Savitri Devi: O Último Filho da Luz

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Foi em 1889, durante o primeiro ano do reinado do Kaiser Guilherme II.
Bismarck, o chanceler de ferro, o criador do Segundo Reich alemão estava, todavia, no poder, ainda que não por muito tempo. As forças ocultas anti-alemãs que de prontidão iriam posteriormente causar sua queda, de forma gradual, rompendo desta forma o ímpeto que ele havia dado aos acontecimentos, já estavam em plena atividade; há tempos presenciava-se o trabalho em busca deste objetivo o qual visava vê-lo em ruínas. Além disso, existiam outros fatores imponderáveis – forças morais e místicas – ao lado e inclusive atrás delas: as mesmas forças de desintegração que haviam estado, durante mais de dois milênios, guerreando a conduzir a raça ariana para sua perdição. Portanto, necessitava-se um gênio mais-que-político, uma personalidade sobre-humana, para se impor àquele caminho.

 

Especialmente durante os passados cem anos, concretos desde a eclosão da Revolução francesa, a Europa esteve submergindo mais depressa que nunca, sob influência do judaísmo internacional e seus hábeis agentes: a maçonaria e os diversos corpos supostamente “espirituais”, direta ou indiretamente ligados a ela. Séculos de errônea explicação do cristianismo – uma crença essencialmente extraterrena – aos assuntos mundanos. Haviam preparado a base para o triunfo das mais perigosas superstições; a crença na “felicidade” e a “igualdade de direitos” para “todos os homens”; a crença na cidadania e na “cultura” como algo separado e inclusive mais importante que a raça em si; a crença em um progresso ilimitado através de uma suposta receptividade à “educação” e na possibilidade de uma paz e “felicidade” universal como resultado do “progresso” – os maravilhosos descobrimentos da ciência postos ao serviço do “homem”; a crença no direito do “homem” e a consequente crença deste mesmo homem trabalhando contra o espírito da natureza e a favor de seu próprio prazer e benefício. Havia sido incrementado o acentuado, exaltado e popularizado nauseabundo amor ao “homem” como algo distinto e oposto a todas as demais criaturas, ou, sendo mais exato, o “para além do bem e mal”, mas deficiente, medíocre – tão debilitado e, de certo modo, distante de toda a ideia milenar de homem guerreiro, comum aos povos arianos, integrantes de uma humanidade superior, expressada na concepção de que “o herói assemelha-se aos deuses”, usando as palavras de Homero.
E o colonialismo estava em seu ponto culminante e a atividade missioneira cristã também. O que vem a significar ter cedido ela mesmo diante das forças de desintegração, fazendo com que a Europa, o continente invadido, estivesse conduzindo essas atividades cristãs, de forma veloz, ao resto do mundo. Preparava, desta forma, o epílogo da Idade Média: o estado de caos biológico que representava a condição preliminar para o domínio de inferiores e a consequente aniquilação sistemática de qualquer elite humana supervivente de sangue e caráter.
Naquela época então, um digno e honesto trabalhador oficial de aduanas vivia junto de sua família em Braunau, uma bonita e pequena cidade sobre o rio Inn, na fronteira entre Áustria e Alemanha; A cidade, com sua praça principal, onde em um de seus lados presencia-se uma velha fonte ocupada por uma estátua de Cristo feita em pedra; com suas velhas casas e igrejas, com antigas vias – limpas e estreitas – e a “torre” de quatro andares – Salzburger Turm – que já então separava a praça principal de suas imediações (1), que eram um pouco diferentes das outras numerosas e pequenas cidades da região. Provavelmente tinha o mesmo aspecto que a tem dos dias de hoje: as cidades menores transformam-se com menos intensidade se comparadas às maiores. E o oficial de aduanas, cujo nome era Alois Hitler, vivia e se relacionava com a vida como tantos outros funcionários do governo. Agraciado com enorme vontade de potência e perseverança, desde sua juventude teve formação autodidata, promovendo a si mesmo desde a posição de um rapaz do povo ao notável cargo público governamental que ocupara, o qual se lhe manifestava acima do respeito. E agora, após todos estes anos, cujos dias foram tão desesperadamente iguais, sua vida monótona não parecia de fato ser assim diante de seus olhos, posto que não dispusesse de tempo para refletir a seu respeito. Meticulosamente rigoroso, trabalhou e trabalhou. E os dias e anos se passaram. E deste modo, chegaria o tempo em que o honesto funcionário retirar-se-ia a uma pequena pensão.
Para tanto, vivia nas imediações, a alguns passos da Salzburger Turm, em uma velha casa de dois andares, com patamares pitorescos curvados sobre os degraus da escada, além de espaçosas habitações. Sua esposa Clara era bela: loira, com magníficos olhos azuis. Com apenas vinte e nove anos (era ela sua terceira esposa), era dotada de apaixonada natureza, sendo pensativa e serena; tão imaginativa e intuitiva, ao passo que seu marido não dotava de romantismo; tão carinhosa como respeitoso ele o era; e capaz de um contínuo e interminável sacrifício. Ela o respeitava profundamente: ele era seu marido e, sobretudo, ela amava a suas crianças – e o Deus que havia dentro delas. E ela desconhecia o quanto estava certa, de forma tão concreta quanto o espírito divino – a divina personalidade da humanidade ariana, cuja manifestação aparece agora e então na forma de um ser humano extraordinário – e que vivia nela como o bebê que estava a amamentar: seu quarto filho.
Alois (esquerda) e Klara (direita) Hitler foram pais de 6 filhos, cujo quarto se chamou Adolf
Recém acabava de tê-lo em 20 de Abril, às seis e dezoito da noite, nesta larga e arejada habitação do segundo andar – encontrava-se ela no último cômodo à mão direta – no qual estava agora recostada, sentindo-se fraca, cansada, porém imensamente feliz. As três janelas davam vista à rua. Através de límpidos cristais e brancas persianas, ardentes raios de sol penetravam em abundância. O bebê dormia. A mãe, por sua vez, descansava – Não tinha noção de que acabava de ser o instrumento de um tremendo poder cósmico.
A algumas poucas centenas de jardas mais adiante – atrás da Salzburger Turm e a ampla praça rodeada de casas relativamente altas – fluía o azulado rio Inn, afluente do Danúbio. Havia uma ponte sobre ele, tal como existe ainda nos dias de hoje. A paisagem – suaves colinas, com bosques aqui e ali; e bem casas de telhado vermelho bem conservadas, aconchegantes por si só, além de, ocasionalmente, um campanário de uma igreja localizado entre a borda do rio e as preciosas pendentes verdes à distância – era, pois, o mesmo a ambos os lados da ponte. As pessoas que ali residiam também eram a mesma: Bávaros – alemães, portanto. Porém este lado, de onde se encontrava a praça principal com sua velha fonte, a Salzburger Turm e as imediações, era chamado Áustria. O outro lado, Alemanha.
Dormia o bebê; a mãe, por sua vez, serenava, estando grata pelos brilhantes raios de sol já próximos daqueles emitidos durante o verão. Tendo sua criança ao seu lado, poderia vê-la sempre que pudesse. Contudo rezaria de forma intensa ao reino dos céus para que pudesse ele viver: seus três primeiros filhos teriam morrido, um em sequência do outro.
A criança fora batizada com o nome de Adolf.
Trinta e cinco anos mais tarde, o homem em que se havia convertido escreveu:

“Hoje me parece que o destino me dispôs, de forma feliz, Branau como o lugar de meu nascimento. Esta pequena cidade se situa justamente à borda dos estados germânicos e sua conseqüente unificação representa, para nossos homens que integram uma nova geração, um trabalho vital que bem merece realizar-se por todos os meios” . (2)

Refere-se ele ao “destino”. Se não o fora pela singularidade de tal afirmação em um livro escrito para milhões de europeus, dificilmente preocupados ou interessados com a ideia do nascimento ou o renascimento, poderia ele ter dito, com igual ou maior exatidão, de “sua própria eleição”. Pois de acordo com a antiga sabedoria, homens dotados de tanta qualidade como a sua escolhem nascer, sem a obrigação de sê-los, e, do mesmo modo, escolhem ao lugar de nascimento.
Em meados de 2016, Wolfgang Sobotk, ministro do interior austríaco fez pressão para que a casa original onde nasceu Adolf Hitler fosse completamente demolida, sob a velha justificativa de que não se queria que o local tornasse ponto de “peregrinação neonazista”. Entretanto, o motivo pela qual o governo austríaco não a demoliu foi menos honroso ainda: a opinião da imprensa judaico-sionista internacional espalhou a ideia de que isso seria para a Áustria “negar seu passado nazista”, como se isso tivesse que ser uma chaga aberta para sempre, na pele de todas as gerações que já se passaram, como “símbolo de culpa” (sic!). Não dá pra saber oque é mais vil. (fonte)
Invisível sobre o céu da pequena cidade de fronteira, as estradas formavam, em 20 de Abril de 1889, às seis e dezoito da noite, um claro desenho marcando o retorno à terra daquele que retorna; o homem divino “contra o tempo” – a encarnada personalidade coletiva da humanidade superior – aquele que, uma vez ou outra, e cada vez mais heroicamente, interpõe-se de forma solitária contra a permanente e acelerada onda de decadência universal e prepara, através de uma árdua e sangrenta luta, o amanhecer do seguinte ciclo do tempo, ainda reconhecendo-se aparentemente estar, durante anos ou décadas, propício ao fracasso.
Pois o recém nascido não era outrem senão Ele.
Nunca as circunstâncias teriam sido mais desfavoráveis ao seu reconhecimento. Difícil era a possibilidade da tomada de consciência de sua missão no hábito de um soberano predestinado. Não tinha somente, como qualquer um que está disposto a reconhecer, um largo caminho desde o humilde status da criança a aquele que teria de alcançar para inserir-se, na história do ocidente, na parte política que lhe fora destinada, sem que nada parecesse apropriado para preparar-lhe a execução de sua grandiosa tarefa, sabendo que viria a ser a de despertar a alma ariana ocidental à sua própria sabedoria natural. A sabedoria ariana, em sua forma consciente e guerreira, em oposição a todos os valores tradicionais do cristianismo, era desconhecida no mundo ocidental da época – sobretudo entre Braunau – Desconhecida à exceção de alguns poucos pensadores como Nietzsche.
Os poderes celestiais, sem dúvida alguma, deram à criança divina, pois, grandiosos privilégios através dos quais ele iria, estando surpreendentemente pronto, a ter consciência; a reinventar o poder com que fora presenteado, segundo o seu próprio entender: primeiro, uma pura e saudável herança, contendo o melhor tanto do sangue nórdico como de celta – a imaginação apaixonada e a intuição mística dos celtas, aliada à vontade de potência, minúcias, eficiência e senso de justiça (e também perspicácia) nórdica; e, tempo junto dele, um amor apaixonado, ilimitado e insondável por essa terra alemã que se estende a ambos os lados do Danúbio e mais adiante; e por seu povo, seus irmãos de sangue: não àqueles caracterizados como espécies perfeitas da humanidade superior (pois, contudo, não há evidências de seres perfeitos nesta Era Obscura), mas seu amor direcionava-se àqueles que puderam e chegaram a ser como tais, ainda que possuam seu elemento fundamental.
Através desse amor – e somente através dele – iria elevar-se à intuitiva certeza da verdade eterna sobre a qual iria construir a doutrina nacional-socialista, forma moderna da perene religião de vida; essa certeza que a separa dos maiores políticos e o estabelece diretamente dentro da categoria dos guerreiros, profetas, fundadores das mais sábias civilizações que conhecemos; dentro da categoria dos homens “contra o tempo”, cuja visão alcança algo para além de nosso enfermo mundo, condenado a uma rápida destruição. Homens contra o tempo cujo mundo encontra-se próximo da Idade Dourada, na qual são eles profetas e deuses.
Notas:
 
(1) – Die Vorstadt.
 
(2) – HITLER, Adolf. Mein Kampf.
Fonte: DEVI, Savitri. The Lightning and The Sun. Egito 1958. Retirado da edição em inglês da National Vanguard. Hillsboro (EUA), 1986.
 
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Quem é Savitri Devi?
 
Savitri Devi Mukherji, nascida Maximine Julia Portaz, em 30 de setembro de 1905, na cidade de Lyon, França,  foi uma escritora francesa, de etnia mista inglesa, lombarda e grega, que se buscou a fé do hinduísmo e apoiou o nacional-socialismo. Ela trabalhou para sintetizar os dois criando uma ideologia única.
 
Embora místico em sua concepção do nacional-socialismo e, muitas vezes, classificado como um defensor do chamado misticismo nacional-socialista, Savitri Devi viu a nova doutrina política como fé prática sem a necessidade da metafísica . Seus escritos se tornaram uma grande influência no estudo do chamado “hitlerismo esotérico”.
 
Desde a infância ao longo de sua vida, ela era uma apaixonante defensor dos direitos dos animais, suas primeiras afiliações políticas foram para o nacionalismo grego . Assim, durante a Primeira Guerra Mundial , ela ficou indignada com a invasão tripla da Entente da Grécia neutra.
 
Portaz estudou filosofia e química, ganhando dois mestrados e um doutorado. em filosofia da Universidade de Lyon. Seus dois primeiros livros foram suas dissertações de doutorado: Essai-critique sur Théophile Kaïris (“Ensaio Crítico sobre Theophilius Kaïris” – Lyons: Maximine Portaz, 1935) e La simplicité mathématique (“Matematical Simplicity” – Lyons: Maximine Portaz, 1935) . Portaz impressionou seus professores com sua mente vibrante e penetrante.
 
No início de 1928, renunciou à cidadania francesa e adquiriu a nacionalidade grega. Juntando-se a uma peregrinação na Palestina durante a Quaresma em 1929, Portas percebeu que ela era, e sempre foi, nacional-socialista . Em 1932, viajou para a Índia em busca de uma cultura pagã viva. Aderindo formalmente ao hinduísmo, ela tomou o nome Savitri Devi (“Deusa das raios solares” em sânscrito). Ela se ofereceu na Missão Hindu e escreveu A Warning para os hindus para oferecer apoio para o nacionalismo e a independência hindus e aumentar a resistência à propagação do cristianismo e especialmente ao Islã na Índia. Em 9 de junho de 1940, ela se casou em uma cerimônia hindu com Asit Krishna Mukherji, um brâmane bengali com convicções nacional-socialistas que editou o jornal pró-alemão New Mercury.
 
Após a guerra, ela viajou para a Europa no final de 1945. Em 15 de junho de 1948, ela levou o Nord-Expreß da Dinamarca para a Alemanha, onde distribuiu milhares de cópias de folhetos manuscritos encorajando os “Homens e mulheres da Alemanha” a “se manterem firmes com a nossa gloriosa fé nacional-socialista e resistir! “Ela escreveu sua experiência em Gold in the Furnace (que foi reeditado em homenagem ao seu 100º aniversário sob o título Gold in the Furnace: Experiences in Post-War Germany).  Foi julgada (em Düsseldorf em 5 de abril de 1949 ), pela promoção de ideias nacional-socialistas em território alemão e condenada a três anos de prisão. Ela serviu oito meses na prisão de Werl, onde fez amizade com seus companheiros nacional-socialistas e prisioneiros de SS (relatados em Defiance) antes de serem libertados e expulsos da Alemanha. Ela foi ficar em Lyon, na França.
 
Em abril de 1953, ela obteve um passaporte grego em seu nome de solteira para voltar a entrar na Alemanha, e ela começou uma peregrinação, como ela chamou, de locais sagrados do Terceiro Reich. Ela voou de Atenas a Roma, depois viajou por trilho sobre o Passe do Brenner na “Grande Alemanha”, que ela considerava “o lar espiritual de todos os modernos arianos raciais”. 
 
Savitri Devi tornou-se amigo de Hans-Ulrich Rudel e completou seu manuscrito de The Lightning and the Sun em sua casa em março de 1956. Também conheceu Johannes von Leers no Egito e Otto Skorzeny em Madri em 1961.
 
The Lightning and the Sun é um trabalho filosófico clássico sobre a inevitabilidade histórica da decadência cultural e do renascimento, seus argumentos em metáfora, usando “relâmpagos” para se referir a forças de destruição e “sol” para se referir à construção de acordo com as leis eternas da natureza, ambos são necessários, diz Devi, uma vez que, para construir o puro e novo, primeiro deve varrer os detritos apodrecidos da antiga ordem corrupta. A violência, por si só, não tem atribuição moral; Vale a pena ou não, dependendo do que pretende. Para ilustração, a autora examina em detalhes as vidas de três figuras da história: Akhnaton, Genghis Khan e Adolf Hitler. Ela argumenta que estamos no final de um ciclo de história em que a corrupção e as mentiras prevalecem sobre a honra e a verdade, e que está na hora da tempestade de violência que precederá a próxima era de ouro.
 
Em 1962, participou da conferência internacional nacional-socialista em Gloucestershire e foi um dos fundadores signatários do Acordo Cotswold que estabeleceu a União Mundial de Socialistas Nacionais (WUNS). 
 
Savitri Devi continuou a correspondência com ativistas nacional-socialistas na Europa, nas Américas e na Jordânia: John Tyndall, Matt Koehl , Miguel Serrano e Ernst Zündel e suas viagens da Europa a Ásia nos anos 1970.
 
Ela morreu em 1982 em Sible Hedingham, Essex, Inglaterra , na casa de sua amiga Muriel Gantry; A causa da morte foi registrada como infarto do miocárdio e trombose coronária. Ela estava a caminho de palestra na América com o convite de Matt Koehl na época.
 
Suas cinzas foram enviadas ao santuário do Partido Popular Nacional Socialista em Arlington, Virgínia, onde foram colocados ao lado dos de George Lincoln Rockwell.
 
Savitri Devi foi influenciado por escritores e pensadores como Julius Evola e Oswald Spengler, e por sua vez influenciou o diplomata chileno Miguel Serrano . Entre suas idéias estava a classificação dos “homens acima do tempo”, “homens no tempo”, “homens contra o tempo”.
 
Em 1982, Francisco Freda publicou uma tradução alemã de Gold in the Furnace; O quarto volume de sua revisão anual, Risguardo (1980), foi dedicado a Savitri Devi como o “missionário do paganismo ariano”. (fonte)

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