Verdadeira Face Globalista: A Violência Generalizada Contra os Coletes Amarelos

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De acordo com os números compartilhados pelo governo francês, 11 pessoas foram mortas até o momento, mais de 2 mil feridos, mais de 8 mil 400 pessoas foram presas e quase 2 mil foram condenadas a penas de prisão em protestos dos coletes amarelos na França.

O Comissário para os Direitos Humanos do Conselho da União Europeia, Dunja Mijatovic, exigiu que a França respeitasse os direitos humanos nas manifestações dos coletes amarelos, impôs restrições excessivas à liberdade de manifestação pacífica e proibiu o uso de spray de pimenta.

Mijatovic afirmou que, considerando o alto número de pessoas feridas nas manifestações e os feridos graves, a conveniência do método aplicado pela polícia para garantir a ordem pública com os direitos humanos deve ser questionada.

O secretário de Estado do Interior da França, Laurent Núñez, informou que a Inspetoria Geral da Polícia Nacional (IGPN) abriu 140 investigações criminais por suspeita de uso de violência policial nas manifestações dos coletes amarelos.

A avenida dos Champs-Elysées, em Paris, durante protesto dos coletes amarelos. REUTERS/Gonzalo Fuentes

Mas o governo francês retrucou argumentando que a polícia deve usar gás lacrimogêneo nos protestos para manter a ordem pública.

Esse mês, os coletes amarelos voltaram às ruas em toda a França para protestar novamente contra as políticas globalistas do presidente Emmanuel Macron realizando demonstrações em diferentes partes de Paris, principalmente na Champs Elysees, um dos símbolos da capital, marchando em direção aos Jardins de Luxemburgo, o Aeroporto Internacional Charles de Gaulle e o Campo de Marte, em frente à Torre Eiffel, com os slogans “renúncia de Macron!”

Mesmo pacífico ou não, as forças de segurança intervieram com jatos de água nos manifestantes que revidaram com pedras e garrafas na Champs Elysees. Somente na capital, 19 pessoas foram presas em manifestações.

Protestos em Paris e confronto com a Polícia GEOFFROY VAN DER HASSELT I AFP

A polícia da cidade de Nantes usou spray de pimenta contra os ativistas e 2 deles foram presos. No protesto em Quimper, a polícia interveio com manifestantes que jogaram garrafas e ovos com gás lacrimogêneo e jatos de água, enquanto na manifestação em Besanzón os manifestantes pediram que a polícia não usasse gás lacrimogêneo.

O município de Phalsbourg, no leste do país, na chamada do Conselho da Europa, proibiu o uso de gás lacrimogêneo pela polícia.

Violência e indiferença – Quando o globalismo mostra sua cara

A repercussão sobre as condições da ativista anti-globalização Geneviève Legay, de 73 anos, foi ferida no sábado, durante uma ofensiva das forças de segurança contra os “coletes amarelos” em Nice, cresceu, nesta segunda-feira (25), especialmente depois de declarações do presidente Emmanuel Macron, dizendo que ela deveria evitar se manifestar em locais proibidos. Isso gerou bastante revolta.

Geneviève Legay, 73, se machucou durante protesto dos “coletes amarelos” em Nice. Valery HACHE / AFP

 

As imagens da senhora Legay, deitada na calçada com o crânio sangrando, à margem da manifestação tornou-se viral nas redes sociais, muitas vezes acompanhadas de denúncias da violência policial na França.

Dois dias depois dos acontecimentos, o presidente francês se pronuncia dizendo: “rápida recuperação, e talvez uma forma de sabedoria. Quando somos frágeis e podemos ser empurrados, não vamos a lugares que são definidos como proibidos e não nos colocamos em situações como esta “, disse Macron em entrevista no Nice-Matin.

A mesma coisa em matéria de indiferença e amor pelo establishment do prefeito “linha dura” de Nice Christian Estrosi, conhecido por sua política em matéria de segurança pública. “Basta de atacar a polícia! Havia uma proibição para protestar lá. Desejo uma recuperação rápida para esta senhora, que poderia perfeitamente ter se manifestado às 14h no local onde foi permitido “, declarou.

Uma investigação foi aberta para determinar o desenrolar dos acontecimentos que levaram Legay a ser hospitalizada no sábado com múltiplas fraturas cranianas.

Um comício de apoio estava programado para o final da tarde de segunda-eira (25) e a família de Geneviève Legay deve apresentar uma queixa pelo excesso de violência por parte das autoridades. Esta queixa também será dirigida ao chefe de polícia, anunciou o advogado da família, Arié Alimi, que declarou a seguinte frase sobre o ocorrido:

“Se há uma proibição de manifestações, se a manifestação é feita sem uma declaração, não importa: do ponto de vista da lei, a questão é se as forças de segurança eram proporcionais ou não e se a infração (por parte da polícia) foi praticada”.

O advogado também criticou as palavras do Presidente da República, julgando-as rudes e indelicadas, afirmando que “não criticamos alguém que está em uma cama de hospital e nossos idosos têm o direito de expressar suas convicções políticas “.

Com quem Macron realmente é amável?

Fontes: TRTRFi

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