Nazismo de Esquerda x Nazismo de Direita

Muitos hoje tem preguiça de ler, mas… Para podermos realizar uma análise isenta sobre o Nacional-Socialismo (vulgo: ‘nazismo’) é necessário haver, antes de mais nada, Liberdade de Expressão. Mas justamente isso não temos em países de língua alemã, ou seja, na Alemanha, Áustria e Suíça, onde se originaram os fatos e existe vasto arquivo sobre o tema! (Vários outros países Ocidentais também, tal como querem no Brasil, abafar por força de lei o simples questionamento da história, mas esses são singulares pois isso já acontece). Quem tentar defender o regime que teve Hitler como seu líder apoiando-se em argumentos, não importa se equivocados ou verdadeiros, qualquer que seja o caminho, irá ser criminalizada. Sem “se” e “mas”! Esse não é o ponto de partida para uma discussão isenta, que poderia tentar reconciliar as partes envolvidas, libertar a juventude alemã deste sentimento de culpa e permitir que o espírito alemão seja feliz e próspero como sempre foi, que contribuiu sem sombra de dúvidas para elevar o nível cultural da humanidade.
Se através da revisão isenta da história, o estudioso chega à conclusão que não houve um plano sistemático para exterminar a população judaica europeia, que as alegadas câmaras de gás são produto da propaganda de guerra, que o número de 6 milhões origina-se da mitologia judaica, que a culpa pela guerra não foi da Alemanha, que o regime de Hitler nunca se colocou como superior aos outros povos da terra, que a Alemanha trabalhou em conjunto com organizações sionistas para remover pacifica e ordenadamente (típico alemão!) a população judaica da Alemanha, que tal atitude foi fruto do escalonamento dos ânimos entre as lideranças judaica e alemã, então não deve ser possível condená-lo por tais conclusões! Como o estudioso poderia estar negando alguma coisa, se está convencido que tal coisa nunca aconteceu?! Mais além, deveria ser concedido a ele a liberdade para defender os pontos positivos do Nacional-Socialismo. Quase em todas as constituições do mundo ocidental, inclusive a brasileira, podemos ler algo do tipo: “ninguém será privado de direitos por motivo de convicção política”.

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Quanto às páginas e aos círculos de direita brasileiros, alvo destes artigo da imprensa, podemos dizer que estes grupos juntamente com os partidos da “nova” direita mundo afora, não são partidários da direita no sentido clássico. Estes “novos” partidos tomam a bênção de Israel/judiaria e, por exemplo, não veem na imigração de massa o maior problema da Europa, mas sim na imigração de muçulmanos, abreviando, o Islã.
Estas pessoas também não são nacional-socialistas ou racistas, pois eles não definem a nacionalidade segundo o jus sanguinis, mas sim, se o imigrante abdica de sua identidade própria e está disposto a aceitar a nova. Ele deve abdicar de sua cultura, religião etc e, depois disso, vestir uma roupagem nova. Assim ele tornar-se-ia um membro por completo do país. Integração em larga escala significa genocídio de ambos os lados. Através dessa tática surge a desejada nova ordem mundial, onde em nenhum país existirá mais cultura, religião, mas sim uma massa uniforme desalmada governada por uma casta de nobres que seriam, segundo Kalergi, os judeus

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