Lituânia Quer Colocar David Irving em “Lista Negra” Por Negar o Holocausto

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Segundo o diplomata Linas Antanas Linkevičius, ministro das Relações Exteriores da Lituânia, pessoas como o polêmico historiador britânico que banaliza o genocídio nazista “não são bem-vindos em nosso país”

VILNIUS, Lituânia – A Lituânia se mudou para a “lista negra” do denunciante do Holocausto, David Irving, para impedi-lo de entrar no Estado da UE, caso ele tente fazê-lo ainda este ano, disse o principal diplomata do país na terça-feira.

“Negar o Holocausto e elogiar Adolf Hitler é um crime na Lituânia. As pessoas que divulgam essas ideias não são bem-vindas em nosso país ”, disse à AFP o ministro das Relações Exteriores, Linas Antanas Linkevičius (Partido Social Democrata da Lituânia).

O ministro disse que pedirá ao Departamento de Migração para incluir oficialmente na “lista negra” o historiador David Irving, que poderia tentar entrar na Lituânia ainda este ano.

O PM Benjamin Netanyahu se encontra com a ministra das Relações Exteriores da Lituânia, Linas Linkevicius, em Jerusalém, em 4 de setembro de 2017. (Haim Zach / GPO)

O acadêmico britânico, que foi preso na Áustria em 2006 por “negar o Holocausto” (sim, em muitos países da Europa, principalmente na Alemanha e Áustria, simplesmente discordar do holocausto é CRIME FEDERAL) disse que planeja visitar a vizinha Polônia este ano para conduzir visitas as Campo de Concentração de Auschwitz.

Em 2010, Irving já havia liderado uma turnê pelos locais da Segunda Guerra Mundial na Polônia, incluindo o antigo campo de extermínio de Treblinka, provocando indignação e condenação de sobreviventes do Holocausto e grupos da ANTIFA.

O chanceler polonês, Jacek Czaputowicz (PiS – Lei e Justiça), disse em março deste ano que, desta vez, Irving “não será aceito na Polônia”, onde a “negação” ou questionamento do Holocausto também é proibida e é considerada CRIME.

Será um tentativa da parte do conservador polonês PiS, de aproveitar-se da situação e reatar relações com os sionistas?

Em fevereiro desta ano, quando o premiê polonês Mateusz Morawiecki (PiS – Lei e Justiça), cancelou sua participação no encontro do país em uma reunião de nações da Europa central em Jerusalém por considerar que o novo ministro interino das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, fez declarações ‘inaceitáveis’ ao afirmar que os poloneses contribuíram com os nazistas durante o Holocausto. Em uma entrevista a uma rádio, Katz, afirmou que os poloneses colaboraram com os “nazistas” e “bebiam leite com antissemitismo diretamente de suas mães”.

Primeiro-ministro da Polônia, Mateusz Morawiecki, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu durante a cúpula do Oriente Médio em Varsóvia, Polônia, em 14 de fevereiro de 2019 — Foto: Kacper Pempel/ Reuters

o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, participava de uma reunião para a Conferência de Varsóvia, na Polônia, durante a qual 60 países discutiram políticas para o Oriente Médio.

Antes, em entrevista durante uma conferência, Netanyahu tocou em uma ferida aberta na relação entre poloneses e israelenses: o nível de envolvimento e cooperação da Polônia com o governo nacional-socialista alemão durante a Segunda Guerra Mundial.

Netanyahu foi questionado pelo jornal israelense Times of Israel – o mesmo que noticiou como vitória o impedimento de Irving de entrar na Lituânia por “crime de opinião” -, sobre a controvérsia entre os dois países por causa de uma lei aprovada pelo governo polonês que proíbe dizer que a Polônia, enquanto nação, colaborou com os alemães, durante o Holocausto. A lei foi pitada pela imprensa podre israelense-estadunidense como uma tentativa de evitar que “sobreviventes do Holocausto” falassem dos crimes dos poloneses.

Como visto, ninguém está livre a chantagem emocional, de desvio e manejo da opinião pública que é a “arma do lobby” do “holocau$to judaico”. – Informações: G1 – Mundo

David John Cawdell Irving, 81, é um historiador, escritor e publicitário inglês. A partir de 1988 passou a contestar o assim apregoado holocausto, e por isso, foi preso, censurado e expulso de diversos países da Europa como a Áustria e Alemanha e mesmo fora dela.

“Esta será a decisão do nosso governo, já tomamos algumas medidas neste assunto”, disse Czaputowicz, citado pela agência de notícias polonesa PAP.

Irving é o autor de “Hitler’s War” (A Guerra de Hitler), um livro que questiona de forma revisionista as supostas atrocidades cometidas por alemães e seu governo durante o período nacional-socialistas e a tão famigerada responsabilidade total da Alemanha nesse assunto, trazendo provas contundentes que desafiam a “verdade oficial” inquestionável e que de tão frágil necessita ser respaldada por força de lei.

Na lei nacional lituana, qualquer pessoa considerada culpada de negar ou “banalizar” o suposto Holocausto pode enfrentar uma pena de até três anos atrás das grades. No Brasil, existe um projeto de lei (PL 987/2007) de autoria do ex-deputado federal pelo Rio de Janeiro, o judeu-sionista Marcelo Zaturansky Itagiba (PMDB-RJ), envolvido com milícias no seu estado durante a exerção de seu mandato para criminalizar penalmente qualquer pessoa no Brasil que discorde da veracidade ou que simplesmente questione abertamente ou até academicamente a versão oficial do suposto holocausto judeu.

Fonte: Time of Israel

Publicado originalmente em 9/4/2019 por AFP.

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