O Que é “Socialismo” Para os Nacionais-Socialistas?

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Atualmente há muita confusão sobre aquilo que os nacional-socialistas (conhecidos pelo cidadão comum como “nazistas“) entendem por “Socialismo”. Esta aparente confusão faz parte de uma clara tentativa da “direita Kosher” em desvincular o movimento de Hitler do ressurgimento da Nova Direita conservadora aqui no Brasil. Ao tentar classificá-lo como “movimento de esquerda”, os direitistas liberais alinhados com Israel pretendem neutralizar qualquer forma de subversão dos atuais caminhos políticos por aquelas ideias defendidas pela Nacional-Socialismo.

Na obra ideológica, “Wofür kämpfen wir?” (‘Pelo que lutamos?’), editado pela “Wehrmacht” (forças de defesa alemã – exército, marinha e aeronáutica), em janeiro de 1944, esse tema é abordado a partir da óptica da perspectiva nacional:
O que os nacional-socialistas entendem por “Socialismo”

“Paira sobre nós um Estado onde, no futuro, cada posição deverá ser ocupada pelos mais capazes filhos de nosso Povo, totalmente independente de sua origem; um Estado onde o berço nada significa mas onde desempenho e capacidade significam tudo.” – Adolf Hitler, comentário na obra “Wofür kämpfen wir?”

“A palavra “Socialismo” deriva da palavra “socius” = membro de uma mesma comunidade. Socialismo seria então a concepção de uma ordem comum para a convivência dos seres humanos entre si, entre companheiros, ou seja, que se reúnem em uma sociedade ou comunidade. Dependendo do reconhecimento daquilo que representa o valor mais elevado para uma comunidade, podemos ter diferentes significados para o termo “Socialismo”.
Como para nós, alemães, o Povo tem o valor mais elevado e não – como para os marxistas – a “classe internacional dos proletariados”, Socialismo significa para nós uma determinada forma de “ordenamento popular”, a qual poderíamos traduzir como mais próximo de uma cooperativa popular; um ordenamento, portanto, onde nas decisivas questões do direito privado não é relevante se a pessoa é agricultor ou operário, se é funcionário público ou CLT, se é trabalhador braçal ou acadêmico, mas sim se se trata em primeira linha, se ele é ou não membro da Comunidade do Povo.
Todo ordenamento exige, porém, uma escala de valores, onde se fixa os diferentes patamares dentro deste ordenamento. Dentro do Estado Socialista alemão, esta escala só pode significar o desempenho de cada indivíduo em prol de seu Povo.”
Acima temos duas imagens que representam hoje modelos de uma sociedade ultrapassada, retrógrada e de não-inclusão. Abaixo, duas imagens que representam hoje a sociedade moderna, de tolerância, compreensão e respeito. Aqui temos a primeira grande diferença e incompatibilidade entre o Nacional-Socialismo e as sociedades multiculturalistas: nestas últimas não existe algo semelhante ao termo Povo, em sua forma orgânica, mas sim algo mais próximo a uma População, um “Konstrukt” composto de indivíduos originários das mais diferentes etnias e que possuem em comum apenas o território de nascimento.
Aqui fica claro que socialismo nada tem a ver com igualitarismo. Esta forma de ordenamento de um povo, cuja formação somente foi interrompida por causa da guerra, restaurou a honra tanto do agricultor assim como do operário alemão, tornando-os membros pleno da Comunidade do Povo. No Estado social alemão, todo aquele que produz, seja ele trabalhador braçal ou acadêmico, é respeitado da mesma forma. Na solução deste objetivo, o mundo burguês-capitalista falhou, pois acreditou poder emplacar a chamada reforma social, a qual deveria sanar os piores tumores da ordem econômica capitalista através da ação de doações e esmolas. O ensinamento da compaixão e da misericórdia também não puderam sanar as mazelas sociais originárias da concepção socioeconômica do judeu-materialismo. A ideia do amor ao próximo e da misericórdia é confrontada no Nacional-Socialismo pela obrigação de cada um atuar em prol da Comunidade.
CLIQUE PARA AMPLIAR. Exemplo básico é o montante da Dívida Pública brasileira (que só recebe esse nome porque quem paga é o povo) no Orçamento Federal de 2017 em relação ao PIB nacional, calculado pela Auditoria Cidadã da Dívida. Quanto sobra para os investimentos sociais dirigidos à população? Se o montante atual da dívida para 2018 está em R$5,3 trilhões, quanto disso retorna para o investimento no país, gerando investimento de capital produtivo no país, se em uma negociata, 4 bancos (Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil) conseguem lucrar só no Brasil cetenas de vezes mais do que qualquer programa social já feito pelos governos brasileiros (seja qual for). A ideia de “política social compensatória” é uma fraude em todos os seus sentidos. Exemplo é o Banco Mundial endividar países com bilhões e criar programas sociais de alguns míseros milhões para o mesmo país, aumentando o marketing da opinião pública quanto a essas instituição.  
Uma real solução foi apenas possível através de uma reformulação revolucionária do ordenamento popular. Pois o trabalhador não precisa de alguém que sinta pena dele, mas sim precisa de direitos e justiça. Ambos ele encontrou no Estado Nacional-Socialista. Este estrondoso sucesso deixou os principais países plutocratas de boca aberta, que eles tiveram que temer a bancarrota de suas organizações para exploração mundial, uma vez que esse exemplo servisse de exemplo para o mundo. Por isso esse ódio contra a Alemanha Nacional-Socialista, o que vem nos provar mais uma vez o curso correto que tomamos. Este ódio fomentado principalmente por judeus, foi o que levou à deflagração do atual conflito bélico. Por isso esta guerra é travada pelo Socialismo alemão e pela liberdade, só assim poderemos formar nosso ordenamento do Povo de acordo com o que somos.
E destacamos aqui: Socialismo não significa para nós apenas a solução da questão dos trabalhadores, mas sim o ordenamento de todos os alemães em uma comunidade orgânica, significa conservação e desenvolvimento da cultura do Povo de acordo com os princípios inerentes à raça.”
Hermann Göring sobre Nacionalismo e Socialismo

“Aquele que se recusa a falar de socialismo, que acredita no socialismo apenas no sentido marxista, ou a quem a palavra ‘socialismo’ tem um sentido desagradável, não compreendeu o significado mais profundo do nacionalismo.” – Hermann Göring, discurso em Berlim, 9 de abril de 1933.

Pouco mais de dois meses após a posso de Adolf Hitler e o NSDAP como Chanceler do país alemão, em  30 de janeiro de 1933, marco inicial do governo nacional-socialista naquele país, Hermann Göring discursa para a Organização Nacional-Socialista do Trabalho, estabelecendo alguns dos fundamentos desta cosmovisão revolucionária recém-vitoriosa.
“Mulheres alemãs e homens alemães! Eu tenho discursado em vários encontros, e repetido posições acerca de muitas questões. Mas hoje há algo de muito especial para mim: é especial, porque hoje estou diante de alemães que trabalham duro todos os dias ou que vivem em pobreza extrema, e que, portanto, aprenderam com as suas próprias experiências o que o nacional-socialismo é, e o que sua vitória significa para os cidadãos produtivos.
Meus queridos cidadãos! Estamos vivendo uma revolução nacional-socialista. Enfatizamos o termo “socialista” porque muitos só falam de uma revolução “nacional”. Duvidoso, mas também errado. Não foi só o nacionalismo que levou à ruptura das linhas inimigas. Estamos orgulhosos de que o socialismo alemão também triunfou. Infelizmente, ainda há pessoas entre nós, hoje, que enfatizam a palavra “nacional” com muita força, e que não querem saber nada sobre a segunda parte de nossa cosmovisão, o que mostra que eles também não conseguiram compreender a primeira parte. Aqueles que não querem o reconhecimento de um socialismo alemão não têm o direito de chamar-se nacionais.
Somente aquele que enfatiza o socialismo alemão é verdadeiramente nacional. Aquele que se recusa a falar de socialismo, que acredita no socialismo apenas no sentido marxista, ou a quem a palavra “socialismo” tem um sentido desagradável, não compreendeu o significado mais profundo do nacionalismo. Ele não entendeu que só se pode ser nacionalista quando se vê os problemas sociais de forma aberta e clara. E, por outro lado, só se pode ser socialista quando se vê claramente que o nacionalismo deve triunfar para proteger o espaço vital de um povo contra forças externas.
Apenas o nacionalismo protege um povo de forças externas, de forma que o socialismo serve às necessidades domésticas de um povo. Queremos que a força do povo seja despendida para os anseios da nação, forjando o povo mais uma vez numa unidade forte. O cidadão tem de voltar a ter a sensação de que, mesmo se estiver em uma posição menor e mais simples, que a sua vida e as oportunidades estão asseguradas. Ele deve ver que a sua própria existência está enraizada na existência de seu povo, e que ele deve servir ao seu povo com toda a sua força. Se eu quiser garantir que cada indivíduo tenha a capacidade de sobreviver, que cada indivíduo alemão possa ser ativo, possa trabalhar, possa se sustentar, mais uma vez, eu também devo trabalhar para garantir que as condições para além das nossas fronteiras tornem isso possível.
Nós não fizemos uma revolução nacional, no sentido de um estéril, anacrônico hiper-patriotismo, mas esta revolução é, no verdadeiro sentido da palavra, uma revolução Nacional-Socialista. Anteriormente, os dois lutaram entre si, divididos pelo ódio e desafortunada inimizade. O nacionalismo e o socialismo estavam opostos: a burguesia apoiava o nacionalismo, e os marxistas, o socialismo. A burguesia caiu em um estéril hiper-patriotismo, perdido em covardia pacifista. Por outro lado, uma camada marxista das pessoas, uma classe marxista, não queria nada com o Reich ou um povo. Não havia nenhuma ponte entre eles.
O socialismo marxista foi degradado a uma preocupação apenas com o pagamento ou o estômago. O nacionalismo burguês degradou-se em estéril hiper-patriotismo. Ambos os conceitos, portanto, devem ser limpos e mostrados ao povo de novo, de uma forma clara como cristal. O nacionalismo de nossa visão de mundo chegou no momento certo. Nosso movimento tomou o conceito de socialismo dos marxistas covardes, e rasgou o conceito de nacionalismo dos partidos burgueses covardes, jogando ambos no caldeirão de nossa cosmovisão, produzindo uma síntese clara: o Nacional-Socialismo alemão. O qual forneceu a base para a reconstrução de nosso povo. Assim, esta revolução foi Nacional-Socialista.
Hoje, o resultado se mostra o mesmo de sempre: A ESQUERDA parou até mesmo de usar a questão do trabalhador e do operariado, reservando isso à direita e uma outra parte minoritária da esquerda para causas em prol de quem a patrocina e articula (grandes corporações abrindo espaço para cultura de consumo massivo) que se referem a comportamento, politicamente correto e opiniões em comerciais e redes sociais de empresas e artistas. A DIREITA, apesar de usar slogan de patriotismo e conservadorismo, serve a interesses estrangeiros, escancarando a economia nacional a séculos, defendem um subserviência econômica e política às potências sionistas anglo-saxônicas, espoliando (privatizando) todas as reservas naturais e riquezas do país, vendendo para empresas de fora ou indo para juros de Dívidas privadas que adentram a Finança Pública. É impossível o desenvolvimento nesse estado de coisas. 
 
Nossa ideia surgiu do povo. E porque cresceu a partir de pessoas lideradas pelo desconhecido cabo da Guerra Mundial, esta ideia estava destinado a pôr fim à fragmentação e forjar mais uma vez uma unidade entre nosso povo.
Exteriormente, o Reich era fraco, só existindo no papel. Interiormente, o povo foi dilacerado, sangrando de mil feridas. No âmbito doméstico, o conflito dominado pelos partidos, categorias profissionais, classes, religiões e demais grupos. Nosso Führer Adolf Hitler viu que o Reich poderia sobreviver e crescer forte apenas se alcançada a unidade no seio do povo alemão. Este foi o trabalho do nosso partido ao longo dos últimos 14 anos: forjar mais uma vez um povo alemão, em meio a um povo de interesses concorrentes, de um povo de diferentes religiões, profissões, grupos e classes.”
Ramón Bau e as Nossas Ideias

É tão anti-socialista um empresário sem escrúpulos, ou um banqueiro, quanto um trabalhador irresponsável. Pertencer a uma classe não dá licença para a injustiça. O Socialismo é patrimônio de uma só classe: a dos homens honrados.

Numa visão mais recente, a obra “Nuestras ideias”, de 2009, do escritor nacional-socialista espanhol Ramón Bau Fradera, o primeiro capítulo é iniciado com um detalhamento sobre o tema “Socialismo” dentro da doutrina nacional e qual sua definição nas diferentes esferas sociais.
Bau define que “Socialismo é o convencimento ético de que o bem do povo, a sobrevivência da raça, é prioritário frente aos interesses particulares e os desejos de qualquer grupo”. Esse chamado “bem do povo” deve ser entendido como “tudo aquilo que leve aos seus integrantes uma melhor qualidade humana, tanto física, como ética e espiritual, a uma formação pessoal, artística e cultural superior”.
O que levaria a sociedade a uma melhor qualidade humana é tudo oque é coincidente e adequado ao caráter popular e a sua idiossincrasia étnico-cultural
Como o próprio autor ressalta:

Ser socialista é, portanto, trabalhar para que este desenvolvimento positivo alcance a todo povo, sem que interesses particulares (os do dinheiro são os que mais poderosamente se destacam) nem os de grupo (e nestes devemos enquadrar os interesses democráticos de partido, os das Finanças, ou os interesses de outras raças) se oponham a isto.
1.5. É necessário enfatizar que a base do socialismo é uma atitude ética frente aos problemas, ou seja, um modo de se fazer as coisas, mais que uma lei matemática. Existem muitas formas práticas de ser socialistas, mas somente um sentimento socialista.

 

É impossível, por tanto, não pensar no porque Adolf Hitler iria proferir em sua obra literária sobre os sistemas opositores ao Nacional-Socialismo, a esquerda comunista e o capitalismo liberal:

“A luta contra o capital financeiro e prestamista internacional chegou a ser o ponto programático mais importante do Nacional-Socialismo” Adolf Hitler – Mein Kampf

 

Bau, continuando sobre essa diferença de “socialismo”, continua a argumentar em sua questão básica, que é a questão econômica:
“A mais grave corrupção da ideia socialista é sua constrição, sua limitação ao campo econômico. Este é o principal motivo de todos os mal-entendidos sobre o tema socialista.
A razão desta mistificação está na materialização imposta pela campanha mundial sionista (marxismo-capitalismo). Em um mundo dominado por tais idéias é lógico confundir ética com interesse, bem com proveito, povo com classe e socialismo por marxismo. Não se deve, desta forma, confundir em absoluto socialismo com uma discutível teoria econômica baseada na propriedade estatal, e muito menos com a repugnante ideia de que somente importa o econômico, o dinheiro e a economia para a felicidade, formação e elevação dos povos. E ainda menos com a lamentável teoria de que a ética, a cultura, são somente produtos (superestruturas) do poder econômico. É um erro próprio do materialismo democrático confundir o bem do povo com o seu bem estar material, com a busca do cômodo e fácil, com a satisfação do egoísmo da maioria. O bem material é desejável entanto enquanto favorece, possibilita a ascensão ética e cultural do povo. É um erro crer serem totalmente independentes a economia e a elevação cultural e espiritual do povo. Uma carência dos elementos materiais conduz o homem à brutalidade, rebaixam-no a escravo do econômico, o impedem a cultura. Com fome e sono não se pode pedir um povo são física nem moralmente, por mais que em determinadas individualidades se possa dar este caso. A inter-relação cultura-economia existe, mas não é determinante, nem unidimensional.

O Socialismo se aplica a todos os campos da atividade humana, inclusive no econômico. Todo sistema econômico que cumpra com os requisitos éticos básicos, ou seja, que seja útil para levar o povo a uma meta de superior qualidade humana, é válido e pode considerar-se socialista. Não há então um sistema econômico socialista, mas vários sistemas econômicos que podem ser socialistas se são dirigidos e utilizados neste sentido. Os sistemas econômicos são ferramentas, meios, não o fim dessa política. Portanto, os sistemas econômicos podem trocar-se e modificar-se, segundo as circunstâncias. Apenas os princípios éticos socialistas são imutáveis. Evidentemente existem elementos econômicos anti-socialistas em si mesmos, como todos aqueles que são contrários à ética: usura, anonimato, luta de classes, igualitarismo, exploração, etc.”Mas hoje, Um pequeno exemplo da confusão mental em torno do tratado acima, pode ser observado neste tipo de artigo.

Fontes de pesquisa:
WEHRMACHT. “Wofür kämpfen wir?” ed. Deutsches Heer. Berlim: janeiro de 1944
GÖRING, Hermann. Nationalism and Socialism, Berlim: 9 de abril de 1933. Por German propaganda archvie
BAU, Ramon. “Nuestras Ideias“. cap. Socialismo. ed. Thule. Barcelona: 2009
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