Monika Schaefer: Condenações aos Revisionistas e Liberdade de Expressão

Paul Fromm e Monika Schaefer (‘Schäfer’ em alemão) estavam em Sidney, Austrália, na sexta-feira, 25 de janeiro, para um levantamento de recursos e palestras, como parte de uma discreta turnê de 11 paradas.

Monika, uma senhora alemã violinista por profissão, é uma ex-membro e candidata do Partido Verde Alemão (Die Grünen), que recentemente cumpriu uma sentença de 10 meses na Alemanha por negação do Holocausto, que é classificado como um “crime de ódio”.

Fromm, antigo ativista e nacionalista branco da América do Norte, descreve a si mesmo como um conservador canadense e o diretor executivo do grupo quem organizaram a turnê – a Canadian Association for Free Expression (CAFE – ‘Associação Canadense de Expressão Livre’) é rotulada de “neonazista” pelo Southern Poverty Law Center [1], que monitora atividades de quem julga ser “extremista” na América do Norte.

Paul Fromm concorreu recentemente para prefeito de Hamilton

Os principais tópicos da palestra em Sidney consideravam as experiências de Schaefer na prisão, a liberdade de expressão e suas crenças políticas. Prevendo possíveis protestos em potencial e mantendo discrição, a palestra não foi anunciada e os convidados por meio de um boletim informativo de assinatura e do serviço de e-mail do CAFE.

Monika Schaefer foi condenada a 10 meses de prisão e seu irmão, Alfred Schaefer, recebeu uma sentença de três anos e dois meses. Ambos foram acusados ​​de incitamento ao ódio sob a lei da ditadura alemã-sionista.

Monika e seu irmão Alfred, ainda preso.

Em 2018, a B’nai Brith Canada [2] forneceu os relatórios detalhados de inteligência aos oficiais alemães, levando a suas eventuais detenções. Os defensores dos irmãos explicitamente culparam B’nai Brith por seus desafios legais.

“Elogiamos o sistema judiciário alemão por efetivamente lidar com uma flagrante manifestação de anti-semitismo”, disse Michael Mostyn, diretor executivo da B’nai Brith Canadá na época e continuou – “B’nai Brith continuará agressivamente a combater o anti-semitismo, a negação do Holocausto e todas as formas de intolerância e racismo”.

Da última vez que esteve já Austrália, em 18 de junho de 2016, Schaefer visitou a península de Saanich antes de suas atividades políticas e uma reunião com os apoiadores foi cancelada pouco antes de acontecer. Gordon Watson, , um apoiador local, disse que os responsáveis pelo local cancelaram a reserva no dia anterior, quando descobriram quem estaria falando. Quando os participantes compareceram no dia da palestra, eles foram impedidos por oficiais do Departamento Central de Polícia de Saanich e da RCMP.

Desde então, Schaefer fez três viagens a Victoria e à península de Saanich para se reunir com os partidários. Monika, que fala abertamente de sua admiração por Adolf Hitler e Alemanha nacional-socialista, dedica-se ao ativismo da liberdade de expressão, pois crê que nenhum tópico deve estar fora dos limites do discurso público, não importa se pode ser interpretado como “discurso de ódio”.

A Alemanha não está sozinha em censurar o discurso de ideias. A Lei de “Direitos Humanos” do Canadá e o Código Penal entendem o chamado “discurso de ódio” como crime passível de ser processo e condenação dos indivíduos envolvidos, desde o julgamento de James Keegstra em 1990.

Monika Schaefer – Fonte: Youtube

Fromm e Schaefer recentemente alertaram que a sociedade canadense está em uma luta existencial, uma “guerra sem as bombas”. Eles que são ativistas pacíficos e nunca buscam confronto físico. No entanto, Fromm avisa que se grupos como o CAFE são restritos em expressar seus pontos de vista, outros mais pró-ativos podem tomar seu lugar.

“Quando você silencia o homem com a caneta, você abre caminho para o homem com a espada”, disse ele. Schaefer concordou: “eles forçam você, no final, não a mim pessoalmente, mas no final é o que vai acontecer”.

Schaefer disse que recebeu 1.250 cartas de apoiadores de todo o mundo enquanto estava na cadeia e que sua luta anti-sionista e anti-sistema globalista endureceram desde a sua libertação, e agora ela considera seu atual e futuro ativismo como o trabalho de sua vida.

O vice-chefe da polícia central de Saanich, Derren Lench, disse que, se os policiais recebessem informações de que uma violação do Código Civil estava acontecendo, “investigariam como qualquer crime e se é um possível crime de ódio”.

Ele acrescentou que eles trabalhariam em conjunto com diferentes agências e decidiriam como proceder.

Ramon Bau, escritor e periodista espanhol ex-integrante do antigo CEDADE, lembrou recentemente que atualmente, há 4 importantes prisioneiros revisionistas em Alemanha e Áustria, por duvidar da versão oficial dos vencedores da 2ª Guerra Mundial.

Ursula Haverbeck
JVA Bielefeld Senne
D 33649 Bielfeld
Alemanha

Horst Mahler
JVA Brandenburg a.d. Havel
Anton-Saefkow-Allee 22
D 14772 Brandenburg
Alemanha

Dipl Ing Wolfgang Fröhlich
JAStein H Nr 46484
Steiner Landstrasse 4
A 3504 Krems/Stein
Áustria

Alfred Schaefer
JVA Stadelheim
Stadelheimer str 12
D 81549 Munique
Alemanha

Notas:

[1] Fundado por Morris Dees e Joseph Levin Jr., em 1971, com sede em Montgomery, Alabama (EUA), a Organização internacional Southern Poverty Law Center (SPLC – ‘Centro de Direito da Pobreza do Sul’) apresentasse como uma organização de advocacia legal sem fins lucrativos dos Estados Unidos especializada em direitos civis e litígios de interesse público. Ela é conhecida pelas suas vitórias judiciais contra grupos considerados “extremistas” como nacionalistas (raciais ou não), conservadores, paleo-conservadores, patrióticos e etc. Fazendo representação legal para a qualquer um que se auto-intitule vítima de qualquer incidente com membros desses grupos, entidades ou partidos. Eles fazem um verdadeiro trabalho de censor, catalogando milícias e organizações de qualquer tipo afim e promovem “programas educacionais” que promovam a suposta tolerância progressista de engenharia social do “politicamente correto”.

Atualmente ela lista 254 membros e 14 voluntários. E seu lema é “Assegurar que as promessas do movimento dos direitos civis se tornem uma realidade para todos”.

Fonte: SPLC – Website Oficial

[2] A loja B’nai B’rith (בני ברית) (literalmente: ‘Filhos da Aliança’) é uma organização judaica com um sistema paralelo à Maçonaria regular, de ideologia sionista e cuja afiliação é exclusivamente reservada a cidadãos de origem judaica . Foi fundada em Nova Iorque por Henry Jones e outras onze pessoas em 13 de outubro de 1843. É também uma organização não governamental.

Está sediada em Washington (1640 Rhode Island Avenue, NW), ao lado da Casa Branca, a proximidade não é apenas física. Atualmente conta com mais de 600 mil afiliados distribuídos por 47 países do globo, e no seu auge a elite seleta da oligarquia judaica mundial é aglutinada.

Como a maçonaria regular, a B’naï B’rith é apresentada como uma organização filosófica e filantrópica dedicada à realização das bem conhecidas declarações humanistas, e também como o primeiro seu trabalho fundamental é desenvolvido no campo da influência. político e social. O fato de esta loja ter sido desde a sua criação o mais importante pilar do movimento sionista é um bom exemplo dessa atividade.

A Liga Anti-Difamação foi fundada por esta sociedade nos Estados Unidos.

a B’naï B’rith International tem várias empresas subsidiárias, bem como uma infinidade de organizações relacionadas que se movem em sua órbita.

Fonte: Metapedia – La Enciclopédia Alternativa

Fontes de texto: Vice News / El Cadenazo / Wir sind Monika

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