O Partido Social Nacionalista Sírio

O Partido Social-Nacionalista Sírio, PSNS, foi fundado em 1932, com a liderança do político e filósofo sírio-libanês Antoun Saadeh, na cidade de Beirute, capital do atual Líbano, como uma organização anticolonialista e de libertação nacional-étnica contra o colonialismo francês. Primeiramente de forma secreta, sendo anunciado formalmente apenas em 1935. Os artigos escritos na revista Al-Majalla e os discursos proferidos por Saadeh consolidaram a base ideológica do partido e contribuíram para sua popularidade.

Modo geral, sempre estiveram entre suas principais pautas o nacionalismo sírio, o pan-sirianismo, o nacionalismo, irredentismo, secularismo, o anti-sionismo e o anti-imperialismo. O partido, desde seu início adotou uma postura anti-liberal, dentro do contexto colonialista em que o Oriente Médio se encontrava na época de sua fundação e pró-nação da Grande Síria, seu líder, Saadeh, preferia se posicionar também fora de um satélite Nacional Socialista alemão ou fascista italiano. Embora ajam muitas concordâncias ideológicas, o conceito de “Síria Natural”, defendida por Saadeh, argumentava que a Síria era histórica, cultural e geograficamente distinta do resto do mundo árabe, que ela se dividia em quatro partes, uma entidade distinta que transcendia as distinções religiosas ou étnicas.

História
Antoun Saadeh

Antoun Saadeh foi preso após tornar o partido divulgado publicamente sobre acusação de ligações com o eixo alemão-italiano, uma vez que o Líbano era um protetorado franco-britânico e a época era do contexto do pré-guerra. Mas ele foi solto após comunicado oficial vindo de Berlim que garantia que o recém-fundado partido não tinha qualquer ligação formal com a Alemanha Nacional Socialista.

Naquela época, após o retorno do líder Saadeh, o SSNP havia crescido exponencialmente e havia se confrontado em muitas ocasiões com seu principal rival ideológico, o Partido Kataeb, que estava comprometido com a noção do Líbano em suas fronteiras francesas.

Saadeh retorna ao Líbano

O Líbano tornou-se independente em 1943, mas o mandato francês estendeu-se  em sua ocupação até o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, apoiados pelo Império Britânico, até tornar-se independente, mas sobre linhas previamente traçadas. Considerado sob o ponto de vista financeiro, a “Suíça do Oriente”, por ali eram feitas grandes negociações de petróleo e sob o ponto de vista turístico, a “Mônaco do Oriente”; possuía casinos e hotéis de luxo, porém, disputas crescentes entre cristãos e muçulmanos, exacerbadas pela presença de refugiados palestinos, minaram a estabilidade da república.

O PSNS rejeitou este o Líbano nas fronteiras que o delinearam os estados recém-criados, alegando serem fictícias, resultantes do colonialismo, e não refletiam quaisquer realidades históricas e sociais [1]. O partido alegou que a Grande Síria, conforme definido por Saadeh, representa o ideal nacional que abrange os povos históricos da Mesopotâmia e do Crescente Fértil, unidos por uma geografia claramente definida e um caminho comum de desenvolvimento histórico, social e cultural. Além disso, e com o início do conflito árabe-israelense em 1948, Saadeh radicalizou a posição anti-sionista do partido, declarando que “Nossa luta com o inimigo não é uma luta por fronteiras, mas pela existência”.

Conflitos armados e anos de extinção

Em 4 de julho de 1949, um ano após a declaração do estabelecimento do Estado de Israel e da Nakba, e uma resposta a uma série de agressões perpetradas pelo governo central apoiado pelo Kataeb, o PSNS tentou sua primeira revolução. Após uma violenta repressão por parte das forças do governo, Saadeh viajou para Damasco se encontrar com Husni al-Za’im na tentativa de obter seu apoio, mas foi entregue às autoridades libanesas e executado em 8 de julho de 1949.

Após a execução de Saadeh e a prisão de seus líderes de alto escalão, o partido permaneceu na ilegalidade até começar a ressurgir com os eventos que ocorreram durante o período 1950-1960. Com a eclosão da Guerra Fria e a potencialização das esferas marxistas e comunistas apoiadas pela URSS, o PSNS se viu diante de um novo adversário ideológico e um grande problema, especialmente porque a maioria dos movimentos de esquerda política no Oriente Médio se uniram em torno de Gamal Abd El Nasser (presidente do Egito e amigo íntimo do jovem general Kadaffi, na Líbia) e do nacionalismo árabe, fazendo frente ao bloco geopolítico liberal-capitalista. Seguiu-se um choque ideológico, como Nasser e a maioria das organizações de esquerda no mundo árabe defendiam o nacionalismo árabe, o PSNS manteve seu compromisso com o nacionalismo sírio. Pelo menos até a Guerra Cívil Libanesa, as necessidades dos nacionalistas e dos marxistas ortodoxos não convergiriam.

Em 1961, e sob o governo semi-autoritário do general Fouad Chehab, o partido lançou uma tentativa de golpe fracassada no Líbano, resultando na prorrogação renovada e na prisão de muitos dos seus líderes

Atuação anti-sionista nas guerras contra Israel

Com a eclosão da Guerra Civil Libanesa (1975 – 1990) [2], as milícias da PSNS lutaram ao lado das forças nacionalistas, regionalistas e comunistas ortodoxas contra Israel e seus aliados. O PSNS concebeu a Guerra Civil Libanesa como o resultado inevitável das divisões da nação síria em pequenos estados como o Líbano para o benefício de líderes feudais (satélites dos globais) que fragmentariam ainda mais a nação em parcelas sectárias e evitariam uma guerra de libertação contra Israel, que o PSNS considerado vital para a libertação e recuperação da Palestina, mais tarde conhecido no dialeto PSNS como “o sul ocupado da Grande Síria”. A PSNS descobriu que seus aliados naturais eram os guerrilheiros palestinos, principalmente a Fatah e a FPLP, assim como seus antigos inimigos ferrenhos: os movimentos nacionalistas árabes apoiados pela esquerda, o Partido Ba’ath Sírio e os comunistas. [3]

Em 1983, o partido se uniu à Frente de Salvação Nacional Libanesa estabelecida para se opor ao abortado acordo de 17 de maio com Israel assinado pelo irmão e sucessor de Gemayel, Amine Gemayel. Alguns membros do partido estavam dispostos a sacrificar suas vidas através de ataques suicidas contra Israel. , sendo o primeiro em 1985. Um membro do partido, Sana’a Mehaidli, que cometeu um ataque suicida aos 16 anos contra um posto de controle israelense no Líbano, é considerado mártir por libaneses, sírios e palestinos da causa. Diego Gambetta diz que eles não podem ser considerados uma organização terrorista porque eles só agem contra alvos militares, e que eles deveriam ser considerados uma organização guerrilheira… mas também política.

Com o fim da guerra civil libanesa em 1990, o Partido participou nas eleições gerais e chegou à 6 assentos em 1992 e atualmente possui 2 na bancada de 128, junto aos governistas da Aliança 8 de Março.

 

Comunidade sírio-argentina faz manifestação pró Assad e seu partido aliado, o Social Nacionalismo Sírio

O partido teve participação ativa nos conflitos no Líbano de 2006 e 2008 entre o governo e a oposição, sempre ao lado dos aliados Hezbollah, Movimento Amal e Frente Nacional da Resistência Libanesa. Durante o conflito de 2008 no Líbano, pelo menos 14 pessoas foram mortas na cidade de Halba, na região de Akkar, no norte do Líbano, enquanto cerca de 100 homens armados do Movimento Futuro, apoiador do governo na época, atacaram um escritório da PSNS. Dez dos mortos eram membros da PSNS, três eram leais ao governo e um era um cidadão australiano de ascendência libanesa em férias no Líbano, que estava tentando obter informações nos escritórios da PSNS sobre a evacuação da cidade. O pai australiano de quatro filhos, Fadi Sheikh, teria suas mãos e pés cortados.

Na política da Síria

Em 2005, foi legalizado na Síria e juntou-se à Frente Progressista Nacional, liderada pelo Partido Baath. Em 2007, elegeu Bashar al-Assad (99,8% do votos válidos) assim como em 2014 (88,7%).

Entre 2012 e 6 de Maio de 2014, o partido fez parte da Frente Popular para a Mudança e Libertação e atualmente filiou-se a Aliança 8 de Março. Em 2016, com a coligação da Frente Progressista Nacional, o partido faz parte da bancada governista com 7 dos 250 assentos do parlamento.

Durante a guerra

 

Durante a Guerra Civil Síria, o PSNS contou com entre 6.000 e 8.000 voluntários paramilitares armados do Partido, as Águias do Furacão, lutando ao lado das Forças Armadas da Síria contra o Estado Islâmico na frente de batalha da faixa ocidental da fronteira com o Líbano, em Alepo, em Latakia e no sul do país.

Princípios básicos doutrinários

A doutrina do nacionalismo sírio está presente nos oito princípios básicos do PSNS. Eles vão numa ordem lógica de uma declaração da existência e natureza da nação síria (primeiro princípio), para uma identificação do caráter de sua causa (segundo e terceiro princípios), para um esclarecimento de sua gênese (o quarto princípio) e sua terra nativa (quinto princípio). A base da unidade nacional (sexto princípio) é definida, então, as fontes do caráter nacional e da consciência (sétimo princípio) e os princípios orientadores da militância nacional (oitavo princípio).

1- A Síria é para os sírios e os sírios são uma nação completa.

2 – A causa síria é uma causa nacional integral completamente diferente de qualquer outra causa.

3- A causa da Síria é a causa da nação síria e do país de origem síria.

4 – A nação da Síria é o produto da unidade étnica do povo sírio que se desenvolveu ao longo da história.

5 – A pátria sírio é o todo terreno geográfico em que a nação síria evoluiu ao longo da história. Tem fronteiras distintas naturais e se estende a partir do intervalo Taurus no noroeste e as Montanhas Zagros no Nordeste para o Canal de Suez e o Mar Vermelho, no sul e inclui a Península do Sinai e o Golfo de Aqaba e do mar da Síria no oeste, incluindo a ilha de Chipre, e o arco do deserto da Arábia e do Golfo Pérsico no leste.

 

6 – A nação da Síria é uma sociedade.

7- O movimento social nacionalista sírio inspira-se no orgulho da nação síria e na sua história política nacional-cultural.

8 – o interesse da Síria substitui todos os outros interesses.

Princípios básicos reformistas

Os objetivos de Saadeh não eram apenas definir a identidade nacional dos sírios, mas também colocar em movimento um movimento que pudesse reviver a nação síria e permitir que a Síria se tornasse uma entidade moderna e viável. Isso significava a necessidade de mudar o padrão de vida social, política e econômica de seu povo. O PSNS é assim concebido como um agente de mudança e representa o primeiro esforço concreto na Síria para a modernização total da sociedade. Como o objetivo principal do grupo é a geração do renascimento nacional, sua doutrina não se limita à definição da causa nacional e à determinação da identidade nacional, mas também identifica os objetivos a serem alcançados.

A mudança que o partido contempla é um relatório exaustivo que tenta reconstruir a sociedade de acordo com uma filosofia social diferente. Os princípios dessa filosofia estão incorporados nos princípios da reforma. Embora sejam primariamente dirigidos contra as condições sociais corruptas da nação, eles não devem ser temporários. Eles são a expressão da filosofia social do partido, assim como os princípios básicos incorporam sua doutrina nacionalista.

1 – A separação entre religião e Estado (secularismo).

2 – Proibir os clérigos de interferir nos assuntos políticos e judiciais.

3 – A eliminação de barreiras entre as várias seitas e confissões.

4 – A abolição do feudalismo, a organização da economia nacional com base na produção e proteção dos direitos do trabalho e os interesses da nação e do Estado.

5 – Forte formação das forças armadas que será eficaz na determinação do destino do país e da nação.

Um paralelo recente

Em setembro de 2017, antes da declaração de vitória da Síria na guerra imposta que já durava 6 longos e pesados anos, uma delegação europeia liderada por Roberto Fiore, líder do grupo Forza Nuova  fundado em 1997, visitou a Síria para mostrar seu apoio à Assad. E não era a primeira vez. Na visita de 2017, ele estava acompanhado por seu camarada alemão Udo Voigt, líder do Partido Nacional Democrata (NPD). O NPD foi fundado por oficiais nacional-socialistas do Partido do Reich alemão, o NSDAP, em 1950 e, foi apenas em 1964 que ele mudou seu nome. Ao lado deles apareceu o belga Hervé van Laethem, secretário do movimento Nação.

 

Roberto Fiore e diligentes do Partido Social Nacionalista Sírio

 

Outro habitual em atos oficiais na Síria é Nick Griffin, ex-líder até 2014 do Partido Nacional Britânico. As visitas do líder britânico, por exemplo, na Conferência Antiterrorista, são constantes. Griffin, como os líderes do Irã, outro Estado aliado de Assad e da Síria, defende a revisão aberta e ampla da história oficial que nos é contada sobre o suposto “Holocausto Judaico”.
Obviamente, não podia faltar os Le Pen. Pai, filha e sobrinha. Jean Marie Le Pen já ofereceu seu apoio a Assad em 2011, quando inciou-se a tentativa de derrubada do governo através dos grupos mercenários financiados pelo Ocidente (chamados de ‘rebeldes moderados’ pela mídia podre). Na época, ele leu um texto do francês Robert Brasillach. Sua filha, a líder Marine Le Pen, colocou-se à apoiar de seu partido e dos apoiadores uma aliança com Assad. Marion Maréchal-Le Pen foi ainda mais clara em seu apoio a Assad enquanto organizava uma nova delegação da Frente Nacional a Damasco para demonstrar seu apoio ao governo sírio. Não seria o primeiro. Em março, uma delegação de deputados correligionários franceses se encontrou com o próprio Assad. Entre eles, o principal líder da juventude da FN entre 2012 e 2014, Julien Rochedy ou o líder da união universitária da GUD, Frédéric Chatillon, hoje na FN.
Também David Duke, político e acadêmico estadunidense, nacionalista, racialista e ex-KKK que atualmente integra apoio a al-Right, que prestou apoio a Assad, assim como o ideólogo euroasiano Alexander Dugin ou a Frente Solidariedade Européia com a Síria, a qual se trata de uma europeia para demonstrar solidariedade internacional dos nacionalismos europeus e outros apoiantes menores. A mesma que convocou a manifestação pró-síria em Roma em 2013. Impulsionada pelo Casa Pound (em referência ao poeta pró-fascista Ezra Pound) reuniu várias frentes e movimentos nacional-europeus. O material da Frente de Solidariedade Européia com a Síria é distribuído, por exemplo, pelo site Zentropa. A frente é definida como “não partidária e apenas está com a verdade e com quem apóia o povo sírio”. 

 

Na Espanha, por exemplo, promovidos por plataformas de igual solidariedade, nos atos de Jaén ou Madri com o jornalista falangista Gustavo Morales como palestrante; acompanhado, neste último caso, pelo embaixador da Síria na Espanha. O Movimento Social Republicano (MSR) participou junto com Forza Nuova e BNP na visita do ano passado à Síria. Ele se encontrou com o SSNP, os Baath e o presidente do parlamento sírio, Jihad al-Laham, que acolheram os europeus. O MSR é uma das partes que realizou atos a favor de Assad diretamente, em uma linha semelhante atuou o partido Nacional Democracia ou o partido Alianza Nacional, partido nacional-socialista espanhol fundada em 2005 a partir da Alliance for National Unity e da Associação Cultural Rey Sisebuto, dirigido por Pedro Pablo Peña, que participaram na reunião de 19 de março em Madri a favor de Assad. Um dos membros desta formação, Pedro Cuevas. 

 

Com a firme retórica anti-imperialista e antagonismo ao movimento curdo independente, um satélite para mais Estado pró-globalismo. Afinal, o projeto de confederação democrática no norte da Síria está em desacordo com o projeto nacional-sírio e com o próprio governo sírio.
Não são relações unilaterais ou exceções. A colaboração entre Assad e o nacionalismo europeu é um continuum. Na verdade, um dos partidos que apoia o regime é o Partido Social Nacionalista Sirio (SSNP). Seu símbolo não esconde a referência à suástica, apesar de publicamente seus líderes atuais terem negado tal origem, para fugir da caluniação da imprensa. Suas marchas paramilitares são quase idênticas às dos camisas negras fascistas de Mussolini. E não é pequeno. Com mais de 100.000 membros antes da guerra, o SSNP é o segundo maior partido legalizado da Síria que apoia o Baath de Assad, que combina o nacionalismo-social árabe com a lealdade familiar. Este partido foi criado no auge das doutrinas nacionais emergentes na Europa, em 1932, e tem dois ministros no governo sírio.Notas:

[1] – Muitos desses problemas decorrentes hoje entre a resistência sírio-libanesa e os conflitos com o Estado sionista de Israel se deve a influência destes no Acordo de Sykes-Picot na partilha do Oriente Médio então sobre jurisdição otomana, em 1916. Ainda sim, 102 anos depois, isso consegue deixar marcar gritantes.

[2] – Em 1968, a OLP, que havia recrutado militantes no Líbano, entre as famílias de refugiados palestinos que foram expulsos ou fugiram devido à criação de Israel em 1948, e o próprio Israel estavam em uma guerra transfronteiriça, violando da soberania libanesa. OLP e da sua brigada do Fatah, expulsos da Jordânia, entraram no Líbano e o conflito se agravou, pois essa questão das guerras regionais levou a convulsões populacionais que deram origem aos distúrbios entre muçulmanos e cristãos no Líbano, originando a Guerra Civíl Libanesa. A luta entre as facções deixou as forças libanesas e árabes pró-Israel enfraquecidas pela retirada de Israel do Líbano, levando-os ao um colapso e uma retirada rápida de Israel em 2000, para o seu lado da fronteira designado pelas Nações Unidas.

[3] – As forças israelenses eram auxiliadas pelas milícias do  Exército do Sul do Líbano (SLA), as milícias do Estado Livre do Líbano, Frente Libanesa, Falanges Libanesas, Partido Nacional Liberal, Movimento Marada, Guardiões dos Cedros e os Al-Tanzim. Enquanto que juntaram-se pela expulsão da ocupação israelense, a principal força, nascida em 1985, a resistência libanês xiita, Hezbollah, com apoio do Irã, convocou à luta armada para acabar com a ocupação de Israel de território libanês. Juntos a eles estavam a Frente Nacional da Resistência Libanesa, o Partido Social Nacionalista Sírio, Partido Comunista Libanês, Movimento Amal, Partido Baath, Movimento Independente Nasserista e o Partido Socialista Progressista. Os oposicionistas à Israel também ganharam apoio do governo Sírio.

VEJA TAMBÉMANTOUN SAADEH E O SOCIAL NACIONALISMO SÍRIO

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CASAPOUND ENTREVISTA COM AMERICAN BLACK T-SHIRTS

Bibliografia:

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TRABOULSI, Fawwaz. “Identités et solidarités croisées dans les conflits du Liban contemporain; Capítulo 12- L’économie politique des milices: le phénomène mafieux“, Tese de doutorado em história – 1993, Universidade de Paris, VIII, 2007.

FISK, Robert. “Pity the Nation: Lebanon at War“, London: Oxford University Press, (3rd ed. 2001).

SALEM, Paul. “Bitter Legacy: Ideology and Politics in the Arab World“, p.244, Syracuse University Press, 1994.

 

Referências:

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