Um Verdadeiro Caso de Líbelo de Sangue (ou Assassinato Ritualístico Abraâmico)

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Em Hollywood, distrito da cidade de Los Angeles, na Califórnia (EUA), no dia 26 de maio de 2016, a modelo ucraniana Iana Kasian (30) foi morta, escalpelada e teve o sangue do seu corpo drenado pelo próprio namorado Blake Leibel (36), que é judeu, levantando suspeitas do homicídio ter sido praticado em caráter ritualístico.

A polícia local chamou de “o assassinato mais brutal da história de Los Angeles” – porém a autopsia (clique aqui) só foi revelada no final de setembro de 2017 e a causa principal da morte foi perda de sangue (exsanguination) e a secundária os traumas na cabeça.

Modelo ucraniana torturada e assassinada por seu noivo – Blake Leibel -, Kasian nasceu em Kiev, na Ucrânia, onde estudou direito e trabalhou no serviço tributário ucraniano.
Uma ação civil registrada pela mãe da vítima, Olga Kasian, incluiu transcrições do depoimento do legista do condado de Los Angeles, Dr. James Ribe.
O responsável pela análise foi o Dr. James Ribe, do escritório do condado de Los Angeles, e revelou que Iana sofreu um trauma horrível nas horas anteriores à sua morte. O dr. Ribe também detalhou que além de ter seu sangue drenado, a vítima foi escalpelada tendo seu crânio raspado até o osso. Acredita-se também que Iana Kasian tenha sido torturada por horas com uma faca.

“Seu crânio tinha sido descascado até a superfície do osso. Não havia nenhuma presença de couro cabeludo, exceto por pequenos pedaços na parte de trás do pescoço. Também partes do lado direito do rosto foram arrancadas, incluindo a orelha direita e parte da face posterior do lado direito, todo o caminho até a linha do maxilar”, descreveu Dr. James Ribe.

Blake Leibel é um cartunista de família judaica que dependia da mesada mensal de 13 mil dólares do pai Lorne Leibel – desenvolvedor que mora em Toronto no Canadá – e esperava se tornar um famoso artista de quadrinhos.

Ilana Kasian (27 de janeiro de 1986 – 26 de maio de 2016) Em 2014, ela emigrou para os Estados Unidos da Ucrânia e trabalhou como modelo na Califórnia. Em 3 de maio de 2016, ela deu à luz a filha Diana, que agora está com sua avó materna.
Blake Leibel, que é o pai da filha de Kasian, foi acusado do assassinato, ocorrido no bloco 8500 da Holloway Drive, em West Hollywood, Califórnia, em um apartamento que o casal havia compartilhado recentemente. A mídia noticiou o crime como “terrível” e possivelmente “o mais horrível assassinato da história de West Hollywood, se não de Los Angeles”. Leibel foi condenado por assassinato em primeiro grau, tortura e caos agravado agora em 20 de junho de 2018. E no dia 26 do mesmo ano e mês, foi condenado à prisão perpétua sem liberdade condicional.
A julgar por sua arte, parece que o sujeito já estava com esse tipo de ação interiorizada há algum tempo, pois em um de seus quadrinhos há uma cena que lembra bastante o satânico ato cometido pelo cartunista.
Libelos de sangue na história do judaísmo
Durante séculos o judaísmo aderiu inúmeros rituais estranhos e bizarros, um dos mais comentados é o libelo de sangue – o uso de sangue humano em rituais – assunto que gerou muita controvérsia ao longo da história.

 

O fato é que mesmo com inúmeras entidades judaicas negando tais ocorrências, crimes com as mesmas características surgem de tempos em tempos, sempre envolvendo judeus, como neste caso do cartunista e sua namorada. Outro ponto que vale citar é o elevado número de palestinos mortos cujo os corpos não são devolvidos as famílias e somem, além dos poucos que são devolvidos retornarem sem sangue e sem alguns órgãos.
O assunto também já foi abordado em 2007 pelo professor e historiador judeu-israelense Ariel Toaff, filho do ex-grande rabino de Roma, em uma obra de sua autoria – que foi censurada – chamada “Páscoa de Sangue – Hebreus na Europa e rituais homicidas”.
Apesar da censura, é possível baixar a obra no formato digital e em inglês (clique aqui) ou italiano (aqui).
E para quem acredita que os rituais com sangue e sacrifícios humanos são exceções de indivíduos isolados, algo acidental e não essencial, basta verificar no Talmud.
No Sepher Or Israel (177b), diz assim – “Tire a vida de um kliphoth (não-judeu) e mate-o, e trarás alegria a Deus, assim como quem oferece um incenso”.
Já no Ialkut Simoni (245c, n.772), lê-se como se segue: “Depois da destruição do templo de Jerusalém, o único sacrifício necessário é o extermínio dos cristãos.”
No Zohar (III, 227b), o Bom Pastor diz: “O único sacrifício que se pede é que eliminemos os impuros que se encontrem entre nós”.
O mesmo Zohar (II, 43a), explicando a orientação de Moisés a respeito da redenção do primogênito de um asno, mediante o oferecimento de um cordeiro diz:

“O asno representa os não-judeus, que devem ser redimidos através do oferecimento de um cordeiro, que representa o rebanho disperso de Israel. Porém se ele se recusar a ser redimido (salvo), então quebre-lhe o crânio. Deve-se tirá-lo do livro dos vivos (matá-lo), porque sobre eles já se disse: ‘Aquele que peca contra mim, eu o tirarei do livro dos vivos.’”

Outras passagens que tratam de sacrificar e matar não-judeus e cristão podem ser encontradas em obras como “Talmud Desmascarado” de Justina Pranaitis e “A Verdade sobre o Talmud” de Michael Hoffman II.
Referências de pesquisa:
 

 

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