, recebe promoção para a patente de major. E posteriormente liderou diversas unidades colaboracionistas.
Após a Operação Barbarossa, desencadeada no ano de 1941 contra o território da União Soviética, pelas tropas do III Reich, milhares de voluntários, homens integrantes dos mais variados povos habitantes das terras soviéticas. Azeris, armênios, cazaques, cossacos, mongóis, a maioria das nacionalidades da URSS foram integradas aos regimentos colaboracionistas subalternos a Wehrmacht e SS para lutarem principalmente o Fronte Oriental contra a ação de partisans de orientação comunista.

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Prisioneiros de guerra também eram arregimentados as milícias colaboracionistas. Aproximadamente 80.000 homens de origem notadamente muçulmana fizeram parte dos quadros militares da Legião Azeri.
Os legionários azeris buscavam se libertar da dominação soviética, de orientação comunista, que condenava todos os cultos religiosos existentes na URSS. Os líderes religiosos e seguidores eram ameaçados, presos e inclusive enviados para campos de trabalhos forçados.

Abdurrahman Fatalibeyli (1908 – 1954), nascido em Abo Dudanginski, Azerbaidjão, foi um major do exército soviético que desertou para as forças alemãs durante a Segunda Guerra Mundial pela independência da sua nação contra o poderio vermelho
Os soldados azeris da Aserbaidschanische Legion, lutaram em importantes batalhas como na Polônia, França e Alemanha, nos momentos finais do conflito contra guerrilheiros comunistas que ameaçavam a presença dos soldados de Adolf Hitler nos territórios ocupados. No ano de 1944, são enviados para defenderem Paris do assédio das tropas Aliadas, porém acaba derrotada com a maioria dos combatentes mortos, os sobreviventes presos.
A Legião Azerbaidjão era integrada de 2 regimentos, com cerca de 20 batalhões. Possuíam um batalhão chamado Frente Caucasiana, dividida em cinco batalhões com 4.500 soldados. Muitos batalhões ficaram conhecidos durante a guerra pelo desempenho de bravura nos campos de batalha, como Aslan, Bergman, e Donmek. No ano de 1943, parte da Legião Azeri, formou a Divisão de Infantaria da Wehrmacht – 162 (Turquestão).

Armenische Legion
(Legião Armênia)

A Legião Armênia (Armenische Legion), criada durante os anos da Segunda Guerra Mundial, foi composta por armênios étnicos, especialmente entre os  prisioneiros de guerra da União Soviética. Formada no ano de 1942.

Os voluntários armênios ultrapassaram os 30.000 combatentes. Legião Armênia participou das invasões da Península da Crimeia e do Cáucaso. Foram comandados por Drastamat Kanayan.

Parte do efetivo da legião foi derrotada durante a defesa da França contra a invasão dos Aliados do Dia D. Os sobreviventes acabaram entregues aos oficiais da União Soviética que os enviou aos campos de trabalho forcados da Sibéria. Desaparece em 1944.

Sonderverband Bergmann
(Batalhão Bergmann)

Batalhão Bergmann (Sonderverband Bergmann), uma milícia criada pelos alemães durante os anos da Segunda Guerra Mundial, composta por cidadãos caucasianos voluntários para lutarem contra a União Soviética. Criado em 1941, era subordinado comando dos alemães, a frente o oficial  Oberleutnant Theodor Oberländer.

Armênios, azeris, georgianos, estavam presentes entre os voluntários do Batalhão Bergmann, que também contavam com alemães. Enviados para a Frente Oriental, contra os soviéticos, desempenhou importante papel durante a campanha do norte do Cáucaso, em 1942. Lutavam contra a atividade guerrilheira comunista. Lutaram na Crimeia, no ano de 1943, Grécia, e da revolta de Varsóvia de 1944.

As últimas batalhas que o Batalhão Bergmann, esteve ativo aconteceram em 1945 na Dinamarca, quando finalmente foram derrotadas pelas tropas Aliadas.

Wolgatatarische Legion
(Legião Volga-Tatar)

A Legião Volga-Tatar (Wolgatatarische Legion), uma unidade Wehrmacht, formada por muçulmanos da região do Volga tártaros, búlgaros, alem de bashkirs, chuvaques, o povo mari, udmurtes, e do povo mordova.

Criado em 1942, teve mais de 14.000 voluntários, na maioria muçulmanos, que durante o ano de 1943, combateram na França, Bélgica e Holanda. Alguns membros do grupo foram enviados a Jerusalém, para arregimentarem voluntários para uma “Guerra Santa”, contra os colonialistas britânicos, que ocupavam a região da Palestina, entre outras regiões vizinhas, como Síria e Líbano.

Visavam a criação de uma república muçulmana nos Urais. Líderes religiosos, participavam da Wolgatatarische Legion.

A maioria dos soldados da Legião Volga-Tatar, acabou presa pelos soviéticos e enviados aos campos de trabalhos forcados da URSS na Sibéria.

Nordkaukasische Legion
(Legiões do Norte do Cáucaso)

A “Nordkaukasische Legion”, uma unidade Waffen-SS colaboracionista formada por diversas etnias habitantes da União Soviética, entre elas, ossetas, calmiquios, chechenos, tártaros, circassianos, daguestanis, entre outros povos que contabilizavam aproximadamente 72 nacionalidades diferentes no grupo paramilitar.
Muitos alemães também integravam as fileiras de combatentes da Legião do Norte do Cáucaso. Foi organizada no mês de agosto de 1942. Além de voluntários, parte do efetivo era composto por prisioneiros de guerra libertados durante a Operação Barbarossa, desencadeada no ano de 1941 contra território soviético.

Composta de três brigadas como a Kaukasischer-Waffen-Verband der SS (Freiwilligen Brigade Nordkaukasien), Freiwilligen-Stamm-Regiment, SS-Waffengruppe Nordkaukasus. No ano seguinte a fundação, 1943, acabou dissolvida e reagrupada em uma nova unidade. A Divisão de Infantaria 162 (Turquestão).
Destacados para participarem da Operação Edelweiss, iniciada em julho de 1942, que visava o controlo da região do Cáucaso, rica em petróleo entre outros minérios vitais para a máquina de guerra do III Reich. A Nordkaukasische Legion enfrenta duros combates contra tropas soviéticas, quando logram vencer diversas batalhas, bem como assegurar posições importantes para a ocupação dos nacional-socialistas alemães dentro da URSS.

Na Inguchétia e Chechênia, derrotam os soviéticos em diversas oportunidades, destroem grande quantidade de equipamento inimigo, além de fazerem milhares de prisioneiros comunistas, em novembro de 1942.
Participam da da defesa da cidade de Mariupol, hoje parte da Rússia, contra o assédio dos soldados soviéticos, após a malfadada Operação Edelweiss, que termina com a retirada dos soldados do III Reich da região caucasiana. As unidades colaboracionistas SS como a Legião do Norte do Cáucaso, se empenham em apoiar a retirada dos alemães enquanto as tropas de Josef Stalin avançam, até a vitória, no ano de 1943.

O batalhão acaba dissolvido em fevereiro de 1944, e os soldados integrados a Divisão de infantaria – 162 (Turquestão), ou outras brigadas colaboracionistas formadas por estrangeiros nas Waffen-SS.
A Legião do Norte do Cáucaso lutou contra a resistência, principalmente comunistas em diversos países europeus. França, Holanda, Croácia, Grécia e Iugoslávia, lutaram contra a ação de partisans comunistas, entre outros grupos paramilitares alinhados e apoiados pelos Aliados. Na Bretanha, enfrentaram soldados dos Estados Unidos, na cidade de Brest, durante grande cerco quando chegam a quase destruição completa da unidade.
Na Dinamarca passam os últimos meses da guerra quando em maio de 1945 se rendem às tropas da Grã-Bretanha, que os entregam a URSS. Terminam enviados aos campos de trabalho forçados da Sibéria, ou aos pelotões de fuzilamento.
Srpska Državna Straža (SDS), Serbische Staatsgarde
(Guardas do Estado Sérvio)
Combatentes voluntários da Guarda do Corpo Sérvio

A Guarda do Estado Sérvio (Srpska Državna Straža – SDS, Serbische Staatsgarde), foi uma força colaboracionista paramilitar que servia de tropa auxiliar ao III Reich sobre o território militar da Sérvia, durante a Segunda Guerra Mundial, ante a ocupação militar alemã ocorrida contra o Reino da Iugoslávia em 1941.
A maioria dos membros sérvios era originária das forças policiais locais. Estavam subordinados ao comandante da SS (Schutzstaffel), para a Sérvia. O então líder sérvio, o General Milan Nedić, era o comandante-em-chefe da unidade nacionalista e anticomunista. Ficou conhecida pela violência empregada durante as ações contra partidários de movimentos e grupos armados esquerdistas. Faziam a proteção do campo de concentração de Banjica, na capital Belgrado.

O General Milan Nedić em encontro com Adolf Hitler

A Wehrmacht organiza o Território Militar na Sérvia, com o norte do Kosovo (‘Kosovska Mitrovica’), e Banat. Os alemães pretendiam usar a malha férrea e fluvial, estradas, e minérios para a máquina de guerra nacional-socialista de Adolf Hitler, continuar a campanha contra os soviéticos ao leste. Em agosto do mesmo ano,os alemães nomeiam o Governo de Salvação Nacional (Vlada Nacionalnog Spasa), liderados pelo General Milan Nedić.
Por diversas vezes agiram em colaboração com os soldados Ustashas, e Chetnik, comandados por Draža Mihailović. Com o avanço da União Soviética (URSS), no mês de outubro de 1944, sobre a cidade de Belgrado, a Guarda do Estado Sérvio, passou para o controle de Mihailović.

Desfile na capital da Sérvia, Belgrado, com os soldados da Srpska Državna Straža (Guarda do Estado Sérvio)
Estavam divididos em quatro unidades. A Polícia Rural (Poljska Straža), a Polícia Municipal (Gradska Straža), Policia de Fronteira (Granična Straža), e a Guarda das Vilas (Seljacka Straža).
Grade parte do armamento utilizado pela Guarda do Estado Sérvio, eram originados da captura realizada pelos alemães. Os batalhões espalhados estrategicamente nos “oblasts” (regiões), de Belgrado, Kraljevo, Niš, Valjevo e Zaječar.
Foram comandados primeiramente pelo Coronel Jovan Trišić, posteriormente o Major General Borivoje Jonic. Mantiveram um contingente máximo 40.000 combatentes fizeram parte dos quadros militares da Srpska Državna Straža, entre os anos de 1942 e 1945.

O General Borivoje Jonic, comandante da Serbische Staatsgarde

Uma unidade especial da SDS foi criada para atuar na região de Banat, habitada por uma importante comunidade de origem alemã (a ‘Volksdeutsche’ – povo alemão). Realizavam a vigilância das fronteiras, além de atendimentos como de saúde, serviços culturais para a comunidade local, bem como educacional, por fim a importância de conhecimentos em economia para os moradores das localidades ocupadas.
Com a queda do regime de Nedić em outubro de 1944, o General Miodrag Damjanović, fica encarregado da Guarda do Estado Sérvio, ex-secretariado da administração anterior de homem de confiança de Nedić e Mihailović. Recebem um novo nome, Corpo Sérvio de Choque (Srpski Udarni Korpus – SUK). Lutaram contra guerrilheiros comunistas nas áreas de Sandžak, na Bósnia. Com a perda de grande contingente, em 1944 um número significativo de soldados se integra aos quadros dos Chetniks.

General Miodrag Damjanović, comandante da Guarda do Estado Sérvio (Serbische Staatsgarde), ao fundo uma imagem de Draža Mihailović
Em dezembro de 1944 lutam pela tomada da cidade bósnia de Tuzla. Uma briga entre os oficiais Chetniks e o Corpo Sérvio de Choque, termina com o enfraquecimento total do grupo paramilitar nacionalista. Em 1943 havia ultrapassado o número de mais de 38.000 combatentes, no mês de janeiro de 1945, permaneciam apenas 5.000 soldados. Muitos buscaram anistia na Iugoslávia do Marechal Josip Broz Tito.
Outros destacados pelos alemães para trabalharem na Áustria para a Organização Todt. Pequenos contingente enviados para a região de Ljubljana, na Eslovênia, para lutarem contra partisans iugoslavos e o Exército Vermelho, ao lado de chetniks.

Soldados nacionalistas e anticomunistas da Serbische Staatsgarde, al lado de oficiais do III Reich durante a Segunda Guerra Mundial

Nedić buscou fuga juntamente com outros soldados sérvios, e se entregaram a autoridades britânicas na fronteira da Itália com a Iugoslávia, em maio 1945. Combatentes sérvios da Guarda do Estado Sérvio, Corpo Sérvio de Choque e Chetniks, procuravam serem livrados das duras penas impostas pelo regime então vitorioso de Tito sobre a Iugoslávia.
Freiwilligen-Stamm-Division 
(Divisão Tribal Voluntária)
A “Freiwilligen-Stamm-Division” (Divisão Tribal Voluntária), uma unidade de infantaria ligada a Wehrmacht, formada por combatentes turcos, azerbaidjanos, georgianos, tártaros, cossacos, armênios, e que lutou ao lado do III Reich, durante  a Segunda Guerra Mundial.
Organizados no mês de fevereiro do ano de 1944, para operar contra a resistência francesa no sul da França. Conhecida como Ostlegion (Legiões do Leste), pelos alemães, unidades colaboracionistas compostas por diferentes etnias da União Soviética. Os voluntários anti-bolcheviques e anticomunistas da Freiwilligen-Stamm-Division estavam dispostos em cinco regimentos.
O objetivo principal da divisão eram operações anti-partidárias contra a resistência francesa. Participam da Operação Treffenfeld, que visava derrotar os guerrilheiros franceses.

Durante o ano de existência da unidade colaboracionista foram comandados pelos seguintes oficiais alemães: Generalleutnant Ralph von Heygendorff, de fevereiro à março de 1944, o  General Wilhelm von Henning (março até setembro de 1944), e por fim o General-major Bodo von Wartenberg, entre setembro de 1944 e maio de 1945, quando a Divisão Tribal Voluntária desaparece com o fim da guerra e vitória dos Aliados.
Cerca de 80 prisioneiros alemães membros da Freiwilligen-Stamm-Division foram assassinados por guerrilheiros franceses na cidade de Les Rousses no dia 3 de setembro de 1944, em represália ao assassinato de civis franceses.

Georgien Legion (Georgische)

SS-Waffengruppe Georgien

A Legion Georgien (Georgische) foi uma Divisão militar da Alemanha, composta por georgianos étnicos. Ela foi formada por emigrantes georgianos e prisioneiros de guerra, e seu objetivo declarado era a eventual restauração da independência da Geórgia em relação à União Soviética. Posteriormente, alguns componentes da Legião da Geórgia, que pertenciam a Whermacht, ficaram sob o controle operacional da Waffen SS. 

Formada por militares nacionalistas, anti-soviéticos e emigrados que viviam na Europa Ocidental após a invasão soviética da Geórgia em 1921, combinada com prisioneiros de guerra soviéticos de origem georgiana que escolheram lutar pela Alemanha foi formada em dezembro de 1941. Os georgianos treinaram no oeste da Ucrânia e se tornaram operacionais no outono de 1942. Pelo menos 30.000 georgianos serviram nas forças armadas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial. 

Soldados da Legião da Geórgia feridos em Texel , Holanda , 1945

Os georgianos serviam em treze batalhões de campo de até 800 homens, cada um composto por cinco companhias. Eles também estavam presentes na Legião Caucasiana, do Norte, da Wehrmacht, e em outras legiões étnicas caucasianas. As formações militares georgianas foram comandadas por Shalva Maglakelidze, Michel-Fridon Zulukidze, pelo coronel Solomon Nicholas Zaldastani e por outros oficiais anteriormente da República Democrática da Geórgia (1918-1921).

Shalva Maglakelidze, líder do Levante de Texel

Entre os principais georgianos nacional-socialistas, estavam  o cientista político Alexander Nikuradze (Al. Sanders) e o erudito  especialista em agricultura Michael Achmeteli. Ambos trabalharam em conjunto com Alfred Rosenberg na Alemanha. 

Fontes de pesquisa:


BORSARELLO, J.F.; PALINCKX, W. Wehermacht & SS – Caucasian, Muslim, Asian Troops. Ed. Heindal


LEVY, Jonathan. The Intermarium: Wilson, Madison, & East Central European Federalism. Universal-Publishers, 2007, p. 423

Almanaque dos Conflitos

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