O Que é o Facebook de Fato: O Que Está Por Trás da Espionagem de Bilhões de Pessoas?

A cúpula dos congressistas norte-americanos parece estar muito preocupada com a manipulação, uso e passe de dados a nível mundial feito pelo Facebook e poderosas agências de manipulação social. Isso dá principalmente pelo fato da censura, que não é de hoje, ao contrário do que se pensa, das redes de informação ditas conservadoras na rede social, como mostra claramente o interrogatório do senador Ted Cruz ao CEO da empresa, Mark Elliot Zuckerberg, propagem elas “fake news” (notícias falsas) ou não.

No depoimento do CEO do Facebook Mark Zuckerberg na Câmara dos Estados Unidos nesta quarta-feira (11) e  na audiência do assunto no Senado norte-americano no dia anterior, evidencia também que oque se quer é um realinhamento das leis de controle (quase nulas) internacionais sobre como essas empresas irão usar os dados de bilhões de usuários. Se informação é poder, então toda pressão é pouca na disputa entre os poderosos, principalmente em face das crises diplomáticas internacionais que beiram uma guerra única a nível global, como os atuais atritos entre a Inglaterra, Rússia, Síria e EUA, que atualmente cogitam a invasão “em pessoa” da área de conflito síria, forçando de vez os entraves efetuados contra as potências do outro lado do Ocidente.

Controvérsias e falcatruas mundiais
Esse quadro fica bastante claro quando, acompanhando as notícias internacionais, vemos que as acusações por parte dos congressistas estadunidenses deixou explícito que a empresa responde por diversas inconstitucionalidades e crimes contra a humanidade, pois são inúmeras as questões, as quais NENHUMA foi respondida claramente por Zuckerberg.
Na câmara, os deputados do Comitê de Energia e Comércio em um interrogatório de cerca de 5 horas onde questionaram sobre: 
 
– O repasse de dados de cerca de 87 milhões de usuários (1) cuja empresa teria feito para a empresa de consultoria política Cambridge Analytica através de Alexander Kogan, desenvolvedor que criou o teste usado para coletar informações de usuários da rede social
O Ministério Público do Distrito Federal abriu um inquérito para apurar se o Facebook compartilhou dados de usuários brasileiros com a Cambridge Analytica. Para quem deseja saber sobre, precisa entrar em contato com o órgão da região.
– A expansão da atuação do Facebook para áreas tão diversas como a transmissão de eventos esportivos e transferência de dinheiro, o Facebook havia se tornado uma companhia de mídia e de serviços financeiros,
– Como o negócio de publicidade da empresa funciona e se havia a comercialização das informações pessoais de seus usuários
– E, já citado, porque o Facebook censurava blogs ou sites considerados conservadores, ou seja, aqueles que não defendiam causas consideradas da “esquerda política” ocidental na atualidade, modo geral.
Flagrante é que essa empresa britânica de análise política (Cambridge Analytica) acessou os dados pessoais de 87 milhões de usuários realizando testes psicológicos chefiados por Alexander Kogan, que circulou na rede social anos atrás, coletando informações.
Essa consultoria trabalhou tanto para Donald Trump durante a corrida eleitoral de 2016 quando para a campanha do “Brexit“, a saída do Reino Unido da UE.
Mark não é então uma espécie de Soros financiador da esquerda política progressista pelo mundo, causador de revoltas sociais que impõem governos e políticas do establishment financeiro e estudam formas de implantar engenharias sociais que facilitem as dominações do mercado predatório. Existe aí, como dito, uma queda de braço geopolítica pelo controle da informação que se choca, pois apesar de o Brexit ter afetado a política da UE, a eleição de Trump no lugar da candidata de extrema sionista Hillary também conteve diversas acusações de intervenção russa através das redes sociais, implantando informação. Hoje, Trump, que se elegeu com discursos contrários as políticas dessa extrema sionista, pratica agora suas políticas. Então, aonde está a congruência?Confira nossa Loja da Livraria Virtual

Simplesmente, os dados recolhidos, que não eram só os das pessoas que toparam fazer o teste,  mais de milhões dos amigos delas, não precisando usar hackers ou explorar brechas de segurança, pois apenas aproveitou que, na época, o Facebook dava a liberdade para seus usuários autorizarem o acesso aos dados de seus amigos. Compartilhando assim  com a Cambridge Analytica. Simples não?
Trata-se então da disputa de controle, e nisso, a pressão é tamanha que mesmo a poderosa maquina de dados da humanidade, o Facebook, perdeu 50 bilhões em valor de mercado em dois dias no mês passado, mas que após seu depoimento, as mesmas ações  voltaram a subir.
O controle da informação dos habitantes da Terra é tão importante que não podemos deixar passar que o Facebook, também detém o Messenger, Instagram e WhatsApp, ou seja, ao passo que Zuckerberg se defendem com acusações pífias de que em média o americano comum usa cerca de 8 aplicativos de comunicação digital (“apps”) para se comunicar, também isso mostra que em média a maioria desses dispositivos pertencem a sua empresa e que inquestionavelmente esse conjunto torna-se é a maior rede usada pelos seres humanos para comunicação.
Isso não faz deixar de crer que mesmo as figuras políticas mais importantes estão indefesas quanto a revelação de como esses dados são mantidos e armazenados, porque isso não é nem o começo, como mostraremos aqui. Por isso, países como os EUA, Reino Unido e Alemanha agora processam ou estão chamando Mark Zuckerberg a prestar “esclarecimentos”.
Você sabia que a sincronização dos seus dados nas contas dessas redes sociais é totalmente desprovida de qualquer ferramenta que restrinja o sigilo de sua conta pessoal por parte do Facebook? 
Facebook: fuçar seus dados pessoais para fins políticos?
A forma como as informações foram obtidas pela empresa britânica colocou no centro da discussão o modelo de negócio do Facebook e de outras empresas de tecnologia, que coletam, processam e armazenam dados de seus usuários para segmentar a distribuição de anúncios, mas nada disso é novo.
No cenário superficial, essas questões estão atualmente em pauta nos EUA devido a nova lei que mudou um dos grandes paradigmas legais em torno de companhias de internet: a responsabilização judicial delas em caso de ações ilícitas praticadas por usuários, permitindo que sites e serviços conectados sejam levados à Justiça caso sejam usados para o tráfico sexual, diferente de antes, quando apenas as pessoas responsáveis pelas plataformas poderiam ser indiciadas.
O Facebook não protege seus dados, ele os guarda para sempre: o caso Max Schrems
As peculiaridades da dominação da informação pessoal envolvendo os Facebook não são de hoje. Muitas outras coisas aberrantes foram descobertas pelas pessoas ao redor do mundo com o tempo de uso da rede social. Nessa investigação, Mark Zuckerberg, diz reconhecer que a empresa cometeu erros e que não fez o suficiente para evitar que a rede social fosse usada para causar danos, implementando algumas modificações na configuração das contas do site [1], mas são “lamentos de crocodilo”…
Enquanto EUA, Reino-Unido, Alemanha, Myanmar e outros grupos ativistas internacionais processam o Facebook, a questão é mais embaixo. Lembremos que até pouco tempo, essa rede social nem sequer fazia a exclusão da conta privada dos usuários. Caso o usuário a desativasse, ela lá permanecia, como em “stand by” (milhares se depararam com isso). Ao retornar com ela, lá estava, Intacta, não havendo forma de ser excluída. Até que agora, por conta dos escândalos escancarados de manipulação massiva da humanidade, foi disponibilizado um link para que possa ser solicitado a exclusão de sua conta além de outras formas de evitar compartilhar dados com a rede social, isso caso não se use outras redes ligadas ao Facebook já mencionadas.
Mas não para por aí… Mesmo esse dispositivo não é capaz de apagar as informações já coletadas pela empresa, que são armazenadas nos bancos de dados mesmo que você apague da sua conta. Isso não precisando ser respeitado nenhum tipo de controle ou norma, tudo que você postou, escreveu e conversou estará arquivado para sempre no banco de dados de Zuckerberg e seus censores sociais.
Em 2011, o estudante de Direito austríaco, Max Schrems, hoje com 31 anos, não poderia imaginar que um simples pedido seu fosse resultar em uma tarefa tão trabalhosa. Citando uma lei europeia, ele solicitou formalmente junto ao Facebook que a rede social lhe encaminhasse um relatório com todos os dados que eles dispusessem sobre o seu perfil.
Após esperar por algumas semanas, Schrems teve uma surpresa ao abrir um CD com todos os dados armazenados. No total, havia 1.222 páginas de arquivos em PDF com dados sobre a sua movimentação na rede social. Max teve acesso a todas as datas de login e logout em sua conta, quantidade e conteúdo de mensagens enviadas e recebidas e um relatório com todas as vezes que cutucou ou foi cutucado, foi citado por amigos ou interagiu com qualquer item do Facebook.
O arquivo recebido pelo jovem listou ainda dados dos amigos com quem ele interagiu, como localização por GPS no caso de fotos ou check-in. Além disso, mesmo as postagens ou informações que ele havia apagado constavam entre os arquivos.
Embora sejam confidenciais, é sabido que a empresa utiliza as estatísticas de acesso de forma que possa cruzar os seus dados e oferecer anúncios segmentados de acordo com o perfil de cada pessoa. Por exemplo, quando você está com a rede social logada, são registrados pelo Facebook todos os seus acessos em outros sites e abas abertas no seu aparelho durante a navegação. Instantaneamente, seu Facebook mostra materiais e artigos promocionais dos quais você visitou. Até que ponto vão os registros (que não são apagados) pessoais. A história de Schrems mostra que absolutamente tudo é coletado.
Indo ainda mais longe, descobriu-se que o Facebook tem informações não só sobre o que o usuário põe dentro dele, mas também sobre o que os usuários falam sobre uma pessoa, mesmo que essa pessoa não seja usuária da rede social.
Outra das acusações feitas à empresa de Zuckerberg foi o seu apoio ao programa PRISM de monitorização e análise de dados dos serviços secretos dos EUA, cuja existência foi denunciada a partir de documentos obtidos pelo analista informático Edward Snowden, uma alegação negada firmemente pelo Facebook.
Nesse mesmo ano, Schrems processou o Facebook em uma ação coletiva por violação da lei de proteção de dados da União Europeia na Áustria, país conhecido por proteger a privacidade dos internautas. As queixas foram apresentadas pela organização “Europa versus Facebook”, fundada pelo estudante em 2011, contra o Facebook, Apple, Microsoft, Skype e Yahoo! na Alemanha, Irlanda e Luxemburgo, sedes europeias dessas empresas. As companhias foram acusadas de repassar dados de usuários à Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos.
Schrems criou a ONG “Europa vs Facebook” que rapidamente recebeu muito apoio popular por todo o mundo (incluindo financeiro para arcar com os custos do processo), até que no decorrer de 6 de outubro 2015, o Tribunal de Justiça da União Europeia em Luxemburgo julgou que o tratado transatlântico de proteção de dados Safe Harbour (“porto seguro”), no qual empresas como a rede social Facebook se baseiam, é “inválido”, uma vez que não protege adequadamente as informações privadas dos cidadãos. A decisão poderá ter grande impacto sobre as empresas de tecnologia que atuam na Europa. 

Max Schrems
Em consequência desse julgamento, o Tribunal de Justiça da União Europeia invalidou no mesmo dia o acordo entre a UE e os Estados Unidos para a transferência de dados pessoais.Histórico de manipulações emocionais, roubo cibernético e venda de dados

No seu início, o primeiro maior projeto de Mark para internet, “Facemash“, era uma falsificação do site popular “Hot Or Not“, que ilegalmente coletava fotos do estudantes de Harvard e avaliava sua atratividade, o que quase o fez expulso da Universidade. Em seguida ao episódio, ele foi contatado por Cameron e Tyler Winklevoss para ajudá-los a lançar sua ideia para uma rede social na internet.

Enquanto escrevia o código para harvadconection.com, Zuckeberg pegou muitas das ideias do site e secretamente as usou para o thefacebook.com. Ambos os sites eram memoravelmente semelhantes, mas por hora estava restrito aos membros da academia e exigia foto, idade e endereço de e-mail “.edu” para se associar. Ele se gabou de uma negociação dupla em bate-papo IM na época dizendo: “eles cometeram um erro (risos), eles me pediram para fazer pra eles e, eu sou do tipo que não termina rápido, e não fica pronto antes da coisa do Facebook.com.” Isso foi só o começo…

O jornalismo investigativo de The Wall Street Jornal revelou em 2010 que a empresa tornava os dados pessoais dos usuários completamente disponíveis (armazenados no que eles chamam “Black Box“, as mega agências publicitárias.

Em 2011, o Facebook foi pego rastreando usuários off-line. As verificações de conteúdo do que é compartilhado na rede social foi terceirizado em 2013, por empresas cujos trabalhadores fazem o serviço ganhando 1 dólar a hora. Os próprios terceirizados censores de conteúdo confessam em boa parte que desconfortavelmente muitas vezes tinham que vasculhar a privacidade dos dados dos usuários, que segundo a empresa eram usados somente para fins de direcionamento publicitário, oque sabemos hoje que é uma mentira cabeluda.

Enquanto a conectividade móvel se prolifera, aproximadamente 80% dos usuários do Facebook estão interagindo através de dispositivos móveis. Em 2014, o Facebook removeu aplicações de mensagens criando um aplicativo separado (menseger) que deu à empresa acesso irrestrito aos telefones dos usuários.

 

As configurações do aplicativo, como todos sabem, dão acesso as mensagens de texto, ligações, lista de contatos, gravam áudio e tem acesso a lista telefônica e e-mails.

Produtores de aplicativos para Facebook, como o Zinga, foram capazes de acessar dados pessoais de usuários e de seus amigos da rede social. Outros aplicativos já foram encontrados, onde se vendiam identidades de usuários do Facebook para investidores no mercado negro.

Em 2014,  o Facebook lançou um criminoso experimento secreto junto com a Cornell e a Universidade da Califórnia chamado “Emotional Contagion” para manipular as emoções de 689.003 usuários da rede social Facebook.

Os testes foram conduzidos para deliberadamente “filtrar” as emoções do usuários por meio de manipulação do conteúdo das postagens pessoais dos usuários. O teste escondia do “feed” de amigos postagens positivas para provocar expressão de sentimentos negativos no usuário, enquanto, em outros, escondia as postagens negativas para provocar sentimentos de felicidade. Todas essas pessoas não estavam sabendo que estavam sendo objetos de experimento e ao serem descobertos, o Facebook recusou-se a pedir desculpas pela intromissão.

Ativistas da internet se preocupam com fato de os testes sejam uma pequena fração de uma tentativa de manipulação secreta que visa aos usuários on-line do Facebook clicarem nas propagandas.

Qual é essa “missão” de Zuckerberg e o Facebook?
Nada de teoria da conspiração. Vamos falar de evidências. Mark não é uma mente maligna a pensar dia e noite em como dominar o mundo sozinho. Diferente disso, o Facebook é uma empresa que possui conluio direto com setores chave que agem por trás da geopolítica mundial, sempre em pé de guerra a mando da plutocracia governamental internacional. Mas de que forma?
Em 2010, inicio das operações do Facebook, ao dar entrevista em um programa de entrevista canadense chamado All Things Digital, apresentado por  Kara Swisher e Walt Mossberg, o CEO do Facebook Mark Zuckerberg não conseguiu responder às perguntas sobre privacidade como “por que o Facebook compartilha dados das pessoas sem avisá-las? Você realmente acha, como disse num e-mail anos atrás, que os usuários do Facebook são ingênuos?” …aliás, a nenhuma pergunta (tal como no interrogatório do Congresso norte-americano, 8 anos depois). De fato, uma pessoa muito “reservada” é o tal Zuckerberg. Ele vai ficando nervoso, começa a suar, parece estar passando mal. Então a entrevistadora sugere que tire o moletom – coisa que Mark, após alguma hesitação, aceita fazer e diz: “É nossa blusa oficial, nossa missão está dentro”. (Veja o vídeo retirado do documentário “A Real face de Mark Zuckerberg“, a partir de 3:50) 

Qual a missão implícita no símbolo? Vamos desde o começo. Abaixo temos o símbolo usado por Mark Zuckerberg em sua jaqueta de capuz usada no programa, provinda das coisas inacreditáveis que você ainda consegue encontrar na Web:
No anel central em azul escuro temos a frase:  “facebook MAKING THE WORLD MORE OPEN ANDO CONECTED”, que traduzindo para o português livre significa “facebook fazendo o mundo mais aberto e conectado”. (quanto a “facebook”: “face” significa cara, face ou rosto e “book”, livro, então que fica algo como “livro da face”).
No centro do símbolo temos o ano de 2010, o que é particularmente interessante para o empreendimento pois foi um ano definidor do sucesso do empreendimento, que registrou-se desde 2004.

Em fevereiro o Facebook adquire a Octazen Solutions, startup de importação de contatos da Malásia,

Em 2 de abril adquire o serviço de compartilhamento de fotos chamado Divvy-shot por um valor não revelado, em 19 do mesmo mês, introduz páginas da comunidade, que são páginas que são preenchidas com artigos da Wikipedia, em junho funcionários vendem ações da empresa no SecondMarket por US $ 11,5 bilhões e introduz-se a opção de gostar (“likes“) nos comentários individuais.

Em 1 de outubro, um filme sobre o início do Facebook dirigido por David Fincher chamado “A rede Social” é lançado.

Em dezembro lançou um novo design que enfatiza as partes mais importantes da vida de alguém, incluindo informações biográficas, fotos, educação, experiência de trabalho e relacionamentos importantes, substituindo as guias na parte superior de cada página de perfil por links no lado esquerdo da página.

Agora tudo isso é muito aleatório. Entretanto, outro fato marcou muito mais esse ano, a infame chamada Primavera Árabe. historicamente recente, ela está incluída entre dezembro de 2010 e meados de 2012, onde ocorreram o que diziam ser “revoluções” na Tunísia e no Egito, uma guerra civil na Líbia e na Síria (que dura até hoje); incluindo grandes protestos na Argélia, Barein, Djibuti, Iraque, Jordânia, Omã e Iêmen, além de protestos menores no Kuwait, Líbano, Mauritânia, Marrocos, Arábia Saudita, Sudão e Saara Ocidental.

Esse processo foi marcada mostrado pela imprensa internacional pelo extensivo uso das redes sociais como apoio comunicacional e de divulgação das agitações públicas ocorridas na maior parte desses países, principalmente pelo Facebook, Instagram e WhatsApp. Mas  que na verdade, o tempo mostrou tudo aquilo foi deliberadamente orquestrado pelos departamentos governamentais de países do Ocidente como EUA, Inglaterra e França, através de ONG´s especializadas em formar profissionais articuladores de agitação pública e propagação de notícias parciais como a “Otpor“, ligada a agentes do Departamentos de Estado e relações exteriores dos Estados Unidos, da CIA e financiadas por multimilionários como George Soros com puros interesses de mercado, mostrado no documentário The Revolution Bussines e evidenciado pelo General da reserva estadunidense Wesley Clark em 2007.

Esse processo então promoveu a queda de alguns governos no norte da África e sua troca por outros com maior alinhamento aos países Aliados e as diretrizes da OTAN, causou esfacelamentos e tragédias nacionais com a derrubada de governo na Líbia de Kadaffi, instaurando a anarquia e a guerra sangrenta na Síria de Bashar, para onde todo foco está direcionado hoje. Ao mesmo tempo, esse processo redefiniu as diretrizes de mercado do caminho do petróleo e pontos estratégicos chave de outros recursos naturais e mercado para a Oligarquia Financeira Internacional cujos interesses se expressão nos desejos dos sucessivos governos beligerantes como o dos Estados Unidos e Reino Unido.

Sem contar que foi o ano da “ascensão”, em países periféricos do Ocidente, como o Brasil, de um mesmo processo, a âmbito governamental de uma troca de gestões dos Executivos como também no Chile, Argentina por militâncias ditas “conservadoras” mais alinhadas aos “interesses anglófilos” de exploração das Américas. Ou seja, foi um ano da guinada ao establishment e remodelamento político do qual sofremos até hoje. Teria o Facebook tal propósito?

Outro ponto do símbolo está também no centro: note que tanto o encaixe das linhas azuis das setas internas quanto externas formam a chamada “estrela de Davi”.

 

Notadamente seria uma ode sionista, maçônica ou outro espécime ritualístico? Como podemos afirmar, a chamada “estrela de Davi”, símbolo sionista e maçom está presente na bandeira de Israel, Estado que é causa fundamental da ideologia de Sião e da judiaria organizada (Mark Zukerberg é judeu, aliás), podendo hoje em dia ser afirmado que, para surpresa de cristãos e judeus, como mostram os estudos recente do pastor Steven Lee Anderson, em seu documentário “March to Zion”ao investigar a relação do Talmude e da Bíblia, que esse símbolo não está presente nem no judaísmo nem no cristianismo mas no culto de Baal, Moloch e outros cultos exotéricos sinárquicos da Ásia antiga. [2] 
Todos os pontos convergem para esse centro do símbolo que é coração da ideia, enquanto a “Estrela de Moloch” é interna e externa, ou seja, a grande e a pequena, seria da pequena à Grande Israel? A Israel do Sionismo, de Moloch…
Na extremidade da ponta sul (abaixo), podemos ver o ícone de “adicionar”, então se está adicionando o centro, a ideia do símbolo. Está se adicionando a “Estrela de Davi” (Moloch, Israel, Sionismo, maçonaria ou ritos afins).
Na extremidade da ponta norte (acima), observasse o ícone de “adicionado”, “amigo” e a inscrição “GRAPH”, que segundo a definição do Cambridge Dictionary significa uma “imagem gráfica”, que mostra como dois conjuntos de informações ou variáveis (= valores que podem mudar) estão relacionados, geralmente por linhas ou curvas.
Na ponta centro-oeste temos “PLATAFORM” (plataforma) e abaixo um mapa das Américas, que no senso mais geral, inclusive computacional é qualquer que seja o ambiente pré-existente, um pedaço de software que é projetado para ser executado internamente, obedecendo às suas limitações e fazendo uso das suas instalações.

Na ponta sudeste temos “STREAM” e logo abaixo de um símbolo que representa “balões de conversação” ou diálogo, que por definição pode ser definido como um fluxo de dados em um sistema computacional.

E na base de todas as setas, existe em cada uma, cinco outras setas azuis escuro menores que apontam diretamente em direção ao centro. Os gráficos são as pessoas adicionadas (usuárias, a plataforma é a América e o stream são o conteúdo do que fazem, suas ações. Tudo através do adicionamento, em direção ao centro, em formato de Estrela de Moloch com o número 2010 cravado.

Quem financiou e está por trás do Facebook ou junto com ele?

– James W. Breyer, fundador e CEO da Breyer Capital, uma empresa de investimento e sócio da Accel Partners, uma empresa de capital de risco foi a maior acionista do Facebook e um dos primeiros investidores, depois de Mark Zuckerberg, detendo primeiramente uma participação de 11% na época do IPO da empresa. Por exemplo, em 2005, Breyer liderou o depósito de US $ 12,7 milhões da Accel Partners em uma avaliação de US $ 98 milhões na startup de dez funcionários do Facebook. Em 2012, a  mesma Accel Partners descarregou 50 milhões de ações da rede social agora pública em seus próprios investidores. Esse processo acarretou os primeiros passos dos bilhões que valem as ações do Facebook hoje.

– Peter Andreas Thiel um empreendedor, empresário americano, capitalista de risco do Vale do Silício, crente ferrenho do Bitcoin e co-fundador do PayPal e da Palantir Technologies que assumiu o controle de finanças e das necessidades de capital do Facebook, o que ocasionou, entre outros motivos, a saída de Eduardo Saverin.

Thiel é uma figura interessante. Na audiência conjunta do Senado à Mark Zuckerberg, uma pessoa que se destacou foi a senadora Maria Cantwell, uma democrata do estado de Washington, que tocou em pontos particularmente incisivos.

A Palantir (alusão a esfera mágica que tudo vê da obra de J. Tolkin], uma empresa que Thiel, membro do conselho do Facebook foi co-fundador e agora é o presidente, trabalha com análise de dados em larga escala [3]. Ela tem sido usado pelos departamentos de polícia, pela Agência de Segurança Nacional, pelos militares dos EUA e até pela Home Depot, que a contratou temporariamente após uma violação de dados de cartão de crédito de clientes em 2014.

Mais recentemente, a empresa foi flagrada conectada ao Cambridge Analytica. Em março, o denunciante Christopher Wiley testemunhou em uma audiência parlamentar do Reino Unido que os funcionários da Palantir trabalharam com a Cambridge Analytica para transformar os dados do Facebook obtidos de forma incorreta em modelos para seu trabalho de direcionamento de anúncios eleitorais. A Palantir divulgou ao New York Times que um de seus funcionários ajudou a Cambridge Analytica em uma função pessoal. Mas vale a pena notar que Thiel tem sido um defensor franco de Trump, trabalha como conselheiro na equipe de transição presidencial e participa do conselho do Facebook.

Cantwell brincou perguntando a Zuckerberg se ele está ciente de que às vezes a Palantir é referida como “Stanford Analytica“. Um Zuckerberg sem palavras disse que não tinha ouvido isso antes. Então ela perguntou sobre o que ele sabia sobre a Palantir trabalhar com a Cambridge Analytica. Ela também questionou se nas reuniões de diretoria do Facebook – onde Peter Thiel provavelmente estaria presente – sempre tiveram conversas sobre os dados da rede sendo usados por forças políticas opostas, pois dada a presença de Thiel no conselho, ela achava difícil acreditar que o Facebook não estava ciente de que seus dados estavam sendo mal utilizados por agentes políticos.

Descobriu-se que um grupo de empresários dos EUA, incluindo o bilionário do Vale do Silício Peter Thiel, teria investido US $ 7 milhões numa empresa que agora é investigada pela FDA (Food and Drug Administration) sobre um estudo de herpes que fazia testes secretos com injeções de uma vacina contra a doença de forma não autorizada em quartos de hotéis nos EUA.

Thiel também é acusado de financiar secretamente o processo de invasão de privacidade de Hulk Hogan que levou à falência em 2016 da Gawker Media, ex-proprietária da Gizmodo.

Agencias federais de monitoramento e investigação presentes nessas empresas

Fazem elas parte do Departamento de Defesa?

Regina E. Dugan, empresária, inventora e desenvolvedora norte-americana de tecnologia que atuou como o 19º diretora da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA).

Em março de 2012, ela deixou o governo para assumir um cargo executivo no Google. Pouco antes da aquisição, foi anunciado que ela criaria e lideraria o grupo de Tecnologia Avançada e Projetos (ATAP) na Motorola Mobility, de propriedade do Google. Em janeiro de 2014, o Google anunciou a aquisição da Motorola Mobility pela Lenovo, mas manteve a Dugan e sua equipe de Tecnologia Avançada e Projetos (ATAP).

Em 2016, ela deixou o Google e se juntou ao Facebook para liderar uma equipe recém-formada chamada “Building 8” e, Em outubro de 2017, Dugan anunciou que deixaria o Facebook no início de 2018 para se concentrar em construir e liderar um novo empreendimento.

Cabeça do secreto laboratório de hardware do Facebook, Building 8, disse ao sair 18 meses depois: “Há uma mudança de maré acontecendo no Vale do Silício, e aqueles de nós nesta indústria têm maiores responsabilidades do que nunca. O timing parece certo para se afastar e ter um propósito sobre o que vem a seguir, pensativo sobre novas maneiras de contribuir em tempos de ruptura.”

Sobre esse projeto, o que se sabe de mais recente é que no último dia 5 desse mês, estranhamente, uma matéria da CNBC dizia que o “Facebook enviou um médico em uma missão secreta para pedir aos hospitais que compartilhassem dados de pacientes”. O esforço exploratório para compartilhar dados médicos foi conduzido por um cardiologista chamado Freddy Abnousi, que descreve seu papel no seu LinkedIn como “liderando projetos altamente secretos” e que estava sob a alçada de Regina Dugan no projeto secreto Building 8.  Segundo declarou, a empresa pediu a vários dos principais hospitais dos EUA que compartilhem dados anônimos sobre seus pacientes, como doenças e informações sobre prescrição, para um projeto de pesquisa proposto. O Facebook estava pretendendo combinar com os dados de usuários que havia coletado e ajudar os hospitais a descobrir quais pacientes poderiam precisar de cuidados especiais ou tratamento.

Não é incomum que pessoas com Regina E. Dugan, especialistas em tecnologia envolvidas em agencias secretas do governo estejam tão presentes em projetos comerciais tecnológicos e de monitoramento que acabam sendo usados para fins políticos também.

Além os Estados Unidos indiscriminadamente monitorar os cidadãos do mundo através da NSA e de departamentos infindáveis da CIA, a participação de gente da DARPA (5) e da The Information Awareness Office (IAO) (6), agências secretas as quais possuem as mesmas intenções de monitoramento através da tecnologia da informação e engenharia social que tem as redes sociais, fica fácil saber que tipo realmente se beneficia com tais situações onde nós, reles pessoas comuns cujas ações valem apenas o próprio respeito do semelhante temos nossas vidas privadas estudadas, analisadas, vendidas e catalogadas como diziam que aconteceria num “futuro distante”. Cabe a nós dificultar esse processo

NOTAS:
[1] – Em 17 de março, os jornais o estadunidense “New York Times” e o inglês “The Guardian” revelaram que os dados de mais de 50 milhões de usuários do Facebook foram usados sem o consentimento deles pela Cambridge Analytica. Dias depois, o próprio Facebook retificou a informação e passou a estimar em 87 milhões o número de pessoas atingidas, tendo seus dados pessoais abertos e analisados.[2] – Esse opinião é pontuada dos incontáveis autores ao longo da história da humanidade, incluindo famosos como Martinho Lutero. Sem contar as obras de Gustavo Barroso na sua tradução para o português dos “Protocolos dos Sábios de Sião” e do reverendo norte-americano I. B. Pranaitis em seu “O Talmude desmascarado”. Obras ambas disponíveis na nossa Biblioteca Virtual gratuita.

[3] – O nome “Palantír” faz referencia direta aos artefatos mágicos do universo ficcional da obra de Tolkien. Nela, tais pedras serviam para se comunicar umas com as outras, mas usuários com grande força de vontade podiam “guiar” a visão da pedra para virtualmente qualquer parte do mundo e talvez até do tempo, permitindo vislumbrar fatos distantes no tempo ou no espaço.

[4] – A DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency), em português “Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa” foi criada em fevereiro de 1958 (como ARPA) por militares e pesquisadores americanos sob a supervisão do presidente Eisenhower, numa reação dos Estados Unidos à vitória tecnológica da então União Soviética com o lançamento do primeiro satélite artificial, o Sputnik 1.

O objetivo original da agência era manter a superioridade tecnológica dos EUA e alertar contra possíveis avanços tecnológicos de adversários potenciais. Esse objetivo evoluiu com o tempo, e hoje também inclui criar surpresas tecnológicas para os inimigos dos EUA. A agência é independente, com cerca de 240 funcionários e um orçamento de 2,8 bilhões de dólares, e se reporta diretamente ao Departamento de Defesa.

[5] – The Information Awareness Office (IAO), ou em português “Escritório de Sensibilização da Informação” foi criado pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa dos Estados Unidos (DARPA) em janeiro de 2002 para reunir vários projetos da DARPA focados na aplicação de tecnologia de vigilância e informação para rastrear e monitorar terroristas e outras ameaças assimétricas à segurança nacional dos EUA.


Fontes de pesquisa: 

Superinteressante: O que há por trás do Facebook 


G1: Na Câmara dos EUA, Zuckerberg nega que Facebook venda dados e diz estar aberto a regulamentação 


Público Portugal: O austríaco que venceu a batalha Europa vs. Facebook 


Tecmundo: Estudante pede seus dados ao Facebook e recebe 1,2 mil páginas de resposta

UOL Notícias: Tribunal alemão considera ilegal uso de dados pessoais pelo Facebook 

Youtube: Canal Videos Plus – The Real face of Mark Zuckerberg – A verdadeira face de Mark Zuckerberg (Legendado Português )

Observatório da Imprensa: O dia em que Mark Zuckerberg suou a camisa


Superinteressante: Facebook faz mal para você


Superinteressante: Facebook te deixa depressivo


Superinteressante: Facebook te deixa gordo e pobre

All Things: The Site

All Things: Introducing Livefyre Commenting at AllThingsD

Bloomberg: Mossberg to Leave Wall Street Journal as AllThingsD Talks Fail

Mashable: Walt Mossberg and Kara Swisher Launch Tech News Site ‘Re/code’

 

Wikipedia, the free encyclopedia: Timeline of Facebook

Cambridge Dictionary: Graph


Wikipedia, a enciclopédia livre: Plataforma


Wikipedia, a enciclopédia Livre: Stream


Wikipedia, the free encyclopedia: Jim Breyer


CNBC: Accel Unloads Facebook on Its Own Investors: Sources


Gizmodo: Report: FDA Launches Investigation Into Research by Peter Thiel-Backed Herpes Vaccine Company


Slate: Watch Zuckerberg Struggle to Answer Sharp, Uncomfortable Questions About Peter Thiel’s Creepy Company


Wikipédia, a enciclopédia livre: Palantír

Wikipedia, the free encyclopedia: Regina E. Dugan


Bloomberg: Facebook Building 8 Head Regina Dugan Leaves After 18 Months


CNBC: Facebook sent a doctor on a secret mission to ask hospitals to share patient data

Wikipedia, the free encyclopedia: Information Awareness Office

Veja Também


General Wesley Clark afirmou em 2007 que o Governo Americano desestabilizaria 7 países em 5 anos


O negócio da revolução (The revolution bussines)


Marcha para Sião (Marching to Zion) – Steven L. Anderson

 

Contato: osentinelabrasil@gmail.com

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