Reinhold Leidenfrost: A vida dos alemães sob Adolf Hitler

O relato de uma testemunha da época
Quando os ingleses, dentro de um espírito genocida, jogaram as primeiras bombas sobre as cidades alemãs, e com isso sobre homens, mulheres, crianças e idosos, eu me alistei como voluntário na aeronáutica, na condição de piloto, intencionando derrubar os bombardeiros terroristas ingleses. No percurso da guerra, eu continuei atuando como piloto, por último em um esquadrão de caças.
Após o cativeiro, eu retornei à Turíngia. Quando um amigo foi recolhido pelos soviéticos e por suas marionetes comunistas alemãs, e não mais retornou, eu tive que abandonar rapidamente o sistema comunista criminoso da região central da Alemanha. Eu terminei meus estudos na Alemanha Ocidental. Meu sustento durante os estudos provinha do trabalho em um depósito de madeira de uma fábrica de papel. Após 6 anos no mercado de trabalho, consegui um emprego como engenheiro em uma grande indústria da Alemanha Ocidental. Posteriormente eu fundei minha própria empresa de desenvolvimento tecnológico. Através das invenções e das inovações técnicas, eu pude ajudar na criação de muitos postos de trabalho para os alemães.

Reinhold Leidenfrost (1924 – 2017) engenheiro alemão, ex-oficial da Luftwaffe (Força Aérea Alemã) e piloto de caça Be 109 durante a Segunda Guerra Mundial. Depois da guerra, ele foi uma testemunha contemporânea e deu palestras nas fileiras da Resistência Nacional.

A decadência atual, praticamente todas as áreas, tem sua origem no sistema político e no fracasso dos políticos. No pós-guerra, na Alemanha Ocidental, os jovens soldados que retornaram do cativeiro, juntamente com os homens e mulheres compatriotas, reconstruíram a Alemanha Ocidental. Naquela época, tínhamos ao nosso lado competentes líderes econômicos, que conseguiram elevar a produção industrial durante a guerra, mesmo sob a chuva de bombas dos americanos e britânicos. Tratava-se para nós todos, de reconstruir nossa Alemanha dentro do espírito alemão de unidade como povo. A RFA (República Federal da Alemanha, em alemão, ‘Bundesrepublik Deutschland‘ ou ‘BRD’, popularmente ‘Alemanha Ocidental’) nos foi imposta como condição provisória, até que a Alemanha fosse reunificada. Os atuais políticos consideram silenciosamente todos os aspectos desta construção provisória, como seu estágio final. De acordo com o Direito Internacional, o Reich alemão ainda existe, mas apenas se encontra incapaz de negociar. O destino de nossos políticos, escolhidos democraticamente em 1933, é de conhecimento geral. O veredito do linchamento de Nuremberg foi uma gritante injustiça!
O espírito alemão nacional-socialista viveu frequentemente após a guerra em muitos aspectos. Aqui segue um exemplo: Após a guerra, quando toda a região do Ruhr se encontrava como um grande monte de entulhos, os ingleses confiscaram as ainda intactas máquinas e as transportaram para a Inglaterra a título de reparação de guerra. Como vocês sabem, o mesmo foi feito pelos soviéticos. Para impedir o transporte de uma prensa de 10.000 toneladas, uma greve geral foi convocada pelo recém-criado sindicato. Esta grande prensa era a maior do mundo e poderia ter nos trazido vantagens econômicas. Quero ainda acrescentar que a liderança do sindicato da época ainda pensava nos alemães. Tratava-se da manutenção dos postos de trabalho e do bem-estar do povo. Nesta manifestação na região do Ruhr, encontravam-se também representantes dos empresários. Após calorosas discussões por parte do sindicato, um velho empresário pediu a palavra. Ele bradou: “Deixem que levem a máquina velha. Nós conseguimos dar conta de toda produção de guerra. Nós construiremos uma nova, maior e melhor!”
Com um só golpe, os ânimos acirrados esvaneceram. Sim, sim, sim, foi a resposta! Ele pronunciou as palavras redentoras. Aqui foi possível sentir o velho espírito nacional-socialista novamente. Ele ainda estava vivo. No nacional-socialismo, os trabalhadores e empresários estavam lado a lado contra o inimigo comum: o capitalismo judaico e o comunismo judaico.
Os ingleses levaram a velha prensa para a Inglaterra – e que ainda hoje possuem. Nós, jovens engenheiros da época, havíamos escrito estas palavras “atrás das orelhas” e posteriormente projetamos e construímos a mais moderna prensa do mundo; o que nos trouxe muitas vantagens em relação aos Ingleses e outros países vencedores da guerra, e que proporcionou uma recuperação estrondosa da Alemanha Ocidental. Na Inglaterra, por décadas, instalações ultrapassadas foram a normalidade da indústria. Em suas fábricas, por muito tempo perdurou as polias pelos galpões, para movimentar as máquinas. Na Alemanha, sob Hitler, nós já utilizávamos há muito tempo os modernos motores elétricos nas máquinas de produção – o que nos trouxe enormes vantagens técnicas.
A compra de marcas de automóveis inglesas por alemães mostra ainda hoje a relativa competência das empresas inglesas. O ódio do inglês capitalista frente ao esforçado alemão tem também aqui sua origem.
Na Segunda Guerra Mundial, também originada pela Inglaterra, ela teve que implorar a quase todo o mundo para derrotar os esforçados e corajosos alemães, em uma longa guerra que nos foi imposta.
No Nacional-Socialismo sob Hitler, valia o seguinte lema: trabalhadores e empresários pertencem a uma unidade fechada e não podem se colocar um contra o outro – ao contrário do atual sistema capitalista. Em toda minha carreira, eu sempre tive que pensar nesta correta e importante concepção. O que um empresário pode fazer com uma bela invenção, se ele não tem trabalhadores nas oficinas para fazer acontecer a produção? – Nada! O mesmo vale também no sentido oposto: o que pode fazer o melhor trabalhador, se ele não tem um empresário que pode levar ao sucesso através de decisões acertadas? – Nada! O lema: Trabalhadores da testa e punho, unidos em um espírito empresarial de consciência nacional, fazem parte de uma comunidade ativa! Sob Hitler, este reconhecimento encontrou seu sentido. Este princípio político, juntamente com a rejeição do padrão-ouro do sistema capitalista, tirou a nós, alemães, do desespero e da submissão perante o Ditado de Versalhes. A Alemanha sob Adolf Hitler não foi mais o objeto de exploração das potencias vencedoras da Primeira Guerra!
Esta foi a concepção de Adolf Hitler em contradição a uma atual comunidade do povo desprezada, caluniada e desrespeitada! Entre os políticos de hoje – ou melhor, entre os vassalos capitalistas – não há mais espaço hoje em dia para um posicionamento nacionalista. O desdobramento econômico através de mais fusões é a palavra mágica. Os detentores de capital do estrangeiro decidem então sobre a eliminação de postos de trabalho na Alemanha. O conflito entre as diversas correntes da sociedade entre si – ou seja, entre desempregados e patrões e vice-versa – é o princípio máximo do atual sistema capitalista pseudo-democrático. Onde isso nos levou, podemos ver em vários exemplos negativos da economia. O trabalhador alemão tornou-se um joguete nas mãos de associações econômicas estrangeiras. Isto é capitalismo e globalismo em sua forma mais pura! Nós temos que nos defender contra isso com todas as nossas forças! [1].
Eu gostaria de acrescentar que, sob Adolf Hitler, 6 a 7 milhões de desempregados da “República de Weimar” tinham sido realocados em 2 anos e meio. Após apenas 5 anos, a capacidade laboral estava completamente tomada – sim, juntamente com essa monstruosa capacidade de eliminar o desemprego, vários outros postos de trabalho adicionais foram criados! Os adversários de Hitler argumentam que isso só foi possível devido ao rearmamento. Isso é absolutamente mentira! O rearmamento começou com força total apenas em 1939, ou seja, com a guerra que nos foi imposta pela Inglaterra e França. Vocês podem verificar estes dados na obra de Wagenführ: “A indústria alemã durante a guerra 1939-1945”.
A situação econômica na denominada República de Weimar
Após a derrota na Primeira Guerra Mundial, também deflagrada pela Inglaterra, a Alemanha foi cercada e sitiada, e o país levado a uma situação de desabastecimento de gêneros alimentícios sem paralelo.
O catedrático H. C. Peterson escreveu em seu livro “Propaganda for War”: 

“Até 1918, morreram de subnutrição e doenças causadas pelo bloqueio, um número estimado de 763.000 alemães.” Estes alemães eram crianças, mulheres e idosos – justamente os mais fracos.

Charles C. Transill esclareceu em seu livro “Back Door to War”: 

“Com a assinatura do cessar fogo em 11 de novembro de 1918, o bloqueio da Alemanha não foi suspenso. Muitos meses se passaram após o final da Primeira Guerra Mundial, sem que os governos dos aliados permitissem o fornecimento de gêneros alimentícios aos milhões de esfomeados na Alemanha.” – Já naquela época almejava-se o extermínio do povo alemão!

Duff Cooper, Primeiro Lorde do Almirantado escreveu: “Nós fizemos todo o possível para deixar morrer de fome mulheres e crianças na Alemanha.”
Winston Churchill, já naquela época um dos mais influentes políticos ingleses, declarou em uma entrevista ao London Times, em 1919: “Caso a Alemanha volte a negociar nos próximos 25 anos, então nós fizemos esta guerra (Primeira Guerra Mundial) em vão.”
Após a conclusão do Ditado de Versalhes em 1919, quando todo o ódio contra a Alemanha havia sido colocado e selado no papel, a Alemanha teve que transferir toda sua reserva de ouro para os abastados vencedores, a título de reparação de guerra. Ao todo, a fantástica soma de 100 bilhões de marcos em ouro. Este valor foi até deixado sem limite superior. Como a Alemanha não conseguia pagar este montante, a França pegou seu quinhão ao invadir a região do Ruhr e Reno, e se apoderou das reservas de carvão destas regiões. Na Alemanha, as pessoas passavam frio e fome. Por causa dos elevados valores das reparações de guerra, o marco alemão não possuía mais lastro em ouro. Isso trouxe a hiperinflação! Toda poupança do povo foi transformada com isso em “zero e nada”. Um pãozinho custava na época 1 milhão de marcos! E o que isso significava para uma família com crianças, não precisa ser mencionado. O dinheiro marco transformou-se em mero papel-moeda! O “Rentenmark”, inserido posteriormente em 1924, acabou de fato com a inflação, mas levou todavia a um aumento dos preços. 

Algumas imagens entre 1923 e 1929 mostram oque aconteceu na Alemanha do pós-guerra ou entre-guerras. O fenômeno massivo da hiperinflação causada pelo Ditado de Versalhes (1918/19). Claramente a intenção dos sionistas aliados as Altas Finanças, patrocinando os comunistas assim como o governo social-democrata da época, tinha uma única intensão de derrubar para sempre o Império de Bismarck. Na figura 1 – crianças brincam com notas de marks em 1923; 2 – a pobreza extrema dos veteranos de guerra que não podiam trabalhar (na foto, um oficial do Exército esmola em Berlim); 3 – pessoas com cestos cheios de cédulas de marks vão comprar pão em 1923;  4 – as notas de dinheiro eram tão desvalorizadas que eram varrias aos montes nas calçadas de comércios em 1923; 5 – os bancos nem sabiam oque fazer ou onde guardar tantas cédulas. 

O Rentenmark não resolveu por completo o problema, pois através da alta taxa de desemprego, faltou ao simples cidadão, ao operário, o acesso às coisas mais básicas e necessários da vida, como por exemplo a uma alimentação adequada. Os anos da “República de Weimar” foi sinônimo para o povo alemão, de desemprego e fome, uma casa fria no inverno e um futuro sem perspectiva. A taxa de suicídio nas cidades era muito alta! As famílias com crianças foram atingidas em cheio com a miséria reinante. Os governos da época, totalmente perdido e por causa da incapacidade democrática, podia apenas governar através de medidas provisórias e de exceção. Adolf Hitler mostrou a este incapazes políticos, originários dos 32 partidos daquela época, o caminho a ser seguido. Mais sobre esse episódio, descrevo a seguir.

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Como vivenciei a miséria na própria pele
Uma tremenda quantidade de pessoas que viviam nas cidades se deslocaram para o campo e imploravam por alimentos para suas famílias. Nas pequenas cidades, os desempregados desesperados se ofereciam como força de trabalho a troco apenas de um prato de comida. Nos campos, onde já havia sido colhidas as batatas, eles procuravam por algum resto que ficou pelo caminho. O carvão necessário para o aquecimento dos lares não podia ser mais adquirido pelo trabalhador normal. Para se aquecer no inverno que se aproximava, providenciava-se por 1 marco um vale-lenha junto aos administradores de florestas. O detentor destes vales tinha então o direito de apanhar hastes e galhos das árvores das florestas, e utilizá-las como lenha para aquecer no inverno. Podia-se ver grandes filas de pessoas com suas carriolas, em direção às florestas. Cínicos e mentirosos jornalistas falam hoje dos “anos 20 dourados”! Isto é um grosseiro escárnio e mentira para com os muitos esfomeados e que sofriam com o frio.
O partido comunista se firmava como criminoso. Os camponeses da Turíngia tinham na maioria pequenas propriedades, não tinham qualquer reserva em ouro e se encontravam invariavelmente endividados. Mas para os comunistas, eles eram considerados membro da classe dos proprietários e, portanto, eram adversários políticos. Nosso pequeno sítio foi “visitado” por tais grupos inúmeras vezes. A visita consistia em um comportamento porco e na exigência de que a comida fosse servida na mesa – sem pagamento, é claro! Meu pai disse para minha mãe: “Entregue-lhes tudo que temos, senão eles ainda vão queimar a casa”.
Alguns nomes aos bois traidores de um povo inteiro que hoje são ovacionados pela imprensa podre alemã e internacional além de pseudointelectuais. Aqui enumeramos algumas proeminentes personalidades e entidades socialistas vermelhas e comunistas alemãs em posse do governo na época. 1 – Rosa Luxemburgo, 2 – Karl Liebknecht, 3 – Clara Zetkin, 4 – Friedrich Ebert (o primeiro a assumir no golpe republicano que derrubou o Império alemão e o impediu de vencer a Primeira Guerra) e 4 – Otto Wels (líder do SPD na época de Hitler e o NSDAP, partido social-democrata que assumiu a República esfacelada e submissa alemã). Entre as entidades mais proeminentes, citemos a  5 – Partido Comunista de Alemanha (‘Kommunistische Partei Deutschlands‘ – KPD), do qual as pessoas das figuras 1, 2 e 3 participavam e o citado Partido Social-Democrata da Alemanha (‘Sozialdemokratische Partei Deutschlands‘, SPD), ainda hoje ativo e forte na Alemanha, ao qual as figuras 4 e 5 eram líderes.  Sem contar o Comunistas Internacionalistas da Alemanha (IKD), ao qual esses faziam parte em apoio dos Soviéticos. Todos eles, judeus pró-sionistas que junto por meio de financiamento e facilitação dos liberais e megaempresários dos grupos anglo-estadunidenses, deram um golpe de Estado na Alemanha, afundaram o país numa crise irremediável e sacrificaram seu povo no sangue e miséria, pois também promoveram todo reboliço interno que causou a derrota na Guerra em 1918. Onde está a Revolução dos Comunistas?
Deve-se acrescentar que o céu reluzia frequentemente as labaredas da vizinhança. Sítios foram queimados. Dizia-se que eram os comunistas. O medo nos acompanhava constantemente naquela época. Reinava uma atmosfera revolucionária! Somente depois, quando Adolf Hitler formou as SA, essa corja desapareceu rapidamente e uma relativa ordem retornou.
Situações catastróficas dominavam as montanhas das florestas da Turíngia e da Francônia, do Erzgebirge, Rhön e outras regiões pobres da Alemanha. Para o simples cidadão, a fome estava sempre presente!

SA (Sturmabteilung – Destacamento Tempestade), usualmente traduzida como “Tropas de Assalto”, foi a milícia paramilitar do NSDAP abreviado de SA. Formada pelos membros jovens do partido e por milícias freikorps nacionalistas alemãs no início de 1922, que teve como porta bandeiras o famoso Host Wessel e homens como Ernst Höm.  Formada inicialmente para conter a depredação dos corpos paramilitares comunistas na Alemanha, acabou tornando-se uma poderosa maquina de choque nos comícios e marchas do partido nas cidades por onde passava, botando para correr literalmente as tropas paramilitares comunistas, boicotando o establishment financeiro dos inimigos da Alemanha, tornou-se admirada e respeitada pela postura extremamente disciplinada e hierárquica. 

Adolf Hitler chegou à chefia do Reich a 30 de janeiro de 1933, através de uma eleição democrática. Ele assumiu um Estado totalmente falido, a “República de Weimar”, com 6-7 milhões de desempregados. Como já dissemos, toda reserva de ouro foi tomada como reparação de guerra pelos abastados vitoriosos. Os bolsos estavam vazios! Todo o povo alemão estava esperançoso por um novo recomeço sob Adolf Hitler.
Ele prometeu trabalho e pão – e ele também manteve sua palavra no período subsequente! Não vamos nos esquecer disto! Adolf Hitler não considerava de forma alguma se endividar junto aos bancos judaicos, e assim poder financiar a economia alemã. Ele teria desta forma sucumbido diante da escravidão pelos juros e isso não era aceitável.
A economia nacional-socialista sob Adolf Hitler está, portanto, em contrapartida para o endividamento irresponsável dos atuais vassalos políticos do sistema capitalista na RFA (República Federal da Alemanha)! Adolf Hitler encontrou um novo caminho e aí temos seu grande feito.
E certamente é importante para você perceber, quão genial ele fez isso. Seu caminho denominava-se “Economia Popular”. Muitos das gerações posteriores não conseguem imaginar hoje o que isso significa. Então uma pequena explicação: para aliviar a grande aflição do povo alemão, foi realizada uma “Campanha de inverno” (WHW). Atuava-se sob o lema: “Ninguém deve passar fome e frio”. Houve então uma enorme ação voluntária para angariar vestimentas para os mais pobres habitantes das cidades alemãs. Foi uma feito social de primeira grandeza e teve grande repercussão. Através de pequenas figuras esculpidas em madeira, pequenas figuras de vidro etc, que foram produzidas nos bairros pobres e entregues como sinal de recebimento de uma doação, logo foi possível criar rapidamente mais trabalho e pão. Deixava-se à mostra tais sinais, como mostra de sua participação na ajuda comunitária. Naturalmente estes objetos tornaram-se fator motivante para todo povo alemão.
Para levar trabalho e pão a esta massa de milhões de desempregados, foi desenvolvido o programa “motorização” na Alemanha. Iniciou-se a construção de rodovias apenas com matéria-prima alemã. Como todos vocês sabem, as estradas possuem hoje uma camada superficial de asfalto. Mas asfalto tinha que ser importado do estrangeiro e pago com dólares. Mas nós não tínhamos dólares! O “método de lajes de concreto” foi inventado. A superfície das rodovias foram construídas através da justaposição das placas de concreto, fabricadas in loco. Todas as matérias-primas necessárias estavam disponíveis na Alemanha. Os inventores e construtores foram o Dr.-Ing. Todt e Dr. Dorpmüller.
Sobre as rodovias, o trabalhador alemão, o povo, deveria viajar. As fábricas de automóvel apresentaram seus preços. As propostas estavam entre 1.350 e 1.600 Reichsmark por carro. Para Adolf Hitler, este preço era muito elevado. Portanto, dentro da concepção de Hitler, dever-se-ia criar um novo e moderno automóvel para o povo. Professor Ferdinand Porsche construiu este novo carro – o Volkswagen. Este automóvel era novo em todos os aspectos e foi o carro mais barato e construído no mundo. Ele custava na época 955 Reichsmark e poderia ser pago em pequenas prestações. Não vamos nos esquecer que o nome “Volkswagen” foi usado pessoalmente por Adolf Hitler. Pense nisso quando você ver um VW na próxima vez!
Para não deixar a Alemanha na dependência principalmente das Altas Finanças judaicas do estrangeiro, químicos alemães projetaram e desenvolveram um processo industrial para fabricação de pneus a partir de matérias-primas nacionais, através da polimerização do carvão. A fábrica “Buna” em Merseburg foi construída para isso. Os pneus fabricados a partir da borracha sintética alemã eram mais resistentes do que os pneus provenientes da borracha natural.
Como sabemos, os automóveis utilizam gasolina, e esta é um produto da destilação do petróleo. Petróleo podia ser comprado no estrangeiro apenas em dólar – e este nós não tínhamos. Inventores alemães e empresários conseguiram sintetizar gasolina a partir do carvão. A fábrica “Leuna” vou construída em Merseburg. A gasolina na África do Sul é ainda fabricada hoje em dia através desde processo. Os inventores foram os químicos alemães Fischer e Tropsch.
O povo alemão tinha que receber vestimentas. Para a compra de algodão do estrangeiro, também não havia dólares disponíveis. Sob Adolf Hitler foram descobertas as primeiras fibras artificiais, um tipo de “viscose”. A fábrica ainda existe hoje em Schwarza, na Turíngia. Em combinação com a lã de carneiro, surgia um casaco confortável. (Após a guerra perdida, estas fibras fabricadas segundo nossas patentes assim como as vestimentas delas provenientes, tiveram que ser compradas dos americanos. Patentes alemãs que valiam trilhões de dólares tornaram-se americanas após a guerra, o que possibilitou um estrondoso impulso econômico a este país).
Para girar a economia, as siderúrgicas alemãs precisavam urgentemente de minério de ferro na fabricação do aço. Para a compra do excelente minério sueco, com cerca de 81 – 85% de ferro, também não haviam dólares suficientes. Um novo processo foi idealizado, o chamado processo Krupp-Renn; segundo o qual, mesmo utilizando minério com apenas 23 a 26% de ferro, proveniente de região do Saar ou de Salzgietter, ele podia ser aproveitado. Os mineiros alemães, as siderúrgicas, assim como toda cadeia produtiva metalúrgica tinham novamente trabalho – sem que nós tivéssemos que nos endividar perante às Altas Finanças judaicas e aos progenitores do Ditado de Versalhes, a Inglaterra e os EUA. Foi possível criar trabalho sem que nos submetêssemos à escravidão pelos juros bancários.
A construção de acomodações e moradias para os trabalhadores e funcionários era visível por toda parte. O financiamento era extremamente barato. Casais recém-casados com crianças recebiam empréstimos a baixíssimo custo, pagáveis em 10 anos, para que eles pudessem comprar a casa própria. No nascimento de uma criança, um quarto da dívida era prescrita. Com quatro crianças, toda a dívida tornar-se-ia quitada. A visão pessoal de Adolf Hitler era a seguinte: em um período de 10 anos, uma família com quatro crianças produzia mais do que apenas o empréstimo, e isso se dava através dos impostos originados do consumo de centenas de produtos.
As casas e apartamentos seguiam naturalmente as mais avançadas técnicas da época, assim como naquilo que concerne à saúde e ao bem-estar – um fator que foi muito negligenciado tratando-se da classe operária. Em apenas alguns anos, a arrecadação de impostos triplicou.
Antes ainda de terminar o ano de 1933, Hitler conseguiu levantar com sucesso 202.119 moradias através de seu programa de construção. Dentro de quatro anos foram construídas aproximadamente 1,5 milhões (1.458.128) de moradias para o povo alemão. O aluguel mensal não podia ultrapassar 26 Reichsmark, pois havia um teto determinado por lei. Este valor correspondia aproximadamente a um oitavo do salário mensal! Funcionários com altos salários pagavam até 45 Reichsmark (teto estipulado). Observem hoje a proporção entre salário e aluguel! Um relato semelhante pode ser feito em diversas outras áreas.
A Alemanha de Hitler nunca vivenciou uma crise financeira! Este grande feito do povo alemão uniu o espírito inventivo e empresarial dos alemães, com a força do trabalhador sob a liderança de Adolf Hitler! Além disso nós éramos – sem que nos endividássemos – independentes e livres! [2]
Ele também devolveu ao povo alemão sua autoestima. Como eu já lhes disse, eu venho de uma família de camponeses; por isso que descrever como Adolf Hitler resolveu os problemas no campo. Através da inflação, os camponeses da Alemanha perderam toda sua poupança. Junto à judiaria e outros especuladores do estrangeiro, isso os levou a fazer a grande “festa”. Dizia-se: “Vá até a Alemanha e por poucos dólares, você pode comprar uma indústria ou um sítio!” E eles vieram! Na tomada de crédito a juros elevados, o caminho para a independência estava selado: os próximos passos eram o confisco e a perda do patrimônio.
A partir do momento que Adolf Hitler assumiu o poder em 1933, durante a Festa dos Camponeses de 1935, em Bückeburg, foi promulgada uma lei de herança para proteção das propriedades rurais, segundo a qual uma propriedade maior que 7,5 ha somente poderia ser transferida para um herdeiro. As propriedades que estavam nas mãos de terceiros deveriam retornar aos antigos proprietários. O Estado nacional-socialista proveu os recursos necessários para a recompra. A compra dos sítios por um punhado de dólares foi desfeita através da Lei da herança para propriedades rurais – para alegria dos camponeses e felicidade da nação. Foi um lance genial para proteção do agronegócio alemão! A grande folia especulativa foi interrompida – com Reichsmark nas mãos, os especuladores estrangeiros pouco podiam fazer, pois o Reichsmark não era conversível. Isso gerou naturalmente um grande ódio por parte dos adoradores do bezerro de ouro, das pessoas gananciosas contra a Alemanha da época.
Outras medidas de efeito foram tomadas em prol dos camponeses, os quais detinham as menores rendas. Em 1933, foram construídas 17.611 casas no campo. Dentro de apenas três anos, sob o governo de Hitler, mais de 91.000 destas casas foram construídas. Através desta e outras medidas, ele melhorou a situação econômica dos camponeses.
O comércio com o estrangeiro
Devido ao fato da Alemanha ter abandonado o padrão-ouro, o comércio exterior foi alterado para um sistema de troca de mercadorias. Por todos os países que não eram dependentes com os EUA e a Inglaterra, este sistema foi bem aceito. Nós fornecíamos máquinas e recebíamos, por exemplo da Espanha e Portugal, do Brasil e outros países, minério de ferro, café, frutas e outros produtos vitais. Esta alternativa comercial foi vista com muito bons olhos pelos países do além-mar e também dentro da Europa, porque a Alemanha desenvolveu uma equivalência de troca bastante generosa.
Não havia um balizamento no dólar, pois estes países também não tinham dólares disponíveis para adquirir máquinas!
Nestes países ainda há aqueles que foram bem tratados e de forma correta pela Alemanha de Hitler. Permaneceram nossos amigos até hoje. Seus produtos ficaram de fora da especulação da bolsa de Nova York – para vantagem de nossos parceiros comerciais da época. Este método econômico tornou-se naturalmente um “cisco nos olhos” dos banqueiros judaico-anglo-americanos – pois eles não podiam mais faturar em cima dessas transações. Uma difamação sem precedentes contra a Alemanha de Hitler na Inglaterra e nos EUA foi a consequência desta nova situação.
A 1ª declaração de guerra da “Liga Mundial Judaica” aconteceu apenas 7 semanas após a eleição democrática de Hitler! Um nova declaração aconteceu em 1938. Nos EUA, negócios alemães eram boicotados. “Não comprem dos alemães!” foi o lema imposto aos norte-americanos pela mídia da costa leste que se encontrava em mãos judaicas. Judeus executaram atentados a bomba contra embarcações comerciais alemãs. Na Suíça, o líder nacional-socialista Wilhelm Gustloff, e posteriormente em Paris o diplomata alemão vom Rath foram mortos por judeus.
Através da declaração de guerra dos judeus e seus atentados contra instalações e pessoas alemãs no estrangeiro, eles se tornaram um perigo para a Alemanha. Isso teve como consequência o boicote de negócios judaicos na Alemanha: “Não comprem dos judeus”, apareceu também por um dia na Alemanha (01/04/1933)! A judiaria internacional foi responsável pelo clima de guerra contra a Alemanha! Até o ano 1938, os judeus podiam emigrar legalmente. Após a segunda declaração de guerra contra a Alemanha em 1938, eles foram tratados de certa forma como prisioneiros de guerra e detidos. Sobre todas aquelas provocações e atentados por parte dos judeus nada se fala hoje em dia na RFA. Todos os políticos da RFA silenciam-se! O povo alemão é mantido “desinformado”! Por que será, não?
E agora algumas opiniões do estrangeiros sobre Adolf Hitler e o Nacional-Socialismo daquela época:
Eu gostaria de mencionar em primeiro lugar um político estrangeiro, que foi nosso inimigo durante a Primeira Guerra Mundial; é o ex-primeiro-ministro da Inglaterra, Lloyd George, que visitou a Alemanha em 1936. Ele declarou ao “Daily Express”:

“Eu retornei de uma visita à Alemanha. Eu vi agora o famoso líder alemão e a grande mudança que ele realizou. Independente do que falam sobre seus métodos – não aqueles de um país parlamentar – não restam dúvidas de que ele realizou uma incrível mudança no espírito do povo. Pela primeira vez desde o final da guerra, reina uma atmosfera de segurança. As pessoas estão felizes. Sobre todo o país se alastra uma sensação de alegria generalizada. É uma Alemanha feliz. Este milagre foi realizado por um homem. O fato de que Hitler livrou seu país do receio da repetição daquela época de aflição e humilhação, conferiu-lhe hoje uma imensa autoridade. Não é a admiração que é imposta a um líder popular, é a idolatração de um herói popular, o qual salvou seu país da total desesperança e humilhação. Ele é o George Washington da Alemanha, o homem que conquistou a independência do seu país de todos os opressores.”

Louis Bertrand, jornalista francês, reportou sobre o Dia do Partido em Nuremberg, em 1937: “Eu me pergunto, qual governante foi tão festejado, homenageado, tão amado e endeusado como este homem em camisa marrom.”
Knut Hamsun, prêmio Nobel, norueguês, a 07/05/1945, para o Aftenposten: “Hitler foi uma figura reformadora do mais alto nível, e seu destino histórico teve que se fazer valer em uma época de incomparável rusticidade, e que no final ele foi sua vítima.”
Existiram outros também, como por exemplo Winston Churchill e Delano Roosevelt. Winston Churchill disse em 1936, no ano olímpico: “Nós levaremos a guerra até Hitler – quer ele queira ou não!”
Fonte complementar: 
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Notas:
[1] – Como é possível trazer este espírito entre empresários e funcionários que existiu no Nacional-Socialismo sob Hitler para a atual concepção das Bolsas de Valores? O que um especulador investidor aqui do Brasil sabe e se interessa pelo bem estar dos funcionários da empresa japonesa da qual ele teria comprado algumas ações? Percebam que a ideia original da Bolsa de Valores em proporcionar capital para um empresário com uma boa patente só vale regionalmente, pois desta forma acionistas, proprietários e trabalhadores formam uma célula laboral orgânica. 

[2] – Diante de estapafúrdias comparações entre os feitos sob Hitler e aqueles sob os 12 anos de PT aqui no Brasil, a grande diferença está no endividamento. O legado petista de endividamento público faz com que a perda com corrupção torne-se migalhas.

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One thought on “Reinhold Leidenfrost: A vida dos alemães sob Adolf Hitler”

  1. A verdade histórica descrita jaz esquecida dentro da própria Alemanha de hoje, o que dirá aqui entre nós, o Brasil é o País mais rico do mundo, sendo que pagamos mais que o Plano Marshall de ajuda a reconstrução da Europa do pós guerra de 143 bilhões de US$ (2017) em 4 anos fiscais, aqui pagamos um pouco mais em 1 ano. Acordem brasileiros, vamos voltar ao que fomos, lá atrás.

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