Ministro dos Negócios Alemão: A Alemanha será “sempre responsável” pelo “inferno” de Auschwitz

Quando vão parar com esse fingimento que hoje está caindo em desuso? A eterna chantagem que ano após ano, como uma espécie de oferenda aos deuses sionistas, devem ser ratificados perante a comunidade internacional uma falsa culpabilidade fantasiosa.

O ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Heiko Maas, visitou esta segunda-feira o antigo campo de concentração de Auschwitz, que definiu como “o inferno na terra, uma criação alemã da qual a Alemanha sempre será responsável”.
Um dos mais emblemáticos exemplos de desmascaramento do suposto campo de “extermínio” de Auschwitz ocorreu em 1992, numa simples investigação, David Cole visitou o suposto campo da morte de Auschwitz e provou o contrário. Desde então, as autoridades judaico-polonesas tem realizado os “tours” com mais cautela. Sem contar que em países como a Alemanha é proibido realizar pesquisas científicas no local e questionar a veracidade do holocausto (sim, questionar e nem sequer negar) é um ato passível de prisão e multa – NT
O chefe da diplomacia alemã visitou Auschwitz antes de uma reunião com o seu homólogo polaco Jacek Czaputowicz, realizada no mosteiro franciscano em Harmeze, sul da Polônia, a cuja congregação pertencia o frade Maximiliano Kolbe.

“Escolhemos este lugar para realizar a nossa reunião como forma de expressar o nosso respeito e prestar homenagem a todas as vítimas polacas dos crimes alemães cometidos durante a Segunda Guerra Mundial”, afirmou Czaputowicz.

Heiko Maas considerou que o lugar é um “símbolo importante da história difícil” que os dois países compartilham, “mas também uma prova da maturidade das relações entre Polônia e Alemanha”, sublinhando que “os campos de concentração representam os parágrafos mais sombrios da história da Alemanha”.

“Nós assumimos a responsabilidade pelas atrocidades que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial contra polacos e judeus”, mencionou Maas. 

O ministro alemão disse que atualmente a Polônia “não é apenas uma vizinha, mas também uma amiga valiosa e uma parceira importante na Europa”, reconhecendo que os dois países ainda precisam de abordar muitas questões “difíceis” se quiserem dar um impulso decidido aos seus relacionamentos.

“Neste sentido, estamos a preparar consultas intergovernamentais que acontecerão neste outono”, avançou.

Em política internacional não existe isso mas existe que muitos países como a Polônia, Israel, etc., assim como muitas organizações que agem nas sombras da chantagem eterna, como a ADL (Anti-difamation league), integrada ao governo sionista de Israel retiram milhões do bolso do contribuinte via Estado alemão para indenizações muitas vezes fraudulentas. Essa mesma chantagem, na “Industria do holocausto” é um trunfo terrível nas mãos daqueles que querem chantagear, e com o respaldo dos políticos alemães. – NT
Nunca duvide…

…Sempre questione.

Entre essas questões “difíceis” estão as reparações pela guerra, lembrou Czaputowicz, que explicou que na Polônia “há um sentimento de tratamento injusto, se se comparar as perdas sofridas durante a Segunda Guerra Mundial e as compensações recebidas”.
A Polônia, no início do ano, fez diferente da Alemanha. No dia 1 de fevereiro, o senado polonês aprovou uma lei nacional que prevê até três anos de prisão ou uma multa para qualquer pessoa que utilize publicamente a expressão “campos da morte poloneses” para denominar os supostos campos de extermínio do qual a historiografia oficial acusa as forças militares alemãs de terem usado. – NT
A reportagem informa o número oficial de hoje, que diz que cerca de um milhão de judeus foram assassinados durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) em Auschwitz, juntamente com católicos, membros da resistência, homossexuais e ciganos, entre outros alvos.
Os números de Auschwitz veem caindo drasticamente desde que nas últimas décadas tornou-se muito difícil manter a cifra inicial de 4 milhões de judeus mortos, a qual foi imposta oficialmente nos autos do processo movido pelos vencedores da Guerra em 1948. Hoje, em Auschwitz, os detentores dos números oficiais (seja lá quem for) fala  em cerca de 300 mil pessoas mortas.. mas não contam que isso está muito relacionado a dificuldade de saneamento causado pela quebra de toda a infraestrutura na guerra, muito em parte pelo bombardeio criminoso dos Aliados a áreas civis, mas nenhuma sequer possui comprovados indícios de gaseamento ou assassinato sistemático – NT

De acordo com a agência de notícias espanhola Efe, Heiko Maas assinou o livro de visitas do museu de Auschwitz-Birkenau, onde se referiu dessa forma ao antigo campo na Polônia.

Reportagem de 20 de agosto de 2018  


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