Um Discurso de Aniversário

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Autor Anônimo

Reunimos-nos hoje ao redor do centésimo trigésimo aniversário de nosso líder ou condutor – Führer – Adolf Hitler, nascido em 20 de abril de 1889 na pacata Braunau sobre o Inn. Hoje, dezenas, talvez até centenas de seus admiradores se reunirão frente a sua residência, na rua Salzburger Vorstadt, nº 15, que resiste de pé e vence, corajosamente, há oito anos, sobre as tentativas governamentais anti-históricas de demolição e institucionalização barata.

Este é um dia festivo. Festa, do latino festus, possui origem atrelada a partilha de certo sentimento comum. Alegria. E hoje, todos aqui compartilhamos alegria de vários modos. A celebração do nascimento é também romana e tem por fim proteger o espírito do aniversariante contra o sequestro por forças malignas. Foi proibida pela Igreja, mas orgulhosamente retorna graças aos alemães no século XIX. Eis o aniversário de uma das maiores almas que já caminharam sobre a terra. Nós, vitimados pelas articulações implacáveis do tempo, assim demarcamos esta comemoração. Mas aquele quem a eternidade recebeu de braços abertos, embora a ela enviado sob o desmoronamento dos edifícios, a profanação dos templos e a detonação explosiva do Ocidente, nos escombros da outrora bela Berlim – é portanto ovacionado nos salões brancos do Valhala de Wotan, divide faustoso banquete ao lado de Júpiter e Febo, recebe os cumprimentos do celeste Perun e, então, se inclina, vencedor, ao lado do alvorecer dourado de um majestoso Sol Negro, de seu brilhante Reich espiritual, tornando seus penetrantes olhos em nossa direção.

Aquele homem, não apenas se elevou enquanto tal por causa de uma vida de estudos, por sua persuasão retórica, seu estrategismo político, oportunismo, revanchismo, patriotismo, demagogismo. Nenhum “por causa”, “se-então”, “ser-para”, jamais dará a palavra final na explicação para fenômeno de tal misteriosa grandeza. Não há um encadeamento para o qual podemos voltar ou avançar e que nos diga: ecce homo. Não há uma causa em jogo, mas uma razão. É em razão, em virtude de um povo que, a partir do qual, pode tal fenômeno receber sua luz. E então ele se faz visível. E então podemos habitar a verdade de sua aparição no seu lugar próprio e com ele, em seu calor, sua força e em sua vibração, verdadeiramente virmos a ser estes quem sempre somos e sempre esquecemos.

Aqueles que não apenas acreditam nesta razão, mas antes, sobretudo, a vêem, acolhem seus luminares, seguram de mãos nuas a substância de sua realidade, enlaçam corpo e alma nos seus fundamentos e fins – somente aqueles seres singulares tornar-se-ão guardiões de algo que está por vir e é repetidamente anunciado nas consequências mais ínfimas e sutis de seus gestos, de seus dizeres e de suas lágrimas.

Mas afinal fizemos por merecer esta sua contemplação do alto? Às quantas andam nossos pensamentos, nossos empenhos, nossas visões, nossos corações, nossas virtudes, nossas ações, para que seu rosto sereno e olhar paterno esteja, agora, sobre nossas cabeças? Quantas e quais de nossas escolhas presentes refletem, em nossa atual circunstância e possibilidade, uma contribuição real, não apenas para a conservação mas para o fortalecimento das raças e das tradições?

Eis a situação do mundo

O ocidente já está exausto do marxismus – a barriga da serpente – e o avanço dos partidos conservadores, republicanos e tradicionalistas atesta isto na França, Inglaterra e Alemanha, na Polônia, Finlândia e Islândia. Nas Américas, Trump e Bolsonaro apontam para a mesma direção. Lembremos agora que em Mein Kampf, é também contra este adversário monstruoso que nosso Führer trava sua primeira luta naqueles “anos de aprendizado em Viena”. O próximo passo é, seguindo as indicações do líder, a luta educativa pela nacionalização do saber. Somente entendendo o “verdadeiro sentido da história” – a história racial ou popular – que na juventude descobrira, pode o ocidente evitar de cair sobre as costas da serpente: o liberalismus que encaminha o êxito das hochfinanz.

 

Diante desta situação, estamos, cada um de nós, a seu modo, em débito para com nossos si-mesmos, nossos eus autênticos; e estes si-mesmos não significam flores que, embora de boa aparência e devidamente enraizadas à terra, se situam solitárias em pequenos vasos, mesas, canteiros ou jardins, atadas a pequenos paus e domesticadas por sazonais borrifos de água; não, não falo de eus internos, individualidades psicológicas, grandes mentes ou almas que, como ensinaram filósofos e religiosos, se autodeterminam em isolamento autossuficiente – este, sim, o grande plano perverso do paradigma contemporâneo em seus mais variados desdobramentos, da frugal literatura infantil à mais alta ciência política. Não falo destas cabeças de alho fechadas em suas camadas de casca, úteis a técnica moderna. Falo de um bosque! Falo de uma totalidade de árvores cuja força não reside apenas na consistência e vigor de seu entroncamento ou na majestade de sua copa particular, mas na proximidade de seus ramos; no suporte comum de suas raízes que se confundem umas as outras; na abóbada verdejante irregular, no entanto constante, desenhada pela infinita folhagem de suas irmãs. Este si-mesmo a que devemos é co-originado, nasce em conjunto, cooperação e co-dependência – sempre em correspondência aos outros si-mesmos que imediata e inelutavelmente lhe tocam. E é esta verdade do existir humano que desvendamos quando fazemos a pergunta: Qual a minha razão? Pelo quê viver, morrer, lutar e sofrer? Sou este ou aquele ao qual toda trilha é uma estrada; sou este ou aquele ao qual toda canção é um hino; ao qual todo verso é um livro; ao qual todo suspiro é uma linguagem universal; ao qual todo beijo é um testemunho de fé na humanidade. Esta é a essência da ideia de Völk. É esta dependência radical recíproca que fundamenta não apenas quem nós somos, mas onde nós somos, o quê nós somos, por quem nós somos, por qual razão nós somos!

Convido-os, kameraden, a corajosamente vencer o peso de suas exaustas faces. Sim, exaustas, pois assaltadas pelas ofensivas de um cotidiano estranho e tempestivo. Sim, pesadas, pois dependuras por hordas sombrias de ideias e expressões degradantes. Sim, corajosamente, pois é tal o esforço e a determinação que lhe serão exigidos neste nobre gesto. Vençam, por fim, este desafio. E então, superada a prova, lancem seus olhares em resposta aos de nosso Führer, que – estou certo – ainda agora vos contempla, orgulhoso, de seu peitoril do alto das moradas celestiais hiperbóreas.

E vejam! Ele vos sorri.

Seu tímido sorriso muscular, braços apoiados no parapeito, os cabelos e bigode negros à moda do Wotan da Caçada Selvagem de Franz von Stuck, nos falam, por outro lado também de sua face simples, circunscrita a um tempo, corpo e possibilidades limitadas próprias. Um homem de carne, ossos e sangue vermelho. Pois em nosso espírito repleto de doce nostalgia, de sonhos coloridos, de veneração a beleza, Adolf Hitler não foi um simples homem, mas um canhão, um oráculo, um meteoro. E, no entanto, foi homem. E quem melhor pode falar sobre o homem que já dividiu conosco esta nossa decadente, inóspita, fria e desolada condição de ser em um mundo em constante arruinamento e fragmentação – quem melhor que seu filho espiritual e amigo íntimo, o oficial e escritor belga León Degrelle?

Os dez anos de convívio proximal fazem de Degrelle a maior autoridade biográfica na travessia deste misterioso rio Letes que consiste na pessoa humana de Adolf. Suas primeiras impressões ao assistir-lhe discursar no primeiro de maio de 1934 em Berlim não foram a de estar diante de um orador psicologicamente astuto e persuasivo em suas invectivas. Não tinha intenções de agradar ou seduzir e nem buscava algo nos olhos dos espectadores. Era leve, honesto, grave e, no entanto, simples. Não era alto. Quando discursava transcendia os próprios modos recatados e controlados. Nunca estava cansado. Seu aperto de mão era leve, macio e acalorado. Com os amigos não apertava – antes lhes segurava a mão entre as suas, paternalmente. Roupas impecavelmente passadas e paletós tediosamente iguais. Nunca levava um tostão consigo. Nunca pensava em si próprio. Alimentava-se quase que exclusivamente de frutas e muita água, levando nunca mais que dez minutos para terminar as refeições. Apreciava chá. Era abstêmio de álcool, cigarro e carnes. A música era sua religião e Wagner o seu deus. Aos 16 anos trabalhou na criação de uma ópera ao estilo wagneriano. Autodidata desde a adolescência e com memória prodigiosa, lia em média um livro por dia. Dedicou-se a filosofia em Platão e Aristóteles, Schopenhauer e Nietzsche. Um de seus maiores desgostos de juventude foi ter seu cão roubado durante a Primeira Guerra. Cuidava de sua Blondie nos últimos anos com ternura, abandonando mesmo seus convivas exatamente a meia-noite para alimentá-la. Cuidou integralmente da mãe em seus últimos momentos e sempre carregou um retrato seu a toda parte. Seu guarda-roupas era abarrotado de cartas de moças apaixonadas, embora fosse absolutamente tímido e reservado com mulheres, limitando-se quando muito a lhes enviar flores. Estefânia foi seu único amor na juventude, embora nunca lhe tenha dirigido uma só palavra. Fora virgem até os vinte anos de idade. Por ser inacessível e totalmente dedicado a sua missão político-espiritual, levou muitas jovens ao suicídio. Eva Braun também esteve neste trágico rol de amores violentos, conquanto tenha falhado ao tentar aniquilar-se. Sua relação com Hitler nos últimos anos era modesta, quase como se fossem amigos. Decidiu morrer a seu lado quando tudo se consumia. Amava, absolutamente, às crianças, independentemente de raça ou condição.

A sua maior vitória foi a reconciliação entre nacionalismo e socialismo: ao amor natural pela terra uniu o espírito socialista de camaradagem e justiça social, prezando pelo trabalhador. Seu gênio mais esplêndido residia na estratégia militar, elogiado mesmo por seus biógrafos mais críticos. É possível apontá-lo mesmo como um dos pais da estratégia militar moderna. Inventava algo a todo momento. Possuía vontade obstinada, de ferro. Era jovial, e não rústico. Era sereno e suportava as piores crises com tranquilidade e voz branda. Em dez anos de convivência nunca se lhe viu enfurecido – como exibem os atores do cinema – mesmo nos últimos momentos do bunker. Era delicado a ponto de preparar um sanduíche para seus colaboradores ou servir-lhe bebida para animar uma discussão. Desdenhava as organizações religiosas e cria no seu desaparecimento gradativo, pois estas servem a um povo desgraçado e a ciência avança rumo ao conforto das nações – no entanto defendia a liberdade religiosa e lhe reconhecia o lugar no seio do povo. Até o fim, manteve-se fiel a causa nacional. Quanto a isto, inclusive, por ocasião de seu aniversário em 1935, Goebbels pronunciou:

“Este homem está fanaticamente possuído por sua casa. Sacrificou-lhe sua felicidade e sua vida privada. Para ele, não existe outra coisa senão sua obra, que o absorve por completo e a ela, ele serve, com humildade interior, tal qual o mais fiel trabalhador do Reich”.

Uma última vez, então, lhes pergunto, amigos: até que ponto nos permitimos habitar a verdade que nos foi revelada pela vida eterna e pela obra histórica de Adolf Hitler? Estamos desta vez e para sempre, com espírito festivo, decididos a entregar nossas vidas, nossos esforços e nossas criações ao mais alto ideal político, filosófico, moral, estético e espiritual já concebido? Queremos nós pagar o preço da realização de nossos si-mesmos verdadeiros, isto é, entrelaçados e revigorados nas raízes dos povos que são os nossos? Aceitaremos os termos deste contrato que não aceita exceções ou revogação cujos caracteres são escritos com fogo e sangue? Compreendemos a missão que hoje nos é dada – a de, unidos em Kameradschaft tornarmo-nos guardiões de um porvir mais saudável, mais digno e mais alegre, simplesmente porque mais verdadeiro, conexo às tradições, ciente de sua história e ansioso pelos mistérios do amanhã? Estamos, amigos, prontos para tal honra e glória?

O Führer nos acena!

Ele confirma, com um meneio de seu rosto: estamos prontos! Nosso sangue fervilha, nosso espírito salta, nossas mãos tremulam!

Führer!

Nós celebramos sua memória apenas porque tu mesmo nos ensinaste o valor da memória! Não deixaremos, nem hoje, nem nunca, que seu nome seja tomado de nosso espírito pelas ideias malignas que tomaram conta deste mundo e seguiremos protegendo suas palavras, ações e sonhos!

Führer!

Em sua honra, ficamos de pé e lhe saudamos, do modo como também tu nos ensinaste a fazer em honra aos grandes reis germânicos e dos grandes imperadores romanos. Estenderemos nossos braços direitos e clamaremos três vezes:

— Sieg Heil!

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