Serei eu um Nacional-Socialista?

A princípio, é importante perguntar-se qual é a base do complexo filosófico-ideológico que se convencionou chamar Nacional-Socialismo. Não nos prendamos, por ora, às personalidades ou fatos históricos, mas essencialmente à Ideia. 

Existem valores que embasam filosoficamente as ideologias. Mesmo que sejam compostas por várias destas forças identificadas, sempre uma delas se salientará mais que as outras em uma dada ideologia. Esta base fundamental é o que se pode chamar de Mito, gravitando ao seu redor e dele dependendo várias outras componentes menores do complexo ideológico. 
Hodiernamente, as forças mais em voga são poder e capital – ou seja, quem exerce o poder e como se distribui o capital dentro de uma comunidade ou sociedade. Por exemplo, o Capitalismo visa a acumulação patrimonial como forma de obtenção e manutenção do poder; já o Comunismo visa alcançar, através do poder ou da força, a acumulação material em nome do Estado, ou melhor, em benefício dos administradores deste. Em ambos os exemplos, estão ignorados os planos sociais, à exceção das previsões científicas e utópicas, que não se evidenciam na prática. 
Outras ideologias políticas, com maior ou menor acerto, atribuem a base de sua ideia a conceitos como religião, pátria ou nação. Como já dito, a valoração de cada conceito é diversa em cada ideologia. Em muitas outras doutrinas, como o Fascismo e igualmente no Franquismo, no Salazarismo ou no Peronismo, o valor principal é a Pátria, representada pelo poder estatal que representa o povo, ou seja, a organização política instalada sobre um determinado território, cujo desígnio é a distribuição da justiça social – neste caso, o Estado é o objetivo, não o meio. Os Integralistas, assim como os Legionários, desenvolveram a tese que enaltece além da Pátria a Religião, mais especificamente o Cristianismo de liturgia Católica, de onde se extraem os conceitos morais e o qual justifica o poder do Estado, sem prejuízo aos atributos próprios deste – neste caso, o Estado é o meio de exercício da moral religiosa e a Religião justifica a existência do Estado. 
O Nacional-Socialismo é fundamentado principalmente no conceito de leis naturais e proteção à Nação. Dadas as desvirtuações que se deram ao termo “nação” nos últimos tempos, melhor defini-lo conforme era compreendido até metade do século passado. A palavra Nação deriva do latim natione, que significa nascimento, raça ou espécie. É um conceito de caráter sociológico e não jurídico-político. No Nacional-Socialismo, significa o termo Nação um conjunto de pessoas oriundas de uma mesma origem ou ethnos comum , como uma unidade espiritual (estado de pertencer e ser um dentro do todo unido), da qual derivariam costumes, tradições e religiões comuns, através do conceito que Carl Gustav Jung definiu como “inconsciente coletivo”. Atualmente, o termo “nação” mistura-se vulgarmente com “povo” ou “população”, ou seja, um grupo de pessoas sem quaisquer atributos específicos senão o de residir em um território política e geograficamente definido. Daí também o termo “nacionalismo” ser confundido erroneamente com “patriotismo”. 
Oque era o “ser ariano”, na visão Nacional-socialista alemã?
Na cosmovisão Nacional-Socialista, o ser ariano, era atributo de todos os povos descendentes dos legendários Arianos, ou seja, das etnias de procedência indo-européia. Ariano nada mais traduz senão “nobre”, ou melhor, povo nobre – ideia presente no termo grego “aristocracia”, que significa governo dos nobres ou de uma elite, e também no sistema de castas hindu, cuja elite é designada aos Arianos (ainda que o termo hoje lá tenha mais significado religioso que biológico). Atribui-se à Nação Ariana toda a criatividade espiritual da velha Europa e Oriente Médio, bem como a influência sobre outrem, ousando alguns autores indicarem pontos de atuação civilizatória Ariana até mesmo entre os nativos americanos.
Ou seja, a busca pela origem comum não somente de uma “raça comum”, ou uma etnia comum, mas assim como para esses antigos povos, a noção de identificação acima disso, a noção de coesão pelo valor, pela honra, pela nobreza da conduta ao qual poderia ser o mesmo digno de pertencer. É essa confluência civilizacional comum que procura o “Mito Ariano”.
Uma questão bastante criticada, em função das distorções da história, é a questão da “pureza racial” ou preservação do eu como identidade e o multiculturalismo.
A priori, o contato entre povos diferentes não obriga à mistura, as Nações podem viver próximas umas às outras sem precisar transformar-se em uma só, perdendo assim ambas a suas características étnicas definitivas, que seriam as biológicas, históricas, psicológicas e sociais. O multiculturalismo na verdade oque gera? Uma sociedade global, homogênea, sem nenhuma identidade, ou seja, nenhuma riqueza cultural única, nenhuma herança popular, uma sociedade de indiferentes que não pertenceriam a lugar algum cuja única “cultura” seria o consumismo pós-modernista e “enlatado”, ditado pelos donos das cadeias de consumo.

Além disto, em nenhum momento o Nacional-Socialista ditou “o alemão é a única raça pura” ou alguma pretensão do gênero. Tanto que essa Ideologia atingiu e envolveu os povos de todas as etnias existentes, mediterrâneos, bálticos, alpinos, nórdicos, dináricos, etc., chegando a existiram movimentos em países asiáticos e africanos, como até hoje. Também não se pretendia criar um mundo povoado por loiros altos de olhos azuis. Desta forma, seria ilógico que os principais dirigentes e ideólogos do Nacional-Socialismo, como o próprio Hitler, ou Goebbels, Himmler, Hess e outros, tivessem cabelos escuros e alguns sequer tivessem olhos claros. Isto indica apenas que era exigido a busca pela aparência e orgulho dos traços e características formadores daquele povo. Isso sim!  Em alguns casos, como para o ingresso nas tropas de elite das SS, era necessário demonstrar, através de árvore genealógica, grau de pureza maior do que, por exemplo, para simples filiação partidária ou mesmo para justificar a cidadania alemã. Porque oque se queria formar ali era uma verdadeira elite guerreira verdadeiramente nacional até o DNA, incorruptível e fruto exclusivo do povo ao qual pertencia. E o conceito da nobreza ariana também nunca significou um desmerecimento às demais raças. 

Criticou-se muito o judaísmo e principalmente a sua forma sionista pan-judaica, pelos seus feitos históricos e pela degeneração que promovia na Europa e que ainda hoje promove no mundo, conforme planos preestabelecidos pelos seus “sábios”. Porém, o “racismo” alemão não impediu que se unissem à sua causa anti-sionista as nações japonesa e árabe, por exemplo. Até mesmo negros como Jesse Owens, um dos campeões olímpicos de 1936, declararam admiração pelo povo alemão sob o regime Nacional-Socialista. É porque o conceito de diferença exposto no racialismo justamente valoriza as características idiossincráticas de cada um. Os Nacional-Socialistas acreditam que o modo de vida Ariano é o mais elevado e melhor para os povos Indo-Europeus, renegando qualquer influência estranha. Da mesma forma, afirma que todas as raças devem se voltar para seus próprios povos, culturas e tradições, resistindo ao rebaixamento e à imposição de um modo de vida “ocidental” ou liberal. As raças podem colaborar entre si, mas nunca se misturar.

Apesar de solidamente ligada ao solo (um de seus lemas era Blut und Boden = Sangue e Solo) e infinitamente patriótica, a Ideologia Nacional-Socialista não afirma ser a Nação necessariamente dependente do território, podendo se estabelecer e se desenvolver em qualquer área geográfica, pouco significando as fronteiras politicamente estabelecidas desde que o território seja povoado por aquele povo (como no caso da população étnica do “corredor polonês” em Danzig). Veja-se que a anexação de países e a constituição de protetorados foi uma prática jurídica comum durante a Segunda Guerra Mundial. Na época de seu auge histórico, a Ideologia também atingiu grupos em todos os cantos do mundo, mesmo na África e na América do Sul, informando-se que existiam células Nacional-Socialistas na África do Sul, Uruguai, Argentina e no Brasil, em idos das décadas de 30 e 40.

Uma vez definido o que seria nação e atribuindo-se a ela desde então o poder da soberania ou auto-gerência, restava definir a forma como se organizaria essa gente e como seria exercido esse poder. O Socialismo, significando realmente a distribuição de justiça social, foi o meio encontrado. Importante não confundir esse socialismo étnico com o socialismo científico ou político de origem judaica, representado pelas ideologias provindas de Marx, Engels e outros, e que significa simplesmente fazer a tábula rasa, equalizar por baixo todos os indivíduos do povo e renegar caracteres importantíssimos como a individualidade, a personalidade, a família, etc. 

A unidade da Nação se resume à Identidade étnica e à Justiça Social. O substrato do bem comum só pode ser a composição de alguns de seus caracteres mais elementares: o indivíduo são; a constituição e auxílio à família gerada dentro dos padrões nacionais; a conduta dentro dos padrões morais médios; a saúde pública – incluindo-se a preservação e aprimoramento do bem-estar popular; a laboriosidade e o direito ao trabalho como meio de sustento da família e comunidade; a organização política (hierarquia estatal); a justiça social – neste ponto importando mais a sociedade que o indivíduo; a defesa dos interesses nacionais nas relações exteriores e a defesa militar dos territórios nacionais. Todas as demais são elementares flutuantes, muito mais ligadas à individualidade e personalidade dos cidadãos de um povo ou nação do que à Ideologia.

Perceba-se que a organização Nacional-Socialista não criou uma religião oficial para o Estado, entendendo que esta era uma característica inerente à individualidade e não à Ideologia. Permite-se a livre confissão religiosa, desde que se respeite que ela não de encontro ao bem-estar nacional ou aos indivíduos que a compõem. A arte e a liberdade de expressão, igualmente, não podem ser nocivas ao povo e a nação, não se admitindo degenerações como o pós-modernismo hoje existente, fruto da ideia utópica de uma sociedade global e decante ou ideologicamente adversários a união nacional de um povo, os quais idealmente poderiam ter espaço apenas para pesquisa científica (um povo instruído é um povo alerta). Na Alemanha daquela época, não houve, como se diz, um banimento de autores não Nacional-Socialistas por parte do governo vigente, mas na verdade uma restrição – sendo que o próprio Hitler estudava religiões e filosofias estrangeiras. As mal afamadas fogueiras públicas para queima de artigos intelectuais degenerados eram manifestações populares, geralmente espontâneas e às vezes incentivadas pelo Ministério da Propaganda, mas não uma imposição estatal. 

Restrição da imprensa, mesmo que nula ou subversiva, ainda hoje, pode ser considerado mais perigoso que incentivá-la, pois dá margem ao radicalismo insensato e a falta de visão de uma representatividade para saber onde, porque e como combatê-la. Não necessariamente com a força ou com a lei, mas retirando seus motivações antagônicas.  

É bom lembrar que, para os nossos ancestrais, o fogo nunca significou uma destruição, mas uma purificação – talvez inconscientemente se pretendesse, pela queima das ideias degeneradas, purificar o espírito. 

Importa ressaltar ainda o conceito de liderança hierárquica e respeito absoluto que se verificou durante o governo na Europa e é inerente ao Nacional-Socialismo. 

O conceito hierárquico tem bases na própria natureza, verificando-se entre todos os grupos de seres vivos mais desenvolvidos a predisposição natural de alguns elementos sobre os demais, seja pela sua força ou esperteza. É este indivíduo quem se responsabiliza pelos demais da sua espécie, pela preservação, manutenção, alimentação e defesa do grupo. Também a ele compete a propagação da espécie. Não somos animais, no entendimento de selvagens, mas não podemos negar a importância da nossa primordial instintividade face ao argumento da intelectualidade. A espécie humana é a única que permite a um elemento degenerado sobressair-se sobre os demais, liderar um grupo ou reproduzir. É porque essa intelectualidade egoísta despreza os conceitos originais da natureza, ou seja, cria valores artificiais (morais) em detrimento dos valores naturais.

Os Nacional-Socialistas seguiram um líder, Adolf Hitler, e respeitaram suas posições enquanto ele viveu e ainda hoje os focos Nacional-Socialistas seguem sua filosofia. Ele foi aclamado pela grande maioria da nação germânica e um único atentado, perpetrado por traidores, foi cometido contra sua vida durante todo o seu governo, mesmo durante os anos da guerra. Então, não se pode responsabilizá-lo por todos os acontecimentos que envolveram germânicos como um todo ou os partidários Nacional-Socialistas naqueles tempos, porque segui-lo foi uma decisão espontânea da coletividade, que se submeteu à sua liderança através de eleições democráticas.

Os adversários do Nacional-Socialismo atribuem esta eleição ao desespero da nação alemã, que sofria pesadas sanções e crise após a Primeira Guerra Mundial; em parte é correto, mas é importante lembrar que quem submeteu o povo a tais sanções foram os liberais e sionistas agressores e os traidores, com a conivência dos socialistas vermelhos, contra os quais o povo reagiu oportunamente (e são os mesmos sionistas que lançam estas teses adversárias hoje em dia). Fosse a vontade majoritária do povo da Alemanha, o líder teria caído rapidamente e os alemães e outros povos não seriam voluntários em uma guerra suicida. Pelo contrário, pessoas de toda a Europa e do mundo inteiro o seguiram fervorosamente, como numa legendária Cruzada. 

Alguns dissidentes e traidores covardes do pós-guerra criaram tese mais fantástica, a de que o líder Adolf Hitler exercia uma fascinação hipnótica sobre a massa, e que também foi utilizada pelos adversários para justificar a adoção, por milhões de pessoas, dessa Ideologia, ao ver deles, absurda. Ora, convenhamos que carisma não é o suficiente para justificar a atividade de milhões de indivíduos – a menos que este carisma coadunasse com os sentimentos mais íntimos e comuns de toda esta coletividade. E também não é justificativa válida para a existência de adeptos do Nacional-Socialismo nos dias atuais, sendo que não temos mais um “hipnotizador de massas” para conduzi-los.

Desta forma, é melhor o entendimento da responsabilidade coletiva e a clara e pacífica aceitação da nação aos princípios da hierarquia natural e do bem comum. A nação seguiu Hitler porque ele representava uma resposta aos seus anseios, porque traduzia a possibilidade dos sonhos de soberania e honra de um povo, porque era cúmplice dos sentimentos da nação. Hitler não era um “dono” da nação ou um ditador; era apenas um homem à frente da multidão, era um “condutor” da nação, na melhor tradução da palavra “führer”. Hitler era um líder natural, sua filosofia era (e é) capaz de definir os caminhos para o bem comum, que eram alegre e voluntariamente trilhados pela comunidade. Logicamente, haviam dissidências, mas estas eram repelidas pela massa em consonância. Haviam adversários, mas a nação reagia exemplarmente contra eles e os punia pelos males que causassem ou se prevenia contra os transtornos que pudessem criar. 

Todas as demais elementares desta Ideologia derivam do indigitado conceito de “inconsciente coletivo”, ou seja, uma orientação mais ou menos comum a todos os indivíduos de um determinado povo e herança, em respeito às leis naturais. A moral Nacional-Socialista se embasa nos valores naturais e procura codificá-los. 

Para distinguir bem o conceito moral natural do artificial, tomemos alguns transmutando-os para exemplos de valores sociais. A natureza fez as espécies e os indivíduos desiguais, uns mais outros menos capazes, e o Nacional-Socialismo exalta esta desigualdade entre os desiguais e a igualdade dos iguais; os conceitos liberais modernos, porém, afirmam que todos são iguais e pretende que todos sejam tratados igualmente. A natureza demonstrou, por exemplo, que o cruzamento entre parentes consanguíneos (incesto) gera indivíduos degenerados e a proibição a esse tipo vil de conjunção carnal se codificou num conceito moral, natural e universalmente aceito; mas os liberais modernos atribuem sua origem não às leis naturais de seleção, mas às convenções sociais ou religiosas. 

A natureza comprova que os homossexuais são inaptos à preservação da espécie, pois não se reproduzem e, portanto, seriam eliminados numa seleção natural, razão pela qual o Nacional-Socialismo não crê na homossexualidade como algo equivalente a heterossexualidade; já os liberais modernos pretendem fazer crer que o homossexualismo é algo equivalente a própria reprodução da espécie e que deva ser equiparada como tal no espaço social. Percebe-se, assim, que existem conceitos morais que se fundam no natural e outros que se originam no artificial, ou seja, numa convenção intelectual distante da realidade natural. 

A planta não se reproduz com luxúria, um animal não mata o outro por sadismo, o urso não hiberna por preguiça. Se você impede um gato de caçar um rato, pode estar sendo “humano” com o rato, mas está sendo extremamente “desumano” com o gato, impedindo-o de cumprir as funções de seu ciclo natural. A natureza não conhece a maldade; a maldade e o vício são criações existentes apenas no intelecto humano. O Nacional-Socialismo, fundando-se nas leis da natureza, nunca pode ser mal, senão apenas JUSTO – que seja o que há de ser. Se esses pontos de vista parecem cruéis para a moralidade neoliberal, por outro lado, não se ponde dar a valores artificiais, o antagonismo de uma verdadeira vontade suprema.

Tudo que se acabou de escrever são apenas noções gerais do que primordialmente compõe essa cosmovisão, ou seja, o complexo ideológico Nacional-Socialista. Não é permitido aprofundamento maior no assunto aqui, por questões de praticidade, razão pela qual recomendasse a leitura das obras mais importantes e também o aprendizado pessoal e espiritual, através da meditação.

O que escrevemos é o suficiente para o leitor chegar a uma nova questão: “se é isto o Nacional-Socialismo, quero ser um Nacional-Socialista?”. Muitos intimamente já o são, pois creem nas mesmas coisas talvez se decepcionem em saber que este ideal não se funda no ódio ou na violência ao diferente, senão no amor ao igual e em sua defesa; também não pretende a destruição, e sim a construção de um novo e melhor mundo para os povos da Terra; não age por meio da opressão ao povo, mas por meio de lideranças natas; não desafia o ordenamento cósmico, muito ao contrário, respeita as leis da natureza e as usa como veículo para a sobrevivência e perpetuação da espécie humana da forma mais sadia possível. 


Neste ponto se distingue o verdadeiro camarada do falso. O verdadeiro vê o mundo conforme a cosmovisão da liberdade e autonomia dos povos em existirem e age conforme esses princípios, , procurando sempre o bem comum dos seus sem esperar o interesse material e egoísta em troca. O falso é caricato e, apesar de se revestir de uma simbologia e aparência, não possui a essência espiritual. Existem muitas formas de ser um falso Nacional-Socialista, mas APENAS UMA forma de ser um verdadeiro camarada que é a fidelidade a si e aos seus, a honra e a nobreza nos atos, a camaradagem e a inteligência, a soberania e a dedicação total, seguindo preceitos no quanto possam ser adaptados aos nossos tempos (pois, como a Natureza, o Nacional-Socialismo evolui e se adapta).

*Esse presente texto foi adaptado do original do editorial do extinto site Valhalla88

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