Voluntários Norte-Africanos na SS

Tropa do Exército – Wehrmacht – perfilada durante uma cerimônia de entrega da Cruz do cavaleiro de Ferro. Alemanha, 1940.

Na propaganda da guerra alemã, aqueles que se ofereciam para o serviço eram chamados “Freiwillige” (‘voluntários’). Muitos não-alemães eram recrutados para servir nas Forças Armadas Alemãs durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Numa estimativa, cerca de cerca de 500 mil  não-alemães e alemães étnicos de fora da Alemanha, principalmente da Europa ocupada pelos alemães, foram recrutados entre 1940 e 1945. As unidades estavam sob o controle da SS Führungshauptamt (Escritório Central de Comando da SS) sob o Reichsführer-SS Heinrich Himmler. Após a mobilização, o controle tático das unidades foi dado ao Alto Comando das Forças Armadas (Oberkommando der Wehrmacht).

O termo “Freiwillige” foi usado primeiramente na propaganda nacional alemã para descrever europeus não alemães (nem ‘Reichsdeutsche’ nem ‘Volksdeutsche’) que se ofereceram para lutar pelo Terceiro Reich durante a guerra, vindos não somente de países ocupados, mas também, de nações inimigas co-beligerantes, neutras e até ativas.

A política que fez possível a realização da maior parte do voluntariado africano que também incluía não só árabes mas também cristãos entre as tropas voluntárias da Waffen-SS estão bem impressas no artigo Relações Nacional-Socialistas e o Nacional árabe

Aqui verificaremos com mais detalhes quais as tropas e batalhões compunham esses heróis que acima de tudo, lutaram pela libertação de seus povos, unindo forças com a causa nacional-socialista por auto-determinação dos seus, contra o comunismo e contra o capitalismo, pai e mãe do atual globalismo.

No norte da África, onde as tropas italianas e alemãs, representadas pela Africa Korps, lutaram contra as tropas Aliadas que uniram forças com tropas das suas diversas colônias e possessões, figuras como a do marechal de campo Erwin Rommel, chamado de “a raposa do deserto” e “o libertador”, junto de suas unidades Panzer ficaram incrivelmente marcadas na memória daqueles povos do deserto. Mas a história não para por ai. É preciso conhecer o incrível esforço de guerra dos anônimos que morreram por uma causa, aos quais a história nega um nome por conveniência contraditória, mas que aqui serão homenageados.

Falange Africana
A Falange Africana, surgida no norte da Africa durante a Segunda Guerra Mundial, foi uma milícia paramilitar colaboracionista, criada em 1942 pelo governo de Vichy (sul da França aliada a Alemanha), após ataque de tropas Aliadas contra o Marrocos francês e Argélia, durante a Operação Torch.
Membro norte-africano da Falange Africana

A maioria dos voluntários era de origem francesa, nascidos ou residentes nas possessões francesas e de orientação fascista. Eram comandados por Pierre Simon Cristofini. Apos o fim do treinamento em março de 1943, os soldados da Falange Africana realizaram juramento de fidelidade ao Marechal Philippe Pétainowi. Alemães também faziam parte das fileiras de combatentes.
Transformados em infantaria motorizada, passaram a fazer parte do 5º Exército liderado pelo Geneal Jürgen von Arnim. Também chamada de Legião de Voluntários Franceses na Tunísia (Légion des Volontaires Française de Tunisie), foi dividida em três pelotões.
Voluntário tunisiano da Falange Africana

Com alarga ofensiva desencadeada pelos Aiadas contra o norte africano ocupado pelas potências do Eixo (Alemanha e Itália), se iniciam duros combates na região da Tunísia No entanto a capital Tunis, acaba por para os Aliados (estadunidenses e ingleses), no dia 7 de maio de 1943.
Os legionários sobreviventes são presos pelas tropas francesas do General de Gaulle. Muitos são condenados a forca por traição, outros a prisão. Alguns foram aceitos entre as tropas aliadas francesas para combaterem os alemães na França.
Brigada Norte Africana – Mohamed SS
Soldados argelinos da unidade Mohamed SS

A Brigada Norte Africana, também chamada de “Mohamed SS”, foi uma milícia paramilitar colaboracionista formada por franceses e argelinos, que lutaram durante anos da Segunda Guerra Mundial, criado em 1944, comandados por Mohamed al-Maadi e Henri Lafont, ex-comandante do “Corps D’autoprotection Français”, bem como grande parte do efetivo.
Combateram principalmente os membros da resistência francesa. Estavam divididos em 5 seções diferentes. Eram conhecidos pela ferocidade. Desapareceram com o final da ocupação do III Reich sobre a França.
Legião Alemã-Árabe
Oficiais do III Reich ao lado de colaborador tunisiano da Legião Alemã-Árabe

Criada em 1943, era uma unidade especial formada por alemães e árabes. Iniciada em junho de 1941 por oficiais do III Reich que desempenhavam operações especiais e falavam a língua árabe nos territórios de maioria muçulmana. Foi criado um Departamento de Ensino, encarregado de formar tropas árabes muçulmanas no norte da Africa ocupada pelos alemães.
A Legião Alemã-Árabe tinha a missão de se infiltrar por trás das linhas inimigas. Eram treinados como um batalhão de infantaria. Entre os soldados possuíam árabes marroquinos na maioria, e outros árabes de nacionalidades diferentes, voluntários na luta contra o imperialismo britânico. Tiveram o efetivo de aproximadamente 33.000 homens.
Kommando Deutsch-Arabische Truppen – KODAT
Argelinos do Kommando Deutsch-Arabische Truppen
O KODAT, se tratou de uma brigada subordinada a Wehrmacht, que atuou principalmente na região do norte de África durante os anos da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Organizado em 1943 na Tunísia, por oficiais do III Reich.
Eram dois batalhões de voluntários árabes tunisianos e argelinos, com mais de 4.000 soldados comandados por oficiais alemães.

Forças Especiais 287 e 288
Sonderverband 287 und 288 
Oficiais do III Reich ao lado dos voluntários árabes da Sonderverband 288
As Forças Especiais 287 e 288 (Sonderverband 287 und 288), fora duas unidades especiais subordinadas a Abwehr (o serviço de informação do exército alemão, a qual fracassou pelo comando do agente duplo Wilhelm von Canaris), formada por voluntários árabes e soldados alemães, especialistas em línguas, principalmente o árabe, durante a Segunda Guerra Mundial.
Formadas durante os meses de maio de junho de 1941, na cidade de Potsdam, leste alemão, para realizar missões no Iraque, que enfrentava uma grande revolta contra o domínio do Reino Unido sobre a região. Os membros eram de origem tunisiana, marroquina e argelina. Os oficiais alemães estudavam os costumes, história e geografia da região norte africana e da península arábica.
Inicialmente a Sonderverband 288 (motorizada), escolhida para missões na África, e futuramente no Irã e Índia, enquanto a Sonderverband 287, seria enviada para os Bálcãs e URSS.
Soldados da Sonderverband 288

Os revoltosos não tiveram êxito e os soldados britânicos lograram sufocar a rebelião iraquiana anticolonialista. Os alemães decidem reorganizar a unidade que passa ao comando da Wehrmacht. O plano dos alemães do III Reich, era que a brigada Sonderverband 287, se infiltraria no Oriente Médio através do Cáucaso, para finalmente se juntar com as tropas nacional-socialistas do Afrika Korps.
A missão inicial da Sonderverband Kampfgruppe 288 foi enviado para o Norte de África (Argélia, Tunísia e Líbia, dominada pelos britânicos). No ano de 1942 a Sonderverband 288, se transforma em um regimento de granadeiros motorizados, comandados pelo oficial alemão, Oberst Menton. Em maio de 1943 se rendem aos Aliados, bem como as demais forças alemãs no norte da África.
Soldados árabes e soldados alemães da unidade Sonderverband 287

A Sonderverband 287, contou com efetivo de aproximadamente 2.500 voluntários, com uma unidade médica, de propaganda para a impressão de folhetos em língua árabe, além de uma unidade encarregada em instalações petrolíferas.
Absorvida pela Deutsche-Arabische Lehr Abteilung, composta por voluntários árabes (ex-prisioneiros britânicos e franceses). Possuiu cerca de 2.300 soldados, sub-divididos em outras sete unidades, como divisão alpina, anti-tanque, artilharia, reconhecimento, infantaria e propaganda, e especialista prospecção. Lutaram contra os guerrilheiros comunistas do Marechal Tito na antiga Iugoslávia.
Membros da Sonderverband 287
Em 1942, parte da Deutsche-Arabische Lehr Abteilung (a qual falaremos no próximo artigo), se junta aos efetivos da Sonderverband 287, que passa a contar inclusive com mais de 20 aviões de combate e reconhecimento. Porém com a derrota dos alemães no Cáucaso frente a União Soviética (URSS), acaba dissolvido no ano de 1943, e enviado para a Alemanha, e reorganizada como um regimento de granadeiros motorizados, e seguem para os Bálcãs.
Organizações de Proteção Árabes 
Arabischen Sicherungsverbände
Soldados iraquianos das Organizações de Proteção Árabes e oficiais alemães do III Reich, na cidade iraquiana de Mossul.
Organizações de Proteção Árabes (Arabischen Sicherungsverbände), foram unidades integradas por combatentes árabes e italianos, organizados pelo III Reich durante a Segunda Guerra Mundial para operar no território do norte de África.
O golpe de estado no Iraque (Golpe de Rashid Ali Al-Gaylani – Golpe do Quadrado Dourado), ocorrido no ano de 1941 (abril), e realizado pelo chamado Quadrado Dourado que derrubou o Rei Abd al-Ilāh del Hiyaz, se tratava de um grupo de quatro oficiais iraquianos das forças armadas. Nacionalistas e pró-Alemanha, colocaram no poder Rashid Ali al-Gaylani, como primeiro ministro.

Rashid Ali Al-Gaylani com Adolf Hitler em Berlim

Pretendiam libertar a nação do domínio do Reino Unido, e trabalhavam ao lado de agentes alemães da inteligência, que prestava assistência militar aos militares revolucionários. A tomada de poder pelos nacionalistas iraquianos levou a guerra com os britânicos que retomam o poder após quase um mês de enfrentamento (maio).
O SS-Untersturmführer Franz Wimmer-Lamquet (comandante de unidade), foi ao Iraque durante a revolução nacionalista para dar apoio ao golpe que seria realizado frente aos britânicos. Entretanto com a vitoria do Reino Unido na tomada do Iraque, o oficial ruma para o norte-africano para formar uma unidade colaboracionismo composta com voluntários de origem árabe muçulmana ao lado de italianos que viviam em cidades do Marrocos, Tunísia, Líbia, e Egito.
SS-Untersturmführer Franz Wimmer-Lamquet, comandante das Organizações de Proteção Árabes (Arabischen Sicherungsverbände)

Três esquadrões de cavalaria (com o uso de camelos – Mehalla), são organizados pelos alemães. Uma integrada por marroquinos, Mehari, a tribo Tuaregue com a chamada Kita, e por fim os italianos com o Esquadrão Tabora.
As Organizações de Proteção Árabes, mantiveram um efetivo militar de mais de 300 soldados. Eram especialistas e táticas de guerrilha e sabotagem. Foram treinados no campo de Kloster, uma escola de inteligência na região de Hoppenrade, e o campo de Kloster II, ambos localizado na Mauritânia.
A unidade desaparece no mês de maio de 1943 com a derrota de italianos e alemães na campanha do norte da África e vitoria dos Aliados na região (iniciada com a Operação Tocha, acontecida no mês de novembro de 1942.
Legião Arábia Livre
Legion Freies Arabien
Em árabe: جيش بلاد العرب الحرة ou “Jaysh bilād al-ʿarab al-ḥurraẗ“, foi uma unidade militar alemã formada por voluntários árabes do Oriente Médio e Norte da África durante a Segunda Guerra Mundial que contou com cerca de 20 mil efetivos.
No início de abril de 1941, o líder  iraquiano Rashid Ali al-Gaylani, juntamente com vários outros oficiais iraquianos, parte do grupo nacionalista do Quadrado Dourado, derrubou o regime pró-britânico no Reino do Iraque . O novo governo pró-alemão e italiano, buscou apoio nesses países para uma revolta iraquiana contra as forças britânicas no país. O contato foi estabelecido com as potências do Eixo com a ajuda do Grande Mufti de Jerusalém, Amin al-Husseini, que viveu no Iraque desde que fugiu da prisão da Palestina Mandatária pouco antes da guerra.

O Grande Mufti de Jerusalém, Amin al-Husseini e Adolf Hitler em Berlim na data de 28 de novembro de 1941

Em maio de 1941, a guerra do Iraque contra os britânicos começou com o apoio alemão e italiano. O Alto Escalão militar alemão concordou em enviar esquadrões da Luftwaffe (Força Aérea Alemã) para apoiar o Iraque, bem como “Sonderstab F”, uma missão especial liderada por Hellmuth Felmy que deveria apoiar a revolta e criar uma brigada árabe liderada pelos alemães, como sugerido e apoiado por al-Husseini e al-Husseini. Gaylani.

General Hellmuth

Hellmuth Felmy (1885 – 1965). Oficial alemão que chegou ao posto de General der Flieger na Luftwaffe (Força Aérea Alemã). Militar veterano, participou na Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918), manteve-se nas forças armadas durante o período entre guerras, e desempenhou funções de chefia e comando durante a Segunda Guerra (1939 – 1945). No final desta, foi julgado por crimes da guerra no Tribunal Aliado de Nuremberg e sentenciado a 15 anos de prisão; porém foi libertado em 1951 e viveu o resto da sua vida em liberdade.

No final de maio do mesmo ano, as forças iraquianas foram vencidas pelos britânicos e al-Husseini e al-Gaylani fugiram para o Irã e depois para a Alemanha. Depois do fracasso, vários simpatizantes árabes foram enviados para fora do Oriente Médio pela Síria francesa e terminaram em Cabo Sounion, na Grécia.

Em junho, Hellmuth Felmy recebeu o comando do Grupo de Exércitos do sul da Grécia e deveria continuar com a criação das unidades árabes alemãs por meio do Sonderstab F, que agora era expandido e foi preparada para ser o ponto administrativo central de todas as questões do mundo árabe que conferiam a Wehrmacht. Assim, as duas unidades Sonderverband 287 e 288 foram criadas.
A Sonderverband 288 consistia principalmente de alemães, mas com um quadro de tradutores árabes e uma empresa de impressão móvel que poderia produzir panfletos em língua árabe, bem como um esquadrão para a operação de instalações de produção de petróleo. Em janeiro de 1942 toda a unidade foi transferida para a Líbia para se defender contra as forças britânicas na campanha do Norte da África, a unidade foi planejada para eventualmente ser usada em uma invasão do Oriente Médio através do Egito, mas isso nunca chegou a acontecer. Depois de vários meses de combates, a unidade foi renomeada “Panzer Grenadier Regiment Africa” e eventualmente capturada pelas forças americanas após a capitulação de todas as forças do Eixo no norte da África, em maio de 1943.
Voluntários da Freies Arabien

Isso se deu porque apesar da retirada para o Cáucaso em setembro de 1942, como parte do Deutsche-Arabische Lehr Abteilung, deveriam ter se estabelecido originalmente na região como uma força base para conquistar o Iraque, mas isso nunca chegou a acontecer de fato após os fortes reveses alemães no final de 1942. A unidade entrou em ação contra o Exército Vermelho antes de ser enviada para a batalha na Tunísia através da Itália em janeiro de 1943. Lá, o Deutsche-Arabische Lehr Abteilung foi usado para proteger o flanco sul do exército do Eixo e recrutar mais árabes locais que formaram um segundo batalhão de auxiliares ​​para guarda e como reforço de tropas. Até que toda a unidade foi capturada junto com o resto das forças do Eixo na África, em maio de 1943.
Embora a Sonderverband 288 contivesse apenas um pequeno grupo de soldados árabes, a “verdadeira” Legião Árabe Livre e a unidade à qual o nome foi dado, era Sonderverband 287. Essa unidade foi formada em 4 de agosto de 1942, com muita ajuda de Amin al-Husseini e Rashid Ali al-Gaylani e consistia principalmente de muçulmanos iraquianos e sírios, apoiados por ex-prisioneiros de guerra e outros voluntários. Em outubro de 1942, foi reforçado com batalhões de Panzergrenadier.
Os soldados restantes, o terceiro batalhão, a Deutsche-Arabische Lehr Abteilung, que não havia sido enviado para o norte da África, sendo usados ​​para formar o Batalhão Árabe-Alemão 845 no verão de 1943. Eles serviram na região grega de Peloponeso, Grécia, em parte da 41ª Divisão de Fortaleza a partir de novembro do mesmo ano, lutando especificamente contra o ELAS.
Em outubro de 1944, foi retirado da Grécia para a Iugoslávia e foi fortalecido no início de 1945 pelo acréscimo de árabes de um batalhão de voluntários árabes que foi dissolvido antes de ser totalmente formado. Terminou a guerra perto de Zagrebe, Croácia, como parte da Divisão Jäger 104 (infantaria especial de paraquedistas).
O 1º e 2º batalhões da Legião Arábia-Livre que não faziam parte da Deutsche-Arabische Lehr Abteilung foram usados ​​para substituir perdas e reconstruir o Brigada de Panzergrenadier 92 junto com uma empresa de baterias leves e pioneiros leves em 2 de maio de 1943, que foi então redesignada ao Regimento de Granadeiros 92 (MOT) em 5 de junho de 1944. O regimento mudou-se para a Iugoslávia para lutar contra os partisans do general Broz Tito.
O regimento sofreu pesadas perdas nos combates nas proximidades de Belgrado em outubro de 1944 e o resto que sobrou tornaria-se parte do 2º Exército Panzer caso fosse reconstruído na Brigada de Panzergrenadier 92, em janeiro de 1945. Mas todo o exército capitulou em desordem na Áustria, em maio do mesmo ano.  

Memorial Africa Korps aos soldados alemães e voluntários que lutaram pela conquista do Deserto existem na África Subsaariana

Fonte: A Verdade Sufocada / Almanaque dos Conflitos

Bibliografia complementar:

STEIN, George. The Waffen-SS: Hitler’s Elite Guard at War 1939–1945. Ithaca, NY: Cornell University Press: 1984.
HÖHNE, Heinz. The Order of the Death’s Head: The Story of Hitler’s SS. NY: Penguin Press: 2001. 
DREGELLE, Leon. História das SS europeia. E-book. Biblioteca Online do site O Sentinela

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Leitura Relacionada:
Relações Nacional Socialistas com o Nacionalismo Árabe
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SÉRIE VOLUNTÁRIOS DA SS – TODAS AS RAÇAS, UM SÓ EXERCITO

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