Os 130 Anos de Adolf Hitler

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“Meu nome, que conquistei por meu próprio esforço é meu título”.

(Do discurso pronunciado pelo Führer em 10 de novembro de 1933, em Siemensstadt.)

Hitler: que nome é hoje mais lembrado no mundo do que este?

Em todos os países, em todos os continentes são conhecidas estas duas sílabas, associadas às ideias de grandeza e liderança. Não somente os milhões de seres humanos que – não apenas na Alemanha – elevam seus olhares a ele com admiração e esperança, senão também seus furibundos adversários têm de reconhecer, a contragosto, sua personalidade superior.

Porém, o que sabe exatamente o mundo a respeito deste homem único? Pouco mais do que isso: que nasceu em 20 de abril de 1889 em Braunau, na fronteira austro-bávara, perto de Inn; que passou uma juventude cheia de privações, que foi voluntário de guerra alemão e que, depois da derrota, foi o chefe do putsch de 1923; que mais tarde organizou o NSDAP, transformando-o, durante dez laboriosos anos, no partido dominante da Alemanha.

Adolf, quando criança.

Porém, quão pequena e incompleta é esta imagem! Trata fundamentalmente dos detalhes da história da existência do Führer [1], ao invés de explicar o destino deste homem singular.

Ainda hoje os habitantes de Braunau recordam com grande respeito ao ancião Alois Hitler, o oficial aduaneiro austríaco e sua bonita mulher, Klara, dos quais Adolf Hitler foi o terceiro filho. De ascendência alemã, como os irmãos do outro lado do Inn, o pequeno, sob o esmerado cuidado de sua mãe, se converte em um menino magnífico e arrebatado.

Klara e Alois Hitler, os pais de Adolf.

Com a idade de cinco anos é enviado a Passau, com seus parentes, porém ao cabo de um ano, seu pai se aposenta, instalando-se com sua família nos arredores de Lambach, perto do rio Traun, em uma casa do campo, localizada admiravelmente perto dos Alpes.

A nova localidade constituiu-se num adequado campo de ação para o esperto e diligente jovem. Lá, ante a vista do Traunstein, do Hõllengebirges e do Toten Gebirges, cobertos de neve, aprendeu a amar as montanhas. Estas vivências inesquecíveis forjam sua alma. Ele percebe que em toda a beleza da paisagem se manifesta a beleza da natureza eterna, que brota da mão criadora de Deus.

O jovem Adolf, em Lambacht

Em 1897, com a idade de oito anos, Adolf frequenta a escola de Lambach. Ao mesmo tempo, em consequência de sua bela e clara voz, obtém um lugar entre os meninos cantores do convento dos beneditinos. Passa a ser, então, um interno no convento. Ali, no monastério de Lambach, entra em contato pela primeira vez com o signo mágico que mais tarde será convertido por ele, em símbolo mundial: o brasão da Fundação mostra, sobre fundo claro, a suástica.

Em 1900 ingressa na Escola Real de Linz. O pai deseja que Adolf seja um funcionário do Estado, como ele. Porém então aparece, apaixonadamente, seu sentido de independência: “Não, jamais serei, em nenhum caso, um funcionário”. Um conflito irreconciliável irrompeu quando o menino de 12 anos anuncia sua decisão de ser um pintor. Ele luta com todos os seus meios. Deliberadamente Adolf descuida a escola, com exceção das matérias que ama com paixão: a geografia e a história. Ali, na classe de história, ele compreende o que quer dizer ser alemão e nacionalista. Ali, com toda a insistência de que é capaz um adolescente, agita uma bandeirola negra, branca e vermelha, utiliza a velha saudação alemã: “Heil” e canta “Alemanha, Alemanha sobre tudo”, ainda que os castigos chovam sobre ele. Hitler, o filho do oficial aduaneiro, se converte em um revolucionário alemão. Porém a morte de seu pai faz com que cessem imediatamente todas as brigas.

Enquanto trata de inscrever-se na Escola de Belas Artes de Viena, falece também sua idolatrada mãe. Agora o jovem de 18 anos encontra-se só, sem dinheiro, sem recursos, ao mesmo tempo que na academia lhe informam que tem mais pendores para arquitetura do que para pintura. Porém para os estudos de arquitetura são exigidos os estudos secundários completos, os quais Hitler justamente havia sacrificado em prol de seu sonho de tomar-se um pintor. Chegam os anos difíceis.

Trabalhador sem ofício, Hitler deve ganhar seu próprio pão. Ele prepara cimento e carrega pedras. É um proletário como milhões de outros.

E vem a conhecer o marxismo em sua raiz. Percebe como este veneno corrói a alma do trabalhador. Observa também que esta doutrina sai de lábios judeus. Nestes anos de miséria Hitler compreende que somente uma coisa pode salvar o povo: um socialismo verdadeiro, que supere a ideia da luta de classes do marxismo judeu, que não se restrinja exclusivamente ao trabalhador braçal, mas que abranja todas as classes. Se Hitler na escola de Linz se fez nacionalista, aqui em Viena se converte em socialista. Quando chega a Munique em 1912, em seu espírito, que não descansa nunca, que aprende, que observa, nasce a ideia do nacional-socialismo. Hitler transfere-se à Alemanha do Reich, instala-se em Munique, a populosa capital, cheia de arte, do sul da Alemanha. Passa dois anos felizes em Munique, quando estoura, como um raio, a Guerra Mundial.

O 4 de agosto de 1914 na Odeonplatz de Munique. (No círculo de cima encontra-se ampliada a imagem de Adolf Hitler que é assinalado no círculo inferior)

Hitler havia sido liberado do serviço militar austríaco após dois exames. Porém neste momento não vacila um instante. Uma solicitação direta ao rei da Baviera lhe garante o direito de servir voluntariamente no Regimento List e assim, à sua grande Pátria, Alemanha.

No regimento de infantaria de reserva bávaro nº 16, composto de jovens e entusiastas voluntários, Adolf Hitler presta sacrificadamente – movido por um sagrado entusiasmo – quatro anos do mais duro serviço na frente de batalha.

Adolf (ponta esquerda, sentado), com seus colegas soldados do 16º Regimento de voluntários.

Inumeráveis vezes ele atravessa, como portador de ordens, o inferno das zonas de fogo. Inumeráveis vezes, em meio a furiosa chuva de fogo, consegue – empregando suas forças ao máximo – entregar importantes mensagens, das quais dependia a salvação ou o infortúnio de seus camaradas.

No período compreendido entre fins de 1915 e começo de 1916, um profundo processo de amadurecimento interior começa a operar no jovem e entusiasta voluntário, que naquela guerra de movimentos, se lança alegremente ao ataque, transformando-se, por sua consciência do dever, em um veterano soldado da frente, possuidor de uma vontade inflexível. Em 1916 é ferido pela primeira vez, retornando imediatamente após seu restabelecimento para junto de seus camaradas de frente.

Em 1917 Adolf Hitler recebe a Cruz de Ferro de 1ª Classe.

Durante estes anos de luta terrível de um povo por sua sobrevivência, Adolf Hitler conhece o soldado alemão, o homem alemão impoluto, em todo seu heroísmo. Quando mais tarde seu caminho se torna difícil, se lembrará sempre daqueles camaradas, daqueles combatentes, daqueles homens. Um povo que pode forjar seres humanos capazes de tais feitos, não poderá jamais perder as esperanças.

Em 1918 seu regimento se encontra pela terceira vez no antigo terreno dos combates de 1914, em Flandres.

Visivelmente carente de apoio, cada vez se fazia mais visível a decomposição da frente de batalha, principalmente depois que na Pátria, abandonando sua juventude em luta, uma greve dos operários das fábricas de munições lança suas sombras escuras sobre a frente de combate. Este ato da mais negra traição à Pátria, Adolf Hitler não perdoou jamais à social-democracia.

Em 13 de outubro de 1918, durante horas, a artilharia inglesa lança sobre seu regimento granadas de gás cruz amarelo, de cujo veneno cairá vítima Adolf Hitler, entre muitos outros. Quase cego é levado ao hospital de Pasewalk. É quando lhe chega a notícia da Revolução, junto a certeza de que recuperará a visão, de que voltará a ver novamente.

A todo instante ele promete a si mesmo transformar-se em político e limpar a bandeira da Nação da infâmia daquela revolta.

Em março, já restabelecido, retorna a Munique. Integra a Comissão Investigadora de seu regimento, encarregada de analisar os acontecimentos durante a revolução e os Conselhos Comunistas.

Se converte em oficial de instrução. Inicia sua atividade como orador e educador político.

Naqueles dias descobre a existência do Partido Alemão dos Trabalhadores [2]. Trata-se de um pequeno grupo, apenas uma dezena de pessoas que escutam uma conferência de Gottfried Feder.

Depois de meditar durante dois dias, Hitler decide aplicar ali uma alavanca. Ingressa como sócio nº7. O “Deutsche Arbeiterpartei” se transforma no NSDAP, “National Sozialistische Deutsche Arbeiter Partei” [3].

Hitler é seu organizador.

A 24 de fevereiro de 1920, no grande salão de atos do HoIbräuhaus de Munique, ele proclama o programa do Partido, os célebres 25 Pontos, que não serão jamais modificados. Quatorze anos dura a luta. Ele a leva a todas as alturas e a todas as profundezas. Frente ao fogo das tropas de Kahr, em 9 de novembro de 1923, cai o primeiro assalto do movimento. Depois seus dirigentes são conduzidos ante o Tribunal do Povo. Como culpados por “alta traição”, ingressam na fortaleza-prisão.

O Movimento se encontra em perigo de morte. Na fortaleza de Landsberg, Hitler escreve sua grande obra, a história de sua vida e de suas ideias, o livro de fé do Terceiro Reich, da Alemanha Nacional-Socialista: Mein Kampf [4].

Em 20 de dezembro de 1924 Hitler abandona a fortaleza. Em 21 de dezembro o trabalho do NSDAP inicia novamente. Desta vez sobre chão diferente; sobre o terreno da legalidade: “Nós vamos derrotá-los com suas próprias armas!”. O movimento necessita um Partido. Em 27 de fevereiro de 1925 ele anuncia a nova fundação, no Burgerbräukeller de Munique. A luta foi dura, difícil e cruel. Mas hoje ela mostra, pura e clara, a imagem do homem que indica, a todo um povo, o caminho a seguir. O Cabo Adolf Hitler se transforma em Chanceler do Reich. Não obstante, continua sendo um homem benévolo, grandioso e simples, cheio de um amor fanático por seu povo, desprovido de toda falsa ostentação.

Converte-se em um arquiteto. Arquiteto de um Estado, de uma Nação, de um Reich. O primeiro trabalhador na obra de todo um povo.

Fonte: Retirado do Prefácio e do capítulo, “Adolf Hitler”, da obra, “Deutschland Erwacht” (Alemanha Desperta), Desenvolvimento, luta e vitória do NSDAP”. 

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Minha Luta (Mein Kampf) – Adolf Hitler

Notas:

[1] Expressão do idioma germânico para “Líder”, “Condutor”, “Portador”.

[2] “Deutsche Arbeiterpartei”

[3] Partido Nacional-Socialista do Trabalhador Alemão

[4] Minha Luta

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